
O total de vidas perdidas para a pandemia do novo coronavírus alcançou 395.022. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 3.086 novos óbitos. Na segunda-feira(26), o balanço diário marcava 391.936 pessoas que não resistiram à pandemia.
Ainda há 3.692 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.
Já a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 14.441.563. Ontem e hoje, foram confirmados 72.140 novos diagnósticos positivos. Ontem, o painel do Ministério da Saúde marcava 14.369.423 casos acumulados.
As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite dessa terça-feira (27). O balanço é elaborado com base dos dados sobre casos e mortes levantados pelas autoridades locais de saúde.
O número de pessoas recuperadas está em 12.992.442. Já a quantidade de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.054.099.
Os dados em geral são mais baixos no domingo e na segunda-feira porque é há menos trabalhadores para fazer os registros de casos e mortes. Na terça-feira, porém, os dados tendem a ser mais altos porque. Já que neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

Estados
O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (93.842), Rio de Janeiro (43.288), Minas Gerais (32.497), Rio Grande do Sul (24.458) e Paraná (21.805).
Já as unidades federativas com menos óbitos são Roraima (1.494), Acre (1.500), Amapá (1.524), Tocantins (2.488) e Alagoas (4.159).
Vacinação
Até o início da noite desta terça-feira, haviam sido distribuídos 57,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicados 39,8 milhões de doses, sendo 27,7 milhões da primeira e 12,1 milhões da segunda dose.
Veja matéria da TV Brasil
Fonte: Agência Brasil

