
A chinesa SinoVac está iniciando os testes da fase 3 de sua potencial vacina contra o novo coronavírus, informou a farmacêutica nessa segunda-feira (6), tornando-se uma das três empresas a avançar aos estágios finais da corrida para desenvolver uma imunização contra a doença.Voluntários começarão a ser recrutados neste mês.
A vacina será testada no Brasil, em um estudo com 9 mil voluntários liderado pelo Instituto Butantã, vinculado ao governo do estado de São Paulo. Na sexta-feira (3), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização dos testes, que serão feitos em 12 centros de pesquisa localizados, além de São Paulo, em mais quatro estados e no Distrito Federal.
Sobre a posição dos ensaios realizados com candidatas a vacina em todo o mundo, o documento mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nessa segunda-feira, informou que a SinoVac está na fase 3.
A vacina experimental para covid-19 da AstraZeneca, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Oxford e que já está sendo testada no Brasil, em estudo liderado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e a da Sinopharm são as outras candidatas em fase 3, o estágio final.
A SinoVac está construindo uma fábrica de vacinas, que deverá ficar pronta neste ano e ser capaz de produzir até 100 milhões de doses anualmente.
Os ensaios de fase 1 e fase 2 normalmente testam a segurança de um medicamento antes de entrar nos de fase 3, que testam sua eficácia.
Existem 19 ensaios de vacinas em avaliação clínica, e centenas estão sendo desenvolvidas e testadas em todo o mundo para conter a pandemia de covid-19, doença respiratória que já matou milhares de pessoas e devastou a economia global.
Nenhuma vacina foi aprovada ainda para uso comercial. Uma análise do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, no ano passado, constatou que cerca de uma em cada três vacinas, no primeiro estágio dos testes, é aprovada posteriormente.
Fonte: Agência Brasil

A empresa americana de biotecnologia Moderna anunciou nesta segunda-feira (18) resultados “positivos provisórios” na fase inicial de ensaios clínicos de sua vacina contra o novo coronavírus, em um pequeno número de voluntários.
A vacina aparentemente produziu uma resposta imune em oito pacientes que a receberam, da mesma magnitude que aqueles que foram infectados com o vírus, informou a empresa.
“A fase provisória 1, embora em estágio inicial, demonstra que a vacinação com o mRNA-1273 produz uma resposta imune da mesma magnitude que a provocada por infecção natural”, disse Tal Zaks, diretor médico da Moderna, em comunicado.
Isso sugere, embora não seja a prova final, que a vacina desencadeia uma resposta imune.
A companhia afirmou que a vacina “tem potencial para prevenir o Covid-19”.
O estudo clínico é realizado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, onde o governo investiu 500 milhões de dólares para essa potencial vacina.
Durante os testes, um grupo de 15 pacientes recebeu três doses diferentes da vacina. A fase 3, testando mais pessoas, começará em julho, acrescentou a farmacêutica.
A vacinação contra o coronavírus é uma prioridade global para acabar com a pandemia que deixou mais de 315.270 mortes em todo o mundo e pelo menos 4,7 milhões de casos confirmados.
Na sexta-feira passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse esperar ter uma vacina contra o coronavírus até o final do ano.
Fonte: Istoé
Os Estados Unidos se tornaram o primeiro país do mundo a superar as 2.000 mortes pelo novo coronavírus em um dia, com mais 2.108 mortes registradas em 24 horas, segundo a contagem da Universidade Johns Hopkins às 20h30 (horário local) da última sexta-feira (10).
O número total de mortes registradas nos Estados Unidos é de 18.586, que está muito perto do país mais afetado, a Itália, com 18.849 mortes, mas com uma população cinco vezes menor.
Os Estados Unidos também se aproximam de meio milhão de casos de contágios declarados oficialmente da doença (+35.000 casos registrados em 24 horas). Atualmente são mais de 457 mil infectados por Covid-19.
