
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, anunciou as datas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2021. Pelo Twitter, ele informou que as provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital.
"Conforme eu já havia anunciado dias atrás, o Enem 2021 acontecerá e será aplicado neste ano. As provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital. É isso mesmo! A mesma prova, nas mesmas datas, para as duas modalidades", postou o ministro na rede social.
Realizado anualmente, o Enem é o maior exame para ingresso no ensino superior do país, contando com milhões de inscrições em todo o território nacional. As notas do Enem podem ser usadas para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Fonte: Agência Brasil
Em 19 de abril de 2021 o Brasil registrou a maior média móvel de morte em decorrência da covid-19: cerca de 3 mil óbitos diários. Hoje (19), exatos seis meses após o ápice, o Ministério da Saúde informa que a vacinação em massa contra a doença surtiu efeito. Segundo a pasta, a queda no número de óbitos foi de quase 90% - tendência que se acumula desde junho.
O boletim divulgado na noite de ontem (18) mostra que a média móvel de mortes está em 379,5, acompanhada pela queda expressiva também no número de novos casos da doença, que está em 12,3 mil ao dia.
“Nós temos um Sistema Único de Saúde (SUS) forte, com mais de 38 mil salas de vacinação, capaz de vacinar mais de 2 milhões de brasileiros e um governo extremamente preocupado com a vida. Por isso, adquiriu mais de 550 milhões de doses de vacinas [contra a] covid-19, investiu bilhões com habilitação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) e vacinou mais de 90% da população brasileira com a primeira dose. Vacina é a saída para acabar com o caráter pandêmico da doença. Só assim vamos retornar para o nosso normal”, afirmou em nota o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
Segundo Queiroga, o sucesso da ampla campanha de vacinação deve se estender para 2022 com a compra antecipada de 354 milhões de doses de vacinas aprovadas no país. O plano de vacinação para 2022 foi apresentado no início do mês de outubro.
“Nós já temos asseguradas mais de 300 milhões de doses para vacinar a nossa população. É uma vacinação um pouco diferente do que aconteceu em 2021, porque não é uma vacinação primária. Mas, o mais importante é: teremos doses de vacinas para todos”, declarou Queiroga.
O painel de vacinação do Ministério da Saúde mostra que mais de 108 milhões de brasileiros já cumpriram integralmente o esquema vacinal. Essa população corresponde a 68% do público-alvo da campanha do Programa Nacional de Imunização (PNI). A ferramenta informa, ainda, que 3,6 milhões de pessoas já tomaram a dose de reforço, recomendada para pessoas acima de 60 anos, imunossuprimidos (aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos) e profissionais de saúde.
Fonte: Agência Brasil

O Brasil registrou 5.738 casos de covid-19 e 130 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado nesse domingo (17) pelo Ministério da Saúde.
Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.644.464. O número de mortes soma 603.282.
Segundo o boletim, 20.794.497 pessoas se recuperaram da doença. Ainda há casos 246.685 em acompanhamento por equipes de saúde ou se recuperando em casa.
Existem 3.096 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.

Estados
No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (151.126), Rio de Janeiro (67.584) e Minas Gerais (55.209). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.942), Amapá (1.988) e Roraima (2.018).
Fonte: Agência Brasil
Ao furtar comida para os filhos, uma mulher deixou um bilhete em um trailer, nomeado de ‘Sr.Honestidade’ que há dois anos não tem atendentes, e fica na BR-470, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Na mensagem, ela salienta que irá devolver os itens, assim que tiver.
Funcionando na base da confiança, no trailer as comidas ficam dispostas e quem pegar, paga pelo item, colocando o dinheiro em uma caixinha. O intuito do trailer é cobrir os custos de uma casa de apoio para pessoas em situação de rua na região.
“Olá, eu vim através desse bilhete informar que peguei algumas coisas para o café com meus filhos, mas não vou roubar. Quando eu tiver, prometo devolver. Obrigada. A.C.P”, pontuou a mulher no bilhete.
Ainda no trailer, outra carta foi deixada, que chama a atenção, no qual a pessoa deixou R$120 para o pagamento de um pão. No bilhete, informaram que o resto do dinheiro deveria ser utilizado para alimentar quem necessita.
Fonte: Estado de Minas
Pré-candidato às eleições de 2022, o apresentador do Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, José Luiz Datena (PSL), negou que esteja de saída da emissora para concorrer à Presidência da República em 2022. Ele afirmou que, mesmo que deixasse o canal, seria em último caso, três meses antes do pleito, prazo estipulado pela Justiça Eleitoral.
“Quero dizer que é mentira que vou sair da Bandeirantes para concorrer à eleição. Mesmo porque, se eu tiver que deixar a TV para concorrer, só em último caso mesmo em cargo executivo. Eu deixaria a TV perto das eleições com qualquer trabalhador brasileiro em prazo regulamentar”, disse Datena no Manhã Bandeirantes, da rádio da emissora, nesta quinta (14).
Em tom incisivo, o apresentador criticou as pessoas que, segundo ele, têm espalhado “fake news” sobre o assunto. “Seus manés, quem espalha notícias falsas tinha que ir para o fundo da jaula. Seus canalhas, vagabundos, que são financiados por outros para espalhar mentira. Essa praga do fake news tem que acabar. Tem muita gente que não quer me ver aqui para eu não descer o cacete em todo mundo”, afirmou.
Datena se filiou recentemente ao PSL, que se fundiu ao DEM, dando origem ao partido União Brasil. No Manhã Bandeirantes, ele foi otimista ao dizer que surge no cenário político para desfazer a polarização entre direita e esquerda.
“Se tiver prévia, eu vou e ganho dos caras. E se eu sair candidato à Presidência, se cuidem aí os polarizados, porque eu vou despolarizar essa bagaça aí, porque eu só tenho uma intenção ao entrar para a política: o interesse público”, declarou.
Ele chegou a falar algo similar no Brasil Urgente nesta semana: “Platão, que foi um sábio, dizia: se você não entrar na política e não for um bom cidadão, com boa intenção – e meu único interesse em entrar na política, o mau político continuará lá e ele vai ocupar o lugar do bom político”.
Fonte: UOL