Os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitaram, por unanimidade, a importação e o uso da vacina russa Sputnik V pelo Brasil. A decisão foi tomada na noite dessa segunda-feira (26). O imunizante é produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. Os diretores do órgão se reuniram, de forma extraordinária, para avaliar os pedidos de nove estados para a aquisição da vacina.
O diretor da Anvisa, Alex Machado Campos, que é o relator do pedido, considerou que o imunizante pode trazer riscos à saúde. Além disso, foram apontadas falhas e pendências na documentação apresentada pelo fabricante. Ele se baseou em pareceres técnicos de três gerências da Anvisa, que fizeram uma apresentação no início da reunião.
"Para os pleitos ora em deliberação, o relatório técnico da avaliação da autoridade sanitária ainda não foi apresentado, os aspectos lacunosos não foram supridos, conforme as apresentações técnicas. Portanto, diante de todo o exposto, verifica-se que os pleitos em análise não atendem, neste momento, às disposições da Lei 14.124 e da Resolução da Diretoria Colegiada 476, de 2021, razão pela qual eu voto pela não autorização dos pedidos de importação e distribuição da vacina Sputnik V solicitados pelos estados que já relacionamos", afirmou o diretor-relator. O voto do relator foi seguido pelos outros relatores da agência.
A deliberação foi marcada dentro do prazo estipulado pela Lei n º 14.124/21, e de acordo com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, que determinou a análise da questão dentro do prazo de 30 dias. Caso não houvesse essa análise por parte da Anvisa, a vacina poderia ser importada.
Os estados que tiveram seus pedidos avaliados pela Anvisa foram: Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Sergipe e Pernambuco. Além desses, também estão com pedidos pendentes de avaliação, ainda dentro do prazo, os estados de Rondônia, Sergipe, Tocantins, Amapá e Pará, e os municípios de Niterói (RJ) e Maricá (RJ). Ao todo, esses pedidos somam 66 milhões de doses, que poderiam vacinar cerca de 33 milhões de pessoas, por meio de duas doses.
Antes da votação dos diretores, gerentes de três departamentos da Anvisa apresentaram seus pareceres técnicos contra a compra da Sputnik V. Os relatórios foram incorporados ao voto do diretor-relator, Alex Machado Campos.
Vírus replicante
Em sua apresentação, o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, argumentou que os lotes analisados mostram a presença de adenovírus com capacidade de reprodução no composto da vacina, o que traz riscos à saúde. A tecnologia utilizada na fabricação da Sputnik V é a do adenovírus vetor. Por meio dessa técnica, o código genético do Sars-Cov-2, que é o vírus da covid-19, é inserido no adenovírus e este, ao ser administrado em seres humanos por meio da vacina, estimula as células do organismo a produzir uma resposta imune.
O adenovírus é um vírus que possui uma capacidade natural de replicação no corpo humano, mas quando utilizado como imunizante, essa capacidade de reprodução deve estar neutralizada, o que não teria ocorrido no caso dos lotes da Sputnik avaliados pela Anvisa.
"Um dos pontos críticos, cruciais, foi a presença de adenovírus replicante na vacina. Isso significa que o vírus, que deve ser utilizado apenas para carregar o material genético do coronavírus para as células humanas e promover a resposta imune, ele mesmo se replica. Isso é uma não conformidade grave", disse Mendes. "Esse adenovírus replicante foi detectado em todos os lotes apresentados da vacina Sputnik",
Esse procedimento, explicou o gerente-geral, está em desacordo com o desenvolvimento de qualquer vacina de vetor viral, de acordo com os parâmetros de autoridades regulatórias dos Estados Unidos e da União Europeia. Ele alertou que, uma vez no organismo humano, o adenovírus replicante poderia causar viroses e se acumular em tecidos específicos do corpo, como nos rins.
Documentação
Em outra avaliação, dessa vez sobre as empresas que fabricam a vacina, a Gerência Geral de Inspeção e Fiscalização da Anvisa informou que não foi apresentado o relatório técnico de aprovação do imunizante russo para verificar o controle de qualidade na fabricação.
Por causa disso, a Anvisa analisou documentos próprios e de outras autoridades regulatórias internacionais e solicitou a realização de uma inspeção presencial em duas das empresas que fabricam a vacina na Rússia, a Generium e a UfaVITA. A inspeção no Instituto Gamaleya, que é o desenvolvedor da vacina, foi negada pelo governo russo. Essa inspeção foi realizada ao longo da semana passada por três técnicos enviados pela agência. Na visita, de acordo com a gerente de inspeção, Ana Carolina Merino, foram constadas não conformidades na fabricação da vacina, que impactam, entre outras, na garantia de esterilidade do produto.
"Neste momento, o risco inerente à fabricação não é possível de ser superado, tanto para o insumo fabricado pela Generium quanto pelos produtos acabados fabricados pela Generium e pela UfaVITA, então a nossa gerência não recomenda a importação da vacina", afirmou.
Em outro parecer, a gerente-geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária da Anvisa, Suzie Marie Gomes, afirmou haver falta de informações conclusivas sobre eventos adversos de curto, médio e longo prazos decorrentes do uso da vacina, o que prejudica a avaliação do produto. "Eu chamo a atenção também para que a ausência de dados também é informação. A ausência de comprovação é considerada uma evidência, e uma evidência forte, sobretudo quando temos uma estimativa de população exposta ao risco que beira os 15 milhões de cidadãos", afirmou.
Fonte: Agência Brasil
O número de mortes diárias por covid-19 registradas no país, de acordo com a média móvel de sete dias, registrada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), recuou 19,5% no período de duas semanas. Segundo o boletim Monitora Covid, da Fiocruz, a média de óbitos caiu de 3.101 em 11 de abril para 2.495 nesse domingo(25).
Na comparação com o recorde de mortes, anotado em 12 de abril (3.124), a queda chegou a 20,1%. Apesar da trajetória de declínio nessas duas semanas, a média de óbitos ainda é 9,4% maior que a observada um mês antes (2.280). A situação da pandemia neste momento também é pior do que no ápice de mortes do ano passado (25 de julho), quando houve 1.097 registros diários. Na comparação de ontem com 25 de julho, a alta chega a 127,4%.
O número de casos da doença, segundo a média móvel de sete dias, também está em trajetória de queda nas duas últimas semanas. Ontem, houve 56.817 casos, 20% a menos do que 14 dias antes (71.010).
Fonte: Agência Brasil

