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O senador Jaques Wagner (PT) abriu o jogo e admitiu publicamente que é contra a indicação da enfermeira Aline Peixoto, esposa do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), para conselheira do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).

Questionado se concordava com a indicação de Aline Peixoto para a Corte de Contas, Wagner respondeu por meio do aplicativo WhatsApp: “não”.

A contrariedade de Wagner à indicação já era conhecida nos bastidores políticos, mas agora se torna pública. Nesta quarta-feira (15), o senador sugeriu que a eleição não está decidida, já que o pleito tem “voto secreto”.

Aline Peixoto disputa contra o ex-deputado estadual Tom Araújo (União) a vaga no TCM. A eleição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) está prevista para acontecer no dia 7 de março.

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Com o resultado do exame, estudantes podem conseguir bolsas de estudo de até 100%

A divulgação dos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 foi antecipada para a última quinta-feira (9/2) e com ela surge a oportunidade para quem quer começar a estudar ainda no primeiro semestre de 2023.

A Faculdade Ages está ofertando bolsas de estudo de até 100% utilizando a nota da prova do Enem. Os descontos concedidos são proporcionais à avaliação de cada participante e são válidos para mais de 70 opções de cursos nas modalidades presencial e live durante toda a graduação. A média mínima para concorrer às bolsas é de 300 pontos e caso o candidato não tenha feito o Enem em 2022 também é possível usar a nota da prova a partir de 2010.

Para participar, os candidatos devem se inscrever no site https://landing.ages.edu.br/ utilizando a média das provas e o boletim de desempenho do Enem. Quanto antes o estudante se matricular, mais chances de garantir uma vaga com boas condições. As bolsas não estão disponíveis para o curso de Medicina Humana.

Cálculo da média e boletim de desempenho

Para calcular a média do Enem, basta consultar o Boletim de Desempenho Individual, somar a pontuação das cinco provas e dividir o valor por cinco. O resultado é a média do estudante.

Sobre a Ages  

A Ages nasceu há 40 anos com o objetivo de levar educação de qualidade para o interior do Nordeste e dar oportunidades para pessoas da região. Com suas raízes fincadas em Paripiranga (BA), a instituição também marcou seu lugar nos municípios baianos de Tucano, Jacobina, Irecê e Senhor do Bonfim. Em 2019, se integrou ao maior e mais inovador ecossistema de  qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, que tem mais de 300 mil alunos e quase 20 anos de história.  

Atualmente, a Ages conta com mais de 150 cursos de graduação e pós-graduação; e faz parte da Ispirali, um dos principais players de educação continuada na área médica do país. Em 2022, recebeu 104 estrelas (distribuídas em 33 cursos) no Guia da Faculdade, plataforma que avalia cursos de ensino superior no Brasil.  

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o salário mínimo, atualmente no valor de R$ 1.302, deve passar por aumento ainda este ano. O último reajuste do piso nacional passou a valer no dia 1º de janeiro. “Nós estamos discutindo a busca de espaço fiscal para mudar o valor do salário mínimo ainda este ano. Se houver espaço fiscal, nós haveremos de anunciar uma mudança para 1º de maio”, afirmou o ministro em entrevista ao programa Brasil em Pauta, que vai ao ar neste domingo (12), na TV Brasil.

Além do novo reajuste, a retomada da Política de Valorização do Salário Mínimo também é uma das prioridades da pasta. De acordo com o ministro, a política mostrou bons resultados nos governos anteriores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando Marinho foi ministro do Trabalho, entre 2005 e 2007.

“Nós conseguimos mostrar que era possível controlar a inflação, gerar empregos e crescer a renda, crescer a massa salarial dos trabalhadores do Brasil inteiro, impulsionado pela Política de Valorização do Salário Mínimo, que consistia em, além da inflação, garantir o crescimento real da economia para dar sustentabilidade, para dar previsibilidade, para dar credibilidade acima de tudo para todos os agentes. É importante que os agentes econômicos, o empresariado, os prefeitos, os governadores, saibam qual é a previsibilidade da base salarial do Brasil, e o salário mínimo é a grande base salarial do Brasil”, explicou.

“Veja, se esta política não tivesse sido interrompida a partir do golpe contra a presidenta Dilma e o governo tenebroso do Temer e do Bolsonaro, o salário mínimo hoje estaria valendo R$1.396. Veja só: de R$1.302 para R$1.396 é o que estaria valendo o salário mínimo hoje. Portanto, foi uma política que deu muito certo”, destacou Marinho.

