Sexta-feira, 08 de Janeiro de 2021
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Sexta-feira, 08 de Janeiro de 2021
BRASIL

A inadimplência caiu em dezembro, apesar de os consumidores estarem mais endividados, revelou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de dezembro, o total de famílias com dívidas ou contas em atraso caiu de 25,7% em novembro para 25,2% em dezembro.

Essa foi a quarta redução seguida do indicador. Em relação a dezembro de 2019, a proporção de consumidores inadimplentes cresceu 0,7 ponto percentual.

A parcela das famílias que declararam não ter condições de quitar o atraso, permanecendo inadimplentes, caiu de 11,5% em novembro para 11,2% em dezembro. No mesmo mês de 2019, o indicador estava em 10%.

Mais dívidas

Depois de três meses seguidos de redução, o número de brasileiros com dívidas voltou a subir em dezembro. Segundo a Peic, 66,3% dos consumidores estavam endividados no mês passado, alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. No comparativo anual, o indicador registrou aumento de 0,7 ponto percentual.

Em relação aos tipos de dívida, a proporção de brasileiros que utilizam o cartão de crédito aumentou de 77,8% em novembro para 79,4% das famílias em dezembro. Essa foi a maior taxa desde janeiro de 2020. O cartão manteve-se como a principal modalidade de endividamento. A participação do cheque especial também subiu, de 5,3% para 5,5%.

Recomendações

Na avaliação da CNC, a alta do endividamento reflete a recuperação do crédito, estimulado pelos juros baixos e por estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19. A entidade, no entanto, aconselha que os bancos alonguem os prazos de pagamento das dívidas para reduzir o risco de inadimplência no sistema financeiro. Isso porque grande parte do crédito ofertado durante a pandemia foi concedido com carência nas parcelas e deve começar a vencer no início deste ano.

A CNC também recomenda que as famílias prestem mais atenção ao orçamento doméstico após o fim do auxílio emergencial. Para a entidade, o crédito pode voltar a funcionar como ferramenta de recomposição da renda, à medida que a recuperação do emprego enfrenta incertezas.

Fonte: Agência Brasil



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Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2021
Notícias

Orlando Amorim é eleito presidente da UNIPI - Foto: Reprodução/ Facebook

Ocorreu na manhã desta quarta-feira (06) uma reunião entre prefeitos eleitos e reeleitos da região, que definiu o novo presidente da Unipi – União das Prefeituras do Platô de Irecê.

Orlando Amorim, prefeito de Barro Alto, foi escolhido para presidir a entidade por uma período de dois anos. A eleição aconteceu no auditório da Policlínica de Irecê.

Veja também:

Elmo Vaz é eleito presidente do Consórcio Público de Saúde da Região de Irecê; Robertão assume como vice

Fonte: Da Redação



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Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2021
Notícias

O Prefeito Tacinho Mendes da cidade de Jussara, derrotou o  Prefeito de Lapão, Márcio Messias e foi eleito presidente do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável de Irecê(CDS), em eleição realizada nesta quarta-feira (06), no auditório da Policlínica em Irecê. A Prefeita de Morro do Chapéu, Juliana Araújo, será a vice-presidente.

Para Tacinho Mendes, essa Vitória representa uma modernização das ações e mais iniciativas voltadas também para as cidades de pequeno e médio porte

 “ Vamos fazer uma gestão democrática e pensando em atender todos os municípios da nossa região. Sou humilde o suficiente para pedir auxílio aos meus colegas e sei que com muita responsabilidade e coerência vamos fazer uma gestão proativa que vai beneficiar toda a região. Fiquei feliz com o resultado, e agradecido pela confiança depositada em nosso nome”, disse o gestor

Tacinho Mendes(PP) é o prefeito eleito mais jovem da região e uma promessa para a política regional

Fonte: Ascom - PMJ



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Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2021
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Grande oportunidade de obter uma área para sítio a 8 quilômetros de Irecê, sentido ao Angical, logo após o condomínio Alfha Garden.

