Domingo, 24 de Maio de 2020
BRASIL

O apresentador do Brasil Urgente, da Band, José Luiz Datena, decidiu romper com o presidente Jair Bolsonaro na sexta-feira (22). Ele afirmou ao vivo, após assistir ao vídeo da fatídica reunião ministerial de abril em que Bolsonaro confessa interferência na Polícia Federal, que nunca mais quer entrevistar o presidente.

“Depois dessa fita, me permito deixar a Band escolher outros repórteres e apresentadores entrevistarem o presidente da República” disse o apresentador que, até a divulgação da fatídica reunião ministerial, era bolsonarista convicto.

Extremamente decepcionado com o presidente, Datena ainda perguntou o motivo pelo qual Bolsonaro não mandou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, “calar a boca” quando disse que mandaria ministros do STF para a cadeia.

‌No vídeo da reunião, que teve o sigilo derrubado pelo ministro do Celso de Mello, Bolsonaro prega o armamento da população, xinga governadores a admite que tentou interferir na Polícia Federal do Rio de Janeiro.

Vídeo:

Fonte: Revista Fórum



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Sábado, 23 de Maio de 2020
BRASIL

Dados revelados pelo Ministério da Saúde na tarde desta sexta-feira (22) mostram que o Brasil registrou 1.001 novas mortes nas últimas 24h. As novas vítimas fatias foram reveladas em dia marcado pela revelação de vídeo de reunião ministerial em que o presidente Jair Bolsonaro xinga governadores, pressiona por intervenção na Polícia Federal e naturaliza intervenção militar.

Segundo o ministério, já são 21.048 mortes registradas no país em razão da Covid-19 com as 1001 das últimas 24h. Essa é a terceira vez que o país passa a faixa dos mil mortos por dia – quantidade nunca atingida pela Itália, por exemplo. Além disso, o país já contabiliza 330 mil pacientes infectados pela doença, sendo 20.803 nas últimas 24h.

Com os dados, o Brasil ultrapassa a Rússia e se torna o segundo país do mundo com mais infectados. O Centro de Pesquisas do Coronavírus da Universidade Johns Hopkins coloca o país euroasiático com 326.448 casos confirmados.

Fonte: Revista Fórum



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Quarta-feira, 20 de Maio de 2020
BRASIL

Subiu para 106.794 o número de pessoas recuperadas da COVID-19 no Brasil, o que representa 39,3% do total de casos confirmados até o momento (271.628). Há também 146.863 pessoas em tratamento. O Governo do Brasil, junto às secretarias de saúde estaduais e municipais, está cuidando de todos. Nesta segunda-feira (18) o Brasil bateu a marca de 100 mil casos recuperados. As informações foram atualizadas até as 19h desta terça-feira (19/5) pelas Secretarias Estaduais de Saúde de todo o país. Outras 146.863 pessoas estão sendo acompanhadas (54,1%) pelos profissionais de saúde.

Nas últimas 24h, 6.335 pessoas se recuperaram da doença. Até o momento, o país registra 17.971 óbitos, sendo que 1.179 foram registrados nos sistemas de informação oficiais do Ministério da Saúde nas últimas 24h, apesar de a maioria ter acontecido em outros dias. Isso porque as notificações ocorrem apenas após a conclusão da investigação dos motivos das mortes. Desse total, 225 mortes ocorreram, de fato, nos últimos três dias e outras 3.319 estão em investigação.

O Ministério da Saúde tem empenhado esforços e investido em infraestrutura, com habilitação de novos leitos de UTI, reforço de recursos humanos e aquisição de equipamentos de proteção individual, insumos e respiradores. A pasta também tem liberado recursos para auxiliar estados e municípios a enfrentarem a pandemia, com o intuito de garantir a estrutura necessária ao atendimento dos pacientes. Entre abril e maio, já foram habilitados mais de 4 mil leitos de UTI, voltados exclusivamente para o atendimento de pacientes graves ou gravíssimos do coronavírus.

Atualmente, a doença circula em pouco mais da metade dos municípios brasileiros, mas a maior parte não registra nenhum óbito.

SITUAÇÃO DE TERÇA-FEIRA 19/05/2020 - 19h

  •  271.628 diagnosticados com COVID-19
  •  146.863 em acompanhamento (54,1%)
  •  106.794 recuperados* (39,3%)
  •  17.971 óbitos (6,6%)
  •  225 óbitos nos últimos 3 dias
  •  3.319 óbitos em investigação
  • *estimativas sujeitas à revisão.

GRUPOS DE RISCO

Pessoas acima de 60 anos se enquadram no grupo de risco, mesmo que não tenham nenhum problema de saúde associado. Além disso, pessoas de qualquer idade que tenham doenças pré-existentes, como cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal, imunodepressão, obesidade, asma, entre outras, também precisam redobrar os cuidados nas medidas de prevenção ao coronavírus.

