Segunda-feira, 07 de Maio de 2018
Política

A senadora Lídice da Mata (PSB) rejeitou a possibilidade de lançar uma candidatura avulsa ao Senado. Em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia, a parlamentar reafirmou que continua reivindicando espaço na chapa majoritária governista e que tem conversado com o governador Rui Costa (PT) a respeito.

“A candidatura à avulsa foi trazida para o partido por alguns companheiros, como Marcelo Nilo e outros amigos, que tentam ajudar para sair do impasse. Mas é nunca me pronunciei sobre isso. E acho que essa é uma discussão que só poderia acontecer com uma negativa da nossa participação na chapa. Para mim, está cada vez mais claro que não é o grande caminho. O partido tem outras alternativas, e esse não é o debate que admito acontecer agora. O partido tem que discutir como vamos construir a candidatura com Rui”, disse.

Lídice declarou ainda que a desistência do prefeito ACM Neto (DEM) de concorrer ao governo do estado aumentou o favoritismo de Rui. “Isso não quer dizer, em nenhum momento, que “já ganhou”. Mas as outras chapas ainda não estão definidas. Então, não tem todo o tempo do mundo, mas tem mais tempo do que teria na situação anterior”, completou.

Fonte: Bocão



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Domingo, 06 de Maio de 2018
Política

Após trocar farpas com a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, o ex-ministro e pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, afirmou neste sábado (5), que a chance de uma aliança entre os dois partidos no primeiro turno das eleições presidenciais é "próxima de zero".

O presidenciável disse que já está procurando outros nomes e conversando com os outros partidos para vice de sua chapa, mas deixou claro que uma negociação com o partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria bem recebida. Nesta semana, a senadora Gleisi Hoffmann afirmou que uma conversa com Ciro Gomes não aconteceria "nem com reza brava".

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Ciro respondeu que tinha "pena" da presidente do PT. Ele procurou explicar a declaração dizendo que lamentava o que a presidente do PT pensa. "Eu tenho pena de ela pensar e dizer isso porque temos que tomar muito cuidado inclusive para explicitar nossas diferenças", afirmou o pré-candidato, fazendo uma crítica indireta à cúpula petista. "Para algumas pessoas, que não tem treinamento, que não tem nível, que não tem vida crítica, não conhece o País, outros valores importantes parecem prevalecer sobre o valor maior, que é o nosso País e a sorte do nosso povo", declarou.

Ciro negou, no entanto, que estivesse referindo-se diretamente a Gleisi Hoffmann. Ele destacou que não está procurando aproximação com o PT, mas deixou claro que ainda espera uma negociação com o partido. "Claro que seria um apoio bem-vindo, só que sou um homem vivido e a natureza do PT, e eu compreendo e respeito, é ter o seu próprio candidato." Ele repetiu que é preciso "respeitar o PT e dar a eles o tempo que eles precisam". "Todo dia eles falam de mim, eu estou tocando minha bandinha, já convidei outras pessoas para vice e estou discutindo com outros partidos", emendou.

Quando questionado sobre qual é a chance de uma aliança com o PT no primeiro turno, o ex-ministro disse ser próxima de zero. "Não tenho a menor ideia, mas acho que é próxima de zero." Ciro citou como um pretenso vice apenas o empresário Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José de Alencar. Ele negou que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, possível pré-candidato do PSB, esteja no rol de conversas. "Ele é muito grande e a gente tem que respeitar o homem." Para Ciro, um "vice ideal" é um "homem da produção" que seja respeitado pelo setor industrial. O pré-candidato afirmou que é preciso fazer uma "desratização" do Congresso Nacional e que espera uma renovação em torno de 60% a 70% no Parlamento nestas eleições.

