Sexta-feira, 16 de Outubro de 2020
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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2020
Notícias

Um homem identificado por Jailson Miranda da Silva, 43 anos, natural de Central, na região de Irecê, foi morto com golpes de faca na madrugada desta sexta-feira (16) na cidade de Carmo do Paranaíba, estado de Minas Gerais.

A informação foi encaminhada à redação do Central Notícia pelo site local Tô na Mídia.  Segundo o site, o crime ocorreu nas imediações de uma bar na Avenida João Batista, no Bairro Amazonas. A vítima chegou a ser socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico, mas devido aos ferimentos, não resistiu e faleceu, quando estava sendo preparado para ser transferido para Patos de Minas.

Os suspeitos de cometerem o assassinato fugiram após o crime e até o momento não foram localizados.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O corpo do centralense foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: Da Redação



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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2020
Notícias

Foto: SDE

A Bevap Bioenergia assinou protocolo de intenções com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta quinta-feira (15), para implantação de uma unidade industrial sucroenergética, destinada à produção de álcool, açúcar e cogeração de energia elétrica, com o cultivo de cana-de-açúcar.

O investimento inicial previsto é de R$ 500 milhões, podendo chegar a R$ 2 bilhões, entre formação de lavoura e planta industrial, no município de Barra, no oeste da Bahia. O empreendimento prevê a geração de 2 mil empregos diretos e até 10 mil indiretos e faz parte do Polo Agroindustrial e Bioenergético do Médio São Francisco baiano.

De acordo com o vice-governador João Leão, titular da SDE, o Polo Agroindustrial vai contribuir para que a Bahia passe a ser autossuficiente na produção de etanol e açúcar, mas também mudará para melhor as condições socioeconômicas da região do São Francisco. “Acabamos de voltar de uma viagem excepcional para a região, com uma comitiva de executivos do grupo e batemos o martelo. A empresa vem para o estado, é uma usina que mói 4,5 milhões de toneladas de cana em Minas Gerais, na região do Rio Paracatu, e agora vai moer aqui na Bahia a mesma quantidade”, afirma.

Capacidade de produção

A unidade produtiva, a ser instalada em Barra, fará plantio, cultivo e colheita de cana-de-açúcar para extração de caldo para industrialização de açúcar cristal, VHP, etanol hidratado, etanol anidro, com aproveitamento da biomassa (bagaço da cana) para geração de vapor e energia elétrica. A capacidade de produção será de 4 milhões de toneladas de cana e 1 milhão de toneladas de moagem de milho, na segunda fase do projeto.

“É uma terra com água farta, com o Rio São Francisco e seus afluentes, que são uma benção, temos muita terra e uma intenção forte da Bahia ser um grande polo agrícola e industrial. Não podemos deixar a oportunidade passar, então a Bevap não só está vindo como acha fundamental que todas aquelas pessoas que acreditam no Brasil e que acreditam na agroindústria venham para cá. É uma conquista sem risco, que só depende de trabalho, de suor, pois vamos ter, pelo que me foi dito, a infraestrutura que precisamos”, destaca Sérgio Facchini, presidente do Conselho de Administração da Bevap e diretor-presidente da Krasis, a holding do grupo.

Foto: Fernando Vivas/GOVBA

O Polo

O Polo Agroindustrial e Bioenergético prevê a implantação de até 15 empreendimentos agrícolas, pecuários e agroindustriais – usinas sucroalcooleiras, processadoras de frutas e frigoríficos -, nos municípios de Barra e Muquém do São Francisco. A primeira usina em implantação, do Grupo Sergio Paranhos Agroindustrial, possui área de 8.115 hectares, com 12 pivôs centrais em atividade e previsão de colher 400 mil toneladas de cana-de-açúcar na primeira safra de etanol, projetada para meados de 2021. O grupo já emprega 500 funcionários em Muquém de São Francisco, as obras da usina estão avançadas e a previsão é de gerar cerca de 3,9 mil empregos diretos e indiretos na operação integral do projeto.

A SDE comandou uma missão de negócios para a região, na quarta-feira (14), que, além de Leão e Facchini, foi composta pelo diretor presidente da Bevap, Gabriel Sustaita, pelo diretor financeiro da Krasis e da Planova, Danilo Luiz Iasi Moura, a diretora comercial da Krasis, Cláudia Sofner, e técnicos da secretaria.