Fonte: UOL
Província de Hubei (China): local onde a doença covid-19 surgiu lidera em número de pessoas recuperadas, segundo levantamento (Stringer/Getty Images)
O número de pessoas que se recuperaram do novo coronavírus passou de 100 mil nesta segunda-feira. A informação é do monitoramento em tempo real conduzido pela Universidade Johns Hopkins.
No momento, o levantamento contabiliza exatos 100.443 casos de pacientes diagnosticados com a covid-19 que conseguiram se recuperar, sendo a província de Hubei (China), onde a doença surgiu, o local que reúne o maior número de curados, 59.882. A região é seguida do Irã, com 8.376, e a Itália, com 7.024.
O número de casos confirmados já passou de 350 mil e o total de mortes, no momento, é de 15.430, sendo a Itália o país mais afetado pela epidemia, com 5.476 mortes. Mais até do que o registrado na China.
Fonte: Revista Exame
Com mais de 82 mil casos, os Estados Unidos se tornaram nesta quinta-feira (26) o país com mais casos confirmados de Covid-19 no mundo, superando a Itália e a China, de acordo com um levantamento da universidade norte-americana Johns Hopkins.
Segundo a John Hopkins, os três países atingiram os seguintes números de casos nesta quinta:
EUA - 82.404
China - 81.782
Itália - 80.589
O presidente Donald Trump disse que o aumento dos casos confirmados no país se deveu à aplicação de testes em massa para os pacientes norte-americanos. Em entrevista coletiva, o mandatário disse não ser possível saber o número real de casos da doença no mundo.
"Isso [o aumento] é por conta da nossa maneira de testar", disse Trump. "No fundo não sabemos quais são os números reais da doença, mas nós testamos um grande número de pessoas e a cada dia vemos que nosso sistema funciona."
Ainda mais casos
Trump disse que provavelmente há mais casos que os reportados até o momento. "Centenas de milhares", que segundo ele, são de pessoas que apresentam poucos ou nenhum sintoma.
“Muitas pessoas têm [a Covid-19]. Acabei de falar com duas pessoas que tiveram ”, disse Trump. "Elas nem foram para o médico."
O presidente dos EUA defendeu estes casos como exemplo para justificar o retorno às atividades econômicas, reduzir medidas de isolamento e reabrir o comércio.
Ele disse ainda que o percentual de mortes é "muito menor do que realmente pensava". Até agora, mais de 1 mil americanos morreram de Covid-19. Apenas nas últimas 24 horas foram 237 mortes, o maior número diário desde o início da epidemia nos EUA.
Fonte: Com informações do portal G1
O governo da Espanha informou nesta quinta-feira (25) que o número de mortos por conta do novo coronavírus (Sars-CoV-2) chegou a 3.434, uma alta de 738 novas vítimas em apenas 24 horas – 27% a mais do que o dia anterior. Com isso, os espanhóis já estão na segunda posição no ranking dos países que mais registram perdas de vida, à frente da China, que tem 3.287 falecimentos, e atrás da Itália, com 6.820 mortes.
De acordo o relatório, são 47.610 pessoas infectadas com o Sars-CoV-2, uma alta de 7.937 contágios a mais do que no dia 24. Há ainda 3.166 pessoas internadas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e 5.367 receberam alta dos serviços hospitalares. A capital Madri é a que registra o maior número de contaminados e de falecidos, com 12.352 e 1.535, respectivamente. Na sequência, aparece a Catalunha, com 9.937 infectados e 516 mortos.
Durante a coletiva de imprensa para anunciar os novos dados, o governo espanhol afirmou que espera que já neste fim de semana as medidas de isolamento impostas à população comecem a fazer efeito. Segundo o general José Manual Santiago, que participou da coletiva representando o ministro do Interior, Fernando Grande-Malarska, já foram registradas 19 detenções e mais de sete mil denúncias contra espanhóis que não estão cumprindo com as medidas de isolamento.
