ÚLTIMAS NOTÍCIAS
•

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Foto: Agência/AL-BA

O Complexo Eólico Novo Horizonte (BA), primeiro empreendimento no Brasil da Pan American Energy (PAE), empresa global de energia, acaba de iniciar a operação comercial de três dos dez parques que compõem o empreendimento. No fim de 2023, a empresa recebeu autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para realização dos testes, contribuindo para o Brasil bater a marca de 1.000 usinas eólicas. Neste mês de fevereiro, os três parques já começaram a rodar comercialmente, antecipando o prazo inicialmente previsto.

Em fase final de construção, com aproximadamente 90% das obras realizadas, mais de 77 aerogeradores montados e sete dos dez parques concluídos, o complexo eólico terá 423 MW de capacidade instalada, energia suficiente para abastecer cerca de 1 milhão de residências brasileiras, números que o colocam entre as usinas eólicas mais importantes do país. A previsão é que as obras dos últimos três parques sejam concluídas em breve e que todo o complexo esteja operando comercialmente em meados de 2024.

“Contamos com uma equipe altamente qualificada, que reuniu em torno de 2,6 mil profissionais no pico das obras. Desde a concepção do projeto e as etapas de engenharia civil, com aquisição e montagem de equipamentos e máquinas, temos adotado as melhores práticas de mercado, contemplando como padrão componentes de última geração, incluindo sistemas de proteção e controle, para fornecer energia limpa e sustentável de forma segura para todos os brasileiros”, destaca Alejandro Catalano, diretor geral da PAE no Brasil.

Sistema de transmissão é energizado

Recentemente, a PAE também concluiu importante etapa para o escoamento da energia gerada pelo complexo, com a energização do sistema de transmissão do empreendimento. As obras para a instalação duraram apenas 10 meses, tempo desafiante diante da grandiosidade do projeto.

O sistema de transmissão compreende uma subestação coletora própria chamada Novo Horizonte, com 79 km de linhas de transmissão (500 kV), além da ampliação de uma subestação já existente, que conecta o complexo ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O empreendimento, que envolveu R$ 3 bilhões em investimentos (R$ 1,2 bilhão obtidos por meio de empréstimos do BNDES e do Banco do Nordeste), está localizado em seis municípios baianos: Novo Horizonte, Ibitiara, Boninal, Piatã, Brotas de Macaúbas, e Oliveira dos Brejinhos, região central da Bahia, ocupando uma área de 2.700 hectares.

Sobre a PAE

A Pan American Energy é uma companhia energética global, protagonista do desenvolvimento energético da região e com presença em seis países: Argentina, Bolívia, Uruguai, Paraguai, México e Brasil. O grupo conta com mais de 21 mil empregados e fornecedores nos países onde opera. Com mais de 70 anos de experiência na indústria, é o principal produtor, exportador, empregador e investidor privado do setor energético na Argentina, onde, atualmente, tem três parques eólicos em operação. A companhia desenvolve sua atividade também em setores de upstream, midstream, downstream e power, gerando energia elétrica a partir de fontes renováveis e tradicionais.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: PRF

Um homem que estava em um carro levado de uma locadora de Lauro de Freitas, na Bahia, foi detido na sexta-feira (01), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 242, em Seabra, na Chapada Diamantina.

Durante a abordagem no km 408 da rodovia, a equipe da PRF descobriu que o carro havia sido alugado no dia 11 de agosto do ano de 2022, mas não foi devolvido no prazo acordado. O veículo possuía queixa de apropriação indébita.

Os policiais constataram também que o CRLV entregue pelo motorista era falso. O automóvel circulava com placas falsas. Em consulta, foi descoberto ainda que ele possuía passagem na polícia por tráfico de drogas, porte ilegal de arma e homicídio.

Na entrevista, ele informou que alugou o HB20 com uma pessoa que mora em Irecê. Disse também, que pagou o valor de 450 reais pelo prazo de 20 dias.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Seabra, que irá investigar o caso.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve redução de 3,8% para 3,76% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2025, a projeção da inflação permaneceu em 3,51%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

A estimativa para 2024 está dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas de inflação estão fixadas em 3%, com a mesma tolerância.

Em janeiro, pressionada pela alta dos alimentos, a inflação do país foi 0,42%, abaixo do apurado em dezembro, de 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, o IPCA soma 4,51%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 11,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O comportamento dos preços já fez o BC cortar os juros pela quinta vez consecutiva, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. A segunda reunião do ano do Copom está marcada para 19 e 20 de março.

Em comunicado, o Copom indicou que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista “necessária para o processo desinflacionário”. O órgão informou que a interrupção dos cortes dependerá do cenário econômico “de maior prazo”.

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 8,5% ao ano e se mantenha nesse patamar em 2026 e 2027.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Já a projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 1,75% para 1,77%. Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro projeta expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.

No ano passado, a economia brasileira cresceu 2,9%, de acordo com o IBGE. Em 2022, o PIB havia sido 3%. A alta em 2023 foi puxada pelo crescimento recorde de 15,1% do setor agropecuário, o maior avanço desde o início da série histórica da pesquisa, em 1995. Também apresentaram aumentos os setores da indústria (1,6%) e de serviços (2,4%).

No caso do dólar, a previsão de cotação está em R$ 4,93 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail