
O Brasil já tem 219 casos confirmados de varíola dos macacos. O total de casos foi contabilizado pela Agência Brasil, com base em informações divulgadas pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro.
Segundo o Ministério da Saúde, São Paulo tem o maior número de casos: 158. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, que, de acordo com a Secretaria de Saúde do estado, soma 34 confirmações da doença.
O Ministério da Saúde informa que os outros casos foram registrados nos estados de Minas Gerais (14), Paraná (três), Rio Grande do Sul (três), Ceará (dois), Rio Grande do Norte (dois), Goiás (dois) e Distrito Federal (um).
Fonte: Agência Brasil
O percentual de famílias endividadas recuou pelo 2º mês consecutivo em junho. Ao todo, 77,3% das famílias têm dívidas. Trata-se de um recuo de 0,1 ponto ante maio, quando eram 77,4% das famílias endividadas. Os dados são da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
Embora o índice de lares endividados esteja em recuo pelo 2º mês, a taxa é a 4ª maior desde o início da gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL). Leia a íntegra (519 KB) dos dados da CNC.
O cartão de crédito segue liderando os tipos de dívidas das famílias. Em seguida, vem os carnês e o financiamento de carros.
O endividamento caiu 0,7 ponto entre as mulheres de maio para junho, enquanto subiu 0,3 ponto entre os homens no mesmo período. No ano, entretanto, o público feminino é o mais endividado atualmente, com 80,1%, ante 76,5% dos homens.
Quando se trata de famílias com atraso de contas, 28,5% do total no Brasil tinham contas e/ou dívidas atrasadas em junho. É a 1ª queda na taxa desde setembro de 2021.
A proporção dos que afirmam não ter condições de pagar contas e/ou dívidas já atrasadas foi de 10,6%, o menor percentual desde fevereiro.
De acordo com a CNC, o avanço recente na informalidade do emprego é um fator que “aumenta a volatilidade da renda do trabalho e atrapalha a gestão das finanças pessoais“.
Fonte: CNN Brasil

O influenciador baiano Luva de Pedreiro utilizou as redes sociais, na manhã deste sábado (9), para dizer que recebeu uma intimação da Justiça ao chegar no Brasil, após cumprir acordo comercial no Marrocos.
"Cheguei agora do Marrocos, galera, cansado e doido para ver minha família. Quando cheguei no aeroporto, [que estava] cheio de gente, recebi uma intimação de coisa empresarial. Nunca esperei isso, não. Eu estando certo. Eu fiz o quê pelo amor de Deus para ser intimado?", questionou.
Iran Ferreira tem 20 anos e atualmente é o influenciador de futebol mais seguido no Instagram, com mais de 15 milhões de seguidores.
Após desacordos com o ex-empresário, Luva de Pedreiro agora é agenciado pelo ex-jogador de futsal Falcão, que também comentou o ocorrido em uma rede social.
"Eu acordo com a notícia de uma intimação judicial na frente de todo mundo. O menino foi para o Marrocos cumprir o que foi feito pelos antigos empresários. Mas usar essas informações do voo, da chegada, para uma intimação judicial e constranger o menino é inexplicável. Deixa o menino viver".
Fonte: Metro 1

A produção industrial de 11 dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional) cresceu em maio, quando o índice nacional avançou 0,3%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (8) os resultados, as maiores altas ocorreram no Amazonas (6,6%) e em Mato Grosso (4,6%).
Ceará (3,2%), Goiás (3,2%), Espírito Santo (2,8%), Santa Catarina (1,6%) e Rio Grande do Sul (0,7%) também registraram avanços acima da média nacional (0,3%).
O principal destaque, no entanto, foi o Paraná, com elevação de 3,5%. Segundo o analista da pesquisa, Bernardo Almeida, depois de cair 4,1% em abril, o Paraná foi a maior influência positiva sobre o resultado nacional em maio.
“Com o resultado, o estado consegue quase eliminar a perda no mês anterior. O setor de alimentos foi o que mais influenciou o resultado do Paraná, seguido de máquinas e equipamentos, outro setor bastante importante na indústria do estado”, informou Almeida. Para ele, houve um “espalhamento” de resultados positivos em maio.
O Pará, com taxa negativa de 13,2%, teve o recuo mais elevado, causado pelo baixo desempenho do setor extrativo, que concentra a maior parte da atividade industrial do estado. “Este é o resultado negativo mais intenso para o estado desde março de 2020, quando atingiu a taxa de -16%”, afirmou o analista.
Os estados do Rio de Janeiro e de Pernambuco também tiveram taxas negativas em maio: -4,1% e -2,4%, respectivamente.
