
Em breve em Central, Vitória Center, a mais nova loja de móveis e eletrodomésticos e eletroeletrônicos da sua cidade.
Aguardem!!
Bahia
O candidato ao Governo da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto, classificou como “bastante animador”…
há 4 horas
Política
Notícias
Irecê

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cancelou sua passagem por Guarapuava (PR) na manhã desta quarta-feira (28), após o ataque a dois ônibus de sua caravana ontem, na estrada entre Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, informou o diretório municipal do PT de Guarapuava.
O presidente do partido na cidade, Antenor Gomes de Lima, divulgou um comunicado nas redes sociais afirmando que o cancelamento foi decidido por medo de novos ataques à caravana e para preservar a segurança de Lula. O petista, contudo, manteve a agenda prevista para Curitiba, às 17h, onde encerra sua caravana pela região.”A gente evitou que houvesse uma violência maior aqui em Guarapuava”, disse Gomes. “Nos perdoem, a gente tinha que preservar algo maior, que é a segurança dos guarapuavanos e do presidente Lula, que vem sendo ameaçado por esses que têm medo de perder a eleição”, disse o presidente do diretório.
Em um vídeo no Facebook, Gomes afirma que eleitores do deputado Jair Bolsonaro (PSL), pré-candidato à Presidência da República e que também está no Paraná hoje, vem promovendo ódio durante a passagem de Lula pelo Sul do País. Em Guarapuava, havia registro da presença tanto de apoiadores quanto de manifestantes críticos ao ex-presidente. “Lamento informar que devido à emboscada que a caravana do presidente Lula sofreu foi necessário cancelar a passagem por Guarapuava. Lamentamos mais ainda o clima de terrorismo que se instaurou na cidade motivado pelo ódio. Guarapuava, que sempre foi conhecida como cidade acolhedora, ontem e hoje se tornou hostil aos que gostariam de visitá-la”, escreveu Gomes. Laranjeiras do Sul, local onde os ônibus da caravana de Lula foram alvejados por tiros, é uma pequena cidade de 30.777 pessoas com um grave histórico de violência e está na região mais pobre do Paraná. Segundo dados do Atlas da Violência 2016, divulgado pelo Ipea, o município registrou uma taxa média de 43,24 homicídios por 100 mil habitantes por ano de 2010 a 2015, enquanto a média nacional foi de 28,65. Já no Mapa da Violência, que estuda as mortes por armas de fogo no Brasil, Laranjeiras do Sul aparece em 31º lugar no ranking das cidades mais violentas do País, entre 2012 e 2014. Além dos índices de violência, a cidade é sede da região administrada denominada Cantuquiriguaçu, que reúne 20 municípios paranaenses e congrega o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado.
O total de famílias pobres, aquelas com renda per capita de até meio salário mínimo, chega a 36% na cidade, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na capital paranaense, onde será o encerramento da caravana, os pré-candidatos à Presidência Manuela Dávila (PCdoB) e Guilherme Boulos (PSOL) confirmaram que estarão com Lula durante o ato, além de parlamentares e dirigentes de PSB, PSOL e PCdoB, segundo o PT.
A juíza Geysa Rocha, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), deferiu o pedido de liminar e frustrou a realização do julgamento que poderia cassar o mandato de Everton Carvalho Rocha (PSDB), prefeito de Jaguarari.
A defesa de Everton Rocha alega que o prefeito não foi intimado para acompanhar as últimas reuniões do seu julgamento, realizadas no início do mês. Desta forma, prejudicaria o andamento do processo, uma vez que o denunciado não teve tempo hábil para intimar testemunha de um mandato eletivo.
Segundo a denúncia, Rocha teria utilizado os serviços da empresa ADM Sistemas sem contrato formal. Em fevereiro, durante votação do parecer da comissão que foi colocado para apreciação e votação do plenário da Câmara, por 12 x 1, os vereadores seguiram o parecer da comissão e cassou o mandato do prefeito, Everton Rocha. Mas antes mesmo do vice-prefeito ser empossado, o Tribunal de Justiça emitiu liminar, decidindo que a sessão fosse suspensa e a Comissão Processante providenciasse ouvir senhor Heliodoro Lucas, uma das testemunhas não ouvida pela comissão.
Everton Rocha é natural de Central, na região de Irecê, e em 2016 foi eleito prefeito da cidade Jaguarari, região de Senhor do Bonfim.
Em mais uma viagem ao interior da Bahia, nesta semana, o governador Rui Costa segue, nesta quinta-feira (29), para o município de Barra do Rio Grande, no Vale do São Francisco, onde autoriza obras de infraestrutura, abastecimento de água e entrega obras de segurança. Às 9h30, Rui autoriza restauração e manutenção da Rodovia BA-161, no trecho entre o entroncamento da BR-242, entre Ibotirama, Estreito e Barra.
Outra rodovia que terá a ordem de serviço assinada é a BA-161, no trecho entre Porto Palha, na Barra, até o KM 76,50, no sentido Lagoa do Padre. As duas obras terão investimento previsto da ordem de R$ 35 milhões. Ainda no segmento, Rui autoriza a publicação do edital de licitação, por meio de uma Parceria Público Privada (PPP), para recuperação e manutenção de 663 quilômetros e construção de uma ponte de mil metros sobre o Rio São Francisco, na Rodovia BA-052, BA-160 e BR-330, no trecho do entroncamento da BR-116, em Feira de Santana, até Irecê, Xique-Xique e Barra.
