Jussara - A Barreira Sanitária de Monitoramento está ativa desde o dia 23 de março, realizando abordagens onde a equipe coleta informações e realiza a aferição de temperatura corporal das pessoas que chegam ao município.
Apesar de todos os procedimentos serem indispensáveis, é importante destacar que a aferição de temperatura é essencial para tornar as abordagens mais eficazes e assim estabelecer um monitoramento mais rígido.
A Barreira Sanitária de Monitoramento continua ativa 24h. Esta medida é de fundamental importância para preservar a saúde dos jussarenses, porém estamos em um momento de sensibilização, para vencer essa luta precisamos do apoio da população, orientando, denunciando e cooperando.
Vídeo:
Fonte: Ascom - PMJ

A população de Irecê e região passa a contar com os atendimentos da Operação Ronda Maria da Penha, por meio do 7° Batalhão da Polícia Militar, unidade que integra o Comando de Policiamento da Região da Chapada (CPRC).
"Este projeto da PM busca oferecer proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, mas também aquelas que sofrem, não só agressões físicas, mas também psicológicas. Sem dúvida, com essa nova conquista, iremos prevenir crimes destas modalidades", ressaltou o comandante do CPRC, coronel Valter Araújo.

Sob o comando da capitã Sheila Karine Silva Dias, a nova unidade que fica sediada na cidade de Irecê e conta com policiais capacitados para atuarem nos chamados que envolvam delitos contra mulheres e, em especial, nos casos de medidas protetivas.
Fonte: Ascom -SSP-BA

O presidente da República Jair Bolsonaro vetou o uso do saldo remanescente do Fundo de Reservas Monetárias (FRM), de cerca de R$ 8,6 bilhões, para o combate ao novo coronavírus. A decisão foi publicada na edição desta quarta-feira (3) do “Diário Oficial da União”. A destinação do dinheiro tinha sido aprovada em maio pelo Congresso Nacional durante a análise de medida provisória editada por Bolsonaro e que extinguiu o fundo.
Bolsonaro também vetou outros trechos do texto aprovado pelos parlamentares, entre eles o que previa a repartição do dinheiro entre estados e municípios para a compra de materiais de prevenção à pandemia. O presidente sancionou apenas a parte da lei que extingue o fundo, que já estava inativo. Criado em 1966, o FRM era abastecido com reservas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), usadas para intervenção nos mercados de câmbio e na assistência a bancos e instituições financeiras.
Agora, cabe ao Congresso analisar o veto presidencial, que poderá ser mantido ou derrubado. Não há ainda previsão de quando a questão será analisada pelos parlamentares. Durante a tramitação na Câmara e no Senado, o projeto havia sido aprovado com grande consenso. Entre os deputados, a votação tinha sido simbólica (sem o registro de votos no painel eletrônico), modalidade usada geralmente quando há acordo sobre o teor da matéria. No Senado, a aprovação havia sido unânime, com 75 votos a favor.
Medida provisória
O conteúdo inicial da medida provisória, que deu origem à lei, previa que o dinheiro fosse utilizado para pagar a Dívida Pública Federal. Diante da pandemia de coronavírus no país, os parlamentares decidiram mudar a sua destinação do recurso para o enfrentamento da doença. Com o veto presidencial, a verba fica, em princípio, sem destinação. Ao vetar o trecho, Bolsonaro alegou que a mudança feita pelo Congresso Nacional criava uma despesa obrigatória ao Poder Público sem indicar o impacto financeiro, violando regras constitucionais.
Fundo
O fundo estava sem receber aportes desde 1988, quando houve uma alteração na legislação, mas continuou a ser usado para socorrer instituições. Em 2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal vedou o uso de dinheiro público para ajudar entidades financeiras. Como o fundo estava parado desde então, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o governo buscasse uma solução para o fundo, que, segundo cálculos da equipe econômica, possui aproximadamente R$ 8,6 bilhões, conforme consta da Exposição de Motivos da MP enviada ao Legislativo na época.
Fonte: G1
Foto:Reprodução/Rede Social
Um menino de 1 ano e 2 meses morreu após cair dentro de um balde com água e se afogar. O acidente aconteceu na casa onde morava com os pais na localidade de Lagoa Funda, zona rural do município de Barro Alto, na região de Irecê. A polícia está investigando o caso.
Miguel Gomes Moreira tinha um irmão gêmeo que não estava com ele no momento do acidente.
A criança foi levada para uma unidade hospitalar do município. Os médicos tentaram reanimar a menino, mas não conseguiram.
Moradores da comunidade estão transtornados com o fato.
Fonte: Central Notícia
João Dourado registrou na noite desta terça-feira (02) mais 11 casos do novo coronavírus, o que fez o total de infectados chegar a 36. A cidade não registra nenhuma morte provocada pela doença.
De acordo com relatório da Secretaria de Saúde do Município, dos onze pacientes testados positivos, ontem, um reside na sede e dez na comunidade de Gameleira.
Ainda segundo a pasta, seis pacientes são do sexo masculino (com 40, 09, 03, 19, 52 e 24 anos ) e cinco do sexo feminino (com 35, 15, 47, 19 e 20 anos).
Fonte: Central Notícia
Nova unidade oferece odontopediatria e tratamento de canal pelo SUS, fortalecendo a saúde pública no município.
A Câmara Municipal de Central marcou presença, de forma unânime, no 4º Congresso Baiano de Vereadores(as), realizado no Hotel F...
Foto: Reprodução Pouco depois das 03h da madrugada desta sexta-feira (13...
Segundo a Embasa, invasão em área restrita da ETE do loteamento Ieda Dourado provocou o incidente A Embasa e...
Foto: Divulgação/PM A Polícia Militar cumpriu um mandado de prisão na ma...