Em conversa com jornalistas, Ciro defendeu o fim do foro privilegiado para todos os cargos no País. A exceção, citou, seria atos do presidente da República, evitando que o mandatário fosse julgado por um juiz de primeira instância por conta de medidas de governo. "É preciso acabar pura e simplesmente para todo mundo, isso é uma excrescência completa", disse, afirmando que a mudança deveria ser feita pelo Congresso Nacional, e não pelo STF. "Essa ideia do judiciário ocupar esse vácuo legislando é uma distorção grave que tem ser encerrada." Nesta sexta-feira (4), o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TFR-4) indeferiu liminarmente pedido de visita ao ex-presidente Lula, preso em Curitiba, feito por Ciro Gomes, pelo presidente do PDT, Carlos Lupi, e deputado federal André Figueiredo. Ciro disse que recebeu a notícia com "muita estranheza" e que tem direito de visitar o petista como "amigo". Ele negou que queira conversar com Lula sobre política. "Vou falar com ele sobre coisas pessoais: velho camarada, então, rapaz, que merda é essa que fizeram? Imagina se eu vou chegar lá falando de política."

Fonte: Estadão Conteúdo



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Domingo, 06 de Maio de 2018
Política

Herdeiros do ex-presidente José Sarney (MDB), 88, vão enfrentar as urnas em um ano marcado pela rejeição à classe política e envolvimento na Lava Jato reconhecendo as dificuldades impostas pelo sobrenome.

"O mais importante agora vão ser as pessoas, não os partidos e não os sobrenomes. A história política que vai contar", afirma o deputado federal Sarney Filho (PV), o Zequinha, filho do ex-presidente, que pretende disputar uma vaga no Senado.

Em busca de se reeleger deputado estadual, seu filho Adriano Sarney (PV), 37, afirmou que "gosta de ver o lado positivo, daqueles que apoiam [a família], mas há o negativo, daqueles que têm esse preconceito muito grande".

Em 2014, quando o governador Flávio Dino (PC do B) se elegeu, interrompendo um ciclo de quase 50 anos de influência de Sarney na política maranhense, a onda por renovação, como apelidou Adriano, o prejudicou.

"Na última eleição, posso te dizer que essa balança estava pendente para o lado negativo, foi mais difícil para mim. Nessa próxima, acho que vai ser melhor ter esse sobrenome do que não ter", afirmou Adriano.

Filha do ex-presidente e ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (MDB) garante que tentará voltar ao Palácio dos Leões, mas as especulações sobre sua disposição não cessam em meio ao cenário adverso.

"Não sei dizer sinceramente [se ela vai até o fim], porque é uma decisão muito dela, não sei o que o seu coração está falando", disse o sobrinho. Consenso entre os familiares é que ela não queria, mas se viu obrigada a salvar o legado do pai.

"Tiraram o pijama de Roseana. Disseram: vai se vestir e vamos embora para a luta. Ela está aceitando ser candidata, não está se lançando", afirmou o irmão Sarney Filho.

Em entrevista à rádio do Grupo Mirante, de propriedade da família, há alguns dias, Roseana tentou minimizar a impressão de que está indisposta a disputar uma nova eleição.

"Eu vou ao supermercado, eu vou à farmácia, eu ando de sandália japonesa. Eu sou humana, eu sofro, eu choro, tenho os meus momentos tristes, mas tenho meus momentos alegres, tenho meus momentos corajosos, mas também tenho minhas fraquezas", reconheceu. "Mas quando eu entro é para valer."

Em fevereiro, José Sarney transferiu o domicílio eleitoral de volta ao Maranhão depois de quase 30 anos votando e se elegendo no Amapá, onde foi senador.

A mudança criou expectativa sobre sua atuação na campanha de 2018. Segundo a família, foi pressão da ex-primeira-dama, Marly.

"A mudança de domicílio de papai tem muito mais a ver com mamãe do que com outra coisa qualquer. Estavam forçando a barra para ele ser candidato ao Senado lá [no Amapá] e mamãe estava muito apavorada. Praticamente fez uma chantagem emocional para ele votar nos seus filhos", afirmou Zequinha.

