
A atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nesta terça-feira (11), mostra que o Brasil tem 3.109.630 casos confirmados de covid-19 acumulados desde o início da pandemia. Desse total, 103.026 evoluíram para óbito (3,3%); 2.243.124 pacientes se recuperam da doença (72,1%); e 763.480 estão em tratamento (24,6%).
Nas últimas 24 horas, passou a fazer parte dessa estatística 52.160 novos casos confirmados e 1.274 mortes. Atualmente, 3.580 óbitos estão em investigação. A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,3%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 49,0. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1479,7.

Desde o início da pandemia, São Paulo soma 639.562 casos acumulados de covid-19. É o estado com o maior registro da doença, seguido por Bahia (198.767), Ceará (190.550), Rio de Janeiro (182.563) e Pará (169.613). São Paulo também lidera o maior número de óbitos causados pela covid-19 (25.571). Em seguida, estão Rio de Janeiro (14.212), Ceará (8.011, Pernambuco (7.008) e Pará (5.901).
Fonte: Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou mudanças no protocolo do teste com a chamada “vacina de Oxford”, objeto de um dos ensaios clínicos em curso no Brasil e apontada por pesquisadores e pelo governo federal como uma das alternativas mais promissoras de prevenção da covid-19.
A alteração é a aplicação de uma dose de reforço, totalizando duas doses em vez de uma, como originalmente havia sido proposto. Essa parcela adicional de vacina será ministrada tanto para os que já haviam recebido a substância quanto para os voluntários que ainda receberão a vacina. No primeiro caso, o intervalo entre uma e outra será de quatro semanas.
A medida foi tomada a pedido dos responsáveis pela pesquisa. A mudança se deve ao fato de alguns estudos indicarem que a aplicação de duas doses pode produzir resultados mais efetivos na imunização. Outra atualização foi a ampliação da faixa etária do grupo participante da pesquisa.
Originalmente eram admitidas pessoas de 18 a 55 anos. A idade limite foi estendida para até 69 anos, incluindo uma faixas de idosos, o segmento que mais morre em função da covid-19. A “vacina de Oxford” passou a ser conhecida popularmente por este apelido por se tratar de uma pesquisa capitaneada pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com o laboratório Astrazeneca.
O governo brasileiro celebrou um acordo com os agentes responsáveis para que o Brasil tenha preferência na aquisição de insumos e da transferência de tecnologia. O acerto inclui a pré-compra de insumos para 30 milhões de doses em dezembro e o repasse de tecnologia para a fabricação no país de mais 70 milhões de doses ao longo do ano de 2021.
A produção ficará a cargo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. Na semana passada, o governo federal editou Medida Provisória alocando R$ 1,99 bilhão em recursos para o custeio da aquisição dos insumos e transferência de tecnologia da vacina.
A vacina
Desenvolvida pela Universidade de Oxford, a vacina foi elaborada através da plataforma tecnológica de vírus não replicante (a partir do adenovírus de chimpanzé, obtém-se um adenovírus geneticamente modificado, por meio da inserção do gene que codifica a proteína S do vírus SARS-COV-2, do novo coronavírus).
De acordo com o governo, embora seja baseada em uma nova tecnologia, esta plataforma já foi testada anteriormente para outras doenças, como, por exemplo, nos surtos de ebola e Mers (síndrome respiratória do Oriente Médio causada por outro tipo de coronavírus) e é semelhante a outras plataformas da Bio-Manguinhos/Fiocruz, o que facilita a sua implantação em tempo reduzido.
A vacina está na Fase 3 dos ensaios clínicos, que é a última etapa de testes em seres humanos para determinar a segurança e eficácia.
Fonte: Agência Brasil

O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, está sendo investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) por suspeita de infração de medida sanitária preventiva. Segundo o MPF, no dia 15 de março, Edir Macedo divulgou um vídeo nas redes sociais que minorava os riscos da pandemia do novo coronavírus.
“Meu amigo e minha amiga, não se preocupe com o coronavírus. Porque essa é a tática, ou mais uma tática, de Satanás. Satanás trabalha com o medo, o pavor”, afirmou ele. “E quando as pessoas ficam apavoradas, com medo, em dúvida, as pessoas ficam fracas, débeis e suscetíveis”, disse, exibindo um depoimento de um médico que alega que o vírus “não faz mal a ninguém”.
Vale ressaltar, que do dia 15 de março para cá, o novo coronavírus que parecia inofensiva aos olhos do religioso, ceifou a vida de mais de 100 mil pessoas no Brasil, com a doença infectocontagiosa Covid 19. O próprio bispo Edir Macedo de 75 anos de idade, que deletou o vídeo após ser criticado, foi infectado pela doença e chegou a ser internado em São Paulo.
Para apurar se houve crime nas declarações de Edir Macedo, o MPF de São Paulo pediu a quebra de sigilo do perfil do bispo no Facebook e do seu canal no Youtube. O objetivo dessa medida é identificar as circunstâncias em que o vídeo foi publicado.
Fonte: MPF