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas ( Unicamp ) e da Universidade de São Paulo (USP) assinaram na sexta-feira (29), em São Paulo, um acordo com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDi) e a Medicines for Malaria Venture (MMV), para cooperação e financiamento de novos medicamentos para doença de Chagas, leishmaniose visceral e malária.
O consórcio, que reúne um time de cientistas em uma rede global de colaboração, garantirá investimentos de R$ 43,5 milhões em cinco anos; sendo R$ 7,8 milhões da Fapesp, R$ 12,8 milhões da DNDi e da MMV e R$ 22,9 milhões em infraestrutura de pesquisa e custos de pessoal provenientes da Unicamp e da USP.
Considerada uma doença negligenciada, a doença de Chagas é endêmica em 21 países da América Latina, e é a enfermidade parasitária que mais mata na região, segundo dados da DND - uma organização sem fins lucrativos de Pesquisa e Desenvolvimento. No total, 70 milhões de pessoas estão em risco em todo o mundo e cada vez mais cresce o número de pacientes em países não-endêmicos, como Estados Unidos e Austrália.
Também no grupo das doenças negligenciadas, a leishmaniose visceral é causada pelo protozoário Leishmania spp e transmitida pelas inúmeras espécies do mosquito-palha. Essa zoonose tem evolução crônica que pode ser letal, se não for tratada adequadamente. Dos casos registrados na América Latina, cerca de 90% ocorrem no Brasil.

