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Foto: Reprodução

Faleceu nesta terça-feira (12), aos 45 anos, o advogado Frances Vidal de Freitas, figura bastante conhecida em Irecê. Ele estava internado no Hospital Regional de Irecê, onde tratava complicações decorrentes de uma hidrocefalia.

A notícia da morte causou grande comoção entre familiares, amigos, colegas da advocacia e moradores da região.

Nascido em 22 de abril de 1981, Frances construiu uma trajetória marcada pela atuação ética e comprometida no meio jurídico. Ao longo de quase duas décadas de carreira, tornou-se referência pela dedicação à advocacia e pelo trabalho desenvolvido em defesa da classe.

Em nota de pesar, a OAB Bahia lamentou profundamente a perda. A entidade destacou que Frances deixou “grandes serviços prestados à advocacia baiana” e desejou “força e serenidade para enfrentar esse momento de dor e saudade” aos familiares e amigos.

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Foto: Reprodução/Instagram @realdonaldtrump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou a rede Truth Social na última terça-feira (12) para publicar uma imagem em que a Venezuela aparece como o 51º estado norte-americano.

Na publicação, há uma imagem do mapa venezuelano com as cores da bandeira dos EUA  e a legenda: “51st State” (51º Estado). O post foi compartilhado pelo perfil oficial da Casa Branca no X (antigo Twitter).

A postagem foi feita um dia antes, em entrevista à Fox News, Trump dizer que considera “seriamente” a possibilidade de anexar a Venezuela. De acordo com o apresentador John Roberts, o interesse do presidente dos EUA estaria diretamente ligado às vastas reservas de petróleo venezuelanas.

Nos últimos meses, Trump tem intensificado declarações envolvendo a Venezuela. Em abril, o presidente dos EUA ironizou uma possível candidatura à presidência do país sul-americano, afirmando que aprenderia espanhol rapidamente para disputar o cargo após encerrar conflitos internacionais em andamento.

As manifestações do republicano provocaram reação imediata do governo venezuelano. A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, rejeitou a hipótese de anexação e afirmou que o país não abrirá mão de sua soberania.

“Continuaremos defendendo a nossa integridade, soberania e independência. Nossa história é de homens e mulheres que deram suas vidas para nos tornar não uma colônia, mas um país livre”, declarou Delcy após audiência na Corte Internacional de Justiça (CIJ), em Haia, na Holanda.

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Foto: Reprodução

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (13), realizado pela Paraná Pesquisas em parceria com o site Bahia Notícias, aponta liderança do ex-prefeito de Salvador ACM Neto na disputa pelo Governo da Bahia em 2026. O estudo mostra vantagem do político do União Brasil sobre o atual governador Jerônimo Rodrigues tanto no cenário espontâneo quanto no estimulado.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, ACM Neto aparece com 26,3% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues soma 19,8%. O candidato Ronaldo Mansur registra 0,1%. Outros nomes citados representam 1,1%, e 47% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não opinar.

No cenário estimulado, ACM Neto amplia a vantagem e alcança 47,8% das intenções de voto, contra 38,7% de Jerônimo Rodrigues. Ronaldo Mansur aparece com 1,7%. Os que declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato somam parte do levantamento, enquanto 4,9% não souberam responder.

A pesquisa também avaliou a rejeição dos possíveis candidatos. Jerônimo Rodrigues lidera nesse quesito, com 37,1% de rejeição. ACM Neto aparece com 27,4%, enquanto Ronaldo Mansur registra 25,2%. Já 12,4% afirmaram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos, e 7,6% não responderam.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03619/2026, conforme a Resolução nº 23.600/2019. A coleta de dados ocorreu entre os dias 10 e 12 de maio de 2026, por meio de entrevistas presenciais e domiciliares em 65 municípios baianos.

Ao todo, foram ouvidos 1.510 eleitores. A pesquisa possui grau de confiança de 95% e margem de erro estimada em 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.

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Foto: Reprodução

A cidade de Barro Alto viveu uma noite de emoção e elegância na última sexta-feira , 08, com a realização do concurso Miss Barro Alto 2026.

O evento reuniu grande público e destacou a beleza e o talento das participantes durante o desfile.

A grande vencedora da noite foi Micaely Rios, que conquistou os jurados com sua simpatia, desenvoltura e brilho na passarela, recebendo a coroa de nova representante da beleza barro-altenses.

Além da escolha da vencedora, o concurso também valorizou o empenho das candidatas, que deram um verdadeiro show de charme e elegância, tornando a noite ainda mais especial para o público presente.