A bebê Marina Moraes de Souza Roda, de 1 ano e 11 meses, diagnosticada com AME (atrofia muscular espinhal) — uma doença genética rara, neurodegenerativa e que pode levar à morte antes dos 2 anos de idade — será a primeira criança a receber no Brasil o medicamento mais caro do mundo: US$ 2,125 milhões (cerca de R$ 12 milhões). Marina arrecadou o dinheiro em dez meses por meio de uma campanha nas redes sociais.
O remédio inacessível é o Zolgensma, do laboratório Novartis. Trata-se da primeira terapia gênica do mundo indicada para o tratamento da AME. Os pacientes com a doença nascem sem o gene SMN1, responsável pela produção de uma proteína que alimenta os neurônios motores, que enviam os impulsos elétricos do cérebro para os músculos. Sem essa proteína, ocorre a perda progressiva da função muscular e as consequentes atrofia e paralisação dos músculos, afetando a respiração, a deglutição, a fala e a capacidade de andar.
Abaixo, um trecho do relato de Talita Roda, mãe de Marina, conta o caminho percorrido até conseguir comprar a medicação mais cara do mundo e fala sobre a esperança de ver a filha curada depois da aplicação, que deverá acontecer na sexta-feira 7 de agosto.
Criamos o perfil @cureamarina e no dia 4 de agosto abrimos oficialmente nossa campanha no estádio do Corinthians. Era uma partida entre Corinthians e Palmeiras, entramos em campo com a Marina e com os jogadores, com faixas e camisetas da campanha. Ali começamos a ganhar mais seguidores, mas fechamos o ano com cerca de R$ 800 mil, um valor muito aquém do que precisaríamos.

Fizemos várias ações, pedágios, rifas, sorteios. E assim os seguidores foram aumentando e as doações também. De repente a campanha ganhou proporções muito grandes e conquistamos nosso primeiro R$ 1 milhão no dia 9 de janeiro. Vários artistas começaram a compartilhar a campanha, mas a grande virada aconteceu quando o DJ Alok publicou um vídeo da Marina nas redes sociais e disse “Força, guerreira”. Foi impressionante, conquistamos mais de 20 mil seguidores e R$ 89 mil em um único dia.
Fizemos nosso segundo milhão em fevereiro, quando alcançamos 70 mil seguidores. Em março, conseguimos chegar aos R$ 4 milhões. Aí veio a pandemia do coronavírus, o dólar disparou, e o remédio que custava R$ 9 milhões passou a custar R$ 12 milhões. Estávamos correndo contra o tempo, mas eu não podia desanimar. No dia 25 de junho alcançamos R$ 12,3 milhões, a quantidade necessária para a compra do remédio e encerramos oficialmente a campanha. Eu chorei muito, queria agradecer a cada pessoa que nos ajudou.
Fonte: Época

O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (9) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 3.035.422 casos confirmados da doença e 101.049 mortes registradas. Os casos recuperados somam 2.118.460.
Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 23.010 novos casos e 572 mortes.
O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 627.126 casos e 25.114 mortes. Em seguida estão os estados da Bahia (193.029 casos e 3.953 óbitos), Ceará (188.542 casos e 7.954 óbitos) e o Rio de Janeiro (178.850 casos e 14.080 óbitos)
De acordo com o Ministério da Saúde, 3.566 casos estão em investigação.
Fonte: Agência Brasil