A malária é causada por parasitas da família Plasmodiun e é transmitida pela picada de mosquito infectado. Em 2018, cerca de 200 mil casos de malária foram notificados no Brasil, segundo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Em 2017, o número de pessoas afetadas registrou aumento de 53% em relação ao ano anterior.
Com a DNDi, o objetivo é entregar um composto de alta qualidade otimizado e pronto para desenvolvimento clínico, para o tratamento da doença de Chagas e leishmanioses. Busca-se, assim, seguir os perfis de produtos-alvo desenvolvidos pela DNDi e seus parceiros para garantir a entrega de um composto que satisfaça as necessidades dos pacientes.
“O grande diferencial deste consórcio é a criação de uma rede internacional, multidisciplinar, autossustentável e pensada a partir das necessidades das populações dos países endêmicos. Trata-se de um esforço conjunto pelo mesmo propósito: obter tratamentos seguros e eficazes para a doença de Chagas, leishmanioses e malária", explicou o gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da DNDi, Jadel Müller Kratz.
“Doenças negligenciadas são doenças de países pobres, de pessoas negligenciadas. Normalmente são doenças parasitárias transmitidas por mosquitos e acometem pessoas que vivem em países de baixa renda, em desenvolvimento. Como são comuns em países da América do Sul, África e atingem pessoas com baixo poder aquisitivo, não despertam o interesse de grandes farmacêuticas para desenvolver novos medicamentos”, disse o coordenador do projeto, professor do Instituto de Química da Unicamp, Professor Luiz Carlos Dias.
Segundo Dias, o baixo interesse das grandes companhias também se deve ao fato de que a descoberta de novos medicamentos é um processo muito longo e tedioso para não oferecer lucro às empresas. “Os medicamentos tem que ser baratos e é isso que estamos buscando aqui. Medicamentos que custem cerca de 50 centavos no máximo. Se pegarmos o número de compostos e medicamentos que surgiram para outras doenças nos últimos anos e compararmos com os novos medicamentos que surgiram para doenças parasitárias, veremos que para essas o número é bem reduzido”.
O objetivo do consórcio é reunir a experiência internacional dos envolvidos para chegar, em até cinco anos, a produtos que sejam eficazes, seguros e baratos e que possam ser usados por crianças abaixo de cinco anos e gestantes. “No caso da malária estamos observando a resistência dos parasitas aos antimalariais disponíveis no mercado. Visamos um tratamento em dose única, que elimine todas as formas do parasita do organismo em cinco a sete dias. É um desafio enorme, mas que nós decidimos enfrentar junto com a Medicines for Malaria Venture”, ressaltou o professor da Unicamp.
De acordo com Dias, o Brasil não tem tradição na área da descoberta de medicamentos, por isso, a parceria com a DNDi e o MMV é tão importante, já que ambas são compostas por profissionais de capacidade comprovada em descoberta de medicamentos e que já passaram por grandes farmacêuticas mundiais. “Trazemos essas pessoas para o Brasil. Nós temos expertise na área de síntese orgânica, química, biologia, química medicinal, mas descobrir medicamentos para essas doenças é realmente uma tarefa em colaboração que envolve muitas pessoas e experiência e é isso o que estamos fazendo”, finalizou.
Fonte: Agência Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que vai entregar nesta sexta-feira (23), 5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19 produzidas pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). A quantidade supera a previsão inicial para esta semana em 300 mil doses.
Por questões logísticas relacionadas à distribuição das vacinas, a Fiocruz passará a liberar os lotes para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) sempre às sextas-feiras. Segundo a fundação, a decisão foi tomada em conjunto com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
Na semana passada, Bio-Manguinhos também liberou 5 milhões de doses, porém em duas remessas, na quarta-feira e na sexta-feira. Para a semana que vem, o cronograma prevê mais 6,7 milhões de doses, o que fará com que a fundação entregue mais de 18 milhões de doses no mês de abril.
Para os próximos meses, a programação é que as entregas cresçam em volume e cheguem a 21,5 milhões, em maio; 34,2 milhões, em junho; e 22 milhões, em julho. Desse modo, a fundação cumprirá a meta de produzir 100,4 milhões de doses a partir do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado, conforme acordo de encomenda tecnológica firmado com a farmacêutica AstraZeneca. No segundo semestre, a Fiocruz prevê produzir 110 milhões de doses com IFA fabricado no Brasil.
Já foram entregues ao Programa Nacional de Imunizações 14,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, sendo 10,8 milhões produzidas por Bio-Manguinhos. As outras quatro milhões foram importadas prontas da Índia nos meses de janeiro e fevereiro.
Fonte: Agência Brasil

O Brasil chegou a 380 mil óbitos em decorrência da pandemia de covid-19. Segundo a atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nessa quarta-feira (21), 381.478 pessoas vieram a óbito pela doença desde o início da pandemia. Em 24h, foram registradas 3.472 mortes.
Na terça (20), o país chegou a 14 milhões de casos de covid-19 desde o início da pandemia. Com a atualização de hoje, foram confirmados 14.122.795 casos de diagnósticos positivos desde o primeiro, em fevereiro de 2020. Em 24 horas foram registrados 79.719 novos casos.
O número de pessoas recuperadas está em 12.646.132. Já a quantidade de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.095.188.

Ainda há 3.642 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.
Estados
O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (90.627), Rio de Janeiro (42.110), Minas Gerais (30.994), Rio Grande do Sul (23.690) e Paraná (20.809). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.449), Roraima (1.466), Amapá (1.488), Tocantins (2.414), e Sergipe e Alagoas com 4.034 mortes cada.
Fonte: Agência Brasil

