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RD Saúde abre vaga para atendente de farmácia em Irecê
A RD Saúde abriu uma vaga de emprego em Irecê para atendente de farmácia. As…
há 12 horas
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A RD Saúde abriu uma vaga de emprego em Irecê para atendente de farmácia. As…
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Notícias
Brasil
Região de Irecê
Foto: Divulgação
A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), através da Superintendência de Assistência Social (SAS), realiza mais uma semana do Ciclo de Capacitações do Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais no estado da Bahia.
Nesta semana, o curso de formulários capacita entrevistadores e técnicos que atuam na área do cadastramento nos municípios dos territórios de identidade de Irecê e Sudoeste Baiano.

capacitação cadúnico irecê e sudoeste — Foto: Divulgação
As atividades acontecem até a próxima sexta-feira (06) nos municípios de Irecê e Vitória da Conquista.
A ação é uma parceria da Seades com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e tem como objetivo atualizar os profissionais sobre a implantação das mudanças realizadas no CadÚnico.
O planejamento para este ano é capacitar sete turmas com um total de 210 profissionais, abrangendo os 27 territórios de identidade do estado. O curso será realizado também no Litoral Norte e Agreste Baiano, Baixo Sul e Portal do Sertão.
A Seades, através da Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), tem a responsabilidade de coordenar o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) em âmbito estadual e assegurar o apoio técnico e financeiro, por meio do cofinanciamento estadual de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais.
Foto: Agência Brasil
Em 2022, o Brasil tinha 160.784 pessoas vivendo em asilos ou instituição de longa permanência para idosos, segundo os dados do último Censo, divulgados nesta sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso representa 0,5% da população com mais de 60 anos no país (32,1 milhões).
A maior proporção de pessoas vivendo em asilos se encontra no Sudeste (57,5%), região que concentra 46,6% da população idosa nacional. O Sul responde por 24,8% das pessoas em asilos e tem 16,4% dos idosos do país.
“É de se esperar que você tenha mais moradores de asilo em regiões que são mais envelhecidas, que são justamente o Sul e o Sudeste”, explica o pesquisador do IBGE, Bruno Perez.
Em um recorte de gênero, os dados divulgados hoje mostram que as mulheres são a maior parte dos moradores de asilos, respondendo por 59,8% do total.
“Isso está relacionado ao fato de que as mulheres são maioria na população com um todo e são maioria, de forma mais expressiva, quando a gente olha para a população idosa. No Brasil, a expectativa de vida dos homens é significantemente menor do que das mulheres”, avalia Perez.
O levantamento constatou também que havia 14.374 pessoas vivendo em orfanatos e instituições similares em 2022, ou seja, 0,03% da população brasileira com até 19 anos (54,5 milhões).
Outro dado é o número de pessoas vivendo em clínicas psiquiátricas ou comunidades terapêuticas (24.287). Essa população é majoritariamente masculina e com idades entre 30 e 59 anos.


Foto: Reprodução/Agência Brasil
Penitenciárias
Segundo o IBGE, a população vivendo em penitenciárias, centros de detenção e estabelecimentos similares chegou a 479.191 no último levantamento. De acordo com o instituto, foram considerados moradores de prisões os detentos que já estavam há mais de um ano na cadeia ou que tinham condenação superior a 12 meses.
Isso representa 0,24% do total da população brasileira calculada pelo Censo 2022 (203,1 milhões). De acordo com o levantamento, 96% da população carcerária era formada por homens. A maioria dessas pessoas (75,4%) tinha entre 20 e 29 anos (40,7%) e entre 30 e 39 anos (34,7%).
Em relação à população total do país, a faixa etária de 20 a 39 anos representa apenas 15,1% de todos que vivem em penitenciárias, sendo que as faixas de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos têm, mais ou menos, o mesmo número de pessoas.
Das 479 mil pessoas que viviam encarceradas, 52% estavam na Região Sudeste, 16,5% no Nordeste, 14,7% no Sul, 10% no Centro-Oeste e 6,8% no Norte do país.
Tanto o Sudeste quanto o Centro-Oeste tinham parcelas das populações carcerárias que superavam suas proporções no total da população brasileira, já que o Sudeste concentra 41,8% dos habitantes do país e o Centro-Oeste, 8%.