Fonte: Revista Istoé
Um asteroide com cerca de 4 km de diâmetro passará “perto” da Terra no dia 29 de abril (uma quarta-feira), segundo a Nasa, a agência espacial norte-americana. O anúncio foi divulgado nesta semana e logo provocou reações diversas nas redes sociais: de mensageiros de fim do mundo e do apocalipse a disseminadores de memes. Segundo a Nasa, o asteroide, batizado de 1998 OR2, foi descoberto em 1998.
Seu tamanho é projetado entre 1,76 km e 4 km. Ele “viaja” a pouco mais de 31 mil quilômetros por hora e deve passar a a mais de 6,2 milhões de quilômetros da Terra. A hora exata: às 4h56 da madrugada nos Estados Unidos – 6h56 no horário de Brasília. Se tivesse chance de colisão com nosso planeta, teria “tamanho suficiente para causar efeitos globais”, segundo avaliação da Nasa realizada quando da descoberta do asteroide.
A trajetória do 1998 OR 2 é monitorada por um centro de estudos da Nasa especializado em identificar e vigiar objetos próximos à Terra. De acordo com reportagem da CNN, o asteroide, apesar de ser classificado como potencialmente perigoso por causa da proximidade ao nosso planeta, não figura na lista de possíveis “eventos futuros de impacto”.
Fonte: Metrópoles
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi absolvido na última quarta-feira (5), no processo de impeachment contra ele no Senado americano. O Senado o absolveu da acusação de abuso de poder, por 48 votos a favor de sua condenação e 52 contra. Já na votação por obstrução do Congresso o presidente foi absolvido por 47 votos a favor e 53 contra. Eram necessários os votos de 67 dos 100 senadores em pelo menos uma das acusações para o republicano ser condenado.
O resultado já era esperado, já que os republicanos têm maioria no Senado e já haviam deixado claro que inocentariam o presidente. O único senador republicano a votar contra Trump foi Mitt Romney, na decisão sobre a acusação de abuso de poder. Trump era acusado de abuso de poder e obstrução do Congresso por ter pressionado a Ucrânia a investigar um de seus potenciais adversários políticos nas eleições de 2020, o democrata Joe Biden, e seu filho Hunter.
O magnata americano se tornou o terceiro presidente americano a ser absolvido pelo Senado, após os processos de Andrew Johnson, em 1868, e Bill Clinton, em 1999. Richard Nixon renunciou ao cargo antes mesmo que o seu caso chegasse ao Senado, em 1974. O caso que deu origem ao impeachment parte de uma ligação telefônica entre Trump e o presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, em 25 de julho de 2019.
Na conversa, o republicano pede que o país do leste europeu investigue se Biden utilizou sua posição como vice-presidente do governo de Barack Obama para favorecer seu filho, Hunter Biden, que trabalhava em uma empresa ucraniana investigada por corrupção. Dois funcionários da inteligência americana que ouviram a chamada denunciaram a atitude de Trump à CIA de forma anônima e o caso se tornou público algumas semanas depois.
Para tentar abafar o escândalo, a própria Casa Branca divulgou a transcrição da conversa. A ação, contudo, gerou um efeito reverso e levou à abertura formal do processo contra o presidente. Durante as investigações do caso e audiências na Câmara dos Deputados, dezenas de testemunhas foram ouvidas, entre elas diplomatas e funcionários da Casa Branca. Após a aprovação do afastamento na Casa, o processo passou para o Senado, onde os legisladores votaram contra a convocação de novas testemunhas.
Fonte: Revista Veja
Por meio de nota conjunta emitida neste domingo (2), o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Defesa anunciaram que o governo brasileiro adota todas as medidas necessárias para trazer de volta ao Brasil os cidadãos brasileiros que se encontram na província de Hubei, especificamente na cidade de Wuhan, na China, região de origem da epidemia do coronavírus. Serão trazidos todos os brasileiros que se encontram naquela região e que manifestarem desejo de retornar ao Brasil. A nota também foi publicada pelo Twitter do Ministério das Relações Exteriores.
Assim que chegarem ao Brasil, eles deverão ser submetidos a quarentena, de acordo com procedimentos internacionais, sob a orientação do Ministério da Saúde. O Ministério da Defesa, por meio da Força Aérea Brasileira, trabalha na elaboração do plano de voo da aeronave, possivelmente fretada, que será enviada à China.