Mas a incisividade que José Sarney passou a adotar em sua coluna semanal no jornal da família, O Estado do Maranhão, mostrou ao oponente Flavio Dino que o patriarca tinha vontade de derrotá-lo.

Embarcando no discurso de que o governador promove uma perseguição de caráter stalinista, depois de tirar o Sarney do nome de cem edifícios públicos, entre outras medidas, o ex-presidente carregou a tinta.

"Disseram-me até que estavam tentando organizar um Bloco dos Perseguidos, mas chegaram à conclusão de que eram tantos que não caberiam em um só bloco, mas ocupariam todo o estado", escreveu o ex-presidente.

Um ofício expedido pela Polícia Militar mandando a corporação monitorar adversários políticos de Dino alimentou a narrativa.

O governador diz que foi "ou um erro, uma imbecilidade, ou armação". Instaurou sindicância e, enquanto ela corre, afastou três militares de seus postos. Em outra frente, o cenário nacional desafia o clã.

Investigado na Lava Jato, Sarney abriu canal de interlocução com o presidente Michel Temer (MDB).

Os dois lados calculam que Roseana tenha um terço do eleitorado, mas desta vez dificilmente terá um apoio decisivo na campanha, o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Com a prisão do petista e a impopularidade de Temer, o plano nacional é outro elemento a desfavorecer os Sarney.

"Ao casarem com Temer, com comunhão de bens, eles perderam de vez a identidade com o lulismo. Só não sei se é um casamento feliz", disse Dino.

Pré-candidatos a governador do Maranhão
Roseana Sarney (MDB) - incentivada pelo pai, tentará colocar o clã Sarney de volta no poder no estado
Flávio Dino (PC do B) - com base ampla, ele tenta a reeleição polarizando com a família Sarney
Eduardo Braide (PMN) - deputado estadual, foi bem votado na eleição para a prefeitura em 2016
Roberto Rocha (PSDB) - senador assumiu o PSDB no estado após intervenção da executiva nacional e se lança para dar palanque ao pré-candidato tucano Geraldo Alckmin
Maura Jorge (PSL) - fará palanque ao pré-candidato Jair Bolsonaro (PSL)
Ricardo Murad (PRP) - cunhado de Roseana Sarney, lançou-se candidato sem articular com Sarney

Fonte: Folhapress



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Sexta-feira, 04 de Maio de 2018
Política

Foi publicado no Diário Oficial da Bahia nesta sexta-feira (04), a nomeação de Luiza Maia para Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE).

De acordo com informações da imprensa baiana, Maia teve reunião com o governador Rui Costa, na noite de quinta-feira (03), quando aceitou a indicação.

A parlamentar é a primeira mulher a assumir a SDE e única da cidade de Camaçari, até então, a integrar o primeiro escalão do governo do estado.  Luiza Maia afirmou que dará continuidade ao trabalho de Jaques Wagner. Na próxima semana, ela vai reunir a nova equipe e iniciar os trabalhos.

Fonte: Central Notícia



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Sexta-feira, 04 de Maio de 2018
Política

O ex-prefeito de Irecê e pré-candidato a deputado estadual, José Carlos Dourado das Virgens (PC do B), em entrevista a uma rádio local, fez uma declaração que chamou a atenção de seus admiradores e simpatizantes, que poderá ser preso, inaugurando a Unidade Prisional de Irecê, pois está sendo acionado na justiça pelo Ministério Público Federal. Pesa contra ele e seu sucessor a acusação de mau uso de recursos federais.

Segundo Zé das Virgens, o seu sucessor Luizinho Sobral (Podemos), roubou sua reeleição, ” foi uma eleição fraudulenta, já comprovada em dois processos com decisão de primeira instância”, e lamenta que somente agora em 2018, a justiça resolveu julgar os crimes ocorridos nas eleições de 2012, que buscará reparação por diversos danos que sofreu. Ele disse ainda, que foi perseguido por Luizinho, este, na intenção de ferrar com ele, também se ferrou, isto com relação aos recursos federais para a construção de cisternas. Destacou está preparado pare responder à altura a justiça, que é honesto, e não ficará nenhuma noite ser dormi por causa disso, tem a consciência tranquila, ao contrário do outro, que estar inelegível.

