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Um trágico acidente chocou a população do município de Barra, na região do Vale do São Francisco, quando mãe e dois filhos morreram em um acidente de trânsito.

De acordo com  informações da polícia, o caso ocorreu na noite de domingo (29), na rodovia BA-161, já na chegada da cidade.

A mãe conduzia uma motocicleta com duas crianças, de 3 e 5 anos, quando houve uma colisão com um carro. 

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas quando chegou ao local as vítimas já estavam mortas.

Segundo a Polícia Civil, o motorista do carro envolvido no acidente foi apresentado à delegacia local. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML). As causas do acidente serão investigadas pela Polícia Civil.

Veja mais informações da região no Central Notícia.

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 567 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,03%), 643 recuperados (+0,04%) e 11 óbitos. Dos 1.685.372 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.654.089 já são considerados recuperados, 641 encontram-se ativos e 30.642 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações.

O boletim epidemiológico dessa terça-feira (30) contabiliza ainda 2.002.374 casos descartados e 359.341 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta terça-feira. Na Bahia, 68.308 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Vacinação

Até o momento a Bahia contabiliza 11.676.922 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.850.044 com a segunda dose ou dose única, 7.126.398 com a dose de reforço e 1.935.565 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 1.032.190 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 651.315 já tomaram também a segunda dose. Do grupo de 3 e 4 anos, 34.791 tomaram a primeira dose.

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Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu ontem (30) proibir a circulação de pessoas armadas nos locais de votação no primeiro e no segundo turnos das eleições, que serão realizados nos dias 2 e 30 de outubro.

Conforme a decisão, quem possui porte de arma não poderá entrar armado nas seções eleitorais ou permanecer armado no perímetro de 100 metros do local de votação. A restrição atinge os chamados CACs, grupo de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores que possuem registros legalizados de armamento e munição.

Pela medida, somente integrantes das forças de segurança que vão trabalhar na eleições poderão estar armados. Contudo, eles só poderão entrar nos locais de votação se forem autorizados pelos responsáveis pelas seções eleitorais.  As regras valerão por 48 horas antes do pleito, durante o dia de votação, e um dia após o turno de votação.

Durante a sessão, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que o descumprimento da resolução pode caracterizar crime eleitoral e porte ilegal da arma.

O relator da questão, ministro Ricardo Lewandowski, disse que houve aumento na concessão de registros de armamentos e citou a polarização política para estabelecer a restrição.

Para justificar a medida, o ministro fez alusão a uma norma da legislação eleitoral que impede a entrada de militares armados nas seções sem autorização da equipe de mesários.

De acordo com Lewandowski, “armas e votos são elementos que não se misturam”.

“A ideia subjacente à proibição da presença de pessoas armadas nos locais de votação é proteger o exercício do sufrágio de qualquer ameaça, concreta ou potencial, independentemente de sua procedência”, afirmou.

O voto foi acompanhado pelos ministros Mauro Campbell Marques, Benedito Gonçalves, Cármen Lúcia, Carlos Horbach e o presidente, Alexandre de Moraes.

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