Reportagem de Monica Gugliano na edição de agosto da revista Piauí divulgada nesta quarta-feira (5) revela que Jair Bolsonaro anunciou a ministros militares que iria mandar tropas para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 22 de maio, após o ministro Celso de Mello pedir parecer à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a possível apreensão do aparelho celular do presidente e do filho, Carlos.
“Vou intervir”, teria dito Bolsonaro, segundo a reportagem, em reunião com os ministros Walter Braga Neto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), todos militares. O presidente teria chegado “transtornado” ao Palácio do Planalto e dito, entre xingamentos e palavrões, mais de uma vez a mesma frase: “Vou intervir”.
Ainda segundo a reportagem da Paiuí, Bolsonaro queria mandar as tropas porque acreditava que o STF estaria “passando dos limites em suas decisões e achincalhando sua autoridade”. Na cabeça de Bolsonaro, com a intervenção, ele destituiria os 11 ministros do STF e nomearia substitutos, militares ou civis, “até que aquilo esteja em ordem”, segundo as palavras do presidente.
A decisão de Bolsonaro teria sido bem recebida por Luiz Ramos, mas Braga Netto e Heleno tinham dúvidas. “Não é momento para isso”, teria dito o ministro-chefe do GSI.
Fonte: Revista Fórum

Desde o início da pandemia, 2.801.921 de brasileiros contraíram o vírus. O total de mortes chega a 95.819. Há 3,6 mil óbitos em investigação. Nas últimas 24 horas, foram registrados 51.603 novos casos confirmados de covid-19 e 1.154 mortes relacionadas à pandemia do novo coronavírus. Os números estão no balanço diário desta terça-feira (4) publicado pelo Ministério da Saúde.
De acordo com o ministério, 1.970.767 pessoas já se recuperaram da covid-19 e 735.335 pacientes estão em acompanhamento. A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 45,6. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.333,3.
Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.
O Brasil mantém-se como segundo no ranking mundial em casos e mortes relacionados à pandemia. A liderança é dos Estados Unidos. De acordo com o mapa da universidade Johns Hopkins, o país possui 156.426 mortes e 4.758.028 casos acumulados.

Covid-19 nos estados
Os estados com mais mortes por covid-19 são: São Paulo (23.702), Rio de Janeiro (13.715), Ceará (7.806), Pernambuco (6.717) e Pará (5.799). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Tocantins (408), Mato Grosso do Sul (432), Roraima (528), Acre (545) e Amapá (581). Mato Grosso do Sul, que permaneceu ao longo da pandemia como o local menos letal, perdeu o posto para Tocantins, que ocupa agora o último lugar no ranking (408).
Já em termos de casos, São Paulo lidera (575.589), seguido por Ceará (179.341), Bahia (175.389), Rio de Janeiro (168.911) e Pará (158.277). A Bahia ultrapassou o Rio de Janeiro na terceira posição. Os estados com menos pessoas infectadas até o momento são: Amapá (36.999), Roraima (33.194), Mato Grosso do Sul (27.678), Tocantins (27.664) e Acre (20.708). O Acre consolidou a posição de estado com menos casos. Nas últimas semanas, essa posição era ocupada por Mato Grosso do Sul.
Fonte: Agência Brasil
O balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda (3) trouxe 561 novas mortes registradas nas últimas 24 horas em razão da covid-19. Com isso, o total de óbitos chega a 94.665. Ainda há 3.578 óbitos em investigação. A atualização do ministério trouxe também 16.641 novos casos de covid-19 notificados pelas secretarias de saúde nas últimas 24 horas.
Com este acréscimo, a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia atingiu 2.750.318. Ainda de acordo com o boletim diária do Ministério da Saúde, há 743.334 pacientes em acompanhamento. Até o momento, 1.912.319 pessoas já se recuperaram da doença.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 45. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.308,8.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.
Covid-19 nos estados
Os estados com mais mortes causadas pelo novo coronavírus são: São Paulo (23.365), Rio de Janeiro (13.604), Ceará (7.752), Pernambuco (6.669) e Pará (5.784). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (421), Tocantins (402), Roraima (513), Acre (539) e Amapá (576).
Fonte: Agência Brasil