O Brasil registrou mais 3.321 mortes e 69.381 novos casos nas últimas 24 horas de covid-19, de acordo com a atualização do Ministério da Saúde divulgada nessa terça-feira (20). São 14.043.076 diagnósticos positivos desde o primeiro caso identificado em fevereiro de 2020 no Brasil, além de 378.003 vidas perdidas para a covid-19. As equipes de saúde ainda investigam 3.625 mortes.
Além disso, são 12.561.689 pessoas recuperadas da covid-19, bem como 1.103.384 pessoas com o vírus ativo. Até o início da noite desta terça (20), haviam sido distribuídas 53,6 milhões de doses de vacinas. Deste total, foram aplicadas 33,8 milhões de doses, sendo 24,8 milhões da 1ª dose e 9 milhões da 2ª dose.
Atualmente o Brasil está atrás apenas dos Estados Unidos no ranking mundial de mortes pela doença, com os norte-americanos registrando 567 mil mortes pelo vírus. A taxa de letalidade segue em 2,7%, enquanto a incidência da doença para cada 100 mil habitantes subiu para 6.682,5.

Fonte: Ministério da Saúde

O presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) atacou nessa segunda-feira (19) o eleitorado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que segue líder nas pesquisas, dizendo que quem votar nele “merece sofrer”.
Segundo reportagem do jornal O Globo, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, Bolsonaro comentou o julgamento da semana passada em que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por oito votos a três, anular as condenações impostas a Lula no âmbito da Operação Lava-Jato. A decisão devolveu a elegibilidade ao petista.
“Foi 8 a 3 o placar lá. Você interprete como quiser. Agora, pelo amor de Deus, o povo que por ventura vote em um cara desses, é um povo que merece sofrer”, disse.
Bolsonaro também já articula fraude para as próximas eleições. “Em 22 com voto auditável, a gente consiga mudar o Brasil”, disse sobre o projeto que está tendo prioridade por Bia Kicis (PSL-DF) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, antes de ser indagado sobre a decisão de Lula no julgamento do STF.
Fonte: Congresso em Foco

Em 24 horas, houve 42.980 novos casos de covid-19 no Brasil. O número consta da atualização do Ministério da Saúde (MS) desse domingo (18). No balanço, foram confirmados 13.943.071 diagnósticos positivos desde o primeiro, em fevereiro de 2020.
O número de mortes em decorrência da pandemia do novo coronavírus chegou a 373.335. De ontem para hoje, foram confirmados 1.657 novos óbitos.
Ainda há 3.660 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente. O número de pessoas recuperadas está em 12.391.599. Já o total de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.178.137.
Dados
Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Já às terças-feiras eles tendem a ser maiores porque neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.
Estados
O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (88.350), Rio de Janeiro (41.310), Minas Gerais (30.309), Rio Grande do Sul (23.192) e Paraná (20.349). Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.418), Roraima (1.445), Amapá (1.467), Tocantins (2.374) e Sergipe (3.955).

Fonte: Agência Brasil

O Consórcio de Governadores do Nordeste, formado pela Bahia e os outros estados da região, deve receber a compra da vacina Sputnik V, importada da Rússia, antes da carga comprada pelo governo federal. Segundo o colunista Guilherme Amando, da revista Época, os governadores suspeitam que a Anvisa está atrasando a autorização da vacina Sputnik para que Jair Bolsonaro não passe um novo constrangimento de chegar ao país uma nova imunização pelas mãos dos governos estaduais e não pela do presidente.
Ainda segundo a reportagem, o laboratório já decidiu que, assim que houver autorização, primeiro serão entregues as vacinas para o nordeste e depois as contratadas por Bolsonaro. A Bahia comprou, por meio do consórcio, 97 milhões de doses. Mesmo assim, na época em que comandava o Ministério da Saúde, Pazuello informou que houve um acordo de que o Nordeste cederia as doses ao Ministério da Saúde.
“Os estados e municípios podem comprar a vacina? Sim, eles podem comprar a vacina e o produto dessa compra deve vir para o PNI [Plano Nacional de Imunização] para ser distribuído para todo o Brasil. Podem comprar, desde que o produto dessa compra venha para o PNI e seja distribuído para todo o Brasil. Não haverá estados vacinando antes de outros estados ou municípios antes de municípios, somos um só país”, explicou, durante uma coletiva em março.
Fonte: As informações são do site Aratu On
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