Fonte: Ascom/SDE



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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2020
BRASIL

Caso os testes clínicos em curso comprovem a eficácia das vacinas contra a covid-19, o Brasil está bem posicionado para obter doses já no ano que vem, avalia a professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) Cristiana Toscano, que integra o Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização (SAGE) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A pesquisadora explicou que acordos já assinados pelo governo federal e pelo estado de São Paulo dão alternativas ao país, mas alerta que é preciso se apressar no planejamento para preparar os mais de 30 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).

"No Brasil, a gente tem uma situação que considero bastante privilegiada, porque a gente tem os mecanismos bilaterais e o envolvimento do Brasil no Covax, que é um mecanismo multilateral", disse a epidemiologista, que participou da Jornada Nacional de Imunizações, promovida pela Sociedade Brasileira de Imunizações. "A gente está bem posicionado do ponto de vista de acesso e de possibilidade e expectativa real de termos algumas vacinas já em 2021."

Consórcio

No mês passado, o Brasil confirmou sua participação no consórcio Covax, organizado pela OMS para garantir acesso à imunização em todo o mundo. O fundo espera captar US$ 18 bilhões com o investimento de 80 países considerados autofinanciáveis, como o Brasil, para fornecer as vacinas para estes e mais 92 países que não teriam condições de fabricar ou comprar as doses.

Com a adesão, o país vai investir cerca de R$ 2,5 bilhões e espera adquirir um portfólio que, até então, tem nove vacinas em desenvolvimento, para garantir a proteção de 10% da população até o final de 2021.

Acordos bilaterais

Em acordos bilaterais, o país contratou a transferência de tecnologia de uma vacina britânica e uma chinesa. O governo federal assinou acordo com os desenvolvedores da AstraZeneca e da Universidade de Oxford para que a Fundação Oswaldo Cruz nacionalize a produção da vacina, que está na última fase de testes clínicos em diversos países, incluindo o Brasil. A vacina de Oxford também é uma das nove vacinas que integram o portfólio do Covax.

Além disso, o governo do estado de São Paulo e o Instituto Butantan firmaram acordo para testagem e transferência de tecnologia para a produção nacional da vacina em desenvolvimento pelo laboratório chinês Sinovac.

Planejamento

Cristiana Toscano ressaltou que, devido à pandemia, os investimentos na produção precisaram ser antecipados, o que implica no risco de as vacinas não terem sua eficácia comprovada. Assim como os testes e os processos regulatórios, a pesquisadora destaca que o planejamento para fazer com que as vacinas cheguem aos postos também precisa ser agilizado desde o nível local até o nacional, porque há um horizonte de início da imunização nos primeiros meses do ano que vem.

"Não precisa esperar. Não tem um momento para falar 'agora vamos começar'. O agora é já. A gente está trabalhando com uma previsão otimista e esperançosa. Se, de fato, nessa avaliação preliminar de dezembro, essas vacinas demonstrarem eficácia e segurança, a previsão é que entre fevereiro e março, no mais tardar, seja de fato possível iniciar a vacinação. Estamos falando de um tempo bastante curto para preparar tudo para uma vacinação de tamanha escala e tremenda importância".

Em setembro, o governo federal instituiu um grupo de trabalho interministerial para coordenar a aquisição e a distribuição de vacinas “com qualidade, eficácia e segurança comprovadas” contra o novo coronavírus.

O planejamento, no entanto, já havia começado, como apresentou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, na Comissão Externa da Câmara dos Deputados destinada a acompanhar o enfrentamento à pandemia.

A pesquisadora reconhece que ainda há muitas lacunas que impactam no planejamento, como a confirmação do número de doses por pessoa, a eficácia em cada grupo populacional e o tempo de duração da imunidade. Para municiar governantes, a OMS elaborou modelagens para simular cenários que ajudem na tomada de decisão, o que inclui quais grupos priorizar para reduzir a mortalidade, a ocorrência de casos graves ou a preservação do sistema de saúde, por exemplo.

"A boa notícia é que, em relação a esse quesito [mutabilidade do vírus], para a vacina contra a covid, parece não ser necessária uma nova vacinação por mutação de vírus circulante", avalia a pesquisadora, que aponta outro desafio: "Será uma vacinação diferente das campanhas habituais. Não deve ser direcionada a crianças e sim a grupos diferentes dos que estamos acostumados".

