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A permanência do batalhão foi confirmada no último sábado pelo Diário Oficial do Governo do Estado — Foto: Reprodução

O Diário Oficial do Governo do Estado oficializou no último sábado (6) a permanência do 7º BPM (Batalhão de Polícia Militar) em Morro do Chapéu. A conquista foi viabilizada pelo empenho do Secretário de Desenvolvimento Econômico e deputado estadual Ângelo Almeida, que trabalhou para assegurar uma estrutura de segurança pública de qualidade no município.

Com a confirmação da permanência do 7º BPM em Morro do Chapéu, a expectativa é de que sejam continuados os esforços para manter a segurança local. As ações incluem a preservação da ordem pública, o policiamento ostensivo, o atendimento emergencial em casos de acidentes, desastres naturais e crises de segurança, além do apoio à comunidade em outras situações.

A medida é vista como uma vitória para a população local, que agora conta com a garantia de uma presença policial mais efetiva e constante, contribuindo para a tranquilidade e bem-estar de todos os moradores de Morro do Chapéu.

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Foto: Fernando Vivas/GOVBA

O Governo do Estado deu um passo concreto para consolidar a atração de investimento de U$2 bilhões para a instalação da primeira fábrica de painéis fotovoltaicos da América Latina. Durante audiência realizada nesta segunda-feira (8), o governador Jerônimo Rodrigues assinou um protocolo de intenções com a empresa alemã Si&Mex Solutions.

A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) terá uma participação de 5% no empreendimento, que será implementado na Bahia. A parceria inclui o fornecimento anual de 2 mil toneladas de quartzo e até 500 toneladas de sílica de alta pureza para os processos industriais da fábrica.

Reforçando a importância da transversalidade de governo para promover o desenvolvimento socioeconômico, o projeto está sendo construído também em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), a Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secti) e a BAHIAINVESTE, além das secretarias da Fazenda (Sefaz-BA) e do Desenvolvimento Econômico (SDE).

O projeto inovador visa atender 25% do mercado nacional nos primeiros cinco anos de operação e promete gerar 3 mil empregos diretos e 4 mil indiretos, consolidando a Bahia como um polo industrial de relevância internacional no setor de energia renovável. “É mais emprego, renda e desenvolvimento sustentável para a nossa Bahia”, comentou o governador, em suas redes sociais, sobre a novidade.

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Foto: Reprodução

A desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA), Marielza Brandão Franco, suspendeu liminarmente, nesta segunda-feira (8), a cassação do mandato do prefeito de Barra do Mendes, Tonho de Napo (PSD). O pessedista teve o mandato cassado após deliberação da Câmara de Vereadores que considerou graves a falta de repasse da contribuição de INSS de servidores e prestadores de serviços e a ausência de publicação de propostas legislativas.

Na apreciação realizada pela desembargadora Marielza Brandão Franco, que integra o colegiado da 3ª Câmara Cível do TJ-BA, entendeu que, “numa análise preliminar, não se mostra razoável a cassação do mandato do agravante [Tonho de Napo], apenas com base nas denúncias por um único cidadão, apresentada à Câmara de Vereadores do Município de Barra do Mendes, sem oportunizar ao gestor público comprovar a inexistência dos fatos, explicar se o débito do município com o INSS foi parcelado ou mesmo saneado, assim como não lhe foi concedida a oportunidade de esclarecer se a anuência de publicação das proposições legislativas foram retificadas, situações estas que podem ser resolvidas administrativamente”.

“Dessa maneira, mostra-se irrazoável a cassação de um mandato eleito e legitimado pelas urnas sem que seja observada, com acuidade, a legislação que regulamenta o rito processual que assegura a ampla defesa e o contraditório para apurar aos atos lesivos e sua gravidade, bem como os fundamentos legais para justificar os motivos da necessidade da cassação de um mandatário eleito por processo eleitoral regular e validado pelo Tribunal Eleitoral, pois se instalaria a insegurança jurídica e a desorganização das estruturas de poder”, argumentou a magistrada ao conceder a liminar ao prefeito de Barra do Mendes.

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Reunião foi conduzida pelo governador Jerônimo Rodrigues  – Foto: Sérgio Figueiredo

O Ministério Público estadual apresentou nesta segunda-feira, dia 8, o projeto ‘Município Seguro’ durante a terceira reunião do Comitê de Governança do programa Bahia pela Paz. O projeto é uma iniciativa lançada pelo MP em novembro de 2023, com o objetivo de reduzir a criminalidade no estado.

A apresentação foi realizada pelo procurador-geral de Justiça Pedro Maia e pelos coordenadores do Centro de Apoio Operacional de Segurança Pública e Defesa Social (Ceosp), promotor de Justiça Hugo Casciano, e do Grupo Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp), promotor de Justiça Ernesto Medeiros. A reunião foi conduzida pelo governador Jerônimo Rodrigues e teve a participação do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Adolfo Menezes; da presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargadora Cynthia Resende; dos secretários de Segurança Pública Marcelo Werner e de Justiça e Direitos Humanos Felipe Freitas, entre outras autoridades.

Durante a apresentação, o procurador-geral destacou a importância da articulação entre os diversos órgãos e entes federativos para a execução do projeto, inclusive com diálogo com o Governo Federal. “Além de buscar os Municípios, junto com o Estado em adesão ao programa Bahia pela Paz, o MP tem se articulado também com a União, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Promotor Ernesto Medeiros apresentou dados do diagnóstico

O ‘Município Seguro’, em resumo, visa a implementação na Bahia do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), criado pela Lei 13.675 de 2018, que, embora esteja em vigor há seis anos, a grande maioria dos municípios no País ainda não implementou”, afirmou Pedro Maia. Para dimensionar a amplitude do projeto, o chefe do MP lembrou do trabalho realizado entre os anos de 2002 e 2005, período que a Instituição desenvolveu ações que resultaram na implementação de Conselhos Tutelares em todos as cidades baianas.

A meta do MP é monitorar até o final do ano, por meio da instauração de procedimentos administrativos, o andamento da implementação dos instrumentos e mecanismos da Política Nacional de Segurança Pública nos 417 municípios baianos. O ‘Município Seguro’ foi estruturado a partir de um diagnóstico preliminar da estrutura da política municipal de segurança pública em 91 municípios que responderam a questionário enviado pela Instituição.

Conforme a pesquisa, 92% deles não contam com Conselho Municipal de Segurança Pública efetivo, sendo que 60% sequer têm previsão legal; 98% não dispõem de plano de segurança pública e defesa social elaborado e 90% não contam com Fundo de Segurança Pública. Os dados foram apresentados pelo promotor de Justiça Ernesto Cabral.

Para mostrar como a implementação de políticas municipais de Segurança Pública podem trazer resultados efetivos, foram apresentadas experiências exitosas pelo promotor de Justiça Hugo Casciano. Ele citou a política desenvolvida em Pelotas, “porque é bastante expressivo da capacidade que um projeto dessa natureza tem”.

Segundo o promotor, a política implementada na cidade, a partir de um diagnóstico local, adotou estratégias como policiamento com base em evidências, intensificação da fiscalização administrativa preventiva, programas de atendimento a populações vulneráveis, investimento em tecnologias de monitoramento em locais de risco e planejamento urbano. O resultado foi queda de 7.458 ocorrências criminais, no primeiro semestre de 2017, para 4.233, no primeiro semestre de 2020, uma redução superior a 43%.

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