Adolescentes
O IBGE também constatou que havia 7.514 pessoas vivendo em unidades de internação de menores, ou seja, unidades socioeducativas voltadas para adolescentes em conflito com a lei. Desse total, 96,2% eram homens.
Outros dados divulgados pela pesquisa, nesta sexta-feira, foram os totais de moradores de hotéis ou pensões (46.269), de alojamentos (30.090), de abrigos, casas de passagem ou república assistencial para outros grupos vulneráveis (24.110) e de abrigos, albergues ou casas de passagem para população em situação de rua (11.295).
A campanha do candidato a prefeito de São Gabriel, Juninho Rocha, está em ritmo acelerado. A semana foi marcada por uma série de compromissos importantes que reforçaram a sua presença junto à população. Na quarta-feira (04), Juninho participou de uma sabatina na rádio Líder FM, onde teve a oportunidade de expor suas principais propostas para o município, abordando temas relevantes como saúde, educação e infraestrutura, além de reforçar seus compromissos com o desenvolvimento de São Gabriel.
Nesta sexta-feira (06), o candidato dará continuidade à sua agenda movimentada com uma visita ao bairro João Durval, um dos mais tradicionais da sede do município. Durante o encontro, Juninho Rocha pretende dialogar com os moradores, ouvir suas demandas e apresentar soluções que estão previstas no seu plano de governo, sempre com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população local.
No sábado, Juninho Rocha participará da inauguração do comitê da sua campanha em Gameleira. O evento contará com a presença de apoiadores e lideranças locais, em um momento que deverá fortalecer ainda mais o grupo político que acompanha o candidato.
O encerramento da semana será com um grande arrastão, que ocorrerá no domingo na sede de São Gabriel. Juninho Rocha afirma que a recepção calorosa do povo nas ruas tem sido um termômetro positivo para a sua campanha. Segundo ele, o carinho e o apoio recebidos ao longo das visitas são motivadores essenciais para seguir firme na disputa eleitoral “A confiança do povo em meu nome me fortalece cada dia mais para ir em busca do melhor para São Gabriel. A campanha segue limpa, firme e com o apoio do povo”, destacou o candidato.
Foto: Marcelo Carmargo/Agência Brasil
O crescimento interanual da renda habitual média dos trabalhadores brasileiros foi de 5,8%. É o que mostra estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta sexta-feira (6), que apontou que os rendimentos do trabalho no segundo trimestre apresentaram uma nova elevação em relação ao trimestre anterior. No entanto, estimativas mensais indicam que o rendimento habitual médio real alcançou o pico de R$ 3.255 em abril deste ano, recuando para R$ 3.187 em julho de 2024, uma redução de 2,1%.
A nota Retrato dos Rendimentos do Trabalho – Resultados da PNAD Contínua do Segundo Trimestre de 2024, que teve como base os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que os trabalhadores por conta própria, empregados sem carteira e do setor público apresentaram um crescimento interanual da renda acima de 7% no segundo trimestre deste ano (7%, 7,9% e 7,4% respectivamente). Por sua vez, os trabalhadores privados com carteira registraram um crescimento de 4,4%, mantendo taxas de crescimento mais lento que as demais categorias desde o início de 2023.
Os maiores aumentos na renda, em comparação ao quarto trimestre de 2022, foram observados na Região Nordeste (8,5%), entre os trabalhadores acima de 60 anos de idade (8,8%), e com ensino superior (5,7%). Apenas trabalhadores com ensino fundamental incompleto ou com escolaridade inferior apresentaram um fraco aumento na renda (1,1%). O crescimento foi menor para os que habitam no Centro-Oeste (3,3%), entre os jovens de 14 a 24 anos (3,6%) e em regiões metropolitanas (4,4%).
Os rendimentos habituais recebidos pelas mulheres, que vinham mostrando desempenho inferior ao dos homens em anos anteriores, apresentaram ao longo de 2023 um crescimento interanual maior que o dos homens (no quarto trimestre, 4,2% contra 2,5% da renda habitual). No segundo trimestre deste ano, entretanto, o crescimento da renda foi novamente superior entre os homens (6,2% para homens e 5,2% para mulheres).
Em termos setoriais, os piores desempenhos da renda habitual ocorreram nos setores de construção, agricultura e serviços profissionais, com queda interanual de 1%, e aumentos de 0,5% e 2,1%, respectivamente. Já os trabalhadores da indústria e da administração pública apresentaram crescimento superior a 8%.