Os dois ex-prefeitos do município, estão sendo processados pelo MPF por improbidade administrativa e pelos crimes de aplicação indevida e desvio de verbas públicas, proveniente de um convênio entre o Ministério de Desenvolvimento Social e Consórcio de Desenvolvimento Sustentável do Território de Irecê, para construção de tecnologias sociais (Cisternas e aprisco de animais), tendo Das Virgens, como primeiro presidente e depois Luizinho Sobral.

Fonte: Informações de Ray Cruz



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Quinta-feira, 03 de Maio de 2018
Política

O ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, desmentiu que tenha admitido ao jornal O Estado de S. Paulo que o PT pode ser vice na chapa do ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT) para a Presidência da República.

Em publicação feita nas redes sociais, o petista classificou a matéria como “manipulação de informações”, fruto de uma “Era das Fake News e dos Caça-Cliques”. Ele ainda disse que tem apenas uma opinião: a de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é candidato do PT. “Quem leu a matéria inteira compreendeu; quem ficou apenas na manchete foi manipulado. Não tenho duas opiniões: Lula é o candidato do PT, do povo brasileiro, líder em todas pesquisas e símbolo de esperança para o país. Uma eleição sem Lula é, sim, fraude pois sua condenação é injusta, baseada em convicção sem provas. Lula não é passado, é resistência no presente e esperança no futuro. Não aceitamos sua interdição e lutaremos contra ela até o fim”, reafirmou na postagem”, escreveu.

No entanto, Wagner ponderou que, caso Lula seja impedido de concorrer, defende a unidade entre os partidos de esquerda. “Agora, se o sistema jurídico brasileiro levar a cabo sua interdição e impedir a candidatura do ex-presidente, defendo, como sempre defendi em 40 anos de trajetória política ao lado de Lula, o caminho do diálogo, da unidade, da busca por consensos entre os movimentos sociais, os partidos de esquerda e todos aqueles que lutam pela Democracia no Brasil”, afirmou.

Fonte: Bahia Notícias



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Quarta-feira, 02 de Maio de 2018
Política

Irecê - O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) lançou o nome de Pâmela Lúcia como pré-candidato a deputado estadual, representado a região de Irecê e o Vale do São Francisco.

Pâmela Lúcia nasceu em Xique-Xique, tem 32 anos, é farmacêutica e estudou na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O evento de lançamento da postulante ao cargo ocorreu no último final de semana em Irecê e teve a decisão unânime da sigla.

Fonte: Central Notícia



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Quarta-feira, 02 de Maio de 2018
Política

Após o vazamento da data do depoimento de Maristela, filha do presidente Michel Temer, a Polícia Federal avalia mudar o dia da oitiva. Inicialmente, ela seria ouvida na quinta-feira (3), mas a diligência pode ocorrer ainda nesta quarta (2), para afastar a possibilidade de tumulto, de acordo com a Coluna do Estadão. 
 
A expectativa é que Maristela explique quem pagou uma grande reforma feita na casa dela, em 2014. A suspeita é que os gastos tenham sido quitados pelo coronel da reserva da PM João Baptista Lima Filho, antigo amigo de Temer, como forma de lavar dinheiro de propina destinada ao emedebista. Nos últimos dias, Temer disse a aliados que não vai tolerar novos vazamentos das investigações do Inquérito dos Portos e que seria inadmissível o conteúdo do depoimento de Maristela vir a público. 
 
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decide esta semana se dá seu aval para a prorrogação por mais 60 dias do Inquérito dos Portos, atendendo a pedido da PF. A tendência é que ela concorde. O relator do caso no STF, ministro Luís Roberto Barroso, tem a palavra final.

