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A preservação dos recursos hídricos e do meio ambiente é uma questão vital para a sociedade, especialmente em áreas onde a escassez de água e a degradação ambiental se tornam desafios urgentes. Nesse contexto, a 47ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada da Bahia (FPI-BA) concentra seus esforços na conscientização, orientação e diálogo com gestores municipais da área de educação e meio ambiente. Com foco na educação ambiental, essa iniciativa visa proteger as águas e os recursos hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, incentivando o engajamento da sociedade local e o envolvimento de estudantes e educadores.

Através das equipes de Educação Ambiental e Gestão Ambiental, a FPI-BA trabalha para implementar efetivamente a Política de Educação Ambiental nos municípios, buscando a construção contínua da cidadania socioambiental. O objetivo central é sensibilizar a população sobre a importância da preservação da Bacia Hidrográfica do São Francisco, bem como informar os objetivos e o propósito da própria FPI, com destaque para a educação ambiental. Para alcançar esse objetivo, a FPI promove uma série de atividades, como oficinas, palestras, reuniões, entrevistas, documentários e orientações em diversos temas, tanto em ambientes escolares como comunitários e institucionais.

Valda Aroucha, coordenadora das equipes de Educação Ambiental 1, 2 e 3, ressalta que a FPI-BA busca deixar um legado significativo no campo da educação ambiental. “Nosso trabalho abrange desde a educação formal até a educação sócio-educativa, proporcionando palestras que orientam a população sobre suas responsabilidades com o meio ambiente”. Essa abordagem holística visa engajar as comunidades locais em ações concretas para a proteção e preservação dos recursos naturais da região.

Dilmar Dourado, coordenador da equipe de Gestão Ambiental 1, 2 e 3 da FPI-BA, compartilha preocupações sérias após fiscalizar 18 municípios da Bacia do São Francisco, na região de Irecê. Ele destaca que “todos os 18 municípios fiscalizados não possuem estrutura adequada para a defesa do meio ambiente”. A situação encontrada é crítica, com mais de 95% das cidades tendo políticas municipais de meio ambiente desatualizadas, anteriores à lei complementar 140/2011, o que demanda uma urgente adequação.

A falta de estrutura e de adequação das políticas ambientais municipais pode representar um obstáculo significativo para a preservação do meio ambiente e dos recursos hídricos. Diante dessa realidade preocupante, a FPI-BA assume um papel fundamental, buscando conscientizar e auxiliar os gestores municipais na implementação de práticas sustentáveis e no fortalecimento das ações de proteção ambiental em suas respectivas localidades.

A Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco é uma das mais importantes do Brasil, abrangendo diversas regiões e sustentando a vida de milhões de brasileiros. A preservação desse ecossistema é uma responsabilidade compartilhada por todos, e a atuação da FPI-BA representa uma esperança para o futuro sustentável dessa região.

As equipes de Educação Ambiental e Gestão Ambiental do Programa continuam empenhadas em promover mudanças significativas, por meio do engajamento da população e do diálogo com gestores municipais. Espera-se que essas ações resultem em melhorias efetivas nas políticas ambientais e na conscientização da sociedade, para que o patrimônio natural da Bacia Hidrográfica do São Francisco seja preservado para as gerações presentes e futuras.

Encontro de Gestão e Educação Ambiental

Na última quinta-feira, 20, no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), em Irecê, aconteceu o XXII Encontro “Perspectivas da Gestão e Educação Ambiental Municipal”. O evento reuniu secretários e secretárias municipais responsáveis pelas pastas de meio ambiente e educação para uma discussão integrada sobre os temas, visando aprimorar a relação entre educação e meio ambiente no âmbito municipal.

A iniciativa teve como objetivo apresentar os resultados dos trabalhos realizados até o momento, bem como esclarecer dúvidas, trocar experiências e fornecer orientações e sugestões para uma gestão ambiental mais eficiente. O encontro também serviu como uma devolutiva socioambiental para toda a sociedade, buscando engajar a população em prol de ações sustentáveis e conscientes.