O Campeonato Brasileiro começa neste final de semana com a promessa de meses de compromissos intensos para times e, principalmente, para os médicos. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estabeleceu uma diretriz detalhada de cuidados com o novo coronavírus e fixou uma rotina diferente da habitual para todos os torneios nacionais. Jogadores, técnicos e árbitros terão testes regulares e vão encarar mudanças até no cerimonial pré-jogo. Execução de hinos e cumprimentos entre os atletas estão vetados.
As regras sobre o funcionamento do Brasileirão estão resumidas em cerca de 60 páginas de um material elaborado sob a coordenação do presidente da Comissão de Médicos da CBF, Jorge Pagura. Foram quatro meses de estudo, discussões com mais de 140 médicos e opiniões com epidemiologistas e infectologistas até a entidade fixar como o futebol nacional será restabelecido. "Atingimos o nível máximo de segurança. Não temos como fazer algo melhor", garantiu Pagura ao Estadão.
A principal definição da CBF está na padronização de testes. Todos os exames PCR serão bancados pela entidade e realizados no hospital Albert Einstein, em São Paulo, para se ter amostras mais uniformes. Seja para as quatro divisões do Brasileiro, Copa do Brasil, torneios femininos e competições de base, a promessa é de ter o mesmo rigor. Três dias antes de cada partida os 23 atletas de cada time, os dois técnicos e os quatro árbitros passarão por testes. Ou seja, serão 52 exames por jogo. O material será enviado para análise e em até 24 horas os resultados precisam estar prontos.
A ideia é evitar o que ocorreu no Paulistão. O hospital Albert Einstein errou o resultado de 26 testes para covid-19 - sendo 13 de atletas - feitos no Red Bull Bragantino antes do jogo contra o Corinthians, pelas quartas de final. Todos foram liberados para a partida na véspera, após novo exame testar negativo.
"Ter um jogador com PCR positivo será como um cartão vermelho. Vai precisar ficar uns dias fora. Por isso a uniformização dos testes é importante porque todo mundo estará sob o mesmo critério", disse Pagura. Os próprios clubes vão precisar atualizar as informações dos contaminados.
Ao longo do campeonato há a expectativa de essa cartilha de cuidados ser revista. A CBF aposta na melhora da situação da pandemia no Brasil. "Todos os dados e conceitos sobre a doença estão em atualização constante", afirmou o médico.
CONTROLE TOTAL NO GRAMADO - A CBF não vai permitir a presença de torcida. Partidas da Série A e da Copa do Brasil podem ter até 300 pessoas entre jogadores, comissões técnicas, árbitros, dirigentes, jornalistas e funcionários. Para outras divisões o limite é menor. Nas últimas semanas, a entidade realizou uma vistoria nos estádios para definir separações de diferentes áreas.
"O objetivo é restringir o acesso ao estádio somente para quem realmente precisa estar ali. O importante agora é viabilizar a entrega da temporada do futebol", explicou o diretor de competições da CBF, Manoel Flores. Os estádios serão divididos em três diferentes áreas, basicamente separadas em gramado, corredores de acesso e tribunas. Para frequentá-las, é preciso apresentar credencial e ter a temperatura medida.
Para evitar a emissão de gotículas de saliva, a execução dos hinos não será realizada. Só podem trabalhar no máximo quatro maqueiros, com luvas e máscaras. Estão liberados seis gandulas, mas todos devem lavar as mãos com água e cuidar da higiene das bolas, que devem ser limpas com álcool líquido. O gel está descartado porque pode deixar a superfície escorregadia.
Fora os testes oficiais do torneio, várias equipes pretendem continuar a fazer exames. Segundo o executivo de futebol do Grêmio, Klauss Câmara, o controle é importante para cuidar das pessoas que não serão contempladas pela CBF. "Às vezes um fisioterapeuta ou massagista nosso pode ser contaminado. Mas aí para o jogo seguinte nós teremos de pensar em outra pessoa como substituta".
A CBF recomenda que as equipes consigam embarques diferenciados com as companheiras aéreas para evitar aglomerações em salas de espera de aeroportos. "Os clubes estão buscando um acordo coletivo para encontrar uma situação favorável para o fretamento de alguns voos", comentou Câmara. Os atletas são orientados a viajar de máscara e evitar se alimentar dentro dos aviões.
Fonte: Notícias ao Minuto

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) já formou maioria para punir o procurador-chefe da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol. “Ele tem que responder mais do que pela incontinência verbal”, afirmou à CNN Brasil um dos integrantes do CNMP, em referência às postagens do procurador nas redes sociais.
Dos 11 integrantes do conselho, oito se mostram favoráveis à remoção de Dallagnol da Lava Jato, segundo a emissora. Há diversos processos contra Deltan em pauta. Esse caso que pode levar à remoção é relatado pelo conselheiro Luiz Fernando Bandeira, que deve alegar que se trata de interesse público.
“Ele vai cuidar de outro setor. A Lava Jato não é de uma pessoa só”, afirmou à CNN um conselheiro em off. O principal argumento do CNMP se baseia na tentativa da força-tarefa de criar uma fundação para administrar parte dos recursos que ficariam com o Brasil, a partir de um acordo que a Petrobras firmou com os Estados Unidos para indenizar acionistas lesados pela Lava Jato.
Fonte: CNN Brasil
Foto: HRI
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