Fonte: Ministério da Saúde



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Segunda-feira, 18 de Maio de 2020
BRASIL

O TCU investiga a compra, na gestão do ex-ministro Nelson Teich, de 80 milhões de aventais ao custo de 912 milhões de reais. Na semana passada, o tribunal mandou interrogar o servidor que autorizou a mega compra.

Numa fiscalização, os técnicos da Corte constataram que o negócio foi fechado sem que o ministério oferecesse no processo “informações sobre o dimensionamento do quantitativo dessa compra, em termos de profissionais e localidades a receberem os produtos”, diz o TCU.

O risco é de que o governo tenha realizado “contratação superdimensionada e antieconômica”. O tribunal aponta ainda “riscos relacionados à logística de aquisição e distribuição dos produtos que podem resultar em entrega de produtos à população alvo de forma intempestiva, comprometendo a eficácia da aquisição almejada”.

O preço unitário (R$ 11,40) dos aventais também está na mira. Não há no processo, segundo o tribunal, um estudo sobre o valor adequado dos materiais, “o pode resultar em dano ao erário”.

O TCU também investiga a capacidade da empresa Inca Tecnologia de Produtos e Serviços para fornecer o produto “com a quantidade, qualidade e no prazo necessário considerando o atual cenário de emergência internacional em saúde”. O relator do caso é o ministro Benjamin Zymler.

Fonte: Revista Veja



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Quarta-feira, 13 de Maio de 2020
BRASIL

Um estudo liderado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) aponta que o novo coronavírus já circulava no Brasil desde o fim de janeiro, um mês antes do registro oficial – e antes mesmo do Carnaval. O estudo foi realizado por meio de uma metodologia estatística de inferência inovadora, que usa registros de óbitos e análises dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) como base.

Segundo a pesquisa, a primeira pessoa a morrer por causa da Covid-19 faleceu entre 19 e 25 de janeiro, na quarta semana epidemiológica, no Rio de Janeiro – bem antes do homem de 62 anos que foi anunciado como o primeiro óbito, ocorrido no dia 16 de março em São Paulo.

Para o coordenador da pesquisa, Gonzalo Bello, do Laboratório de Aids e Imunologia Molecular do IOC/Fiocruz, ao jornal O Globo, essa primeira pessoa que faleceu no Rio de Janeiro deve ter sido contaminada com o coronavírus em outro local. “Mas outros [casos] já aconteciam em São Paulo, onde a transmissão local começou logo depois, na sexta semana epidemiológica, entre 2 e 8 de fevereiro”, disse.

Ainda segundo o estudo, pouco antes do Carnaval, 17 brasileiros já estavam sofrendo com o coronavírus em hospitais e existiam nove mortos. Durante a folia, eram 24 internados e dez óbitos. E em 13 de março, já eram 736 pessoas em hospitais, além de 209 fatalidades.

A primeira morte por causa do coronavírus no Brasil foi identificada por meio de exames moleculares (RT-PCR) em estudos retrospectivos. Só nas últimas semanas, o resultado do exame de amostras, coletadas normalmente de mortos e doentes registrados como SRAG, passou a ser conhecido.

Fonte: Correio24h



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Terça-feira, 12 de Maio de 2020
BRASIL

Enquanto 17 milhões de trabalhadores informais ainda estão com seus cadastros em ‘análise’ para o recebimento do auxílio emergencial de R$600, cerca de 190 mil militares receberam o benefício de forma irregular. O valor pago pelo governo federal é como forma de ajuda financeira para os trabalhadores que estão impedidos de exercer suas atividades laborais por conta do isolamento social.

Segundo informações publicadas no Correio Braziliense, dados do governo revelam que 189.695 militares da ativa receberam o auxílio emergencial, totalizando R$ 113.816.990,00. Em nota, o Ministério da Defesa informou ter identificado que militares vinculados à pasta receberam o benefício durante a pandemia e que iniciou uma investigação para apurar possíveis irregularidades no processo.

“O Ministério da Defesa informa que foi identificada, com o apoio do Ministério da Cidadania, a possibilidade de recebimento indevido de valores referentes ao auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal no período de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, por integrantes da folha de pagamentos deste Ministério”, diz a nota.

Fonte: Correio Brasiliense



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Segunda-feira, 11 de Maio de 2020
BRASIL

O ex-presidente Fernando Collor, que sofreu processo de impeachment no início da década de 90, respondeu a um comentário relacionando o seu passeio de jet ski enquanto era presidente ao passeio dado por Jair Bolsonaro neste sábado (10), dia em que o Brasil alcançou a marca de 10 mil mortos por Covid-19.