Fonte: Agência Brasil



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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2020
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2020
Notícias

Na terça-feira, 13 de outubro de 2020, teve início as Atividades de Educacionais Não Presenciais Emergenciais (AENPE) no Campus Irecê.

As atividades foram planejadas considerando a atual situação de pandemia provocada pela Covid-19, onde se faz necessário a preservação da integridade e da saúde da comunidade IFBA. Por isso, todas as atividades serão realizadas de forma não presencial em plataformas digitais, em horários pré-definidos.

Todos os estudantes dos Cursos Técnicos da forma Integrada, da Modalidade de Educação de Jovens e Adultos-PROEJA e dos Cursos Superiores deverão (caso tenham interesse) fazer sua matrícula através do link disponibilizado pelas Coordenações de cada Curso.

O aluno que ainda não fez sua matrícula (manifestação de interesse em participar) deve procurar a Direção de Ensino ou a Coordenação do seu Curso.

Contextualização:

Diante da impossibilidade do retorno das atividades presenciais, o Conselho Superior do IFBA – CONSUP, aprovou a Resolução Nº 19, de 24 de agosto de 2020, que estabelece as normas acadêmicas e provisórias para as AENPE durante o período de suspensão das atividades presenciais no âmbito do IFBA, enquanto durar a situação de pandemia da Covid-19.

As AENPE não significam uma simples transposição das aulas presenciais para um ambiente digital. Sendo assim, foram estruturadas novas formas de organização das atividades contemplando as características destes novos ambientes de ensino e sua adequação ao público de todas as modalidades de nossos cursos, contando com atividades síncronas e assíncronas.

As atividades síncronas são atividades realizadas online, em tempo real, com a participação simultânea dos envolvidos no processo de ensino e aprendizagem, ou seja, docentes e discentes. Já as atividades assíncronas são atividades realizadas em tempos diferentes, não sendo obrigatória a participação simultânea dos envolvidos, ou seja, docentes e alunos não precisam estar reunidos no mesmo espaço e ao mesmo tempo – o que significa uma maior flexibilidade no acompanhamento e na realização dos estudos.

Fonte: IFBA Irecê



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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2020
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2020
Notícias

Bilhete de "despejo" recebido pela associação de artesãos. Foto: reprodução.

A Associação de Artesãos Minerais de Morro do Chapéu recebeu “15 dias para tirar tudo” e devolver o imóvel onde fica sua sede. O coletivo foi informado por meio de um bilhete escrito à mão. Após ser procurada através da ouvidoria, prefeitura emitiu notificação extrajudicial. Associação de artesãos está no local há mais de 15 anos.

Os artesãos contam com apoio da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), que cedeu algumas máquinas e organizou o último curso de formação de artesão do município, em 2002.

Segundo o documento recebido oficialmente pela associação, o terreno onde fica a sede foi cedido em regime de comodato para a Coelba. A nota assinada pelo secretário municipal de governo, Leandro Wilker, também alega que com o final do mandato atual a gestão precisa “se organizar para proceder aos atos inerentes à transição”.

Já o bilhete, diz apenas “15 dias para retirar tudo. 22 (de outubro)”. O papel é assinado com uma rubrica e traz um número de telefone celular para contato.

Mesmo estando em terreno cedido, o imóvel é visado para venda, pois tem amplo espaço e fica bem localizado, próximo à rodovia. A suspeita de haver comprador para a área, inclusive, já levou a registro de boletim de ocorrência na delegacia.

Para o artesão Fabiano Neri, a entrega do imóvel pode significar o fim da associação. “Precisamos do espaço para instruir novos artesãos e artesãs. O que indiscutivelmente contribuiria para a retomada das atividades coletivas, trazendo como consequência, a manutenção dos trabalhos e a geração de emprego e renda”, diz Neri.

A entrega do imóvel também vai acabar com a fonte de renda de Fabiano. O artesão construiu um galpão nos fundos da sua casa, mas a Coelba ainda não atendeu à solicitação de fornecimento de energia. Portanto, se a associação realmente perder a sede, Fabiano não terá como dar conta das encomendas que recebe.

Fonte: Ascom - CBPM



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