
O Brasil chegou a 524.417 mortes por covid-19. Nas últimas 24 horas, foram 830 óbitos e 27.783 novos casos. No total, 18.769.808 casos já foram confirmados no país. Ainda existem 3.553 mortes em investigação por equipes de saúde, dados relativos a ontem. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente. O número de pessoas recuperadas totalizou 17.082.876.
Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado hoje (4). O balanço é elaborado a partir dos dados sobre casos e mortes levantados pelas autoridades locais de saúde.
Em geral, os registros de casos e mortes são menores nos feriados, aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras, os totais tendem a ser maiores pelo acúmulo das informações que são enviadas ao ministério.
O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (129.609), Rio de Janeiro (56.031) e Minas Gerais (47.079). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.752), Roraima (1.756) e Amapá (1.845).
Em relação aos casos confirmados, São Paulo também lidera, com 3,7 milhões de casos. Minas Gerais, com 1,8 milhão, e Paraná, com 1,3 milhão de casos, aparecem na sequência. O estado com menos casos de covid-19 é o Acre, com 85,8 mil, seguido por Roraima (113,4 mil) e Amapá (117,7 mil).

Vacinação
Até o momento, foram distribuídas a estados e municípios 143,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, foram aplicadas 104,9 milhões de doses, sendo 77,5 milhões da primeira dose e 27,4 milhões da segunda dose.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, usou sua conta no Twitter para comemorar a distribuição de 13,5 milhões de doses de vacina nos últimos cinco dias. Foram 3 milhões de doses da Janssen; 3,33 milhões de doses da Pfizer e 7,15 milhões de doses da AstraZeneca entregues aos estados e municípios entre quarta-feira (30) e quinta-feira (01).
Fonte: Agência Brasil
Um projeto de R$ 1 bilhão, com apoio internacional, pretende capacitar produtores rurais e aumentar a segurança alimentar no Semiárido do Nordeste. Lançado nesta semana pelo Fundo Internacional para Desenvolvimento Agrícola (Fida), em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Economia, o projeto Semeando Resiliência Climática em Comunidades Rurais do Nordeste (PCRP) tem o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável do sertão nordestino e amenizar os efeitos das mudanças climáticas na região.
O projeto pretende beneficiar 250 mil famílias (1 milhão de pessoas) em até quatro estados do Nordeste, que ainda serão escolhidos. Ao somar os aportes do Fida, do BNDES e a contrapartida dos governos estaduais, os investimentos podem chegar a US$ 202,5 milhões (cerca de R$ 1 bilhão na cotação atual).
As negociações para a captação de recursos foram concluídas nesta semana. Em dezembro, a diretoria-executiva do Fida havia aprovado, por unanimidade, a destinação dos recursos.
O projeto financiará ações de manejo sustentável da água e de enfrentamento da seca e das mudanças climáticas. Entre as principais ações, estão a introdução de tecnologias de coleta, armazenamento e reciclagem da água e a adoção de estratégias de diversificação produtiva no sertão. O programa pretende alcançar uma área de 84 mil hectares, restaurando ecossistemas degradados para prestarem serviços na área ambiental. Uma das metas consiste em evitar a emissão de mais de 11 milhões de toneladas de gás carbônico em 20 anos.
Iniciativa da Organização das Nações Unidas que destina recursos para projetos de adaptação às mudanças climáticas nos países em desenvolvimento, o Green Climate Fund (GCF) aportará, por meio do Fida, US$ 100 milhões. Desse total, US$ 34,5 milhões entrarão como doação e US$ 65 milhões virão por meio de operações de crédito.
Dos recursos nacionais, o BNDES concederá US$ 73 milhões em financiamentos, como entidade executora do GCF. Os US$ 29,5 milhões restantes serão investidos como contrapartida dos estados.
Próximos passos
Após a aprovação pelo GCF e pelo Fida no fim de 2020, o BNDES, o Ministério da Economia e o fundo internacional concluíram as negociações do contrato de empréstimo na última quarta-feira (30). Os próximos passos são a conclusão dos arranjos de implementação do projeto e sua votação pela Diretoria do BNDES. O Senado precisará aprovar a concessão de garantias da União. A expectativa é que os primeiros financiamentos comecem a ser concedidos em 2022.
As discussões começaram em 2018, quando o governo federal indicou o BNDES como potencial parceiro do Fida no financiamento e desenvolvimento de projetos de desenvolvimento rural sustentável. Em 2019, a Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério da Economia e a Comissão de Financiamento Externo da pasta deram aval à operação.
Com a missão específica de combate à fome e à pobreza rural, o Fida recebe apoio do governo brasileiro há mais de 40 anos. A instituição financeira internacional está baseada em Roma, onde fica o Fundo de Agricultura e de Alimentos das Nações Unidas.
Fonte: Agência Brasil