Pesquisa divulgada nessa quinta-feira (14) pelo Poder360 mostra que a reprovação do governo Bolsonaro diminuiu 5 pontos: era 63% e foi para 58%. O levantamento também mostrou que 33% dos entrevistados aprovam o governo de Jair Bolsonaro. Oscilou dentro da margem de erro da pesquisa, de 2 pontos percentuais.
Esses números revelam uma melhora pontual para o governo, segundo os realizadores da pesquisa. Porém, a avaliação geral do governo anda é negativa, pois, a reprovação está 25 pontos percentuais acima da aprovação. A pesquisa foi realizada por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram realizadas 2.500 entrevistas em 469 municípios nas 27 unidades da Federação de 11 a 13 de outubro de 2021. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Os números estratificados
O trabalho pessoal de Bolsonaro também foi avaliado: hoje, 53% classificam o presidente como “ruim” ou “péssimo”, uma queda de 5 pontos em comparação a duas semanas antes. Por sua vez, o grupo que considera o trabalho do presidente “bom” ou “ótimo” foi de 25% a 29%, variou positivamente dentro da margem de erro.
Quando analisado por divisão de gênero, entre os homens 54% desaprovam, e 41% aprovam; entre as mulheres, 62% aprovam, e 26% desaprovam. Entre os jovens com idade de 16 a 24 anos, 62% consideram o trabalho do presidente “ruim” ou “péssimo”. O presidente Bolsonaro, quando os números são analisados por região, tem o seu melhor desempenho no Norte: 42% aprovam, e 48% desaprovam.
Chama a atenção que no Sudeste a reprovação ao trabalho do presidente Bolsonaro está em 59%, a aprovação em 35%. As maiores taxas de reprovação do presidente são no Centro-Oeste (60%) e Nordeste (61%). Quando o recorte é por escolaridade, o presidente tem o seu maior apoio com aqueles que têm ensino fundamenta: 39% aprovam, e 48% desaprovam; entre as pessoas com o ensino o superior está o maior índice de reprovação, 66%.
Fonte: Revista Fórum

O setor de serviços teve um crescimento de 0,5% em volume na passagem de julho para agosto deste ano. Foi a quinta alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior nível desde novembro de 2015.
Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor acumula alta de 6,5% em cinco meses e encontra-se 4,6% acima do patamar de fevereiro de 2020, ou seja, do período pré-pandemia de covid-19.
O volume de serviços também se expandiu na comparação com agosto do ano passado (16,7%), no acumulado do ano (11,5%) e no acumulado de 12 meses (5,1%).
Expansão
Quatro das cinco atividades de serviços tiveram alta de julho para agosto: informação e comunicação (1,2%), transportes (1,1%), serviços prestados às famílias (4,1%) e outros serviços (1,5%).
A única queda veio dos serviços profissionais, administrativos e complementares, que recuaram 0,4% no período.
A receita nominal dos serviços teve altas de 1% na comparação com julho deste ano, de 20,7% em relação a agosto de 2020, de 13,5% no acumulado do ano e de 6,6% no acumulado de 12 meses.
Fonte: Agência Brasil

O Brasil registrou 6.918 casos de covid-19 e 202 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado nessa segunda (11) pelo Ministério da Saúde.
Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.582.738.
Ainda há 286.856 casos em acompanhamento. O nome é dado a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.
Existem 3.127 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.
Com os novos óbitos, a soma de pessoas que perderam a vida para a doença alcançou 601.213.
Segundo o boletim, 20.694.669 pessoas se recuperaram da doença.