Área de 5 mil metros quadrados (50x100), a partir de R$ 49.200,00 com plano super facilitado, parcelas de R$ 700,00.

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Fonte: Informe Publicitário



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Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2021
BRASIL

O jornalista William Bonner comentou ao vivo no Jornal Nacional da última terça-feira (5) a declaração recente do presidente Jair Bolsonaro que afirmou em uma conversa com eleitores que o país está “quebrado”. O chefe do Executivo voltou a atacar o trabalho da imprensa, que ele disse estar “potencializando” a gravidade da pandemia do coronavírus.

Com firmeza, ele criticou a postura do presidente com classe e se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. “O presidente Jair Bolsonaro disse hoje que o Brasil está quebrado. De manhã, ao sair do Palácio do Alvorada, Bolsonaro conversou com apoiadores”, iniciou Bonner, que então rebateu a afirmação do político que disse que o vírus é “ampliado pela mídia”.

“Os números oficiais das secretarias estaduais de Saúde mostram que o vírus a que se refere o presidente Jair Bolsonaro está se espalhando a taxas maiores desde dezembro. Esse vírus contaminou quase 8 milhões de pessoas no país todo e levou luto às famílias e aos amigos de mais de 197 mil ‘cidadões’… ou cidadãos… brasileiros”, disse o âncora do telejornal.

A parte final da declaração de Bonner chamou a atenção especialmente no Twitter. Alguns interpretaram o uso incorreto do plural “cidadões” como um simples erro da editoria do ‘JN’, enquanto outros viram uma alfinetada a erros de português de oficiais do governo.

Em 2019, quando assumia a direção do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira), o professor Marcus Vinícius Rodrigues disse que a instituição serviria para formar “cidadões (sic) íntegros, éticos, com conhecimento e trabalhadores”.

Fonte: UOL



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Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2021
BRASIL

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (6), em pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, que o Brasil tem asseguradas, para este ano, 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Do total, 254 milhões serão produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a AstraZeneca, e 100 milhões pelo Butantan, em parceria com a empresa Sinovac.

Pazuello anunciou também a edição de uma medida provisória que trata de ações excepcionais para aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços de logística.

O ministro informou que o ministério está em processo de negociação com os laboratórios Gamaleya, da Rússia, Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos, e Barat Biotech, da Índia.

Segundo Pazuello, estão disponíveis atualmente cerca de 60 milhões de seringas e agulhas. “Ou seja, um número suficiente para iniciar a vacinação da população ainda neste mês de janeiro”, disse o ministro. “Temos, também, a garantia da Organização Panamericana de Saúde [Opas] de que receberemos mais 8 milhões de seringas e agulhas em fevereiro, além de outras 30 milhões já requisitadas à Abimo [Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos], a associação dos produtores de seringas”.

Pazuello destacou que o Brasil está preparado logisticamente para a operação de vacinação. “Hoje, o Ministério da Saúde está preparado e estruturado em termos financeiros, organizacionais e logísticos para executar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19”, disse.

Sobre a vacina da Pfizer, o ministro destacou os esforços para resolver as “imposições que não encontram amparo na legislação brasileira”, como a isenção de responsabilização civil por efeitos colaterais da vacinação e a criação de um fundo caução para custear possíveis ações judiciais. O ministro disse ainda que em breve o Brasil será exportador de vacinas para a região.

Medida Provisória

Assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, a medida provisória citada por Pazuello prevê que o Ministério da Saúde será o responsável por coordenar a execução do Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação contra a Covid-19. A norma também prevê a contratação de vacinas e de insumos, antes do registro sanitário ou da autorização temporária de uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o treinamento de profissionais para imunizar a população. “Asseguro que todos os estados e municípios receberão a vacina de forma simultânea, igualitária e proporcional à sua população”, destacou ao reafirmar que a vacina será gratuita e não obrigatória.

Fonte: Agência Brasil



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