Uma pesquisa feita pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostrou que a grande maioria dos brasileiros já sofreu tentativa de fraude de seus dados pessoais ou conhece alguém que tenha sido vítima desse tipo de crime. A maior parte dos brasileiros também teme violação de seus dados pessoais. Os dados foram revelados no estudo Segurança de Dados no Brasil - Febraban/Ipespe, divulgada nessa sexta-feira (2).
Para 91% dos entrevistados, esse tipo de crime aumentou durante a pandemia. Nos últimos 12 meses, os próprios entrevistados ou familiares foram vítimas desses crimes, sendo as situações mais comuns aquelas que envolvem recebimento de mensagens ou ligação telefônica com solicitação fraudulenta de dados pessoais ou bancários (43%) e pedido de depósito ou transferência de dinheiro para amigo ou parente (34%).
Também foram citadas entre essas tentativas de fraudes a cobrança fraudulenta ou compra indevida no cartão de débito ou crédito (29%); a invasão do e-mail ou das redes sociais, com alguém assumindo o controle de sua conta sem sua permissão (18%); a clonagem de celular ou WhatsApp (18%); a tentativa de abertura de linha de crédito ou solicitação de empréstimo usando seu nome (15%); e a invasão e acesso a dados bancários (14%).
A grande maioria das pessoas analisadas nessa pesquisa (86%) diz ter medo de ser vítima de fraudes ou violações de seus dados pessoais. E um terço dessas pessoas da pesquisa disse acreditar que está menos segura em relação a seus dados pessoais (33%). Elas estimam que, nos próximos cinco anos, essa segurança dos dados pessoais vá evoluir (54% disseram acreditar nisso).
“Segurança digital é um tema que a sociedade precisa encarar de frente e já está fazendo, pois diariamente esses crimes afetam pessoas e empresas, ganham espaço no noticiário econômico, político e policial envolvendo não só o cidadão, mas também grandes corporações e instituições públicas e privadas”, disse Isaac Sidney, presidente da Febraban, ao comentar a pesquisa.
Entre os entrevistados, a maioria deles também considera que a privacidade nos meios eletrônicos é mito (59%) e que suas informações podem ser acessadas por outros. Cerca de 79% dessas pessoas mostraram preocupação em como as empresas e instituições tem utilizados seus dados pessoais, percentual que é maior do que a preocupação gerada em relação aos governos (60%).
A pesquisa demonstrou ainda que apenas 11% das pessoas entrevistadas conhecem muito bem as leis de proteção de dados e que 45% conhecem mais ou menos essas leis.
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 25 de junho e ouviu 3 mil pessoas nas cinco regiões do país.
Fonte: Agência Brasil