A mesa de abertura contou com a presença de importantes representantes no campo da gestão ambiental e educação. Entre eles estavam Dilmar Dourado, Coordenador da equipe de Gestão Ambiental; Edvalda Aroucha, coordenadora das equipes de educação ambiental 1, 2 e 3; Drª. Luciana Khoury e Dr. Romeu Coelho Filho, ambos Promotores; e Kitty Tavares, Diretora de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia (SEMA).

Com a participação ativa dessas autoridades e profissionais do setor, o encontro promoveu um espaço de reflexão e aprendizado, onde foram discutidas estratégias para aprimorar a relação entre a educação e o meio ambiente no contexto municipal. Essa integração entre gestores e especialistas é essencial para o desenvolvimento de políticas públicas eficazes e sustentáveis que beneficiem a comunidade local.

O evento evidenciou a importância de abordar a educação ambiental de forma transversal, integrando-a às diversas esferas da gestão municipal. Dessa maneira, busca-se fomentar uma consciência ambiental nas novas gerações, estimulando práticas que visem à preservação e conservação do meio ambiente.

Ao final do encontro, os participantes saíram munidos de novas ideias e estratégias para promoverem uma gestão ambiental mais eficiente e engajada, fortalecendo o compromisso com a sustentabilidade e o bem-estar da sociedade como um todo. A expectativa é que os frutos dessas discussões se traduzam em ações concretas, beneficiando o meio ambiente e as futuras gerações.

Audiência pública

Ao final das ações, foi realizada audiência pública que aconteceu no dia 21 de julho, às 8h30 no Colégio Modelo, na cidade de Irecê. O objetivo foi apresentar os resultados da Fiscalização Preventiva Integrada para os gestores municipais, representantes da sociedade civil e organizações sociais da região.

Coordenação-geral da FPI-BA

A coordenação-geral é realizada pelos Ministérios Públicos Estadual (MPE), do Trabalho (MPT) e Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA-BA), com apoio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF).

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Com relação à um vídeo divulgado em redes sociais por um cidadão morador do Bairro Boa Vista, acusando a Prefeitura Municipal de ter lançado esgoto no canal a céu aberto que passa ao lado do Estádio Marcionílio Rosa, esclarecemos:

Não é verdade que os esgotos oriundos de águas servidas (pias de cozinha) e sanitários da nova escola Marcionílio Rosa estejam sendo lançados no referido canal. As águas lançadas no canal através da tubulação instalada pela obra, são exclusivamente para condução de águas de chuva e/ou drenagem pluvial, como tem de ser, uma vez que o referido canal é justamente para este fim.

O mau cheiro exalado na tubulação, infelizmente, se originou de um morador, vizinho à escola, que entroncou água servida de sua residência, de forma irregular e sem qualquer autorização da Prefeitura de Irecê. Assim sendo, de imediato, a gestão municipal irá tomar as providências, interrompendo esse lançamento e alertando os proprietários que não voltem a violar o patrimônio público.

A nova escola Marcionilio foi construída dentro dos padrões técnicos e ambientais de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente, sendo uma escola moderna, com 100% de energia solar. Os dejetos oriundos do uso sanitário estão sendo conduzidos para rede de esgoto que passa na frente da escola.

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O número de pessoas inadimplentes no Brasil teve em junho a primeira queda em 2023, aponta o Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas da Serasa. Foram registrados 71,45 milhões de negativados, uma redução de 450 mil pessoas em relação ao mês anterior. Esse volume representa uma queda de 0,63%.

A última vez que o indicador havia registrado decréscimo foi em dezembro de 2022. Na comparação com junho do ano passado, quando os inadimplentes somavam 66,82 milhões, houve alta. O número de negativados representa 43,78% da população adulta do Brasil.

A faixa etária que mais tem pessoas com nome restrito é a de idade entre 41 e 60 anos, que representa 34,8% dos negativados. Em seguida, está a faixa de 26 a 40 anos, que corresponde a 34,7% do total de inadimplentes. A faixa etária acima de 60 anos representa 18,1%.

