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Especialista também elencou as doenças mais comuns que afetam os brasileiros

A saúde mental é um aspecto fundamental do bem-estar geral e envolve o estado emocional, psicológico e social de um indivíduo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é definida como um estado de bem-estar em que o indivíduo é capaz de lidar com as tensões da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir para sua comunidade. 

No Brasil, as doenças mentais mais comuns incluem a depressão, a ansiedade, o transtorno bipolar, a esquizofrenia e os transtornos relacionados ao uso de substâncias, como o álcool e outras drogas. Essas condições afetam milhões de brasileiros e podem ter um impacto significativo na qualidade de vida.

Mas de acordo com o psiquiatra e professor da Faculdade de Medicina da Ages, parte integrante da Inspirali, melhor ecossistema de educação em saúde do país, José Carlos Morais, detectar essas doenças logo no início é essencial para um tratamento eficaz. “É importante estar atento a sinais como tristeza constante, desânimo, perda de interesse em atividades, dificuldades de concentração, irritabilidade, problemas de sono e alterações no apetite. No caso da ansiedade, preocupações excessivas, sensação de falta de controle e reações físicas, como taquicardia e sudorese, são indicativos de que algo não está bem”, pontuou o médico.

O especialista destaca que para cuidar da saúde mental no dia a dia, algumas práticas podem ser adotadas. “Manter uma rotina de sono adequada, praticar atividades físicas, ter uma alimentação equilibrada, cultivar boas relações sociais e dedicar tempo a hobbies são fundamentais para o equilíbrio emocional. Além disso, técnicas de relaxamento, como a meditação e a respiração profunda, podem ser eficazes no gerenciamento do estresse”, exemplifica Dr. José Carlos.

O docente ainda alerta sobre a importância de saber quando buscar ajuda profissional. “Se os sintomas persistirem por semanas ou meses, interferindo nas atividades diárias, é o momento de procurar um psicólogo ou psiquiatra. Sinais de alerta incluem dificuldades para realizar tarefas cotidianas, pensamentos negativos constantes, sensação de desesperança, isolamento social e ideação de autolesão. O suporte profissional pode ajudar a identificar e tratar transtornos, oferecendo orientações para melhorar o nosso bem-estar”, finalizou.

Em resumo, os cuidados são essenciais para a qualidade de vida e envolve práticas cotidianas, além da disposição para buscar ajuda quando necessário. A OMS enfatiza a importância de reconhecer e tratar problemas de saúde mental como parte integral da saúde geral.

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Foto: Reprodução

A transição de governo em Mulungu do Morro enfrenta dificuldades devido à negativa do ex-prefeito Edimário Boaventura em fornecer as senhas de acesso das redes sociais institucionais da prefeitura, como Instagram, Facebook, TikTok e YouTube. A solicitação oficial foi feita pela equipe de transição por meio de ofício, com base nos princípios constitucionais de publicidade, moralidade e eficiência.

No documento, assinado em 8 de dezembro de 2024, foi solicitado o acesso a todas as páginas de comunicação da prefeitura, além de e-mails, equipamentos e outros materiais pertencentes ao município. O prazo estipulado para a entrega era entre os dias 31 de dezembro de 2024 e 1º de janeiro de 2025.

Entretanto, a recusa em disponibilizar as informações e acessos viola os princípios de transparência e continuidade administrativa, essenciais para a boa gestão pública. A equipe da nova gestão, liderada pelo prefeito eleito Acácio Teles, reforçou o compromisso de trabalhar com total transparência e em benefício do povo, mesmo diante das dificuldades impostas pela falta de colaboração do governo anterior.

A situação acende um alerta sobre a necessidade de medidas legais que garantam uma transição de governo mais harmoniosa, assegurando que recursos públicos e institucionais permaneçam à disposição da administração municipal. 

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Foto: Ascom/SEI

As exportações baianas atingiram US$ 792,2 milhões em dezembro, resultado 27,7% menor que o registrado no mesmo mês do ano anterior. Ainda assim, no acumulado do ano de 2024, as vendas externas alcançaram US$ 11,73 bilhões com um crescimento de 3,6% em relação a 2023. Mesmo com as oscilações nos preços das commodities e no volume de embarques, o ano passado foi o segundo maior da série histórica, só superado pelo ano de 2022, quando as exportações chegaram a US$ 13,92 bilhões. As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan), a partir da base de dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O resultado das exportações em 2024 foi positivo pela manutenção do patamar elevado mesmo com as dificuldades enfrentadas no ano com as incertezas econômicas e o enfraquecimento dos preços gerais das commodities, que permaneceram fracos ou estáveis, principalmente devido à desaceleração econômica da China. O aumento no valor exportado em relação ao ano passado, ainda assim, foi resultado da resiliência nos preços médios que melhoraram no geral em 6,4% em relação ao ano anterior, principalmente de alguns produtos importantes da nossa pauta como celulose, derivados de petróleo, minerais, metais preciosos, derivados de cacau e café dentre os mais importantes, o que fez compensar a queda no volume exportado em 2,6%.

A Bahia continua liderando as exportações do Nordeste com 47,2% de participação nas vendas externas da região, 1,8 pontos percentuais a mais que em 2023. O desempenho das exportações tem desdobramentos positivos na economia baiana, dinamizando a atividade econômica do estado em diversos setores, especialmente na agropecuária e na indústria de transformação, relevantes vocações do estado.

