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Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Em entrevista coletiva concedida na manhã desta quarta-feira (13), o técnico Dorival Jr. confirmou a escalação da Seleção Brasileira para o duelo contra a Venezuela, em Maturin. Em relação ao duelo contra o Peru onde a equipe brasileira venceu por 4 a 0 no Mané Garrincha, em Brasília, apenas uma alteração será feita: Vinicius Junior entra na vaga de Rodrygo, desconvocado por lesão muscular na perna esquerda.

Com a mudança, o provável Brasil deverá ser composto por Ederson; Vanderson, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Abner; Bruno Guimarães e Gerson; Raphinha, Igor Jesus, Vinicius Jr. e Savinho.

“Está mantida a equipe que iniciou a partida anterior com a entrada de Vini Jr no lugar de Rodrygo. Já tinha a ideia da repetição. Não tive dúvidas em momento algum. Eu conto com todos eles, são jogadores de muito bom nível, que merecem respeito e terão oportunidades”, revelou Dorival Jr, durante a coletiva no Mangueirão, em Belém.

Dorival também reforçou a dificuldade que a equipe deverá encontrar no embate contra a Venezuela, citando alguns fatores que justificam o peso do próximo confronto das Eliminatórias.

“O futebol venezuelano tem crescido muito nos últimos anos, com valores espalhados por clubes de todo o mundo. Eles estão invictos há cinco jogos, em casa, pelas Eliminatórias. Diante de seus torcedores, empataram com Uruguai e Argentina. Não vai ser jogo simples. Esqueçam o que foi a Venezuela e a Bolívia no futebol sul-americano anos atrás. Mudou tudo. Apesar disso, tenho convicção de que vamos fazer dois grandes jogos (depois da Venezuela, a Seleção enfrenta o Uruguai, em Salvador, no dia 19)”, destacou.

Fazendo um balanço acerca dos treinamentos, o comandante da Amarelinha se mostrou satisfeito com o resultado dos atletas e prevê uma evolução gradativa, com otimismo na Copa do Mundo de 2026.

“Daqui a um ano e sete meses espero uma Seleção muito mais forte, muito mais segura daquilo que estamos fazendo. Temos no grupo jogadores que estavam na última Copa do Mundo (2022, no Qatar) e que não tiveram muitas oportunidades. Vai ser importante contar com a experiência deles. Estou na minha quinta convocação, não é muito, mas já podemos ver o processo de evolução da equipe”, pontuou.

Brasil e Venezuela se enfrentam nesta quinta-feira (14), às 18h (de Brasília). A Seleção Brasileira é a quarta colocada na tabela, com 16 pontos, enquanto os venezuelanos amargam a oitava e antepenúltima posição, com 11 pontos somados e cinco jogos sem vencer na competição.

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Região, maior produtora de cebola da Bahia, sofre com preços abaixo do custo de colheita

A crise no mercado da cebola tem impactado fortemente os produtores de João Dourado, na região de Irecê, maior produtora de cebola da Bahia e a segunda do país.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, um agricultor aparece descartando toneladas de cebolas na roça, sem ao menos removê-las da área de plantio.

Segundo o produtor, cerca de 17 mil sacas foram deixadas em uma propriedade de 12 tarefas, situação que reflete o desânimo com os preços baixos da hortaliça, que sequer cobrem os custos de colheita.

A região de Irecê, que inclui municípios como Cafarnaum, João Dourado, Canarana, América Dourada e Lapão, é  a maior produtora de cebola do estado.

Apesar da alta produtividade, a demanda de mercado não tem absorvido a produção, o que agrava o cenário para os cebolicultores. Na última semana, o preço médio da saca de 20 kg de cebola híbrida precoce em Irecê ficou em R$ 16,00. Em outras regiões, como Mossoró e o Vale do São Francisco, os valores foram ainda menores, a R$ 12,00 e R$ 15,30, respectivamente.

Esse cenário pode estar associado ao início da colheita em Ituporanga, Santa Catarina, maior produtora de cebola do Brasil, que iniciou sua safra em meados de outubro. Com expectativas de uma supersafra e produtividade elevada, a região catarinense deve aumentar a oferta nacional de cebolas nas próximas semanas.

Com o mercado saturado, o aumento da oferta pressiona os preços para baixo, o que pode representar um longo período de baixa para os produtores de cebola da Bahia e de outras regiões do país.

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Foto: Antônio Augusto/ Ascom – TSE

O e-Título atingiu a marca de mais de 81,5 milhões de emissões nas eleições municipais de 2024. O aplicativo móvel, que permite obter a via digital do título eleitoral, foi baixado por mais de 52% do eleitorado apto a votar no pleito.

Lançado pela Justiça Eleitoral em 2017, a plataforma já recebeu diversas atualizações para oferecer mais serviços não presenciais às eleitoras e aos eleitores. Com a troca das telas verdes pelas azuis, o app também se tornou mais inclusivo ao proporcionar a visibilidade apropriada para pessoas com deficiência visual, com baixa visão ou daltônicas.

No aplicativo, é possível emitir certidões de quitação eleitoral e de crimes eleitorais, acessar e emitir guias para o pagamento de multas, autenticar documentos emitidos pela Justiça Eleitoral, inscrever-se como mesária e mesário voluntários, justificar a ausência no pleito e muito mais. E o melhor: tudo isso pode ser feito sem a necessidade de deslocamento a um cartório eleitoral.

A via digital do título eleitoral também pode ser usada como documento de identificação na hora de votar. Para isso, basta que apareça sua foto no aplicativo, o que indica que a sua biometria está cadastrada na Justiça Eleitoral.

