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As provas acontecem no formato presencial e serão realizadas no dia 17 de novembro de 2024 — Foto: Ages/Irecê  

As Faculdades Ages de Medicina em Irecê e Jacobina, instituições integrantes da Inspirali Educação, principal ecossistema de escola médica no Brasil, com conceito institucional máximo pelo MEC, abriram as inscrições do Vestibular de Medicina com ingresso no primeiro semestre de 2025.1. Os interessados devem se inscrever on-line, acessando o site, até o dia 11 de novembro. O processo seletivo visa o preenchimento de 60 vagas no campus de Jacobina e 100 vagas no campus de Irecê.   

As provas acontecerão de forma presencial, no dia 17 de novembro, das 14h às 18h30, e contarão com questões discursivas e objetivas. O conteúdo dos exames abrangerá conhecimentos do Ensino Médio e destina-se a avaliar a capacidade de raciocínio, de pensamento crítico, de compreensão, de análise e de síntese do candidato.   

Como trata-se do Vestibular Unificado 2025.1, os candidatos terão a chance de indicar como segunda e terceira opções os cursos de Medicina e/ou campus de outras instituições, na Bahia, da Inspirali Educação, localizadas em Salvador, Brumado e Guanambi, sendo elas: Universidade Salvador (UNIFACS) e Centro Universitário UniFG.   

O curso de Medicina da Ages tem como objetivo garantir que o médico formado seja capaz de prestar atenção médica integral, fundamentada no equilíbrio de excelência técnica e relevância social, a partir de três focos de competência: gestão de serviços de saúde; cuidado individual e cuidado coletivo, e produção e difusão de conhecimentos na perspectiva da Educação em Saúde.   Para isso, o graduando contará com projeto pedagógico inovador, com foco em seu projeto de vida e aprendizado na prática. Além de infraestrutura de ponta, laboratórios e equipamentos modernos.   

O resultado do Vestibular 2025.1 será divulgado após às 18h do dia 28 de novembro e a matrícula, para a 1ª Convocação, pode ser realizada em 29 de novembro e nos dias 02 e 03 de dezembro de 2024. Mais detalhes referentes ao Vestibular de Medicina 2025.1 da Ages podem ser consultados no site www.ages.edu.br.   

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Ampliação da área irrigada também contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa e o combate à pobreza. (Foto: Márcio Pinheiro/MIDR)

Para fortalecer a agricultura irrigada no Brasil, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) aprovou, nesta semana, um projeto de R$ 836 milhões para a instalação de sistemas de irrigação no município de Xique-Xique, na Bahia. O empreendimento, que vai expandir a produção de banana, feijão, soja, milho e algodão em uma área superior a oito mil hectares, foi enquadrado no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi).

“A expansão da irrigação é essencial para o Brasil alcançar o pleno potencial agrícola. Temos 55 milhões de hectares com potencial de irrigação, dos quais apenas 8,5 milhões são aproveitados”, destacou o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes. “Além de aumentar a produção de alimentos, a ampliação da área irrigada também contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, combate à pobreza e promoção de desenvolvimento sustentável”, acrescentou.

O projeto será executado pela concessionária Germina Irece Agropecuária e Irrigação SPE S.A., que, com o apoio do Reidi, terá direito à desoneração de cerca de R$ 38 milhões em impostos, como PIS/Pasep e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), na compra de equipamentos e serviços. A instalação de sistemas avançados de irrigação por microaspersão e pivô central incluirá a execução de obras civis, aquisição de motobombas, tubulações, materiais elétricos, entre outros itens. O objetivo é modernizar a infraestrutura e aumentar a eficiência hídrica e produtiva na região.

Importância do Reidi para a agricultura

O Reidi é um regime especial que desonera projetos de infraestrutura, incluindo aqueles relacionados à irrigação. Ao suspender a exigência de contribuições fiscais, como o PIS/Pasep e a Cofins, o regime reduz em até 9,25% os custos de implantação desses projetos, incentivando novos investimentos nas áreas de transporte, energia e saneamento.