No ano passado, o destaque foi o desempenho da indústria de transformação, que voltou a crescer e a liderar a pauta com exportações de US$ 5,58 bilhões e aumento de 1% ante o ano anterior. As exportações agropecuárias baianas atingiram US$ 4,62 bilhões, com crescimento de 3% em relação ano passado, mesmo com uma estimada queda de 6,3% na produção física de grãos. No caso da indústria extrativa, houve aumento de 17% a US$ 1,43 bilhão com destaque para as vendas de ouro e minério de cobre.

Por segmento, a liderança pauta do estado permaneceu com a soja e seus derivados com vendas de US$ 2,97 bilhões (queda de 4,2%), representando 64,3% das vendas do setor agropecuário e 25,3% das exportações estaduais.
As exportações baianas para China, principal destino dos produtos brasileiros, cresceram 4,1% em 2024 em relação ano anterior, atingindo US$ 3,36 bilhões ou 28,6% do total exportado pela Bahia no ano passado. As vendas totais para a Ásia também lideraram por bloco econômico com US$ 5,51 bilhões em vendas e participação de 47% do total. Destaque para o vertiginoso aumento das exportações baianas para a Espanha, com um aumento de 214,1% frente a 2023 (US$ 568,9 milhões), ocupando agora o posto de quinto maior mercado para as exportações estaduais com compras diversificadas de soja e derivados, minério de cobre, produtos químicos, café e frutas.

Importações

As importações baianas chegaram a US$ 10,68 bilhões em 2024, alta de 25,4% ante 2023. Também as compras do estado no exterior registraram o segundo maior resultado da série histórica, só superado pelo ano de 2022 quando alcançou US$ 11,36 bilhões. No mês de dezembro, as importações alcançaram US$ 601,2 milhões, com aumento de 28,6% no comparativo interanual. A alta das importações em 2024 segue tendência que vêm ocorrendo mês após mês desde o segundo trimestre do ano passado.

Ao contrário do que foi registrado nas exportações, os preços médios dos produtos importados caíram 8,8% no ano passado, enquanto o volume de compras aumentou 37,5%.

As compras externas, que nos últimos meses do ano passado mostram mais claramente aceleração acima do esperado, principalmente de combustíveis – gás, petróleo cru e nafta, com aumento anual de 86%, registraram alta bem acima das exportações, mesmo considerando o câmbio desfavorável. Esse comportamento se deve tanto pela redução de preços como pelo maior ritmo atividade interna refletida no aumento do volume de compras.

Em 2024, as compras de bens intermediários lideraram as importações com 49,5% de participação, mas apresentou ligeira redução de 0,7% nos desembolsos, reflexo da redução dos preços dos insumos, já que o volume desembarcado desses produtos no período cresceram 20%. Os combustíveis representaram 44,3% do total das compras do estado e foram responsáveis pelo salto das compras externas no ano ao registrarem incremento de 73,1% no comparativo interanual.

Houve aumento também nas compras de bens de capital em 1,5% e nos bens de consumo em 4,5%. A quantidade importada, principalmente desses produtos se acelerou independentemente da depreciação do real frente ao dólar ocorrida de forma mais aguda no último trimestre principalmente via redução de preços, bastante influenciado pela China, que com super oferta em vários produtos e alvo de medidas protecionistas, derrubou preços para desovar produtos em vários mercados.

Para 2025, a esperada desaceleração econômica deve pesar nas importações. As exportações devem ser favorecidas por safra agrícola melhor que a de 2024, mas há incerteza sobre preços. Por enquanto oscilações abruptas de cotações de commodities não estão no radar, mas há incerteza sobre o câmbio e também sobre o rumo do conflito comercial entre China e Estados Unidos e seu impacto na economia global. 

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Peritos encaminharam o corpo ao IML; suspeitas ainda estão sob apuração — Foto: Reprodução/redes sociais

Na noite desta quarta-feira (8), um homem foi assassinado a tiros nas imediações da Rua Capim Grosso, localizada no bairro Loteamento Costa, em Irecê.

O crime ocorreu por volta das 21h, e a vítima, identificada pelo prenome Tiago, foi atingida por disparos de arma de fogo, possivelmente de pistola.

Até o momento, as circunstâncias do homicídio, incluindo a autoria e a motivação, permanecem desconhecidas. O corpo foi removido por peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Irecê.

O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da 14ª Coordenadoria Regional de Polícia Civil, que segue em busca de informações para esclarecer o ocorrido.

Para mais informações na Região de Irecê, acesse www.centralnoticia.com.br.

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Caso ocorreu durante período eleitoral; Justiça pode fixar indenização de R$ 10 mil — Foto: Reprodução

O Ministério Público Eleitoral denunciou Laurêncio Damazio de Oliveira Neto pelos crimes de importunação sexual e assédio contra a prefeita de Morro do Chapéu, Juliana Araújo.A informação é do Ministério Público Estadual.

A denúncia foi apresentada nesta terça-feira, dia 7, pela promotora eleitoral Mariana Pacheco de Figueiredo, que classificou o caso como violência política de gênero, ocorrida em agosto de 2024 durante o período eleitoral.

De acordo com o inquérito, Laurêncio teria abraçado a prefeita por trás, tocando de forma inapropriada o seu seio. O ato teria causado constrangimento e humilhação à vítima e teria como objetivo satisfazer a lascívia do agressor, além de prejudicar a reeleição da prefeita.

O Ministério Público solicitou à Justiça a fixação de uma indenização mínima de R$ 10 mil em favor da prefeita, a título de reparação pelos danos sofridos. 

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