A atualização do Ministério da Saúde sobre a pandemia nessa quinta-feira (1º) trouxe 2.029 óbitos registrados em 24 horas. Com isso, o número de vidas perdidas para a pandemia alcançou 520.095.
A quantidade de casos de covid-19 desde o início da pandemia chegou a 18.622.304. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde registraram 65.163 novos casos da covid-19.
O número de recuperados é de 16.931.272 pessoas, o que equivale a 90,9% do número total de infectados.
Outros 3.565 óbitos estão em investigação. O termo designa mortes com suspeitas de que podem ter sido causadas por covid-19, mas com origem ainda sob análise por equipes de saúde.
Até hoje havia 1.170.937 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.
A atualização diária do Ministério da Saúde foi divulgada no início da noite desta quinta-feira. O balanço é elaborado a partir de informações levantadas por secretarias estaduais e municipais de saúde.

Estados
O balanço diário do Ministério da Saúde também traz os dados por estado. No alto do ranking de mortes por covid-19 estão São Paulo (128.322), Rio de Janeiro (55.703), Minas Gerais (46.459), Rio Grande do Sul (31.497) e Paraná (30.943). Na ponta de baixo estão Acre (1.741), Roraima (1.747), Amapá (1.838), Tocantins (3.227) e Alagoas (5.360).
Após muitas semanas sem variação na lista dos estados com menos óbitos, o Acre se tornou a Unidade da Federação com menos falecimentos, superando Roraima.
Vacinação
Conforme o painel do Ministério da Saúde sobre a operacionalização da campanha de imunização contra a covid-19, até o momento foram entregues aos estados 135 milhões de doses, com 102,2 milhões de doses aplicadas, sendo 74,9 milhões da 1ª dose e 27,3 milhões com a 2ª dose e dose única (o que ocorre no caso da Janssen).
Fonte: Agência Brasil

Em seu primeiro pronunciamento após a revelação de novo escândalo de corrupção envolvendo a compra de vacinas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não comentou as denúncias e atacou a CPI.
“Não conseguem nos atingir. Não vai ser com mentiras ou por CPI integrada por sete bandidos que vão nos tirar daqui”, declarou Bolsonaro vestido com uma jaqueta verde-oliva.
Reportagem de Constança Rezende publicada na noite dessa terça-feira (29) no jornal Folha de S. Paulo traz mais uma grave denúncia contra o presidente Jair Bolsonaro: segundo um representante de empresa que vende vacinas, o governo pediu propina de 1 dólar por dose do imunizante da Oxford/Astrazeneca.
A denúncia foi feita ao jornal por Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da Davati Medical Supply. Segundo ele, a proposta de propina foi feita pelo diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, que foi indicado ao cargo pelo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).
Barros, inclusive, é apontado como envolvido diretamente na negociata com indícios de corrupção na compra da Covaxin, vacina indiana contra a Covid-19. O jantar teria acontecido no dia 25 de fevereiro em um restaurante de um shopping de Brasília.
Fonte: Revista Fórum

A quantidade de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 18.513.305 em todo o Brasil. Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 64.903 novos casos da covid-19.
Até hoje havia 1.218.184 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.
O número de vidas perdidas para a pandemia alcançou 515.985. Entre ontem e hoje, foram confirmados 1.893 óbitos em função de complicações associadas à covid-19.
Outros 3.655 falecimentos estão em investigação. O termo designa mortes com suspeitas de que podem ter sido causadas por covid-19 mas com origem ainda sendo analisada por equipes de saúde.
Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta terça-feira (29). O balanço é elaborado a partir de informações levantadas por secretarias estaduais e municipais de saúde de casos e mortes.
Estados
O balanço diário do Ministério da Saúde também traz os dados por estado. No alto do ranking de mais mortes por covid-19 estão São Paulo (126.937), Rio de Janeiro (55.337), Minas Gerais (45.961), Rio Grande do Sul (31.280) e Paraná (30.510). Na ponta de baixo estão Roraima (1.731), Acre (1.738), Amapá (1.833), Tocantins (3.205) e Alagoas (5.320).
Vacinação
Conforme o painel do Ministério da Saúde sobre a operacionalização da campanha de imunização contra a covid-19, até o momento foram entregues às unidades da federação 129,7 milhões de doses, com 96,9 milhões de doses aplicadas, sendo 71,2 milhões da 1ª dose e 25,6 milhões com a 2ª dose e dose única (o que ocorre no caso da Janssen).
Fonte: Agência Brasil

