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Conduzida pela presidenta da seccional, Daniela Borges, solenidade acontece às 18h, com a presença de autoridades e advocacia da região — Foto: Angelino de Jesus

A advocacia de Irecê contará, a partir desta quarta (31), com uma sede totalmente reformada e estruturada para o exercício das suas atividades. Conduzida pela presidenta da OAB da Bahia, Daniela Borges, a reinauguração da nova sede da subseção de Irecê acontece às 18h, na Rua Mateus Nunes Dourado, com a presença de representantes do Sistema da OAB-BA, autoridades locais e advocacia da região.

A reinauguração é mais uma iniciativa da seccional em busca da valorização da advocacia do interior. Além da estrutura reformada, a nova sede contará com equipamentos e mobiliários novos e prontos para atender as demandas dos 21 municípios que integram a subseção. “A seccional segue entregando novas salas para a advocacia do interior, dignificando o trabalho dos colegas e das colegas que estão fora da capital”, destacou Daniela.

Serão contemplados pela nova sede advogadas e advogados de América Dourada, Barra do Mendes, Barro Alto, Canarana, Cafarnaum, Central, Buritirama, Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, Itaguaçu da Bahia, João Dourado, Jussara, Lapão, Morro do Chapéu, Mulungu do Morro, Presidente Dutra, São Gabriel, Uibaí e Xique-Xique, além de Irecê.

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Foto: PRF

Policiais Rodoviários Federais prenderam um homem por dirigir alcoolizado. A prisão aconteceu após uma denúncia de usuários da rodovia de que o motorista estaria realizando manobras. O fato foi registrado no Km 416 da BR 242, no município de Seabra (BA).

Os policiais chegaram ao local indicado e abordaram o veículo FIAT/STRADA. O condutor foi submetido ao teste do etilômetro, cujo resultado aferiu 0,76 mg/L (miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões).

Além de detenção por crime de trânsito, a multa por alcoolemia custa R$ 2.934,70, valor que é duplicado em caso de reincidência. Ademais, ocorre a penalidade administrativa que suspende ou proíbe o motorista de obter a habilitação ou permissão para dirigir veículo automotor por um período de 12 meses.

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Foto: Divulgação

Em entrevista dada na última sexta-feira (26), à rede de televisão gaúcha TV Pampa, o ex-presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro (PL), voltou a proferir declarações polêmicas contra a região Nordeste do país.

Em sua entrevista, o ex-presidente discutiu sobre o fluxo migratório interno, afirmando que o nordeste seria “a pior região do Brasil”. De acordo com ele, o fluxo migratório no país é do nordeste para o sul, sudeste e centro-oeste.

Por fim, Bolsonaro ainda mencionou que não entende quando os nascidos no nordeste vão para estes estados e acabam votando em candidatos do PT, Psol. “Isso aí tem que estudar o cidadão”, afirmou o ex-presidente.

MICHELLE PRESIDENTE?

Outro assunto abordado na mesma entrevista foi a possível candidatura da ex-primeira dama à presidência da República. De acordo com o ex-presidente, ele não vê com bons olhos a candidatura da esposa, “mas ela é livre para escolher”.

De acordo com ele, mesmo que ela chegasse ao cargo mais alto do executivo brasileiro, seria difícil governar. “Precisa ter mais experiência, talvez o Senado pelo Distrito Federal”, afirmou o político.

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste domingo (28), que o mundo “voltou a acreditar no Brasil”, como resultado de uma diplomacia “ativa e altiva” do governo brasileiro. Em pronunciamento à nação, Lula fez balanço de um ano e meio de gestão, citando conquistas econômicas e sociais e apontando a reinserção do país no cenário internacional.

“O Brasil recuperou seu protagonismo no cenário mundial. Participamos de todos os principais fóruns internacionais. O Brasil voltou ao mundo, e o mundo agora vai passar pelo Brasil”, disse Lula citando a Cúpula de Líderes do G20, que será realizada em novembro, no Rio de Janeiro. O Brasil está na presidência do G20, grupo composto por 19 países e dois órgãos regionais (União Africana e a União Europeia).

Ele citou propostas no Brasil no bloco, como a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a taxação dos super-ricos. “Não podemos nos calar diante de um drama que afeta a vida de 733 milhões de homens, mulheres e crianças em todo o mundo. Para tornar o mundo mais justo, estamos levando para o G20 a proposta de taxação dos super-ricos, que já conta com a adesão de vários países”, explicou.

Em 2025, o Brasil também sediará a reunião dos Brics (grupo composto por 10 países em desenvolvimento) e a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-30), em Belém.

Entre os destaques da sua atual gestão, o presidente citou ainda o crescimento econômico, controle da inflação, a retomada de programas sociais e de investimentos, geração de empregos com carteira assinada, o resgate de políticas de proteção de minorias sociais, a priorização da proteção ao meio ambiente e o desenvolvimento de políticas com foco na transição energética, para o combate às mudanças climáticas.

“O Brasil se reencontrou com a civilização”, afirmou.

Segundo o presidente, tudo está sendo feito sem abrir mão da responsabilidade fiscal.

“Queremos um Brasil que cresça para todas as famílias brasileiras. Não abrirei mão da responsabilidade fiscal. Entre as muitas lições de vida que recebi de minha mãe, dona Lindu, aprendi a não gastar mais do que ganho. É essa responsabilidade que está nos permitindo ajudar a população do Rio Grande do Sul com recursos federais”, disse, citando o estado que sofreu a maior tragédia ambiental da sua história nos meses de maio e junho deste ano, com enchentes e alagamentos.

O presidente argumentou que governar “é cuidar de milhões de famílias”. “Toda mãe e todo pai sabem a dificuldade que é cuidar de uma família. Garantir que os filhos tenham uma boa alimentação, saúde, educação, segurança e um futuro melhor”, disse.

“É o que venho fazendo desde o início do meu governo. Hoje o que falta ao mundo é paz, solidariedade e humanismo. Estamos prontos para dar o exemplo de que aqui, no Brasil, a inclusão social, a fraternidade, o respeito e o amor são capazes de vencer o ódio”, completou Lula.

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