Os dois foram os únicos presidentes em exercício flagrados em jet ski. "Vocês dois a mil por hora, Collor. Quem ganharia esse racha?", questionou o apresentador e comediante Danilo Gentili.

"Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder. Vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder", respondeu Collor, ironizando também a ex-presidente Dilma Rousseff, que assim como ele sofreu impeachment.

Fonte: Bahia Notícias



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Quinta-feira, 07 de Maio de 2020
BRASIL

O avanço do novo coronavírus fez o Brasil atingir, nesta quarta-feira (6), o maior número de mortes registradas pela doença em 24 horas. Segundo dados do Ministério da Saúde, em apenas um dia foram 615 vítimas da covid-19. Em volume de mortes, o país só perdeu para os Estados Unidos, que tiveram 1.843 vítimas, e o Reino Unido, com 649 óbitos em decorrência da infecção.

De outros países com a situação mais crítica da covid-19, como Itália e Espanha, o Brasil vem superando pelo menos desde o dia 29 de abril o volume diário de mortes registradas. Apenas no último dia 2, a Itália teve 53 vítimas a mais, como é possível observar no gráfico a seguir. Os dados dos Estados Unidos foram excluídos para fins de comparação, uma vez que a curva de crescimento é exponencialmente maior.

Atualmente, o Brasil está na sétima posição dos países que mais registraram mortes até agora pela doença. Não há certezas se o país está passando pelo pico da doença, previsto inicialmente para este mês. No início da semana, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, disse que o período mais crítico da doença será conhecido entre maio, junho e julho.

Previsões científicas também apontam que o número de infectados no país, hoje próximo dos 120.000, pode ser de sete a 15 vezes maior que os dados oficiais. Segundo um estudo publicado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP, o Brasil pode ter de 1,3 milhão a 2 milhões de casos, no pior cenário.

Fonte: Revista Exame



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Quarta-feira, 06 de Maio de 2020
BRASIL

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta terça (5) à imprensa que o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, cometeu crime federal ao divulgar conversas entre os dois no Jornal Nacional, da TV Globo, em 24 de abril, dia de sua saída do cargo. Advogados ouvidos pelo UOL, porém, questionam a conclusão do presidente. “Só quero rebater uma questão do senhor Sergio Moro. Em nenhum momento pedi relatório de inquérito. Isso é uma mentira deslavada. Tenho até vergonha de falar isso aqui”, afirmou, antes de acusar o ex-juiz da Lava Jato de habitualmente passar informações para a emissora. “Eu não preciso ter acesso a inquérito, é só assistir à Globo”.

A imagem difere daquela exibida no telejornal. Em 24 de abril, a reportagem trazia um registro de tela de celular com uma suposta conversa entre Moro e Bolsonaro pelo Whatsapp. Nela, após o envio do link, Bolsonaro dizia: “Mais um motivo para a troca”. Moro, então, respondia: “Este inquérito eh (sic) conduzido pelo Ministro Alexandre no STF, diligências por ele determinadas, quebras por ele determinadas, buscas por ele determinadas”.

Já na versão exibida por Bolsonaro, após o link ser enviado, Moro respondia: “Isso eh (sic) fofoca. Tem um DPf (sic) atuando por requisição no inquérito da (sic) Fake News e que foi requisitado pelo Min. Alexandre”. E, em seguida: “Não tem como negar o atendimento ah (sic) requisição do STF” (Supremo Tribunal Federal). Ao final da conversa, aparece um novo link de notícia sobre o ex-juiz da Lava Jato ter alertado o ministro do STF Dias Toffoli sobre “presos de elevada periculosidade” em liberdade.

Segundo o presidente, a conversa enviada por Moro à Globo ocorreu um dia depois da que ele exibiu. “Eu realmente passei isso para ele, eu assumo. Como presidente, eu me sinto chateado em fazer isso aqui, é uma coisa particular minha. Mas, como o senhor Sergio Moro, eu vou mostrar uma parte apenas”, afirmou. Ele, então, releu a conversa exibida pelo Jornal Nacional, em que Moro respondia com a alusão ao ministro do STF. “Agora vou trazer para o dia anterior. O mesmo link foi enviado no dia anterior e, em branco, o que Moro respondeu para mim, que era fofoca”, disse, exibindo a primeira imagem publicada neste texto.

No dia seguinte, acusou, o ex-ministro “mudou de figura”. Antes de terminar, Bolsonaro voltou a condenar o comportamento do ex-juiz da Lava Jato. “O Antagonista, na sua maldade de sempre, sempre tem matérias favoráveis a Sergio Moro. Não vou acusá-lo de passar informações, mas para a Globo ele passava”.