Nas eleições deste ano, o cadastramento biométrico já havia sido realizado por aproximadamente 83% do eleitorado, o que equivale a 129.198.488 eleitoras e eleitores. Desde o pleito municipal de 2020, o número de eleitores com as impressões digitais registradas na Justiça Eleitoral vem aumentando progressivamente.

O aplicativo pode ser baixado para smartphone ou tablet nas plataformas iOS ou Android

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Foto: Divulgação/ Setur

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), por meio do programa Bahia Sem Fogo, iniciam em novembro uma série de oficinas e capacitações sobre práticas agrícolas sustentáveis e o uso de ferramentas de georreferenciamento destinados à prevenção e o monitoramento dos incêndios florestais na Chapada Diamantina. A primeira oficina intitulada de “Reflexões sobre Práticas Alternativas ao Uso do Fogo” ocorrerá no dia 23, no município de Jacobina, já a capacitação em “Uso de Ferramentas Tecnológicas” acontece em dois momentos, nos dias 26 e 27 de novembro, em Andaraí, bem como nos dias 28 e 29 na cidade de Piatã.

O coordenador de Programas e Projetos da Sema, Pablo Rebelo, explica que as atividades estão contempladas nas metas estabelecidas no Plano de Ações Preventivas e Preparação para os Incêndios Florestais de 2024: “com essas temáticas, procuramos levar para a população técnicas e práticas mais seguras, evitando os danos causados pelos incêndios nos ecossistemas, sensibilizando os participantes sobre os impactos sociais, culturais, econômicos e ambientais do uso inadequado do fogo”.

Com metodologia participativa de escuta nas comunidades, mesclando teoria e prática, os temas e locais de realização das oficinas, atendem ao levantamento de informações colhidas junto aos moradores das regiões visitadas pela Caravana Bahia Sem Fogo. A iniciativa percorreu, no primeiro semestre de 2024, os municípios mais afetados pelos incêndios florestais.

As ações contam com a parceria da empresa Bracell, por meio do Acordo de Cooperação Técnica n° 01/2023, e tem como públicos alvos comunidades rurais, servidores municipais e brigadistas voluntários. A carga horária é de 16h cada.

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Fotos: HRI

Ao completar três anos de inauguração e alcançar a marca de 4 mil procedimentos, o Serviço de Hemodinâmica do Hospital Regional Dr. Mario Dourado Sobrinho, unidade administrada pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), realizou o I Workshop de Intervenção Coronária Complexa da Chapada Diamantina na quinta-feira (24) de outubro. Trata-se de um simpósio com agenda teórico-prática, voltada para o treinamento de médicos e diversos profissionais de saúde em abordagem de patologias coronarianas complexas, com o auxílio de tecnologias de imagem e métodos adjuntos para o tratamento coronário bem-sucedido.

O objetivo inicial do evento foi compartilhar o conhecimento sobre tecnologias como ultrassom intracoronariano, aterectomia rotacional (Rotablator) e novas técnicas para tratamento de doenças coronárias complexas, que, infelizmente, acometem com grande frequência a população local. Além disso, estava no escopo da comissão organizadora que cardiologistas de outras unidades que habitualmente tem seus pacientes tratados no hospital, conhecessem melhor o Serviço de Hemodinâmica do complexo hospitalar e os fluxos institucionais.

Estiveram presentes no evento cardiologistas intervencionistas de Irecê e de outras cidades, médicos em formação,  enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnicos de raios-X e especialistas da indústria farmacêutica e de materiais médicos. Os mais de 50 participantes foram divididos em grupos de treinamento e puderam participar de um treinamento teórico inicial, seguido pelo treinamento virtual em simuladores, tendo a oportunidade de contato direto com os materiais médicos utilizados para tratamento coronário de pacientes, além de, finalmente, assistir a procedimentos em tempo real.

A expectativa de Carlos Vinícius Espirito Santo e de Pablo Luan, respectivamente, coordenador médico e de enfermagem do Serviço de Hemodinâmica do Hospital Regional de Irecê, é que esse evento se aprimore e se torne anual, com ampliação também da sua abrangência para o âmbito regional. “Agradecimentos a todos os participantes, em especial aos parceiros (Cardiomedh, Medicicor, ForLife e Cardiomed), aos cardiologistas Igor Lessa, Leandro Cunha, ao coordenador da emergência Elson Machado, a líder Clínica Lara Azevedo e a líder geral Ingrid Rafaelly Correia”, pontua Carlos Vinícius.

O Ultrassom intracoronariano é uma tecnologia que permite uma avaliação interna dos vasos do coração, melhorando substancialmente o resultado da angioplastia coronariana. A aterectomia rotacional (Rotablator) é utilizada para tratamento de obstruções coronarianas muito calcificadas, para as quais seria impossível chegar na obstrução ou até mesmo abrir as próteses (stents) nos locais “entupidos”. Essas são tecnologias de última geração, utilizadas apenas em grandes capitais, e, na maioria das vezes, apenas disponível no sistema de saúde privada, infelizmente.

Os participantes puderam ter a primeira oportunidade de contato direto e tirarem dúvidas a respeito dessas tecnologias a partir do evento. “O Workshop foi sensacional, tanto pela parte assistencial quanto durante a angioplastia, a gente acompanhou as raspagens nas calcificações, nos vasos, então foi algo que contribuiu significativamente para o nosso conhecimento”, salienta o enfermeiro Rickelme Gabriel.

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