Fonte: Estadão Conteúdo



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Quarta-feira, 02 de Maio de 2018
Política

Apontado como uma das alternativas do PT para a disputa da Presidência da República, o ex-ministro e ex-governador da Bahia Jaques Wagner admitiu nesta terça-feira (1º/5), que o partido pode aceitar ser vice de Ciro Gomes (PDT) e defendeu a inclusão de Joaquim Barbosa (PSB) no diálogo com os demais partidos de esquerda.

Wagner, no entanto, ressaltou ser favorável à estratégia petista de manter o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba, até a última instância. Ele desautorizou a inclusão de seu nome entre os prováveis planos B do PT enquanto a candidatura do ex-presidente estiver colocada e admitiu que a prisão de Lula dificulta a aceitação de outras alternativas pela cúpula petista. “Não coloco meu nome em hipótese alguma à disposição neste momento”, disse.

Ao chegar ao ato de 1º de Maio organizado pelas seis centrais sindicais na tarde desta terça, em Curitiba, Wagner foi indagado por jornalistas sobre a possibilidade de o PT aceitar ser vice de Ciro e respondeu: “Pode. Sempre defendi que, após 16 anos, estava na hora de ceder a precedência. Sempre achei isso. Não conheço na democracia ninguém que fica 30 anos. Em geral fica 12, 16, 20 anos. Defendi isso quando o Eduardo Campos ainda era vivo. Estou à vontade neste território”.

Wagner defendeu as articulações feitas pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, também citado como alternativa do PT a Lula, e já se reuniu duas vezes com Ciro neste ano. “O Haddad teve uma conversa sobre a economia brasileira e acharam que era sobre política eleitoral no estrito senso. Esse é o caminho. Eu continuo na minha posição. O PT vai sustentar a candidatura do Lula até que alguém diga que ele está interditado definitivamente. Ninguém traça uma estratégia já pensando em plano B”, afirmou.

Segundo Wagner, o PT deve estar aberto para conversar com todas as forças do campo progressista, inclusive Barbosa, algoz de líderes petistas como José Dirceu e José Genoíno no julgamento do mensalão. “Acho que tem que conversar com todo mundo. Não só pensando na questão eleitoral mas pensando em como retomar um processo de crescimento sustentável com distribuição de renda no Brasil. Então acho que conversar com Ciro, Manuela (D’Avila, do PC do B) e Joaquim (PSB), faz parte da política.”

Indagado especificamente sobre Barbosa, Wagner disse se tratar de um outsider e que suas ideias e propostas ainda não estão claras. “O Ciro eu sei mais ou menos o pensamento, a Manuela eu sei mais ou menos o pensamento, o Joaquim está começando a apresentar o seu pensamento. De todos que falei, Joaquim é o mais outsider. Nunca foi uma pessoa dedicada propriamente à política”, afirmou o ex-ministro.

Ele admitiu que a prisão de Lula dificulta o avanço do diálogo com as outras forças de esquerda, pois coloca o PT em uma posição defensiva. “O problema é que a prisão do Lula nos coloca numa posição de resistência. Não posso dizer hoje que estou abrindo para qualquer um. É dizer o que? ‘Lula, tchau e bênção?’ A situação é complicada”, afirmou.

Fonte: Informe Baiano



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Sábado, 28 de Abril de 2018
Política

Pré-candidata à Presidência da República neste ano, Marina Silva (Rede), Marina Silva planeja fazer mais viagens pela região Nordeste tendo em vista a eleição. 
 
De acordo com informações da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, ela pretende angariar ao menos parte do apoio que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem na região. 
 
Pesquisas de intenção de voto apontam que, sem o petista na corrida eleitoral, cerca de 34% do eleitorado ainda rejeita escolher outro candidato.

Fonte: Folha de S. Paulo



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