“Eu quero ler as dez páginas [do depoimento] com atenção, e quem irá me defender deve ser a Advocacia-Geral da União. Não dá para pagar um advogado que já tenha defendido alguém da Lava Jato”, ironizou. No último dia 24, Moro acusou Bolsonaro de trocar o diretor-geral da PF Maurício Valeixo à sua revelia para substituí-lo por alguém mais próximo e ter acesso aos relatórios das investigações em curso — algumas das quais envolvem pessoas de sua família ou aliados. O presidente negou que tenha cometido crime e confirmou que cobrou relatórios de inteligência da Polícia Federal, mas afirmou que pediu a mesma coisa para outros órgãos, como as Forças Armadas.

“Eu não quero falar nada de mal sobre ele [Moro], ele fez muita coisa boa no governo e em outras coisas lamentavelmente deixou a desejar. Mas em nenhum momento ele fala que eu cometi crime”, disse. “Eu cobrei relatórios de inteligência da Abin [Agência Brasileira de Inteligência], do Exército, da Marinha, da Aeronáutica e de alguns ministérios, além da PF. Cobrei isso de umas 25 pessoas. Agora para que eu vou querer relatório de inquérito? Isso não é trabalho meu”.

O presidente falou, também, sobre indicações a cargos públicos — ele disse que aceitou indicações porque “não tinha como preencher 30 mil vagas” e defendeu que, como chefe de Estado, também pode indicar quantas pessoas quiser. “Eu indiquei talvez uma meia dúzia, mas poderia ter indicado mil. Eu sou presidente para indicar ministro”, afirmou.

Fonte: UOL



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Terça-feira, 05 de Maio de 2020
BRASIL

Devido às mudanças causadas no país por causa do novo coronavírus, muita gente tem dúvidas se as eleições municipais em outubro estão garantidas. Em uma conversa virtual com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), o próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, admitiu que a data do pleito, cujo primeiro turno está marcado para 4 de outubro, pode mudar.

Segundo Barroso,a decisão deve ser pautada por parâmetros sanitários e não políticos. “Por minha vontade, nada seria modificado porque as eleições são um rito vital para a democracia. Portanto, o ideal seria nós podermos realizar as eleições. Porém, há um risco real, e, a esta altura, indisfarçável, de que se possa vir a ter que adiá-las”, adiantou Barroso que assumirá a presidência da Corte eleitoral, atualmente comandado por Rosa Weber, no final de maio.

Emenda à Constituição

Como a data do pleito – primeiro final de semana de outubro – está prevista na Constituição Federal, qualquer alteração nesse sentido terá que ser feita pelo Congresso Nacional. Barroso pretende ter uma definição sobre o assunto em junho. É que nesse mês precisam ser feitos os testes nas urnas eletrônicas. Caso isso não seja possível, ele pretende se reunir com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP) para que uma emenda constitucional estabeleça um novo calendário.

Convenções

Além da parte logística da Justiça Eleitoral para a organização das eleições , há ainda uma grande preocupação com o calendário político. Os partidos devem realizar convenções – instrumentos que oficializam as candidaturas – entre o final de julho e o dia 5 de agosto. É esse ato que dá o sinal verde para o início da campanha, em 15 de agosto. Se a proibição de aglomerações ainda estiver em vigor no país até lá, a viabilidade do pleito fica comprometida.

Na conversa com os magistrados, Barroso defendeu que, se for o caso, o adiamento seja o mais curto possível. A ideia reprogramar o primeiro turno para 15 de novembro ou no máximo dezembro. O futuro presidente eleito do TSE também rechaçou a hipótese de se fazer a eleição municipal junto com a eleição nacional, em 2022, o que exigiria a prorrogação por dois anos dos mandatos dos atuais prefeitos e vereadores. “Sou totalmente contra essa possibilidade. A democracia é feita de eleições periódicas e alternância no poder”, afirmou. “Os prefeitos e vereadores que estão em exercício neste momento foram eleitos para quatro anos”, lembrou acrescentando que o mandato atual termina no dia 31 de dezembro.

Grupo de trabalho

A despeito das perspectivas do adiamento das eleições, segundo o grupo de trabalho (GT) criado no Tribunal Superior Eleitoral para projetar os impactos da Covid-19 nas atividades ligadas às Eleições Municipais de 2020, até o momento, a realização do pleito é possível. O GT, criado no início de abril, elabora relatórios semanais sobre a situação. No último, entregue na semana passada, o grupo fez um levantamento de ações realizadas, no âmbito do TSE, para gestão de riscos e equipamentos, para a realização de testes dos sistemas eleitorais e para o acompanhamento da evolução de sistemas de apoio. Também foram avaliados serviços prestados pelo TSE e pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) aos cidadãos, a exemplo do alistamento e da regularização da situação eleitoral, e do cadastramento de empresas interessadas em prestar serviços.

Fonte: Agência Brasil



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