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Foto: @vertosouza

A produção de cebola em Cafarnaum consolidou o município como o principal polo produtor da Bahia, transformando a região em uma referência nacional na cultura agrícola. A atividade desempenha papel fundamental na economia local, gerando emprego, renda e fortalecendo o agronegócio do território de Irecê.

O desempenho do município contribui diretamente para que a Bahia mantenha a posição de segundo maior produtor de cebola do Brasil, ficando atrás apenas do estado de Santa Catarina. Além disso, o estado lidera a produção da hortaliça no Nordeste, com destaque para os polos produtivos do Território de Irecê e do Vale do São Francisco.

Entre os fatores que favorecem o sucesso da cultura em Cafarnaum está o solo arenoso, considerado um grande diferencial para a produção. A excelente capacidade de drenagem reduz os riscos de apodrecimento das plantas, mesmo após períodos de chuvas intensas. As temperaturas mais amenas da região também contribuem para diminuir o estresse das lavouras, favorecendo o desenvolvimento de bulbos com melhor calibre e qualidade.

A cadeia produtiva da cebola está concentrada principalmente no semiárido baiano, com forte presença em municípios como Cafarnaum, João Dourado e Sento Sé, que integram um importante cinturão agrícola responsável por abastecer mercados em diversas regiões do país.

Com tecnologia, experiência dos produtores e condições naturais favoráveis, Cafarnaum segue fortalecendo sua posição como uma das maiores referências da cebolicultura brasileira.

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Foto: Reprodução

Um grave acidente de moto registrado entre os municípios de Barra do Mendes e Barro Alto, na região de Irecê, resultou na morte de um jovem identificado por James Oliveira Barbosa. A ocorrência foi registrada neste domingo (7) e mobilizou equipes de socorro.

De acordo com as informações iniciais, a vítima sofreu ferimentos graves e não resistiu, morrendo ainda no local ou durante o atendimento.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Irecê para os procedimentos legais.

 As circunstâncias do acidente serão investigadas.

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Foto: Divulgação/FBF

O título da Copa do Nordeste ficou, mais uma vez, na Bahia. No sábado (6), o Vitória sagrou-se campeão da edição 2026 da Lampions League.

No Barradão, o Rubro-Negro voltou a vencer o Fortaleza por 2 a 1, e de virada. O mesmo placar do jogo de ida foi construído com gols de Martínez e Renato Kaizer.

A diretoria da Federação Bahiana de Futebol prestigiou a final com o presidente da entidade, Ricardo Lima, a diretora de competições, Taíse Galvão, o diretor administrativo e financeiro, Marcelo Araújo, e o diretor de registro e transferência, Felipe Quadros.

Também estiveram presentes representantes da CBF, entre eles o vice-presidente da entidade, José Vanildo, o diretor de competições, Júlio Avelar, e o gerente de operações, André Benites. Ainda compareceram  outros presidentes de federações do Nordeste e dirigentes dos dois clubes, como o presidente do Vitória, Fábio Mota, e o presidente do Fortaleza, Rolim Machado.

A Federação Bahiana de Futebol parabeniza o Esporte Clube Vitória, sua diretoria, elenco, comissão técnica, funcionários e torcedores por mais um título da Copa do Nordeste. O Leão já havia levantado a taça nos anos de 1976, 1997, 1999, 2003 e 2010.

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Foto: Divulgação

Em entrevista à rádio Salvador FM nesta segunda-feira (8), o senador e pré-candidato à reeleição Angelo Coronel (Republicanos), voltou a falar do rompimento com o PSD e da aproximação com o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto (União Brasil). Segundo ele, a saída da sigla aconteceu de forma traumática e sem qualquer tentativa de construção de entendimento entre as partes, e o rompimento teria acontecido em função de um desgaste político que já vinha se acumulando dentro da legenda.

De acordo com o parlamentar, já existia insatisfação mútua entre ele e setores do partido, principalmente após o PSD ficar sem representação na chapa majoritária governista, apesar de ser, segundo ele, o maior partido da Bahia.

“Eu imaginava que o partido continuaria bancando a candidatura de um membro do PSD para compor a chapa majoritária. O PSD não indicou ninguém, nem Angelo Coronel, nem qualquer outro membro do partido. Fiquei sem entender como o maior partido do estado da Bahia não tinha nenhum representante na chapa”, declarou.

O ex-pessedista ressaltou que paralelamente ao desgaste interno, mantinha conversas frequentes com o grupo político liderado pelo ex-chefe do Palácio Thomé de Souza e que sua futura migração política não era desconhecida pelos aliados do governo.

“Essa chegada ao grupo de Neto não foi surpresa. Era uma negociação que já vinha acontecendo há cerca de um ano. O próprio PT sabia disso e chegou a me criticar porque eu não participava de alguns atos da campanha de Jerônimo”, acrescentou.

Embora tenha admitido que já avaliava deixar a sigla, o republicano disse que que foi surpreendido pela forma como seu desligamento aconteceu. De acordo com ele, não existiu diálogo nem tentativa de pacificação antes do anúncio. Coronel ainda fez questão de pontuar que estava fora do Brasil quando tomou conhecimento da decisão.

“Não imaginava que a saída seria daquela maneira. Foi uma saída nevrálgica, sem conversar, sem pacificar. Uma saída muito sangrenta, no jargão político. Eu estava viajando quando ouvi pela rádio a minha defenestração do PSD. Tomei um susto. Pensei até que fosse o fuso horário me confundindo, mas era verdade. Foi praticamente uma expulsão”, concluiu.

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