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Empresária Natália Cavanellas Crédito: Reprodução/Redes Sociais

Uma empresária, de 40 anos, teve a morte constatada após passar por uma cirurgia plástica de lipoaspiração. O caso foi registrado nesta segunda-feira (7), na cidade de São Paulo.

Natália Cavanellas sofreu uma parada cardiorrespiratória enquanto ainda estava em meio ao procedimento cirúrgico, conforme apontam informações da Secretaria de Segurança de São Paulo, concedidas ao portal Terra. A cirurgia foi realizada na Clínica Edgar Lopez, que leva o nome do médico que atendeu Natália, e fica em um endereço nobre da capital paulista: a Avenida Ibirapuera, no bairro Moema.

Em seu perfil nas redes sociais, Natália se apresentava como empresária, relações públicas e especialista em networking corporativo, com mais de 15 anos de carreira. Ela era casada e tinha uma filha de apenas 3 anos.

Segundo o Terra, o caso foi registrado 42º Distrito Policial como morte suspeita.

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Foto: Reprodução

Oito casos da nova variante da Covid-19, chamada XFG, já foram identificados no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a cepa foi detectada em seis pacientes no Ceará e dois em São Paulo. Ainda não há registro de mortes associadas à nova linhagem, que já circula em pelo menos 38 países.

A XFG é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma “variante sob monitoramento” – uma cepa com alterações genéticas relevantes e potencial de disseminação maior do que outras. O impacto na saúde pública, no entanto, ainda é incerto.

Todas as linhagens desse grupo são descendentes da variante Ômicron, predominante desde o fim de 2021.

Sintomas da Covid-19

• Os sinais originais da Covid-19, como perda de olfato, mudaram muito desde o início do período pandêmico.

• Atualmente, os sintomas mais comuns são muito semelhantes aos de uma gripe: coriza, tosse e dores de cabeça e garganta lideram a lista de relatos dos pacientes.

• A principal diferença para a gripe é a presença de febre, o que é raro em casos leves de Covid-19.

• Pessoas infectadas com variantes derivadas da JN.1 também têm relatado, entre os principais sintomas, insônia e uma sensação de preocupação e ansiedade.

A variante tem se espalhado rapidamente em algumas regiões. No Sudeste Asiático, já representa a maioria dos casos analisados. Nas Américas, a presença da cepa passou de 7,8% para 26,5% em poucas semanas, segundo relatórios da OMS. Apesar do avanço, a organização considera o risco global de saúde pública como baixo.

Vacinação segue sendo a principal estratégia

Em nota, o Ministério da Saúde afirma que “monitora de forma contínua os sequenciamentos genômicos da Covid-19 no Brasil, com base nas listas de variantes da OMS”.

A pasta reforçou ainda que a vacinação continua sendo a principal medida de proteção. “A vacinação contra a Covid-19 é segura e protege contra as variantes em circulação, sendo a principal forma de prevenir casos graves e mortes.”

Com mais de 14,2 milhões de doses distribuídas em 2025, o Brasil mantém a imunização regular contra a Covid-19. Desde 2024, o imunizante faz parte do calendário nacional de vacinação para grupos prioritários, como crianças, gestantes e idosos.

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Foto: Mauricia da Matta/Bahia Notícias

Após 26 dias sem entrar em campo, o Vitória perdeu para o Confiança por 1 a 0, nesta terça-feira (8), no Barradão, e deu adeus à Copa do Nordeste nas quartas de final da competição. O gol do time sergipano, atualmente na vice-lanterna da Série C, foi marcado por Rafinha aos 45 minutos do 2° tempo.

Após eliminações na Copas do Brasil e Sul-Americana, o Vitória conheceu a sua terceira eliminação na temporada. Agora, o Confiança espera o vencedor da partida entre CSA x Ferroviário, que jogam nesta quarta-feira (9), para saber quem será seu adversário na semifinal do Nordestão. Do outro lado da chave, os duelos serão entre Bahia x Fortaleza e Sport x Ceará, que também se enfrentam nesta quarta.

Agora, o time do técnico Thiago Carpini se prepara para o retorno ao Campeonato Brasileiro, contra o Internacional, neste sábado (12), às 16h30, no Beira-Rio, pela 13ª rodada da competição. O Vitória ocupa o 16° lugar do Brasileirão, com 11 pontos, mesma pontuação do Inter, que abre a zona de rebaixamento.

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Foto: Divulgação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma nova postagem na sua rede social Truth Social no noite desta terça-feira (8) defendendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Deixem o Grande Ex-Presidente do Brasil em paz. CAÇA ÀS BRUXAS!!!”, escreveu usando letras maiúsculas.

O comentário foi feito ao repostar o anterior que o republicano já havia feito tratando do Brasil na segunda-feira (7). Na ocasião, Trump também havia falado em “caça às bruxas” e disse que o julgamento de Bolsonaro deveria ser feito nas urnas.

“Isso não é nada mais nada menos do que um ataque a um oponente político —algo que eu conheço muito bem! Aconteceu comigo, dez vezes pior, e agora o nosso país é o mais ‘quente’ do mundo!”, prosseguiu o presidente dos EUA, sem indicar quem seria essa “oponente político”, escreveu.