Desde a implementação, em 2021, o Reidi viabilizou a irrigação de 80,8 mil hectares em todo o Brasil, com 34 projetos aprovados e um volume de investimentos superior a R$ 1 bilhão.

Projeto Baixio de Irecê: uma referência nacional

Localizado na região do Médio São Francisco, o Baixio de Irecê, em Xique-Xique (BA) e Itaguaçu da Bahia, foi o primeiro projeto público de irrigação concedido no Brasil. Com previsão de investimento de R$ 1,1 bilhão ao longo de 35 anos, a iniciativa deve gerar cerca de 180 mil empregos diretos e beneficiar mais de 250 mil pessoas. A concessão foi estruturada pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), MIDR e Ministério da Economia.

A região, além de possuir alta disponibilidade hídrica e solos mecanizáveis, é reconhecida pela tradição agrícola, oferecendo excelentes condições para o desenvolvimento de um polo produtivo e sustentável.

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Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Corinthians e Fluminense venceram seus jogos na noite desta quinta-feira (17) pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Timão goleou o Athletico-PR por 5 a 2, no Itaquerão. Já o Tricolor carioca venceu o clássico contra o rival Flamengo por 2 a 0, no Maracanã. Os resultados obrigam o Vitória a não pensar em outra coisa que não seja vencer o Red Bull Bragantino, neste sábado (19), no Barradão.

O Timão saiu da zona de rebaixamento ao chegar nos 32 pontos e assumir a 16ª colocação na tabela de classificação empurrando o Furacão para a degola. Estacionado nos 31, o time paranaense caiu a 17ª posição, enquanto o Leão foi empurrado para o 18º lugar com 29. Já o Tricolor carioca tem 33 em 15º.

Para deixar o Z-4, o Vitória precisa apenas fazer o dever de casa diante do Red Bull Bragantino, na partida marcada para começar às 16h. O Massa Bruta também está na briga pelo mesmo objetivo, ocupando a 13ª posição com 34 pontos.

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta sexta-feira (18), quando é celebrado o Dia dos Médicos, o Ministério da Saúde destaca os números alcançados pelo Programa Mais Médicos, reestabelecido em 2023. Os dados da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps) indicam que o programa alcança atualmente 80% dos 3,9 mil municípios com população entre 700 e 52 mil habitantes, com estimativa de cobertura populacional de 26,9 milhões de pessoas. O número representa 40,9% da população desses municípios.

 “É uma grande conquista ver o crescimento desse programa essencial para o SUS chegar a todo o país. O Mais Médicos é uma realidade e faz a diferença. Quando assumimos o governo, havia 13 mil profissionais. Até o final da gestão, alcançaremos a meta dos 28 mil”, diz a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Os municípios de maior vulnerabilidade social também tiveram avanços na cobertura do programa: 60% dos médicos estão nessas regiões. Na Amazônia Legal, nove municípios de alta vulnerabilidade passaram a ter médicos: Amapá do Maranhão, no Maranhão; Anori, Nhamunda, Quaticuru e Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas; Calcoene, no Amapá; Lizarda,    e Paranã, no Tocantins; e Santa Luiza do Pará, no Pará.

Também foi registrado crescimento do Mais Médicos na assistência à saúde indígena. Em dezembro de 2022, eram 224. Em setembro deste ano, esse número saltou para 570 profissionais ativos.

Desde o ano passado, os profissionais da área podem fazer especialização e mestrado por meio da Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde, que integra os programas de formação, provimento e educação pelo trabalho no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Uma novidade presente no 38º edital do programa foi a oferta de vagas afirmativas, no regime de cotas, para pessoas com deficiência e grupos étnico-raciais, como negros, quilombolas e indígenas.

Na última semana, o Ministério da Saúde promoveu, em parceria com o Ministério da Educação, o 3° Módulo de Acolhimento e Avaliação de 2024 do Programa Mais Médicos. Participaram 364 médicos intercambistas, todos brasileiros formados no exterior. Trinta desses profissionais atuarão na Saúde Indígena, dez no Consultório na Rua e 15 na Saúde Prisional.

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