Seis vereadores faltaram à sessão extraordinária (Foto: Central Notícia)
Um projeto de lei aparentemente simples se tornou uma "queda-de-braço" entre a Prefeitura do Central, na região de Irecê e a Câmara de Vereadores. O Legislativo aprovou a matéria, mas o chefe do Executivo vetou e o texto voltou para os vereadores.
De autoria coletiva (assinado por todos os onze edis) e protocolado na Casa das Leis, o projeto visava ampliar o período de funcionamento de bares e similares, além da regulamentação do uso de som automotivo.
Atualmente, os bares funcionam de segunda a quinta-feira até às 22h e de sexta a domingo até à 00h. A proposta aumentaria duas horas em dias normais e nos finais de semana, os estabelecimentos fechariam às 04h da manhã.
Os vereadores alegam que a cidade carece de lazer e os bares são a única opção para divertimento das pessoas. Além disso, com aumento no horário, os comerciantes (donos de bares) iriam ter mais lucros. Vetado, o executivo justificou, entre outras situações, que se alterar o horário, o município vai “pagar o preço” com o aumento da violência, por exemplo.
Na manhã desta quarta-feira (11), os parlamentares tiveram a oportunidade de derrubar o veto e manter a lei aprovada, ou simplesmente votar, independente do resultado. Mas para a derrubada de um veto do prefeito requer a chamada maioria absoluta. Dos onze vereadores, apenas cinco compareceram à sessão extraordinária. A atitude dos ausentes foi duramente criticada pelos colegas Roberto Lima, Suedras Dourado, Roberto Cunha, Valdir Martins e pelo presidente da casa, Valdir Belarmino.
Fonte: Central Notícia
Foto: HRI
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