O ex-prefeito de Central e ex-deputado estadual Osmar Torres e, agora candidato a prefeito pelo Avante, concedeu nesta quarta-feira (28), entrevista à rádio 101 FM (Irecê/Presidente Dutra), onde na oportunidade respondeu aos questionamentos do radialista Vítor Souza.
Osmar Torres falou sobre a atual gestão, erros e avanços em seu governo e planos para Central. Ele esteve acompanhado do candidato a vice Gildásio de Castro Dourado Filho (Dazinho) e dos candidato ao cargo de vereador, Klérik Júnior (Kequinha) e o professor Jone Maurício.
A administração atual
“Eu tinha a impressão que Uilson Monteiro ia fazer um ótimo governo, mas foi justamente ao contrário, ele se ‘perdeu’. É uma administração medíocre, pois ao invés de contratar pessoas para trabalhar, ele coloca essas pessoas para fazer ‘política’, tentando o terceiro mandado com o apoio ao seu motorista que é o candidato”, explicou.
Quando prefeito
“Quando fui prefeito, de 2001 a 2004, nós ‘mudamos a cara de Central’. Teve altos e baixos e algumas falhas no governo, mas fizemos um trabalho muito bom. Investimos na infraestrutura da cidade e na zona rural construímos estradas e apoiamos os agricultores com a formação do ‘banco de sementes’ de milho, onde distribuímos, como forma de incentivo, cerca de 1000 sacas de milho ao pequeno produtor, além arar mais de 80 mil tarefas de terra durante o meu mandato”. Por isso estou propondo ao povo uma nova chance para administrar Central, uma vez que não vejo nos outros candidatos nenhum projeto. Vamos tirar Central do ‘buraco’, ressaltou.
Concursos públicos
“Fui enganado pelo departamento jurídico. Na época o meu vice era um ex-juiz e, que me incentivou a anular o concurso público da gestão de Zé Orlando, com a hipótese de irregularidade. Anulamos o concurso e fizemos o nosso. No entanto, seis meses depois, perdi na justiça e fui obrigado a pagar duas ‘folhas’, ou seja, os aprovados nos dois concursos. Isso foi uma das coisas que mais desequilibrou a minha gestão, pois a ‘máquina inchou’, impossibilitando a pagamento dos funcionários. Foi um erro que cometi, pois confiei demais na minha assessoria jurídica e sendo ludibriado por ela”, falou.
Para Gildásio Dourado, candidato a vice-prefeito, o município de Central precisa atrair indústrias para gerar empregos, assim, evitando o êxodo rural e a migração. “Nós temos projetos para Central. Com a geração de emprego e renda através da agricultura irrigada, culturas permanentes e a captação de indústrias para o município. Vamos barrar a emigração dos nossos jovens que saem da cidade para outros locais em busca de trabalho”, disse.
Fonte: Ascom - Osmar Torres
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