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Foto: Reprodução

Em casa, o Fortaleza venceu o Corinthians por 1 x 0 em partida válida pela pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro neste domingo (25/8). O gol foi marcado por Yago Pikachu, no segundo tempo.

Com o resultado, o time de Juan Vojvoda vai aos 48 pontos somados e assume a liderança da competição, que até então era do Botafogo. Mas a equipe carioca ficou no empate sem gols em partida contra o Bahia também neste domingo e agora tem 47 pontos somados.

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Foto: José Cruz/Agência Brasil

O Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) vai oficializar na segunda-feira (26) o primeiro convênio do Programa Pontos de Apoio da Rua (PAR), com a organização civil Rede Rua, de São Paulo. A entidade, fundada em 1989, foi uma das quatro classificadas em edital lançado para a parceria em fevereiro desse ano, sendo a melhor avaliada.

O MDHC avaliou 14 propostas para atuação em São Paulo e no Rio de Janeiro. O programa é parte da política emergencial voltada para a população que vive nas ruas, anunciada em dezembro do ano passado.

O PAR tem o objetivo de fomentar serviços públicos de cuidado e higiene pessoal para a população em situação de rua, prestar informações sobre cuidados básicos de saúde e dar auxílio a esse público acerca dos direitos civis garantidos pela política nacional voltada para ele.

Outras cidades

A implementação do programa se dará progressivamente nas cidades com mais de 500 mil habitantes. O projeto dos pontos de apoio prevê a constituição de espaços acessíveis à população em situação de rua e que ofereçam serviços como lavanderia, banheiros, bebedouros e bagageiros, promovendo a cidadania dessas pessoas.

A Rede Rua receberá R$ 1,5 milhão para implementar as estruturas em São Paulo. O programa prevê a possibilidade de expansão, incluindo os outros classificados na seleção pública.

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Candidata destaca continuidade do legado de Birinha e reforça o compromisso com o progresso do município

Na noite deste sábado, 24 de agosto, as ruas de Uibaí ficaram lotadas para o comício da candidata à prefeitura, Aidinha Levi, da Coligação “Nada Resiste Ao Trabalho”, formada pelos partidos PDT e PSD.

Ao lado do atual vereador e candidato a vice-prefeito, Marcão, Aidinha foi recebida com muita alegria pela população, que marcou presença em peso para apoiar a candidata que promete dar continuidade ao trabalho realizado pelo atual prefeito Birinha Levi.

Após o comício, houve uma caminhada pelas principais ruas da cidade, reforçando o apoio popular à candidatura de Aidinha.

Em seu discurso, a candidata destacou a importância de manter e ampliar as conquistas alcançadas por Birinha Levi, que está finalizando seu quarto mandato à frente da prefeitura com importantes investimentos e realizações em diversas áreas do município.

“Estou aqui porque acredito em uma Uibaí cada vez melhor para todos nós. Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a Deus por este momento, a todas as pessoas presentes aqui neste palanque pelo apoio e confiança, ao prefeito Birinha, aos nossos candidatos e candidatas ao cargo de vereador, aos ex-prefeitos e a todas as lideranças, e a todos vocês por estarem aqui hoje neste momento maravilhoso”, declarou Aidinha.

A candidata, que é a primeira mulher a concorrer à prefeitura em Uibaí, enfatizou a importância da representatividade feminina na política. “Para nós, mulheres, sabemos que o caminho não é fácil, sabemos o quanto é preciso lutar para sermos ouvidas e respeitadas. Mas acredito que chegou o momento de mostrarmos a força e a determinação da mulher uibaiense”, afirmou Aidinha, que também comemorou seu aniversário no dia do comício.

Aidinha concluiu seu discurso reforçando seu compromisso com a população. “Quero ser a voz de cada um de vocês na gestão do nosso município. Quero representar todos os cidadãos uibaienses levando honestidade, transparência e trabalho duro para a administração municipal”, disse a candidata, que destacou ainda os desafios e as conquistas que pretende levar adiante em Uibaí.

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Foto: Reprodução

Um grupo de hackers iraniano tentou invadir contas do WhatsApp de funcionários da administração do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e da campanha presidencial do ex-mandatário Donald Trump, segundo um relatório divulgado pela Meta Plataforms nesta sexta-feira, 23.

A Meta apontou que descobriu a rede de hackers após denúncias de indivíduos que receberam contatos de supostos funcionários de empresas como AOL, Microsoft, Yahoo e Google para suporte técnico. Os investigadores da Meta vincularam a tentativa de invasão com um outro ataque cibernético contra a campanha de Trump no começo de agosto, que divulgou relatórios internos da campanha sobre o senador J.D. Vance, companheiro de chapa de Trump.

O FBI destacou nesta semana que um ataque hacker contra a campanha de Trump e uma tentativa de violação da administração de Joe Biden faziam parte de um esforço iraniano mais amplo para interferir nas eleições presidenciais dos EUA.

Um comunicado divulgado na sexta-feira pela Meta apontou que os hackers tentaram atingir contas do WhatsApp de indivíduos no Oriente Médio, nos Estados Unidos e no Reino Unido.

“Não vimos evidências de comprometimento das contas do WhatsApp, mas com muita cautela, estamos compartilhando nossas descobertas publicamente, além de compartilhar informações com as autoridades policiais e nossos pares do setor”, disse Meta em um comunicado.

Ataques cibernéticos

Em um relatório publicado no começo de agosto, o braço de inteligência de ameaças do Google afirmou que o mesmo grupo iraniano, ligado à Guarda Revolucionária do País, tentou se infiltrar nas contas de e-mail pessoais de cerca de uma dúzia de pessoas ligadas a Biden e Trump desde maio. Esse relatório expandiu um estudo separado divulgado dias antes pela Microsoft que revelou suspeita de interferência cibernética iraniana nas eleições presidenciais deste ano.

Autoridades de inteligência dos EUA apontam que o uso cada vez mais agressivo de ataques cibernéticos e desinformação pelo Irã tem vários motivos: confundir e polarizar os eleitores em um esforço para minar a confiança na democracia dos EUA, minar o apoio a Israel e opor-se a candidatos que Teerã acredita que aumentarão a tensão entre Washington e Irã.

O Irã jurou vingança contra Trump, cuja administração pôs fim a um acordo nuclear, reimpôs sanções e ordenou a morte do general iraniano Qassem Soleimani em 2020.

Em julho, a diretora da Inteligência Nacional, Avril Haines, disse que o governo do Irã forneceu apoio aos grandes protestos em universidades americanas em oposição a guerra de Israel contra o grupo terrorista Hamas em Gaza. Grupos ligados a Teerã se passaram por ativistas online, encorajaram manifestações e forneceram apoio financeiro a alguns grupos. 

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