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João Dourado – Av. José Alves de Andrade, 286

Central – Praça do Mercado

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Foto: Reprodução

A comunicação baiana perdeu, nesta quinta-feira (3), um de seus grandes nomes. A jornalista Wanda Chase faleceu na madrugada, aos 74 anos, em Salvador. Nascida no Amazonas, Wanda conquistou o título de cidadã soteropolitana e se tornou uma das principais referências do jornalismo local, destacando-se como apresentadora, militante do movimento negro e defensora da cultura baiana.

A jornalista faleceu após uma cirurgia realizada no Hospital Teresa de Lisieux. A causa exata da morte ainda não foi oficialmente divulgada. Em nota divulgada no Instagram, a família lamentou a perda:

A família Chase, lamenta com pesar, informar o falecimento da irmã, tia e tia avó Wanda Chase. Jornalista, uma mulher pioneira e inspiradora na luta pela igualdade racial e pela representatividade na mídia.

Nascida no Amazonas, Wanda Chase construiu uma carreira exemplar no jornalismo, passando por importantes veículos de comunicação, como o Jornal A Crítica, Rede Manchete, Tv Cabo Branco, Rede Globo Nordeste e por último, a convite, por 27 anos na Tv Bahia.

Além de sua destacada atuação como repórter, editora, colunista e apresentadora, Wanda Chase foi uma militante incansável do movimento negro, lutando por mais visibilidade e inclusão para as comunidades afrodescendentes.

Mesmo após sua aposentadoria, Wanda, continuou ativa, escrevendo sua coluna “Opraí Wanda Chase” no Portal IBahia e trabalhando em projetos como um podcast “Bastidores com Wanda Chase” e um livro sobre a axé music.

Sua partida deixa um vazio irreparável, mas seu legado de luta, perseverança e paixão pela vida e pela justiça social continuará a inspirar gerações futuras.

Para nós, seus familiares, Wanda é referência de alegria, determinação, sensatez, honestidade e competência.

Na vida a Wanda amou tudo que fez e nosso amor por ela é para sempre.

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A vítima

A Polícia Civil da Bahia prendeu, nesta terça-feira (1º), o principal suspeito do assassinato de Djanilson Dourado, ex-secretário de saúde de Canarana. O crime, que aconteceu no dia 27 de fevereiro, chocou a população da cidade e da região de Irecê.

Djanilson foi vítima de uma emboscada e baleado várias vezes em frente à sua residência. A Polícia Civil iniciou as investigações logo após o ocorrido e analisou diversas possibilidades para esclarecer o caso.

Durante as apurações, descobriu-se que, dias antes do crime, a vítima havia discutido com um homem em um bar, sendo ameaçada de morte. Com o avanço das investigações, essa linha se fortaleceu e levou à identificação do suspeito, que reside em Canarana.

A autoridade policial solicitou a prisão do investigado, e a Justiça expediu o mandado, cumprido nesta terça-feira. As investigações continuam para identificar um possível segundo envolvido no homicídio.

O caso segue sob responsabilidade da Delegacia Territorial de Canarana e da 14ª COORPIN/IRECÊ.

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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Cerca de 4 milhões de toneladas de resíduos têxteis são descartados a cada ano pelos domicílios brasileiros. Só no ano passado, cada residência do país descartou em torno de 44 quilos de roupas e calçados.

O dado foi divulgado pela consultoria internacional S2F Partners, um hub de inteligência especializada em gestão de resíduos e economia circular.

“Ao contrário de outros segmentos que estão encaminhados no processo da coleta seletiva, o setor têxtil precisa incorporar alguma iniciativa nesse sentido”, diz Carlos Silva Filho, sócio da S2F Partners e membro do Conselho da Organização das Nações Unidas (ONU) para temas de resíduos.

Há ainda muitos desafios diante das características desse tipo de resíduo, como o tempo de decomposição de alguns tecidos, que podem levar de cinco a dez anos, e outros que podem demorar centenas de anos para se decompor”, explica.