Conforme a PIM Regional, a segunda maior influência sobre o resultado nacional é da indústria do Amazonas com crescimento de 6,6%, o maior em termos absolutos. Segundo o IBGE, a alta de maio elimina a perda de 0,1% de abril. “Os destaques foram a indústria de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos e o setor de bebidas, que influenciaram o crescimento da produção industrial amazonense.”
Com variação positiva de 0,3%, São Paulo foi a terceira maior influência, acompanhando o percentual do índice nacional. Para Almeida, o crescimento, considerado tímido, teve como influência positiva os setores de veículos automotores e de máquinas e equipamentos.
“Esse índice não suprime a perda sofrida no mês anterior de 3,6%. Com esse resultado de 0,3% na passagem de abril para maio, São Paulo continua 1,9% abaixo de seu patamar pré-pandemia e 23,4% abaixo em relação ao patamar mais alto da série histórica, em março de 2011”, acrescentou.
Média trimestral
Quanto à média móvel trimestral, que apresentou índice de 0,4%, houve taxas positivas em 11 dos 15 locais pesquisados. Amazonas (2,3%), Ceará (1,9%), Rio de Janeiro (1,3%), Bahia (1,2%), Mato Grosso (1,2%), Região Nordeste (1,1%) e Goiás (0,8%) foram os destaques.
Também neste caso, a principal perda ficou com o Pará (-4,7%).
Acumulado
De janeiro a maio, dez dos 15 locais pesquisados tiveram queda, com destaque para o Pará (-11,9%), Santa Catarina (-6,6%) e Ceará (-6,2%).
No acumulado dos últimos 12 meses, nove dos 15 estados pesquisados recuaram. O Amazonas passou de 1,5% para -1,8%; o Ceará, de -3,7% para -6,5%; Minas Gerais, de 4,7% para 2%; Espírito Santo, de 4% para 1,3%; Santa Catarina, de 0,1% para -2,3%; São Paulo, de -0,8% para -3,0%; Pará, de -7,6% para -9,3%; e Rio Grande do Sul, de 2,1% para 0,4%.
Esses locais apresentaram as principais perdas entre abril e maio deste ano, enquanto a Bahia, que saiu de -7,0% para -3,9%, e Mato Grosso, que passou de 8,5% para 10,6%, tiveram os maiores ganhos entre os dois períodos.
Pesquisa
De acordo com o IBGE, desde a década de 1970, a PIM Regional produz indicadores de curto prazo, relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação.
“[A pesquisa] traz, mensalmente, índices para 14 unidades da federação cuja participação é de, no mínimo, 1% no total do valor da transformação industrial nacional e, também para o Nordeste como um todo: Amazonas, Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e Região Nordeste”, concluiu o instituto.
Fonte: Da Redação
O IBGE projeta uma safra total de grãos este ano de 261,4 milhões de toneladas. O número foi revelado nesta quinta-feira (7), por meio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA). O volume é 0,6% menor do que a projeção de maio, mas 3,2% acima do obtido em 2020/21 e continua representando um recorde na produção cereais, leguminosas e oleaginosas.
De acordo com o LSPA desta quinta, a área a ser colhida é de 72,5 milhões de hectares, 5,8% (4,0 milhões de hectares) maior que a área colhida em 2021 e 0,3% (209,3 mil ha) maior do que o previsto em maio.
A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva em quatro Grandes Regiões: Centro-Oeste (10,7%), Norte (5,5%), Sudeste (13,3%) e Nordeste (11,0%), com variação negativa no Sul (-14,0%).
Em relação ao mês anterior, houve redução nas estimativas da colheita de feijão 3ª safra (com queda de 7,8%) e 2ª safra (-4,3%), milho 2ª safra (-1,1%), soja (-0,5%) e trigo (-0,2%). Em compansação, o atual levantamento espera uma produção maior de sorgo (1,8%), cevada (1,6%), tomate (0,9%), feijão 1ª safra (0,5%), milho 1ª safra (0,3%) e aveia (0,2% ).
Sobre a soja, uma das principais commodities do país, o IBGE relatou que a safra foi marcada por “efeitos climáticos adversos”, com registro de forte estiagem durante o desenvolvimento da cultura nos estados do centro-sul. A produção nacional deve atingir 118,0 milhões de toneladas – retração de 12,6% na comparação com a obtida no ano anterior.
