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Barra AgroShow 2026 supera expectativas e organização já planeja novidades para 2027
Na noite de sexta-feira (21), a diretoria da Barra AgroShow esteve reunida para uma rodada…
há 3 horas
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Na noite de sexta-feira (21), a diretoria da Barra AgroShow esteve reunida para uma rodada…
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Empregos
Região de Irecê
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Foto: Divulgação / Polícia Militar
Na manhã desse sábado (10), um idoso de 60 anos morreu após ser atropelado por um veículo Toyota Corola na rodovia BA-148, que liga as cidades de Ibititá e Ibipeba, na região de Irecê.
Segundo informações da Polícia Militar, a vítima era conhecido pelo nome de Hildebrando, e veio a óbito no local.
De acordo com o condutor do veículo, ele trafegava sentido Ibipeba a Irecê, quando a vítima que estava em uma bicicleta fez “uma manobra para o outro lado da pista”, não sendo possível evitar o acidente”.
Após o ocorrido, o condutor acionou a SAMU, que confirmou o óbito. Ainda segundo a PM, o local foi isolado, e o Departamento de Polícia Técnica acionado para a remoção do corpo.

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As receitas feitas com produtos sustentáveis, cultivados de forma agroecológica, que serão servidas na Praça Gastronômica da 13ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária prometem conquistar o paladar do público. O evento, com entrada gratuita, acontece de 14 a 18 de dezembro de 2022, no Parque Costa Azul, em Salvador.

São sabores tradicionais de diferentes regiões do estado, que os visitantes poderão desfrutar de almoço, jantar e happy hour. No Restaurante Copirecê, o público vai se deliciar com pratos típicos do território de Irecê, a exemplo do Bode Assado ou Ensopado com Cuscuz e Mingau de Milho, que fizeram sucesso em edições passadas. Os produtos derivados de milho da Cooperativa Agropecuária Mista Regional de Irecê (Copirecê) são 100% natural, zero sódio, sem glúten e não-transgênicos.
Para a gerente-geral da Copirecê, Zene Vieira, as expectativas são as melhores. “Pretendemos apresentar os pratos mais variados que se pode fazer com os produtos da Copirecê”. Ela ressalta que a Feira é também um momento importante para fechar negócios, fazer novas parcerias com grandes redes e trocar experiências com a rede da agricultura familiar.
Já o Restaurante Moquecas, da RESEX de Canavieiras, participa do evento pela primeira vez com pratos como Poã Empanada; Pasteis de Caranguejo, Aratu e Camarão; Bolinho de Aratu e Siri; Coxinha de Caranguejo; Casquinhas de Aratu e Caranguejo; e Caldo de Sururu.
A Praça Gastronômica conta também com os restaurantes Fino Sertão, com Espetinhos de Bode; Sabores do Recôncavo, com derivados de Aipim e Carne de Fumeiro; Restaurante É de Oxum, com Moquecas, Caldos, Peixe frito; Sobradinho Pescados com Bolinho de Peixe, Espetinho de Peixe, Linguiça de Tilápia, Isca de Tilápia; Beijus Arco Sertão, com Tapioca; Carne do Sol de Itororó com Carne do Sol Assada e Guarnições; Restaurante Central do Bode com Petiscos de Bode, Sabores do Agreste, com Aipim Palito, Pizza, Bolinhos, Empadas de Aipim e Caldos de Aipim; e Tapiocaria Portal do Sertão e Beiju Gourmet com Beijus de Tapioca.
A 13ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária é promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em parceria com a Federação da União das Cooperativas da Agricultura Familiar (Unicafes – Bahia). O evento conta com o apoio da Bahiatursa, Conder, secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Planejamento (Seplan), e Educação (SEC).
Sobre a 13ª Feira
Quem visitar o evento poderá degustar e adquirir 2.293 produtos saudáveis e inovadores, de 209 empreendimentos da agricultura familiar da Bahia. A Feira conta com estandes de comercialização e espaços como Licuriteria, Umbuteria, Cachaçaria, Cafeteria, Cajuteria e Chocolateria; Tenda do Artesanato, que vai apresentar artesanatos de povos Indígenas e comunidades Quilombolas. Tem também a Cozinha Show com Chefs de Cozinha renomados e uma programação cultural com muita diversidade de ritmos para todos os gostos, e muito mais.
Planejamento inicial prevê implantação de fruticultura, com destaque para banana e limão nos lotes de pequenos agricultores, e de grãos na área empresarial
Localizado na região do Médio São Francisco, nos municípios de Itaguaçu da Bahia e Xique-Xique, o Projeto de Irrigação do Baixio de Irecê começa a apresentar resultados. As áreas que compõem as Etapas 1 e 2 estão iniciando o processo produtivo, tanto para o consumo regional quanto para o mercado nacional, gerando renda e possibilitando o desenvolvimento da região. O projeto, que usa águas do Rio São Francisco, tem o maior número de hectares irrigáveis da América Latina – cerca de 48 mil.
As etapas 1 e 2 ocupam 16,5 mil hectares. Os lotes com áreas irrigáveis foram concedidos, por meio de edital, a 132 pequenos agricultores e a 17 empresas. Para que isso fosse possível, foram investidos pelo Governo Federal cerca de R$ 1 bilhão em obras de infraestrutura e de uso comum. O planejamento agrícola para início do processo produtivo prevê a implantação de fruticultura, com ênfase para o plantio de banana e limão nos lotes de pequenos agricultores, e de grãos na área empresarial, sendo o milho para a primeira safra.
A previsão é que os irrigantes invistam em seus lotes cerca de R$ 330 milhões em até quatro anos. Ao fim desse período, as duas etapas devem estar em plena produção, gerando cerca de 50 mil empregos diretos e um faturamento bruto de R$ 500 milhões por ano. Com isso, a expectativa é duplicar o Produto Interno Bruto (PIB) e melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das duas cidades que sediam o polo.
Agricultores que atuam no Baixio do Irecê comemoram o acesso à área irrigada. “Vamos começar o primeiro plantio com milho. Aí na sequência vem o feijão e, posteriormente, a soja. Serão três safras por ano”, conta Célio Vilani.
Já para o agricultor familiar Pascoal Lima, o projeto é uma oportunidade para garantir o sustento da família. “Vai servir para os meus filhos, para meus netos, para outras pessoas”, comenta.
Coordenador do projeto pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Sérgio Coelho destaca a importância de um projeto como o do Baixio do Irecê.
“Nós vamos criar mais de 150 mil empregos nos próximos 10 anos. É muito rápida a irrigação e com um custo relativamente barato em relação a outro tipo de indústria. Então, o projeto significa uma redenção para a região”, afirma Coelho.
Próximas etapas
As etapas da 3 a 9 ocuparão 31,5 mil hectares irrigáveis e receberão investimento de R$ 1,2 bilhão da iniciativa privada. Estima-se que, nos próximos nove anos, devam estar funcionando a todo o vapor. Nessas condições, há a expectativa de que sejam gerados 110 mil empregos diretos e indiretos.