Considerando o universo total de descartes, cada brasileiro jogou fora cerca de 382 quilos de materiais em 2023, sendo que a maior parte desses resíduos eram de fração orgânica (45,3%), seguido pelo de resíduos secos (33,6%). Os resíduos têxteis, couros e borrachas representaram 5,6% desse total, somando cerca de 4,6 milhões de toneladas no ano.

Atualmente se estima que o setor têxtil seja responsável por entre 2% e 8% das emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo e consuma cerca de 215 trilhões de litros de água de por ano, o que equivale a cerca de 86 milhões de piscinas olímpicas.

Segundo Silva Filho, a chamada fast fashion, que é a produção em larga escala de roupas com preços baixos e rápida rotatividade, está levando as pessoas a comprar mais, mas usar por menos tempo, com um custo de US$ 460 bilhões por ano.

“Quando se observa a quantidade de resíduo têxtil descartado nos lares, acende-se a luz vermelha de que é necessário pensar em ações prioritárias de sustentabilidade na linha de produção e no mundo da moda, agregando materiais e processos com mais possibilidades de estender a vida útil e viabilizar o reaproveitamento, mas também uma forma de consumir de forma mais consciente, assim como atuação do poder público de forma a regular o descarte correto desses materiais, sempre com a tentativa máxima de reutilização”, acrescentou o membro do conselho da ONU. 

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Foto: Reprodução

Neste início de abril, a Embasa alerta: cuidado com sites e canais de atendimento mentirosos, criados por golpistas. É preciso atenção porque, ao realizar buscas na internet, os resultados podem levar a sites e perfis de whatsapp falsos, que simulam os sites reais das empresas públicas e geram uma suposta segunda via da conta com mudança no código de barras ou “QR Code”. Com isso, o pagamento vai direto para os golpistas.

Segundo estudo divulgado no final do ano passado pelo DataSenado, instituto de pesquisa do Senado Federal, crimes cibernéticos vitimaram 24% dos brasileiros com mais de 16 anos, prejudicando mais de 40,8 milhões de pessoas através de delitos como fraudes na internet, clonagem de cartão ou invasão de contas bancárias.

Para evitar cair em golpes, o usuário deve verificar a grafia correta do nome do domínio do site oficial (www.embasa.ba.gov.br), do Atendimento Virtual (https://atendimentovirtual.embasa.ba.gov.br) e o número do Whatsapp (71.9717-0999).

É importante conferir todos os dados para evitar pagamentos em nome de terceiros. O cliente deve utilizar sempre o QR Code constante na sua conta e confirmar se, no momento do pagamento, aparece a Embasa como favorecida e o Citibank como banco vinculado. A empresa nunca solicita pagamentos por PIX enviando chave com CPF, telefone ou CPNJ.

O usuário pode pagar também com o cartão de crédito pelo Atendimento Virtual, sendo necessário o login mediante senha. Em caso de suspeita de golpe, o cliente deve interromper imediatamente o pagamento e entrar em contato direto nos canais de atendimento remoto ou presencial para efetivar a denúncia.

Antes de confirmar o pagamento – Na hora de pagar a conta, os cuidados devem ser redobrados. No caso do Pix, antes de confirmar a operação, atenção ao número do CNPJ da Embasa (13.504.675/0001-10) e da fonte pagadora (BCO Citibank S.A). No caso do código de barras, os primeiros números do código de barras são sempre 82.

Cuidado no acesso – Desconfie sempre de website que não tenha a extensão ba.gov.br, ou caso a ordem das palavras esteja invertida ou com a grafia errada. Para se certificar, a sugestão é digitar o endereço do site. Outra dica é observar atentamente o texto e as imagens, a qualidade do design e se há erros de gramática nos textos dos canais.

Atenção aos Canais – A segunda via da conta pode ser retirada de forma segura pelo teleatendimento, no 0800 0555 195; na Agência Virtual, com acesso direto no Atendimento Virtual (https://atendimentovirtual.embasa.ba.gov.br/); ou pelo WhatsApp (71) 99717-0999.

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