“Emprego na veia”

Durante a entrevista, o ministro do Trabalho falou das expectativas da pasta para esta nova gestão e destacou a reparação das relações trabalhistas como uma das prioridades. “Passamos por um governo que trabalhou um processo de desmonte das relações de trabalho. Então o contrato coletivo, negociações trabalhistas, tudo isso foi atacado de forma feroz, a legislação trabalhista, a proteção ao trabalho, tudo isso foi atacado. Nós precisamos enfrentar esse dilema, rever o que foi prejudicado nesse processo de relações de trabalho, para que nós possamos de novo retomar o processo de negociação, de valorizar o valor do trabalho em si, a massa salarial, geração de emprego e renda. Nossa expectativa é de trabalhar esse processo”, afirmou.

Ainda sobre as expectativas da nova gestão, Marinho destacou a retomada das obras públicas como um impulso para o crescimento da economia e das oportunidades de emprego. “Nós temos a ordem de 14 mil obras paradas no Brasil, isso cria uma nova expectativa, expectativa de gerar emprego. Obra é emprego na veia”, destacou. “Essas obras são retomadas praticamente de forma simultânea no Brasil, eu tenho certeza que isso vai dar um grande impacto na retomada do crescimento da economia”, completou.

Novas formas de trabalho

O Brasil vive mudanças aceleradas no mercado de trabalho ocasionadas pelos avanços tecnológicos. Na entrevista, o ministro do Trabalho falou, ainda, sobre essas novas modalidades de serviço, como o trabalho por aplicativos. “Seguramente é uma tendência que vem com muita força. É preciso que seja introduzido nas negociações coletivas, se não nós podemos ter muita gente desprotegida no mercado de trabalho”, afirmou.

“E tem neste [cenário] a história dos trabalhadores por aplicativos, que muita gente pensa que é só entregador de pizza, ou que é só o motorista do Uber, das várias plataformas de transporte de pessoas, mas não é, está presente na saúde, na educação, na intermediação até do trabalho doméstico. Portanto, é preciso que a gente compreenda totalmente esse novo momento”, explicou Luiz Marinho.

Ainda sobre o assunto, o ministro abordou a precariedade do mercado de trabalho observada nos últimos anos. “Ocorreu em escala gigantesca e é exatamente o ponto que nós estamos [nos] referindo. É um amadurecimento que nós vamos ter que passar. A minha preocupação é com os trabalhadores e trabalhadoras, são eles que nós queremos proteger, porque as empresas estão é explorando demais essa mão de obra”, concluiu o ministro.  “O que não é possível é a desproteção. Hoje existem milhares e milhões de trabalhadores, no mundo inteiro, não só na realidade do Brasil, trabalhando absolutamente sem nenhuma proteção social”, acrescentou.

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Executivos da Galvani e da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) realizaram, nesta sexta-feira (10), reunião para conversar sobre os avanços no projeto para implementação da nova fase de operação da unidade de mineração de fosfato para produção de fertilizantes em Irecê, na Bahia.

Sustentável por permitir o máximo aproveitamento do recurso, com geração praticamente zero de rejeito, o empreendimento é estratégico para diminuir a dependência nacional de fertilizantes. O projeto, atualmente, está em fase de licenciamento ambiental e desenvolvimento de rota tecnológica. A Galvani, responsável pelo aporte financeiro, estima que serão investidos cerca de R$ 340 milhões na nova fase de operação da unidade baiana, cujos direitos minerários pertencem à CBPM.

Antônio Tramm, presidente da CBPM, e Marcos Stelzer, CEO da Galvani, estiveram presentes na reunião. Na ocasião, também marcaram presença, pela Galvani, Nelson Canato, diretor de Operações; Danilo Casalino, diretor Administrativo-Financeiro; Gizelle Tocchetto, diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade; e Christiano Lemos Brandão, gerente de Saúde Ocupacional, Segurança do Trabalho, Meio Ambiente, Sistemas de Gestão e Licenciamento da Galvani. Por parte da CBPM, além do presidente Tramm, participaram Rafael Avena, diretor técnico, Albert Hartmann, Gerente de Empreendimentos Minerais e Gestão Ambiental e Eliene Santos, Assessora da presidência.

Sobre a Galvani

Empresa 100% brasileira que atua no setor de fertilizantes desde a década de 1960. É líder em produção e distribuição no Matopiba, região agrícola que compreende os estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Possui unidades de mineração e beneficiamento em Angico dos Dias e Irecê, um complexo industrial em Luís Eduardo Magalhães, todos na Bahia, e escritórios corporativos em Campinas (SP) e na capital paulista.

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