No milho, a lavoura deve alcançar 111,2 milhões de toneladas, declínio de 0,8% em relação ao mês anterior e crescimento de 26,7% quando comparado a 2021, ou 23,4 milhões de toneladas a mais. Na primeira safra, o avanço de 0,5% frente a 2020/2021 é causado pelo aumento na área a ser colhida (7,5%), mas a produtividade recuou 6,5% em função da falta de chuvas, principalmente no Sul.
Fonte: Do site Bahia.Ba

A partir desta quinta-feira (7), os postos de combustíveis de todo país estão obrigados a divulgar, de forma “correta, clara, precisa, ostensiva e legível”, os preços dos combustíveis que eram cobrados, em cada empresa, no dia 22 de junho de 2022, “de modo que os consumidores possam compará-los com os preços praticados no momento da compra”.
A determinação, com vigência até 31 de dezembro de 2022, consta do decreto nº 11.121, publicado no Diário Oficial da União de hoje.
Com a medida, o governo pretende possibilitar ao consumidor comparar o preço atual com o que era cobrado antes de vigorar a lei que não permite às unidades federativas cobrar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com percentual acima da alíquota de 17% ou 18%, dependendo da localidade. A lei foi sancionada no dia 24 de junho.
O decreto publicado hoje destaca, ainda, que os donos dos postos deverão informar também, em separado, o valor aproximado relativo ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); o valor relativo à Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep); e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins; e, ainda, o valor relativo à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide-combustíveis).
Fonte: Agência Brasil
Os pequenos negócios geram renda em torno de R$ 420 bilhões por ano, o equivalente a cerca de um terço do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) brasileiro.
A estimativa consta do Atlas dos Pequenos Negócios, lançado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Segundo o levantamento inédito, os negócios de menor porte injetam R$ 35 bilhões por mês na economia brasileira. A pesquisa analisou a participação na economia de microempresas, pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEI).
De acordo com a publicação, os MEI geram R$ 11 bilhões todos os meses, o que significa R$ 140 bilhões por ano. As micro e pequenas empresas geram mensalmente R$ 23 bilhões, movimentando R$ 280 bilhões por ano.
Atualmente, os negócios de menor porte correspondem a 30% do PIB. Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a participação poderá chegar a 40% do PIB, caso o país cresça 3% ao ano nos próximos anos.
“Em países desenvolvidos, a participação dos pequenos negócios no PIB fica em torno de 40% a 50%. Se em 10 anos conseguirmos promover esse crescimento, toda a economia sai beneficiada, graças ao poder que as MPE [micro e pequenas empresas] têm de gerar renda e empregos”, avaliou.
A pesquisa constatou que, de 15,3 milhões de donos de pequenos negócios em atividade no Brasil, 11,5 milhões dependem exclusivamente da atividade empresarial para sobreviver.
Em relação aos MEI, a proporção chega a 78%, o que equivale a cerca de 6,7 milhões de pessoas. Entre os donos de micro e pequenas empresas, 71% têm no negócio de pequeno porte a principal fonte de renda, o que representa cerca de 4,7 milhões de pessoas.
Crescimento
De 2012 a 2021, o número de trabalhadores por conta própria no Brasil cresceu 26%, passando de 20,5 milhões para 25,9 milhões. No mesmo período, o número de formalizações entre os MEI passou de 2,6 milhões para 11,3 milhões, alta de 323%. Isso significa crescimento mais de 12 vezes maior entre os microempreendedores individuais, comparado com os donos de negócios que não se formalizaram.
Segundo a pesquisa do Sebrae, 28% dos MEI atuavam fora do mercado formal ao adotar o regime especial de pagamento de imposto. Desse total, 13% tinham como ocupação principal o empreendedorismo informal e 15% atuavam como empregados sem carteira assinada.
A proporção de informais vem caindo ao longo do tempo. Cerca de 2,5 milhões de pessoas foram retiradas da informalidade (28% de 8,7 milhões de microempreendedores individuais em atividade), por causa do registro do MEI.
Em relação às micro e pequenas empresas, 13% dos empreendedores eram informais antes da abertura do negócio. Desse total, 6% exerciam a atividade como empreendedores informais e 7% eram empregados sem carteira assinada.
Regiões e estados
O Atlas dos Pequenos Negócios também revelou peculiaridades entre regiões e estados. O Norte tem uma das maiores proporções de jovens e negros à frente de um negócio. No Nordeste, Sergipe é um dos estados com a maior proporção de empreendedores. No Centro-Oeste, o Distrito Federal tem uma das maiores proporções de donos de negócios com ensino superior.
O Sul é a região com a maior proporção de empreendedores que contribuem para a Previdência Social. O Sudeste tem o maior número de pequenos negócios, com três estados – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – concentrando 40% dos donos de empresas de pequeno porte no Brasil.