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Foto:Reprodução

Entre serras, garimpos e estradas de terra do norte da Bahia, uma rocha bruta retirada do subsolo de um pequeno município da Chapada Diamantina acabaria provocando uma disputa internacional bilionária. A chamada Pindobaçu, cidade marcada historicamente pela mineração, viu seu nome atravessar fronteiras após a descoberta da chamada ‘Esmeralda Bahia’, uma formação gigantesca de berilo com cristais de esmeralda que se transformou em alvo de batalhas judiciais entre Brasil e Estados Unidos.

A peça, extraída em 2001, ganhou notoriedade não apenas pelo tamanho incomum, cerca de 360 kg, embora algumas publicações internacionais mencionem 380 kg ou 840 libras, mas também pelo mistério e pelas disputas em torno de sua posse. Ao longo dos anos, a pedra circulou por diferentes países, foi revendida, armazenada em cofres e passou a ser reivindicada por empresários, colecionadores e investidores.

No centro de toda a controvérsia estava uma pergunta que mobilizou tribunais internacionais. Quem realmente tinha direito sobre a pedra retirada do interior baiano?

Localizada no Piemonte Norte do Itapicuru, próxima a áreas historicamente ligadas ao garimpo, Pindobaçu construiu parte de sua identidade econômica em torno da mineração. O município ficou conhecido especialmente pela exploração de esmeraldas, atraindo trabalhadores, investidores e aventureiros em busca de pedras preciosas capazes de mudar vidas da noite para o dia.

A região integra um território associado à tradição mineral baiana e mantém relação histórica com atividades de garimpo que atravessam décadas. Foi justamente nesse cenário que surgiu a Esmeralda Bahia, considerada uma das maiores formações do tipo já encontradas no mundo.

Apesar do nome, especialistas explicam que a peça não é uma única esmeralda lapidada, mas um enorme bloco de berilo contendo cristais de esmeralda incrustados em sua estrutura. Ainda assim, o gigantismo da rocha e a raridade da formação ajudaram a transformar a pedra em objeto de fascínio internacional.

Da Chapada Diamantina aos tribunais dos Estados Unidos

O percurso da pedra depois da extração deu início a uma sequência de disputas e investigações. Autoridades brasileiras sustentaram que a rocha deixou o país de forma irregular, com documentação falsa e sem autorização adequada para exportação.

Após sair do Brasil, a Esmeralda Bahia passou por diferentes negociações até chegar aos Estados Unidos, onde começou uma longa batalha judicial envolvendo empresários e grupos que alegavam direitos de propriedade sobre a gema.

Em determinados momentos, a pedra ficou sob custódia de autoridades norte americanas em Los Angeles, enquanto diferentes versões sobre contratos, compras e transferências eram apresentadas à Justiça. O caso ganhou repercussão internacional justamente pela combinação entre valor estimado, origem controversa e dificuldade de comprovar a cadeia de posse da rocha.

A disputa também colocou em debate a questão do patrimônio mineral brasileiro. O governo do Brasil argumentou que a pedra era um bem extraído ilegalmente do território nacional e, por isso, deveria ser devolvida.

Em 2024, a Justiça federal dos Estados Unidos decidiu favoravelmente ao Brasil, reconhecendo irregularidades relacionadas à extração e à exportação da peça. A decisão abriu caminho para a repatriação da chamada Esmeralda Bahia.

Até hoje, ainda existem divergências sobre o valor real da esmeralda – Foto: Reprodução 

Por que a pedra valia tanto?
Embora estimativas divulgadas ao longo dos anos tenham falado em valores próximos de US$ 1 bilhão, especialistas apontam que calcular o preço exato da Esmeralda Bahia sempre foi uma tarefa complexa.

Isso porque o valor da peça não depende apenas do peso ou da quantidade de cristais presentes na rocha. Entram na conta fatores como raridade, dimensão, qualidade mineral, interesse histórico, apelo para colecionadores e até a repercussão internacional do caso.

Outro elemento que dificultava qualquer avaliação comercial era o fato de a pedra permanecer em estado bruto. Diferentemente de joias lapidadas vendidas no mercado tradicional, a Esmeralda Bahia se tornou praticamente uma peça única, sem parâmetros simples de comparação.

Além disso, as disputas judiciais acabaram elevando ainda mais o interesse em torno da rocha. Quanto maior a controvérsia, maior também a curiosidade do mercado internacional sobre a peça retirada do interior da Bahia.

O caso acabou transformando a Esmeralda Bahia em algo muito maior do que uma pedra preciosa. A rocha passou a simbolizar debates sobre riqueza mineral, exploração de recursos naturais, soberania e patrimônio nacional.

Mais de duas décadas depois de sair de Pindobaçu, a gigantesca formação mineral continua cercada por curiosidade e repercussão mundial. Entre garimpos da Chapada Diamantina, tribunais norte americanos e cifras bilionárias, a pedra baiana se consolidou como uma das histórias mais extraordinárias já envolvendo o mercado internacional de gemas preciosas. 

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