O Brasil chegou a 514.092 mortes por covid-19. Nas últimas 24 horas, foram 618 óbitos e 27.804 novos casos. No total, 18.448.402 casos foram confirmados no país. Existem 3.640 mortes em investigação por equipes de saúde, dados relativos a ontem. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente. O número de pessoas recuperadas totalizou 16.673.329.
Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite de hoje (28). O balanço é elaborado a partir dos dados sobre casos e mortes levantados pelas autoridades locais de saúde.
Em geral, os registros de casos e mortes são menores nos feriados, aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras, os totais tendem a ser maiores pelo acúmulo das informações de fim de semana que são enviadas ao ministério.
O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (126.112), Rio de Janeiro (55.195) e Minas Gerais (45.924). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.731), Acre (1.736) e Amapá (1.832).
Em relação aos casos confirmados, São Paulo também lidera, com 3,7 milhões de casos. Minas Gerais, com 1,7 milhão, e Paraná, com 1,2 milhão de casos, aparecem na sequência. O estado com menos casos de covid-19 é o Acre, com 85,4 mil, seguido por Roraima (111,8 mil) e Amapá (116,8 mil).

Vacinação
Até o momento, foram distribuídas a estados e municípios 129,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, foram aplicadas 96,9 milhões de doses, sendo 71,2 milhões da primeira dose e 25,6 milhões da segunda dose.
Fonte: Agência Brasil

O balanço divulgado nesse domingo (27) pelo Ministério da Saúde registra 33.704 novos diagnósticos de covid-19 em 24 horas. Esse dado eleva para 18.420.598 o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia no país. Ontem (26), o painel de estatísticas marcava 18.386.894 casos acumulados.
As mortes pelo novo coronavírus ao longo da pandemia aproximam-se de 515 mil. Em 24 horas, as autoridades de saúde notificaram 739 novos óbitos, totalizando 513.474. No sábado, o painel de informações marcava 512.735 mortes acumuladas.
O balanço apontou também 1.293.132 pacientes em acompanhamento e 16.613.992 recuperados da doença.

Covid-19 nos estados
Os estados com mais mortes são os seguintes: São Paulo (126.050), Rio de Janeiro (55.181), Minas Gerais (45.888), Rio Grande do Sul (31.117) e Paraná (30.445).
As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.731), Acre (1.736), Amapá (1.824), Tocantins (3.179) e Alagoas (5.281).
Vacinação
Segundo os dados do Vacinômetro às 18h30 de hoje, o Brasil já distribuiu 129,7 milhões de doses para os estados. Destas, 96,7 milhões foram aplicadas, sendo 71,1 milhões da primeira dose e 25,5 milhões da segunda dose e dose única (no caso da vacina da Janssen).
Fonte: Ministério da Saúde