Em relação aos estados, Rio de Janeiro, Alagoas, Paraíba e Sergipe têm as maiores participações de microempreendedores individuais entre os empreendimentos abertos.
Maranhão, Amapá, Paraná e Piauí têm a maior proporção de microempresas na abertura de negócios. Na abertura de empresas de pequeno porte, lideram Mato Grosso, Pará, Amazonas e Amapá.
O estado do Rio de Janeiro, o Distrito Federal e o Sergipe têm as maiores proporções de mulheres entre donos de negócio, com 38%, 37% e 37% do total, respectivamente.
A proporção de empreendedores que se classificam como negros (pretos e pardos) chega a 84% do total dos donos de negócios no Amazonas e no Acre. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, a proporção de negros chega a apenas 15%.
Fonte: CNN Brasil

Pelo menos 20 estados já anunciaram a redução do ICMS sobre combustíveis. Os governadores do Ceará e do Amazonas fizeram os anúncios nesta segunda-feira (04).
O Distrito Federal publicou no dia primeiro deste mês um decreto limitando em 18% a cobrança do ICMS. As alíquotas da gasolina e do etanol eram de 27%. Segundo o governo distrital, a perda é estimada em R$ 1,7 bilhão por ano.
O governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que terá que rever as contas do Distrito Federal. O Sindicato dos Comércios Varejista de Combustíveis do DF estima uma redução de R$0,43 na gasolina e R$ 0,40 no etanol com a redução do ICMS. Os consumidores devem sentir aos poucos a diferença na bomba, com a renovação dos estoques, diz o presidente da entidade Paulo Tavares.
São Paulo foi o primeiro a fazer a redução do ICMS. No estado, a alíquota caiu de 25% para 18%. Minas Gerais, Goiás, Paraná e Amapá também já anunciaram o corte.
As ações procuram atender a lei que limitou o ICMS sobre combustíveis ou a definição do Conselho Nacional de Política Fazendária de que o imposto deve ser calculado sobre a média de preços dos últimos 60 meses.
Mas, a discussão ainda não terminou. No Congresso, os parlamentares ainda precisam avaliar os vetos do presidente Jair Bolsonaro à lei do teto do ICMS. No Supremo Tribunal Federal, governadores questionam a lei do teto e a lei que determinou alíquota uniforme em todo o país.
Fonte: Agência Brasil
Em entrevista à emissora estadunidense Fox News, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a demonstrar medo com um possível retorno da esquerda à presidência da República. Segundo o conservador, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vença as eleições deste ano, a esquerda nunca mais “saíra do poder”.
“Se a esquerda voltar ao poder, a meu ver, eles nunca sairão do poder e esse país seguirá o mesmo caminho de Venezuela, Argentina, Chile e Colômbia. O Brasil se tornará mais um vagão nesse trem”, disse Bolsonaro ao apresentador conservador Tucker Carlson.
O trecho com a declaração foi transmitido em uma chamada na programação da emissora. A entrevista completa está prevista para ir ao ar nesta quinta-feira (30). “Os perdedores serão a população brasileira e a própria esquerda. Os eleitores de esquerda irão perder com isso. Toda a América do Sul será vermelha se é que você me entende e, na minha visão, os Estados Unidos se tornarão um país praticamente isolado no mundo”, completou o presidente.
Nas redes sociais, Bolsonaro exaltou o encontro e a entrevista com o apresentador. “Recebi hoje, no Palácio do Alvorada, o jornalista americano Tucker Carlson, apresentador do programa jornalístico de maior audiência dos EUA. Mostramos ao mundo a verdade sobre o Brasil, sobre o nosso governo e tenho certeza que mais uma vez a verdade irá nos libertar”, disse.
Fonte: Do site Bahia.Ba
O presidente Jair Bolsonaro (PL) levantou a possibilidade, em conversas com apoiadores nesta terça-feira (28), de o Brasil comprar diesel da Rússia. A declaração acontece um dia depois de uma conversa por telefone entre Bolsonaro e seu homólogo russo, Vladimir Putin.
“Temos aí a segurança alimentar e a segurança energética. Então, há chance de comprarmos diesel de lá. Fica, com toda certeza, um preço mais em conta”, disse o presidente.
Durante cerimônia no Palácio do Planalto, Bolsonaro já havia mencionado a ligação com Putin e dito que o Brasil trataria a insegurança alimentar e a energética. No entanto, o presidente falou apenas que conversou com o líder russo sobre o comércio de fertilizantes.
Fonte: Do site Bahia.Ba
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