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O Flamengo não conseguiu manter a vantagem conquistada no primeiro jogo (2-0) e viu o Fluminense reagir de forma avassaladora no segundo e decisivo duelo da final do Campeonato Carioca, no último domingo. O placar de uma goleada de 4 a 1 para o Fluminense deixou o treinador Vítor Pereira em uma posição delicada, sendo alvo de muita contestação por parte dos torcedores durante toda a partida.

No retorno ao Maracanã, o ex-jogador do Real Madrid, Marcelo, foi o primeiro a balançar as redes aos 30 minutos do jogo, e logo em seguida, aos 34 minutos, German Cano empatou o confronto com o gol de 2 a 0, igualando o placar agregado.

A segunda etapa iniciou com alta intensidade, porém, as críticas direcionadas ao treinador português afetaram negativamente o desempenho do Flamengo, que viu o Fluminense ser premiado com um pênalti. German Cano converteu e colocou o Fluminense à frente com 3 a 0 no jogo e na soma dos placares, conquistando a virada na eliminatória.

Em um confronto verdadeiramente emocionante, Alexsander marcou um belo gol aos 65 minutos, ampliando ainda mais a vantagem do Fluminense para 4 a 0.

O Flamengo ainda conseguiu diminuir o placar para 4 a 1 (4 a 3 no agregado) com um gol de Ayrton Lucas aos 90+9′, porém, a insatisfação foi evidente, e Vítor Pereira corre o risco de ser demitido nas próximas horas, diante do resultado desfavorável.

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“Construção de Rede Solidária na Preservação das Sementes Crioulas na Agricultura Familiar do Território de Identidade de Irecê -TII”, iniciativa da Universidade Estadual da Bahia – UNEB, fez-se presente no projeto Resiliências Climáticas e alcançou comunidades tradicionais em Morro do Chapéu. Em entrevista, a Professora Maria Dorath Sodré relata a importância da construção de redes para trocas de sementes crioulas para “qualidade do alimento a ser produzido, do reconhecimento dos saberes dos agricultores, das condições biogenéticas da fauna e flora adaptada ao ambiente específico, a biodiversidade e, especialmente, por permitir ações que possam assegurar soberania e segurança alimentar”. As sementes crioulas são, normalmente, fornecidas por agricultores familiares e, em seguida, é aplicado teste de transgenia pela UNEB campus Irecê.

Durante a Formação em Análise e Gestão de Dados Socioambientais do Projeto Resiliências Climáticas, as comunidades participantes do projeto, entre elas Ouricuri II, Passagem Velha, Veredinha, receberam sementes crioulas da Rede Solidária. Como resposta, alguns dos participantes forneceram novas sementes,perpetuando a troca para novos testes. A professora ressalta que uma das características comuns da origem destas sementes é a ancestralidade, pois, normalmente, os agricultores identificam seus pais e avós como responsáveis pelos primeiros cultivos.

A troca de sementes crioulas é identificada pelo Resiliências Climáticas como uma boa prática, respeitando o saber ancestral e a soberania alimentar. Para o projeto, “boas práticas trazem a soma de aprendizados das memórias que formam o agora. Ou seja, elas conectam o que estou vivendo agora com o que mudou”, comenta Rafael Freire, coordenador do projeto. É ainda produto do projeto Resiliências Climáticas, o fortalecimento da capacidade de implementação de boas práticas de adaptação às mudanças climáticas contextualizadas aos desafios socioambientais dos biomas Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e área costeira, por parte dos grupos vulneráveis.

Neste momento, as pessoas das comunidades estão colhendo o resultado das sementes plantadas em outubro de 2022. Amostras das novas sementes serão novamente testadas para continuidade do projeto.

Resiliências Climáticas é um projeto realizado em parceria por Cospe e Gambá, co-financiado pela União Européia, com o objetivo de valorizar as boas práticas de adaptação à mudança do clima em áreas costeiras e nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga baianos. Atualmente, o projeto está no seu segundo ano e finalizou recentemente a primeira fase de formação. Para realização das atividades e operacionalização do projeto, as universidades UNEB – Universidade do Estado da Bahia, UNIVASF – Universidade Federal do Vale do São Francisco, UFRB – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, e UFOB – Universidade Federal do Oeste da Bahia são parceiros locais, atuantes em cada território. Nos próximos passos do projeto, estão previstos desenvolvimento de Planos Locais de Adaptação às Mudanças Climáticas; formação para desenvolvimento e submissão de projetos; publicação com mapeamento de boas práticas, entre outros.

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Cento e onze quilos de entorpecentes foram apreendidos na manhã da última quarta-feira (5), no município de João Dourado, na região de Irecê. Na Operação Medrado, realizada pela 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Irecê), pela Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), pela Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (Cati/Chapada) e pela Delegacia Territorial do município, um homem foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

O local na zona rural de João Dourado, que era conhecido como quartel general do tráfico de drogas, foram encontrados 100 quilos de maconha divididos em 41 tabletes prensados e 51 sacos a granel e 11 tabletes de cocaína, com alto grau de pureza. “É uma organização liderada por uma família. Após meses de trabalho investigativo e em continuidade à operação que já realizou mais de 30 prisões de integrantes do grupo, o local onde eles armazenavam as drogas foi localizado”, explicou o coordenador da 14ª Coorpin, delegado Ernandes Reis.

Um homem que era responsável pela droga localizada foi preso em flagrante por tráfico de drogas. “Estimamos que o prejuízo para o tráfico de drogas é de R$ 700 mil. O preso está sendo interrogado e posteriormente será encaminhado para o Sistema Prisional”, finalizou o delegado.

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