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O deputado reivindicou a implantação da unidade, durante reunião da Comissão de Infraestrutura na Alba

Demonstrando muita preocupação com a assistência e a segurança da população de Irecê e região, em casos de acidentes e incêndios, o deputado estadual Pedro Tavares (União Brasil), voltou a cobrar a instalação do Corpo de Bombeiros em Irecê. O parlamentar chamou a atenção sobre o assunto, durante sessão, hoje, na Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo, na Assembleia Legislativa da Bahia. Desde 2019, o deputado já havia reivindicado a implantação do equipamento na cidade.

Tavares enfatizou que a cidade que tem mais de 70 mil habitantes, sendo considerada pólo regional não pode permanecer sem o amparo da instituição especializada em salvamento, prevenção e combate a incêndios e socorro público. “Volto mais uma vez a ressaltar a necessidade de termos em Irecê uma unidade do Corpo de Bombeiros, visto que a cidade e a região ficam desassistidas em situações graves, a exemplo de acidentes automobilísticos com pessoas presas em ferragens e no combate a incêndios e resgates. Pedimos a sensibilidade do Governo do estado, diante dessa carência de uma unidade do Corpo de Bombeiros em Irecê”, afirmou.

O deputado lembrou o anseio da população pela presença da instituição permanente no município, diante da constante ocorrência de acidentes automobilísticos na cidade e região, além do resgate de pessoas em desabamentos, inundações e soterramentos, resgate de pessoas em locais de difícil acesso ou de afogamentos, entre outros casos.

Tavares aguarda um posicionamento favorável, em relação a essa “importante” solicitação que visa atender Irecê e região.

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Até 2050, o Brasil precisa aumentar em 44% a produção nacional de feijão para atender a demanda do mercado. Isso significa 1,5 milhão a mais por ano. É o que mostra pesquisa desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pela Universidade de São Paulo.

Mas, para dificultar essa tarefa, os produtores terão de enfrentar uma elevação na temperatura de até 2,8ºC nas próximas duas décadas, prevista pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas.

A região Centro-Oeste e os estados de Minas Gerais e da Bahia podem ser as áreas mais afetadas, e podem inclusive ter que alterar o calendário para plantio.

Segundo Alexandre Bryan, pesquisador da Embrapa, a concentração de gás carbônico prejudica, especialmente, a fase reprodutiva da lavoura, impedindo a formação de vagens e grãos de feijão. Por isso, a tendência é cair a produtividade nos próximos anos. Mas os produtores podem se adaptar às novas condições plantio com a escolha de grãos mais resistentes.

“O feijão tipo preto apresenta uma tolerância maior a situações adversas. Então, quer dizer, a gente sabe que o preto sobressai em algumas condições. Então, tem diferença entre os tipos de feijão. A questão toda é que o mercado é restrito. Feijão preto, basicamente, é consumido no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro e, no resto do Brasil, é o carioca e esse é um problema”.

Alexandre Bryan destaca também que a queda de produtividade e aumento de demanda é um assunto que deve passar por políticas públicas, tanto em relação ao investimento em pesquisa para a geração de plantas mais adaptadas, quanto em relação à agricultura familiar.

“Então, é interessante ter uma política pública para a agricultura familiar, na qual ela possa produzir feijão em conjunto com outras culturas, ou em rotação com outras culturas, tendo também floresta no meio, tendo um planejamento que tenha diversidade. Porque se você tem diversidade tem maior, tem também maior sustentabilidade. A gente sabe que diversidade diminui, é uma forma minimizar o impacto das mudanças climáticas.”

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, hoje, a produção anual de feijão no país é de R$ 12 bilhões por ano, chegando a 2,8 milhões toneladas.

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A Assembleia Legislativa da Bahia realiza nesta quarta-feira (08), em sessão plenária que tem início às 15h, a eleição para a escolha do novo conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Disputam a indicação da Casa a ex-primeira-dama e enfermeira Aline Peixoto, favorita por ter o apoio do governo, e o ex-deputado estadual e pecuarista Tom Araújo, inscrito no pleito com o aval da oposição.

O vencedor precisa ter, no mínimo, 32 votos de um colégio eleitoral de 63 parlamentares. A votação é secreta, feita individualmente em cédulas de papel dentro de uma cabine reservada na lateral do plenário, ao lado da Mesa Diretora. Cada cédula terá os nomes dos dois postulantes. Se em três votações ninguém alcançar o patamar mínimo de votos, a Assembleia dever reabrir as inscrições para novos candidatos ao TCM.

Deputados da base do governo estimam que Aline, esposa do ex-governador e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), pode alcançar até 41 votos, no melhor dos cenários. Já a oposição aposta nas insatisfações provocadas pela candidatura da ex-primeira-dama, que acabou se transformando em um escândalo nacional – até o senador Jaques Wagner (PT) se colocou publicamente contra – e nas traições e no voto secreto para tentar virar o jogo.

Após o anúncio do resultado pelo presidente da Assembleia, Adolfo Menezes (PSD), que irá comandar a sessão depois de retornar das férias no exterior, o nome aprovado segue para avaliação do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O cargo de conselheiro é vitalício, com salário de R$41 mil.

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Ocorreu no auditório do Campus Irecê do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), o primeiro encontro do Projeto “Papo de Oficina!”. A atividade, desenvolvida por servidores(as) do Campus, tem o objetivo de promover um ciclo de palestras visando apresentar as inúmeras possibilidades de atuação profissional, bem como a amplitude das possibilidades de vivências de um estudante que completa o ciclo do Ensino Médio Profissionalizante.

Na oportunidade estiveram reunimos Egressos, Técnicos, Professores das áreas propedêuticas e Técnicas e os nossos atuais estudantes de Eletromecânica para essa agradável conversa sobre a experiência no IFBA e pós IFBA.

Nesse primeiro encontro o IFBA recebeu seu egresso do Curso Técnico Integrado ao Ensino Médio em Eletromecânica, Ricardo Oliveira da Silva, formado em 2020. Hoje ele atua como Técnico Pleno, na empresa Rio Energy. E falou sobre estudos e marcado de trabalho, bem como destacou o quanto o IFBA contribuiu para sua formação, e das oportunidades que surgiram a partir daí.

Para Ricardo essa foi também uma ‘oportunidade de poder retribuir um pouco tudo o que o IFBA fez por ele’. O egresso ainda deixou seu incentivo para nossos atuais alunos(as). “Para alcançar e sustentar um objetivo, seja qual for, é preciso ter uma dedicação constante, e em alguns momentos você terá que agir com base somente na sua intuição, inspiração, fé e na sua confiança, sem se importar com a opinião dos outros e sem questionar as razões…” pontuou.

Sílvia Garcez, Coordenadora de Extensão do Campus, diz que “é muito importante ouvir os egressos(as), saber a eficiência das nossas contribuições e como podemos atuar com maior sinergia para as demandas de formação da sociedade”.

O IFBA Campus Irecê agradece a participação de todos e todas! Em breve divulgaremos a próxima agenda do Papo de Oficina, que deve ocorrer ainda este mês.

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