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, convocou os 4 milhões de brasileiros que já têm direito, mas ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra a covid-19, a procurar um posto de saúde e atualizar o esquema vacinal. “As vacinas são seguras e devem ser utilizadas”, disse o ministro em entrevista ao programa Brasil em Pauta que vai ao ar neste domingo, às 20h30. “Vocês devem confiar nas vacinas”, afirmou.
Sobre os brasileiros que estariam escolhendo o imunizante, Queiroga disse que “vacina boa é a que está disponível no posto e é aplicada em cada um dos brasileiros”. O ministro lembrou que todos os imunizantes disponíveis para vacinação no Brasil receberam o aval da Anvisa e, portanto, são seguros e eficazes.
Marcelo Queiroga reiterou que, até setembro deste ano, todos os brasileiros com idade acima de 18 anos já terão tomado a primeira dose da vacina e, até dezembro, a segunda. “O Ministério da Saúde tem trabalhado fortemente para antecipar as doses de vacinas para fazer nossa campanha acelerar”. Segundo ele, já são mais de 600 milhões de doses contratadas, e o ministério já está se preparando para 2022.
Gestantes
O ministro falou também sobre a vacinação de gestantes pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). Segundo ele, já foram aplicadas mais de 87 mil doses em grávidas em todo o Brasil. Queiroga lembrou que o Ministério da Saúde ainda recomenda que se vacinem apenas as gestantes com comorbidades, mas adiantou que a pasta deverá ter um posicionamento para a vacinação de grávidas sem comorbidades nas próximas semanas.
A imunização de gestantes que não são do grupo de risco foi interrompida em maio deste ano, após o falecimento de uma grávida que tomou a vacina da Oxford/AstraZeneca. Ainda não se sabe se realmente foi o imunizante que provocou a morte da mulher. Depois desse episódio, a vacinação com a AstraZeneca em grávidas foi interrompida.
De acordo com Queiroga as vacinas com o vírus inativo são seguras para as gestantes. “Hoje, a orientação é vacinar [as grávidas] com Pfizer e Coronavac”, afirmou o ministro. Segundo ele o PNI, por meio da Secretaria de Vigilância, acompanha as gestantes que fazem o uso da vacina. Queiroga disse que grávidas que tomaram a vacina da AstraZeneca antes da suspensão poderão tomar a segunda dose após o puerpério (45 dias depois do nascimento do bebê).
Estratégia diversificada
O ministro destacou as diversas frentes que o governo brasileiro vem adotando para a aquisição de vacinas. Entre elas estão a adesão ao mecanismo Covax Facility, a parceria com farmacêuticas do exterior como Pfizer e Janssen, o contrato firmado com o Instituto Butantan, que produz a CoronaVac e, sobretudo, o mecanismo de transferência de tecnologia firmado entre a Fiocruz e a AstraZeneca. “Isso resultou numa vacina segura, eficaz, efetiva e custo-efetiva, então o preço da vacina é bastante interessante, um preço menor que US$ 4 por dose”, disse.
Estudos
No programa, Queiroga comentou os estudos com vacinas que estão sendo realizados em Botucatu (SP) e Paquetá (RJ), que contam com o apoio do Ministério da Saúde. “Mostrando o compromisso do governo brasileiro com a pesquisa, a ciência e a evolução da medicina de uma maneira geral e o fortalecimento do nosso complexo industrial da saúde”.
Fonte: Agência Brasil

Chegou ao Brasil na manhã desta quarta-feira (24) mais um lote da vacina contra covid-19 da Janssen, a unidade farmacêutica da Johnson&Johnson. As 300 mil unidades da vacina de dose única se juntam às 1,5 milhão de doses recebidas pelo Ministério da Saúde, na terça-feira (22). O imunizante foi desembarcado no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.
O lote da Janssen deve ser entregue aos estados e Distrito Federal nos próximos dias. A definição da distribuição é realizada semanalmente em reuniões com Conselho Nacional de Secretários de Saúde e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.
“Essas vacinas fazem parte do esforço que estamos realizando para garantir a imunização da população brasileira. Até setembro, 160 milhões de brasileiros devem receber uma dose de esperança no braço”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
As vacinas são parte de um contrato para 38 milhões de doses entre o governo federal e a Janssen. A previsão inicial era de que os imunizantes fossem entregues a partir de outubro deste ano para o Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde.
Nesta sexta-feira (25), desembarcam no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, mais 3 milhões de doses da Janssen. Essa remessa faz parte do lote doado pelo governo dos Estados Unidos ao Brasil. A previsão é a de que Queiroga acompanhe o desembarque.
Fonte: Agência Brasil
Foto: HRI
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