Durante a solenidade, que ocorre no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), na BA-161, na saída da sede municipal de Barra, sentido Ibotirama, o governador visita as instalações do Disep e inaugura o equipamento, que irá abrigar as polícias Civil, Militar e o Departamento de Polícia Técnica (DPT). A obra custou R$ 3,42 milhões.
Na área de abastecimento de água, Rui entrega o Sistema Simplificado de Abastecimento das localidades de Cavalo Morto e Assentamento Vale do Boqueirão e autoriza o início de obras para implantação dos sistemas de abastecimento de água da localidade de Saquinho, Baixão das Galinhas, João do Mato, Viana, Fazenda Saco e Vereda. O governador também vai autorizar a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) a celebrar convênio no âmbito do Projeto Bahia Produtiva, no segmento de aquicultura e pesca.

Produtores rurais baianos vão se juntar aos milhares de produtores rurais de outros estados brasileiros para protestar, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, contra o Fundo de Apoio ao Trabalhador Rural (Funrural). O ato classificado de “Manifesto Verde e Amarelo – Funrural não, Securitização sim!”, acontece no próximo dia 4 de abril, e deve reunir mais de 10 mil famílias de agricultores e mais de 200 entidades de classe. A concentração será em frente ao estádio Mané Garrincha, de onde os manifestantes sairão, às 13h, em passeata.
O grupo pretende cobrar do governo a extinção do retroativo cobrado pelo período em que o imposto deixou de ser obrigatório, por força de decisões judiciais. “Não se trata de um perdão de dívida porque não existe a dívida, a própria justiça reconhece isso quando declara inconstitucional a cobrança. Portanto, o primeiro passo é desmistificar essa ideia que ventilam por aí, por pura falta de conhecimento. O segundo é pedir a securitização das dívidas do agronegócio. O agricultor não se nega a pagar o tributo instituído de agora para frente, mas se sente injustiçado ao ter que pagar um passivo inconstitucional”, argumenta o vice-presidente da Aiba, Luiz Pradella, ao apoiar o manifesto.
O Funrural é um tributo que recai sobre o faturamento bruto dos produtores rurais, hoje taxados a 1,2% para pessoa física e 2% para pessoa jurídica. Em 2010 e 2011, dois julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF) chegaram à conclusão de que o tributo tinha parecer inconstitucional, por caracterizar uma bitributação, pois incidia sobre a folha salarial dos funcionários e também sobre o faturamento bruto das propriedades rurais.
“Fere o princípio de isonomia entre o trabalhador rural e o trabalhador urbano, defendido pela Lei. Desta forma, o empregador rural está sendo lesado por pagar duas vezes o mesmo tributo”, explica o advogado da Associação na causa contra o Funrural, Jefferson Rocha.
À época, a alíquota era de 2,3%, sendo 2,1% destinados à Receita Federal e 0,2% repassados ao Senar. No ano passado, o caso teve uma reviravolta inusitada e, em resultado apertado, com voto de minerva da ministra Carmen Lúcia, por 6 a 5, a corte entendeu que a cobrança seria constitucional.
A decisão, no entanto, é questionada pelos produtores pelo fato de a Lei nº 13.606/18, sancionado pelo presidente Michel Temer em 2018 e em vigor desde sua publicação, reconsiderar a constitucionalidade do Funrural sem que houvesse trânsito em julgado. Agora, o Governo Federal cobra retroativo dos últimos cinco anos, período em que a cobrança estava extinta por decisão do STF.
“Querem sacrificar o setor que mais contribui com o PIB do País, que mais gera emprego, renda e desenvolvimento. Se tivermos que pagar esse retroativo que estão tentando nos empurrar corre o sério risco de quebrar o agronegócio nacional e, com ele, a economia brasileira. É um dinheiro que deixará de circular no país (cerca de R$ 30 bilhões). Não estamos pedindo anistia simplesmente porque não há o que anistiar. O produtor rural não pagou porque o tributo foi considerado inconstitucional. Agora, querem nos pintar como caloteiros, coisa que não somos, basta ver o índice de inadimplência do Banco Central para perceber que o crédito rural é o menor”, defende o produtor rural, José Alípio da Silveira, organizador voluntário do movimento na Bahia.
Mola propulsora
O agronegócio brasileiro é o setor que mais gera divisas para o País. Sozinho, ele contribuiu, em 2017, com 23,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, a maior participação em 13 anos, sendo o responsável pela estabilidade do PIB e garantindo o superávit à balança comercial. “Não é de agora que o agronegócio tem salvado o país de uma crise econômica, crise esta que não está descartada de acontecer se realmente tivermos que arcar com uma dívida que não nos pertence. Querem quebrar a agricultura e o País. Essa é a recompensa que dão ao setor que mais produz, gera emprego e distribuição de riqueza”, pontuou o produtor rural e conselheiro da Aiba, Hélio Hoppe.
Recentemente, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) classificou o Brasil de “celeiro do mundo”, além de estimar que o país terá de aumentar a produção agropecuária em 60% nas próximas três décadas para atender uma crescente e global demanda por alimentos.
Um homem identificado por Clériston Geovane Teles da Silva, foi encontrado morto nesta terça-feira (27), às margens da rodovia BR-122, nas imediações do município de Cafarnaum, região de Irecê.
Segundo o delegado titular de Cafarnaum, Alex Rocha, a vítima foi morta com golpes de faca e pedra. Até o momento ninguém foi preso. A autoria e motivação do crime são desconhecidas.
O corpo da vítima foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Irecê para ser periciado. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.