“O grande povo do Brasil não vai tolerar o que estão fazendo com seu ex-presidente. Estarei acompanhando muito de perto a caça às bruxas contra Jair Bolsonaro, sua família e milhares de seus apoiadores. O único julgamento que deveria estar acontecendo é o julgamento pelo voto do povo brasileiro. Isso se chama eleição. Deixem Bolsonaro em paz”, disse o presidente americano na primeira mensagem.

Ainda na segunda, o presidente Lula reagiu. Em nota, afirmou não aceitar interferências nas políticas internas do Brasil. “A defesa da democracia no Brasil é um tema que compete aos brasileiros. Somos um país soberano.”

Assim como Lula, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), reagiu à declaração de Trump, afirmando que o americano não pode interferir no processo judicial brasileiro.

A ofensiva de Trump ocorre em meio à pressão e expectativa de bolsonaristas para que os Estados Unidos apliquem uma sanção ao ministro Alexandre de Moraes, do STF. A articulação conta com pessoas próximas ao presidente dos EUA, como o ex-assessor de Trump Jason Miller.

Pessoas ligadas a Trump, como o ideólogo da extrema-direita Steve Bannon dizem que a única forma de Moraes evitar ser sancionado seria se arquivasse as acusações contra o ex-presidente. Ele e integrantes do governo Trump veem uma ação do Judiciário para tentar beneficiar Lula.

Bolsonaro está inelegível por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e também é alvo de ação penal no STF, investigado por tramar um golpe na eleição de 2022.

Apesar da investida do americano, ministros do STF tem afirmado que a ação não vai gerar nenhuma interferência no processo e que o julgamento seguirá normalmente. A previsão é que Bolsonaro seja julgado entre agosto e setembro.

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Foto: Agência Brasil 

O risco de o sistema elétrico brasileiro não suportar os horários de maior consumo voltou ao centro das preocupações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O novo Plano de Operação Energética (PEN) para o período de 2025 a 2029 confirma os alertas de anos anteriores e aponta para um agravamento no déficit de potência.

A preocupação é tamanha que o ONS estuda recomendar ainda este ano a volta do horário de verão como medida emergencial. Segundo o diretor de Planejamento do órgão, Alexandre Zucarato, a decisão deve ser tomada até agosto, prazo necessário para que a medida entre em vigor com três meses de antecedência.

“O PEN olha se a quantidade de geração disponível, no sentido amplo, se os recursos que temos atendem o consumo do Brasil. O PEN 2025-2029 confirmou o diagnóstico do ano passado e mostrou agravamento do déficit de potência”, disse Zucarato. “Eventualmente, podemos recomendar horário de verão como imprescindível.”

Com o cancelamento de novos leilões em 2024, o operador vê poucas alternativas para reforçar o sistema no curto prazo. A saída poderá incluir o uso mais intenso de termelétricas, a antecipação de projetos contratados no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de 2021 e até a importação de 2,5 gigawatts (GW) de energia de países vizinhos.

“O que a gente observa, e isso é um repeteco das conclusões que nós chegamos já desde o PEN de 2021, é que a gente está observando que o sistema está sobreofertado de energia, mas em 2021 a gente enxergava no final do horizonte a violação do critério de potência. Mas, enfim, o futuro chegou. Aquilo que era final do horizonte virou o início do horizonte”, afirmou o diretor.

O aumento da geração de energia no país foi puxado majoritariamente pela fonte solar, que não opera durante a noite e não contribui para atender a ponta de consumo. “A MMGD (mini e microgeração distribuída solar) no PEN 2025-29 sai de 35 GW para 64 GW. A solar centralizada de 16,5 GW para 24 GW e a eólica de 32,5 GW para 36 GW”, explicou.

“Então, basicamente, isso explica todo esse crescimento de 232 GW para 268 GW no SIN entre 2025 e 2029, são quase 40 GW de solar, que não atende a ponta noturna. E é aí que a gente enxerga que o critério de atendimento da ponta, que já não estava atendido, fica menos atendido ainda. Ou seja, esse déficit estrutural se aprofunda.”

Outra frente para tentar reduzir o risco de apagões é a resposta da demanda, que envolve grandes consumidores em acordos de redução voluntária de carga nos horários críticos, em troca de compensações financeiras. O volume contratado neste ano será conhecido em 16 de julho. Em 2023, a economia gerada por essa estratégia foi de apenas 100 megawatts (MW). “O consumidor oferta a redução do seu consumo em determinados horários do dia mediante o pagamento de uma compensação”, explicou Zucarato.

Se as chuvas atrasarem novamente, os meses mais críticos deverão ser outubro e novembro. Para o diretor, será essencial realizar um novo leilão de capacidade o mais rápido possível, mirando 2026. “O principal recado do PEN é, repetindo o que a gente viu no ano passado, a gente não está atendendo os critérios de potência e a situação se agravou pelo aumento da demanda prevista. Então isso significa que para 2025 já não tem mais o que fazer porque não dá mais tempo de se fazer nenhum leilão para contratar potência para 2025. A próxima janela de necessidade vista no escuro é o ano que vem”, concluiu.

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