Duas brasileiras, que se encontravam em Wuhan e também possuíam nacionalidade portuguesa, já embarcaram em voo francês que transportou cidadãos da União Europeia. Elas farão quarentena em Portugal. Neste domingo, um grupo de brasileiros que estão na China publicou uma carta aberta, no youtube, pedindo ajuda ao governo brasileiro para retornar ao Brasil. No vídeo, o grupo afirma que está disposto a passar por quarentena após chegar ao Brasil.
Histórico do Coronavírus
Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.
A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da Organização Mundial de Saúde (OMS) na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan. No dia 11 de janeiro foi apontado um mercado de frutos do mar como o local de origem da transmissão. O espaço foi fechado pelo governo chinês.
Fonte: Agência Brasil
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de emergência global em razão da disseminação do coronavírus. A entidade fez o anúncio à imprensa em sua sede, em Genebra, na Suiça, após uma reunião com especialistas. Até o momento, foram contabilizados 7,7 mil casos e 170 mortes na China, principal local de multiplicação do vírus. Em outros 19 países, já foram registrados 98 casos. No Brasil, o Ministério da Saúde investiga nove casos suspeitos. De acordo com a entidade, os casos abrangem pessoas que viajaram para Wuhan, foco do surto, ou que tiveram contato com pessoas com histórico de passagem pela cidade.
Os representantes da OMS, contudo, negaram que o anúncio signifique uma manifestação de desconfiança com a China. “A China está tendo um novo patamar para este surto. Meu respeito e agradecimento para os profissionais de saúde que, no meio do Festival de Primavera, estão trabalhando por 24 horas, durante sete dias por semana, para salvar vidas e colocar o surto em controle”, afirmou o diretor da organização, Tedros Adhanom.
A OMS afirmou que não há necessidade de medidas para evitar viagens ou comércio internacional com a China. Além disso, apresentou um conjunto de recomendações, como apoio a países com sistemas de saúde mais precários, combate a rumores e desinformação, desenvolvimento de recursos para identificar, isolar e cuidar dos casos, além do compartilhamento de dados e conhecimento sobre o vírus. “Países devem trabalhar juntos no espírito de solidariedade e cooperação. Estamos nessa juntos e só podemos parar juntos. Este é o tempo de fatos, não medo, para ciência, não rumores, para solidariedade, não estigma”, destacou Adhanom.
Histórico
Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.
A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da OMS na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan. No dia 11 de janeiro foi apontado um mercado de frutos do mar como o local de origem da transmissão. O espaço foi fechado pelo governo chinês.
Emergência global
Uma emergência de saúde pública de interesse internacional (PHEIC, na sigla em inglês) é uma declaração formal da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “um evento extraordinário que pode constituir um risco de saúde pública a outros países por meio da disseminação, e que requer uma resposta internacional coordenada”.
Segundo o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), do qual o Brasil é signatário, os países que fazem parte do grupo devem atender prontamente às recomendações e práticas publicadas pelo documento de emergência, e os governos e autoridades responsáveis devem organizar e colocar em prática planos de ação para conter a ameaça sanitária. De acordo com o RSI, as declarações são temporárias e devem ser reavaliadas a cada três meses. Segundo o diretor-geral da OMS, o coronavírus (2019-nCoV) atende aos critérios da declaração de emergência.
Essa é a sexta vez em que o recurso é usado. A declaração de emergência havia sido emitida no surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars), em 2002/2003; na pandemia de 2009 de H1N1 (também chamada de febre suína); na declaração de emergência de poliomielite, em 2014; na epidemia de ebola na África Ocidental, também em 2014; no surto de vírus Zika, cujo principal foco de infestação foi o Brasil, em 2015/2016, e na epidemia de ebola em Kivu, no Congo, em 2019. Das vezes em que foi instituída, apenas a declaração de emergência sobre a epidemia de Kivu continua ativa.
Fonte: Agência Brasil
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