Também houve queda no volume total de dívidas, passando de 264,5 milhões, em maio, para 262,8 milhões, em junho, uma redução de 0,62%. O valor total das dívidas, por outro lado, teve alta de 0,15%, chegando a 346,3 bilhões. O valor médio das dívidas por pessoa ficou em R$ 4.846,15, acréscimo de 0,78%.

Por unidade federativa, o Rio de Janeiro é a que apresenta o maior percentual de inadimplentes (52,8%). Na sequência aparecem Amapá (52,72%), Amazonas (52,20%), Distrito Federal (52,05%) e Mato Grosso (50,33%). O estado com menos pessoas nessa condição é o Piauí (36,18%).

Desenrola Brasil

De acordo com o Serasa, a primeira semana do programa Desenrola Brasil, do governo federal, teve impacto nas negociações de dívidas. Quase 900 mil dívidas foram negociadas somente pelos canais da Serasa até essa sexta-feira, 21, e a procura foi 80% maior do que a média de acordos habituais da plataforma.

A Serasa é parceira de bancos integrantes do programa. Esses números retratam todos os acordos realizados na plataforma Serasa Limpa Nome, o que não apenas as dívidas do âmbito do Programa Desenrola Brasil.

A Faixa 2 do programa abrange a população com renda de dois salários mínimos – R$ 2.640 até R$ 20 mil por mês. As dívidas podem ser quitadas nos canais indicados pelos agentes financeiros e poderão ser parceladas, em, no mínimo, 12 prestações. Também é necessário ter sido incluído no cadastro de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022.

Nesta fase, também serão retirados do cadastro de devedores os nomes de quem tem dívidas até R$ 100. Segundo o Ministério da Fazenda, com essa medida, cerca de 1,5 milhão de pessoas deixarão de ter restrições e voltarão a poder ter acesso ao crédito.

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Na terça-feira (18), a diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade, Gizelle Tocchetto, e a gerente de Responsabilidade Social, Giovana Porteiro, representaram a Galvani Fertilizantes em reunião com a Secretária de Educação da Bahia, Adélia Pinheiro, e o assessor especial da secretaria, Manoel Calazans. Na ocasião, estiveram em pauta os projetos sociais e o plano de expansão da empresa no estado.

Recentemente, a Galvani anunciou investimentos de mais de R$ 500 milhões no Estado. Serão aportados R$ 340 milhões para a nova fase de operação da unidade de mineração de fosfato em Irecê e R$ 200 milhões para duplicar sua produção anual de fertilizantes em Luís Eduardo Magalhães, que saltará de 600 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas.

Além disso, a Galvani também apresentou à Secretaria Estadual de Educação os projetos sociais que estão sendo desenvolvidos na Bahia. A companhia está investindo mais de R$ 5 milhões em iniciativas em suas regiões de atuação, que incluem os estados da Bahia, São Paulo e Ceará. Os projetos apoiados desenvolvem atividades em diversas áreas, como música e artes cênicas, educação de qualidade, esportes, saúde integral e bem-estar, combate à fome, diversidade e inclusão, resgate à ancestralidade, moral e ética, empreendedorismo e preservação ambiental.

No encontro, as representantes da empresa tiveram a oportunidade de contar sobre o trabalho realizado no Parque Vida Cerrado, primeiro e único centro de educação socioambiental do Oeste da Bahia, localizado entre os municípios de Luís Eduardo Magalhães e Barreiras. Idealizado e patrocinado pela Galvani há 16 anos, o parque abriga um criadouro conservacionista e um centro de excelência em restauração do bioma Cerrado.

Sobre a Galvani

Empresa 100% brasileira de produção verticalizada de fertilizantes, operando na mineração, beneficiamento, industrialização e distribuição destes insumos. Atua no setor de fertilizantes desde a década de 1960 e é líder em produção e distribuição no Matopiba, região agrícola que compreende os estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Possui um complexo industrial em Luís Eduardo Magalhães e uma unidade de mineração e beneficiamento em Campo Alegre de Lourdes, além de estar preparando uma nova fase de operação da unidade de mineração em Irecê – todos na Bahia. A companhia mantém também escritórios corporativos em Campinas (SP) e na capital paulista além de estar desenvolvendo um novo projeto de fertilizantes no Ceará.

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