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Na medida em que se aproxima o pleito em 2024, pouco a pouco as peças do xadrez político vão se definindo para as eleições municipais, nos bastidores da política de Uibaí a corrida pela prefeitura já começou.

Muitos nomes vêm sendo ventilados, um deles do empresário Fausto Batista , que segundo fontes é tido como nome “novo” no cenário político,, comenta-se também que o PT de Uibaí deve lançar a pré-candidatura do professor João Borges, nome bastante conhecido na cúpula petista. Ele inclusive disputou as eleições para prefeito em 2020, não obtendo êxito. Outro nome cotado é o do ex-prefeito, Pedro Rocha.

O nome que vem ganhando destaque em Uibaí, é o do servidor público, popularmente conhecido como Zé de Bilaí, figura carismática e bastante querida na comunidade, Zé tem realizado um excelente trabalho social na cidade e tem ganhado bastante popularidade, aproveitando seu bom desempenho em pesquisas de opinião para consolidar seu nome como uma opção forte para a disputa. Sua aceitação pode ser determinante para a candidatura.

O apoio popular e de várias lideranças políticas é um fator importante que pode impulsionar a candidatura de Zé de Bilaí. Isso porque, ele poderá aumentar sua presença no cenário político local, além de fortalecer sua base eleitoral.

Incerteza na base de Birinha

Vários personagens disputam a benção do prefeito Birinha, entre eles os nomes de Aidinha Levi e do vereador Marcão, são ventilados ao cargo.

Uma coisa é certa, a expectativa é que a disputa seja acirrada.

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O deputado Cafu Barreto (PSD), através de indicação encaminhada pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) ao Governo do Estado, requereu a implantação, como parte da estratégia de interiorização do acesso à saúde, de um Centro de Prevenção e Reabilitação de Deficiências na região de Irecê. O documento é endereçado ao governador Jerônimo Rodrigues e à secretária estadual da Saúde, Roberta Santana.

Em justificativa ao pleito, o parlamentar anota que a política do SUS, voltada para a inclusão das pessoas com deficiência, caracteriza-se por reconhecer a necessidade de implementar o processo de respostas às complexas questões que envolvem a atenção à saúde desse grupo, por meio de uma rede de serviços integrada, articulada e efetiva nos diferentes pontos de atenção para atendê-lo, assim como iniciar precocemente as ações de reabilitação e de prevenção precoce de incapacidades.

Cafu Barreto entende que a chegada de um centro de prevenção e reabilitação no interior é efetivar o direito à saúde de forma integral, no enfoque interdisciplinar. “É sabido que os indivíduos com deficiência estão mais expostos a comorbidades associadas à sua condição, resultando em maior necessidade de uso de serviços de saúde especializados para a manutenção de sua integridade física, mental e permitir a inclusão social. Entretanto, embora haja uma demanda grande no interior do estado, os serviços estão concentrados na nossa capital e a questão da acessibilidade aos serviços públicos, que se não for adequadamente trabalhada, pode fazer com que o deficiente enfrente obstáculos que inviabilizem o seu acesso a esses serviços”, argumentou.

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carreta que transportava 45 toneladas de grãos de soja com nota fiscal fraudada. A abordagem aconteceu em frente a unidade operacional da PRF, no Km 408 da BR 242, em Seabra (BA), na noite da última terça-feira (23/05).

Em fiscalização de combate à criminalidade, policiais abordaram uma carreta Scania/G 420, acoplada a dois semirreboques (graneleiro).

O documento fiscal apresentado pelo motorista indicava indícios de sonegação fiscal e não recolhimento de tributo, já que tinha como origem e destino o estado do Tocantins.

Após alguns minutos de conversa, o motorista confessou que o embarque da mercadoria foi feito em Mateiros (TO) e que o destino final seria a capital baiana. Acrescentou também que receberia a nota fiscal durante o trajeto.

Essa prática tem como objetivo sonegar os impostos e tributos incidentes sobre a mercadoria, o que causa prejuízo para os cofres públicos. A ocorrência foi encaminhada para o Posto de Controle Fiscal da SEFAZ-BA, responsável por apurar às irregularidades e inconsistências tributárias.

Os policiais descobriram também que o motorista não era habilitado para dirigir veículo de carga pesada e o caminhão apresentava defeito no sistema de freios, que comprometia a segurança viária e poderia causar acidentes.

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Em meio ao desgaste em torno da queda de braço entre o Ministério do Meio Ambiente e a Petrobras para exploração na foz do Rio Amazonas e do esvaziamento da pasta, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT) descartou a possibilidade de Marina Silva (Rede) deixar o primeiro escalão do governo Lula (PT).

“Em nenhum momento isso entrou em discussão, em questão”, disse ele em entrevista ao Estadão/Broadcast. Segundo Padilha, a ministra tem um papel fundamental para “sustentar” a agenda ambiental da gestão.

“A agenda da sustentabilidade está no coração do governo do presidente Lula. Ela [Marina] tem papel muito importante em sustentar essa agenda. E pode ter certeza que essa agenda estará sustentada mesmo com modificações que possam ser feitas no Congresso Nacional na distribuição administrativa de órgãos do governo. Essa agenda estará preservada e com a liderança na ministra Marina”, disse o ministro, citando também o esvaziamento da pasta por intermédio do Legislativo.

“Não estamos felizes com aqueles pontos e vamos trabalhar ainda até semana que vem em relação a isso. Mas eu posso te dar uma garantia. O governo tem instrumentos institucionais para que a agenda da sustentabilidade, da combinação do desenvolvimento econômico com proteção ambiental, esteja segura dentro do governo”, afirmou Alexandre Padilha, em sintonia com falas do presidente Lula sobre a importância da articulação política.

Ao comentar o caso da exploração da Petrobras na região da Amazônia, ele minimizou o clima de desavenças dentro do governo. “O Ibama tomou uma posição técnica sobre esse tema. Acho que está em processo de discussão. A Petrobras vai partir dessa posição técnica, reapresentar o seu plano, poder discutir isso, isso continua em discussão dentro do governo”, pontuou o titular das Relações Institucionais.

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