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Na madrugada de sábado (14), por volta das 02h30min, uma equipe da Polícia rodoviária Federal (PRF) realizava ronda no km 428 da BR-242, no município de Seabra (BA), região da Chapada Diamantina, quando se deparou com uma situação preocupante. A informação é da PRF.

De acordo com a PRF, um condutor de uma motocicleta estava transitando pela contramão da direção. Ao ser abordado, os policiais notaram algumas lesões no condutor e sinais evidentes de embriaguez.

“Diante das suspeitas de embriaguez, ele foi submetido a um exame de alcoolemia, que apontou um teor de 0.93 mg/L  (miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões), configurando crime de trânsito. Além disso, o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o que o levou a incorrer no crime de dirigir um veículo em via pública sem a devida permissão, habilitação ou em caso de cassação do direito de dirigir, gerando perigo de dano”  diz a nota da PRF.

Ainda conforme o comunicado, o autor foi conduzido à Polícia Civil de Seabra, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis.

Quem bebe e dirige coloca em risco não só sua própria segurança, mas também a dos passageiros e a de terceiros. Dirigir sob o efeito do álcool reduz a capacidade de reação do motorista, colocando em risco a segurança de todos os usuários das rodovias. É preciso que toda a sociedade se conscientize de que beber e dirigir são atividades incompatíveis.

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A mineração baiana vem sendo mais uma ferramenta para alavancar os investimentos da China no Brasil, ampliando a maior economia da América Latina. Com esse foco, o Governo da Bahia, por meio da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), vem promovendo reuniões entre executivos chineses do setor, lideranças da China e dirigentes da estatal baiana, para que sejam fechados acordos de parcerias fundamentais para o desenvolvimento econômico do estado.

Na segunda-feira (9), uma reunião ocorreu no Consulado Geral da China no Rio de Janeiro, localizado na capital carioca, com o propósito de  construir uma aliança entre a CBPM e as empresas chinesas de mineração. Participaram do encontro: o presidente da CBPM, Henrique Carballal; o diretor técnico da Companhia, Manoel Barretto; o chefe de gabinete da estatal, Carlos Borel; o diretor-geral da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), José Acácio, o diretor executivo – CEO da Sul Americana de Metais – SAM, Jin Yongshi, e o cônsul comercial do Consulado Geral da China no Rio de Janeiro, Xu Yuansheng.

“Nós dialogamos bastante e determinamos diretrizes para promover uma parceria entre o Brasil e a China, através do Governo da Bahia, que terá a CBPM como principal ferramenta desta realidade. Nós montaremos um meeting entre três empresas chinesas e a CBPM e devemos, também, promover um evento em conjunto no mês de novembro, para trazer investimentos da China para gerar a ampliação da nossa logística, visando a melhoria da economia baiana, tendo a mineração como instrumento de sucesso”, afirmou Henrique Carballal.

Ainda nesta vertente, no próximo dia 23 de outubro, o diretor administrativo e financeiro da CBPM, Inácio Mattos, e o chefe de gabinete da estatal, Carlos Borel, viajarão para a China e visitarão empresas do país para alinhar outras parcerias com a CBPM.

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A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – caiu de 4,86% para 4,75% neste ano.

A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,88%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

A estimativa para este ano está no limite do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.

Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de o índice oficial superar o teto da meta em 2023 é de 67%.

A projeção do mercado para a inflação de 2024 está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Em setembro, o aumento de preços da gasolina pressionou o resultado da inflação. O IPCA ficou em 0,26%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual ficou acima da taxa de agosto, que teve alta de 0,23%.

A inflação acumulada este ano atingiu 3,50%. Nos últimos 12 meses, ela está em 5,19%, ficando acima dos 4,61% dos 12 meses imediatamente anteriores.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 12,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O comportamento dos preços já fez o BC cortar os juros pela segunda vez no semestre, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.

Ainda assim, em ata da última reunião, o Copom reforçou a necessidade de se manter uma política monetária ainda contracionista para que se consolide a convergência da inflação para a meta em 2024 e 2025 e a ancoragem das expectativas. As incertezas nos mercados e as expectativas de inflação acima da meta preocupam o BC e são fatores que impactam a decisão sobre a taxa básica de juros.

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2023 em 11,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 9% ao ano. Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano para os dois anos.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano ficou em 2,92%, a mesma as últimas três semanas.

Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,5%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.

Por fim, a previsão para a cotação do dólar está em R$ 5 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,05.

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Em uma operação de fiscalização realizada no dia de ontem (13), por volta das 21 horas e 40 minutos, a equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que atuava no km 408 da BR-242, no município de Seabra (BA), abordou um condutor de caminhão e apreendeu 19 (dezenove) unidades de comprimidos de anfetaminas, conhecidas comercialmente como “rebite.

Ao realizar a abordagem, os policiais questinaram a presença de alguma substância ilícita e de forma espontânea, o condutor confirmou a presença de 19 (dezenove) unidades de comprimidos dentro da cabine.

As anfetaminas, cuja comercialização é regulamentada ou proibida pela ANVISA, são utilizadas devido ao efeito colateral dessas substâncias, que é a supressão do sono. Isso permite que esses condutores sustentem jornadas de trabalho ininterruptas, que frequentemente ultrapassam 24 horas de direção contínua, causando sérios riscos à segurança viária.

Diante da situação e considerando as substâncias apreendidas, o caso foi enquadrado, em tese, como “CONSUMO E PORTE DE DROGAS” de acordo com a Lei 11.343/06 – Art. 28, que diz: “Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar.”

Como medida imediata, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), sendo que o autor se compromete a comparecer ao juizado especial criminal em Seabra quando intimado.

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