Estados
No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (150.789), Rio de Janeiro (67.188), Minas Gerais (55.006), Paraná (39.562) e Rio Grande do Sul (35.049). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.840), Amapá (1.986), Roraima (2.006), Tocantins (3.813) e Sergipe (6.018).
Vacinação
Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que mais de 249 milhões de doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas em todo o Brasil, sendo 149,7 milhões como primeira dose e 99,5 milhões como segunda dose (ou dose única). Segundo a pasta, foram distribuídas 310, 49 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todo o país.
Fonte: Agência Brasil

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou por unanimidade a extensão do prazo de validade da vacina da Janssen (Johnson & Johnson) contra a covid-19. O prazo passa de quatro meses e meio para seis meses, sob condições de armazenamento de 2°C a 8°C.
A empresa Janssen-Cilag Farmacêutica solicitou, no último dia 15 de setembro, a alteração do prazo de validade para a autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, do imunizante.
Segundo a Anvisa, a aprovação foi baseada em uma criteriosa avaliação dos dados de qualidade dos estudos que demonstrou que a vacina se manteve estável pelo período de seis meses.
No Brasil, a vacina da Janssen está autorizada para uso emergencial desde 31 de março deste ano. A vacina é a única aprovada pela Anvisa em dose única e, quando armazenada entre temperaturas de -25°C e -15°C, possui prazo de validade de 24 meses, a partir da data de fabricação.
Fonte: Agência Brasil
Metade das mortes por Covid-19 em hospitais do Brasil poderiam ter sido evitadas minimizando problemas no sistema de saúde, que envolvem o acesso e a disponibilidade de recursos, além das grandes disparidades entre regiões do país, segundo o último relatório da Equipe de Resposta à Covid-19 do Imperial College London, do Reino Unido.
Com base nos dados públicos de morte por Covid do Brasil, o relatório afirma que as taxas de mortalidade por Covid-19 em hospitais brasileiros flutuam extensivamente desde o início da pandemia e variam dramaticamente em todo o território nacional, substanciadas pela disseminação da variante Gama no país.
A pressão sobre o sistema de saúde brasileiro, grandes desigualdades na distribuição de recursos de saúde e a escassez de capacidade do setor em todo o Brasil impulsionam as altas taxas de mortalidade, concluiu o relatório.
Sem a pressão adicional sobre o sistema de saúde, causado pela pandemia, e sem as limitações de recursos, cerca de um quarto das mortes por Covid-19 em hospitais do Brasil poderiam ter sido evitadas, segundo o relatório.
Além disso, se não houvesse desigualdades nas taxas de mortalidade em todo o país, metade das mortes em hospitais por Covid-19 poderiam ter sido evitadas, afirmou o relatório.
Os dados mostraram ainda que, em muitas das capitais brasileiras, mais da metade dos pacientes mais velhos morreram em decorrência da Covid-19 em curtos períodos de tempo, com internações de algumas semanas.
Saúde brasileira precisa de investimento
Os pesquisadores sugerem que os investimentos em recursos de saúde, otimização do setor e a preparação para pandemia são essenciais para minimizar a mortalidade e morbidade da população causadas por patógenos altamente transmissíveis e mortais como SARS-CoV-2, especialmente em países de baixa e média renda.
“A mensagem principal do nosso estudo é que o impacto das novas variantes do SARS-CoV2 na mortalidade por Covid-19 precisa ser considerado no contexto mais amplo das desigualdades nos cuidados de saúde e recursos limitados. Esses fatores são frequentemente esquecidos, mas também representam determinantes críticos da mortalidade por Covid-19”, disse Oliver Ratmann, do Imperial College London, no boletim que divulgou o relatório.
A imunologista Ester Sabino, professora da Universidade de São Paulo, afirmou ao Imperial College London, que este cenário brasileiro não muda com as variantes.
“Os choques nas taxas de mortalidade nas capitais brasileiras ocorreram desde o início da pandemia e não apenas desde o surgimento da variante Gama”, disse.
Já a professora Márcia Castro, da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, disse ao observatório britânico, que investir nestes gargalos da saúde brasileira é algo essencial para a sustentação do sistema.
“A extensa variação geográfica e choques temporais nas taxas de mortalidade nas capitais brasileiras são uma chamada urgente à ação, para investimentos sustentados no maior sistema de saúde público do mundo, esforços contínuos para limitar a disseminação da SARS- CoV-2, e melhorando o acesso e absorção da vacina”.
Fonte: CNN Brasil
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