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Foto: Divulgação

Seabra, no coração da Chapada Diamantina, será o centro das atenções do esporte a motor neste sábado, 24, ao receber a edição 2026 do Rally da Chapada. Considerado o principal evento de aventura da Bahia, a prova promete unir competição, turismo e ações socioambientais ao longo de um percurso de aproximadamente 100 quilômetros pelas estradas vicinais do município.

Disputado no formato de gincana automotiva, o rally reúne competidores nas categorias 4×2 e Adventure 4×4. Além do desafio de navegação e condução, os participantes também precisarão cumprir tarefas com impacto social e ambiental, como o plantio de mudas nativas da Chapada Diamantina e a doação de alimentos.

O evento conta com o apoio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre). Para o diretor-geral do órgão, Vicente Neto, a competição cumpre um papel estratégico para o desenvolvimento regional.

“A prova fomenta o turismo esportivo numa das principais regiões turísticas e de esportes radicais do nosso estado, o que gera ainda mais emprego e economia para os locais, principalmente o município de Seabra, um dos maiores do centro da Bahia e da Chapada Diamantina. Esse é o papel de uma política pública do esporte para o desenvolvimento como um todo do nosso estado”, garantiu.

Ao longo do trajeto, os competidores e convidados terão a oportunidade de conhecer pontos históricos e culturais do município. Estão previstas passagens pelo sítio arqueológico do bairro da Caixa D’Água, pela Estrada Real, pela Vila Campestre e pelo povoado de Lagoa Boa Vista, onde ficam a Igreja do Bom Jesus e o Cemitério Bizantino.

Além da prova competitiva, a programação inclui um passeio guiado, voltado a convidados e participantes, conduzido por profissionais da organização do rally. Um dos organizadores do evento, Roberto Nunes, destaca a relevância da Chapada Diamantina no cenário nacional do ecoturismo: “O nosso evento tem procurado valorizar os passeios em atrações turísticas como grutas, cachoeiras e montanhas”.

A edição 2026 do Rally da Chapada também conta com o apoio da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (Setur), da Prefeitura de Seabra, da Petrobahia, do Instituto de Desenvolvimento de Pesquisa (IDP) e da Calcário do Rio Preto, reforçando a integração entre esporte, turismo e desenvolvimento local.

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Foto: Divulgação

O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, criticou nesta quinta-feira (22), em entrevista à rádio Metrópole, o governo do governador Jerônimo Rodrigues (PT), apontou desgaste do Partido dos Trabalhadores após duas décadas à frente do Executivo baiano e avaliou o cenário político e eleitoral para 2026, tanto no âmbito estadual quanto nacional.

Segundo ACM Neto, o desempenho da gestão estadual é tão negativo que gerou incertezas dentro da própria base governista sobre a candidatura de Jerônimo à reeleição. “O governo dele é um fracasso tão grande, que há todo esse espaço para discussão se ele vai ser candidato ou se pode Rui Costa voltar a disputar. De minha parte, não me cabe participar desse debate, mas eu não sei o que é mais desastroso”, afirmou.

O ex-prefeito responsabilizou diretamente o ex-governador Rui Costa pela escolha de Jerônimo como candidato ao governo em 2022. “Rui Costa teria que começar pedindo perdão aos baianos, porque foi ele que escolheu Jerônimo. Tudo isso que está acontecendo é responsabilidade dele”, declarou.

ACM Neto também criticou o que chamou de concentração de poder por lideranças históricas do PT na Bahia, citando o senador Jaques Wagner. “Não é possível que não exista outro ser humano na Bahia que não seja Rui, Wagner e Jerônimo que possa comandar o Estado. Eles querem o governo, as duas vagas no Senado, querem tudo para eles”, disse.

Ao comentar a relação do PT com aliados, mencionou o senador Angelo Coronel e questionou o discurso de prestígio. “Prestigiam no quê? Coronel há dez anos serve ao projeto deles, dois anos como presidente da Alba, oito como senador. Prestigia como?”, questionou. Sobre o diálogo com Coronel, afirmou que as conversas atuais têm caráter pessoal, mas não descartou um entendimento político futuro em caso de rompimento com o PT.

No cenário nacional, ACM Neto avaliou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não terá em 2026 o mesmo peso eleitoral de eleições anteriores. “O Lula de 2026 não tem a mesma força que o Lula de 2022. Não estou dizendo que ele não é forte, mas não tem a mesma força”, afirmou.

Ao tratar da gestão estadual, ACM Neto afirmou que promessas de campanha não foram entregues, citando a Ponte Salvador-Itaparica, a Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul. Também destacou a segurança pública como um dos principais problemas da Bahia, mencionando altos índices de homicídios e a atuação de facções criminosas, com maior impacto sobre a população mais pobre.

Na área da saúde, criticou a dificuldade de acesso a internamentos hospitalares, especialmente no interior, e relatou casos de pacientes em corredores, ambulâncias ou morrendo em casa. Na educação, afirmou que, apesar de quase R$ 10 bilhões recebidos do Fundef, não houve avanço na qualidade do ensino, citando escolas com estrutura, mas sem resultados educacionais.

ACM Neto ainda afirmou que o governador não imprime comando à gestão estadual. “Ele acha que ficar andando para cima e para baixo, fazendo papagaiada no interior, resolve. Não resolve. Se o governador não cobrar, não tiver pulso, não funciona”, disse.

Por fim, avaliou que o cenário eleitoral de 2026 tende a ser mais favorável à oposição do que em 2022. “Existe uma fadiga, um cansaço. São 20 anos. O sentimento de mudança hoje é muito maior do que em 2022”, concluiu. Com informações de assessoria.

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Foto: Reprodução

Um acidente de trânsito registrado por volta do meio-dia de domingo (18) deixou um motorista ferido na estrada que liga o município de Irecê à comunidade de Mocozeiro.

Segundo informações do repórter Ezequias Dourado, o condutor perdeu o controle do veículo em um trecho da via com cerca de quatro a cinco quilômetros de extensão, provocando um capotamento.

O carro envolvido, um Toyota RAV4, ficou quase totalmente destruído, evidenciando a força do impacto.

Apesar da gravidade da ocorrência, o motorista sobreviveu e recebeu atendimento rápido.

Ele foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhado ao Hospital Regional de Irecê.

De acordo com dados preliminares, o condutor utilizava cinto de segurança no momento do acidente, fator que pode ter sido decisivo para evitar ferimentos mais graves. Não houve registro de óbito.

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Foto: Reprodução/ EngenhariaE

O ano de 2026 marca o início oficial da despedida de um dos maiores ícones do mobiliário urbano brasileiro. A partir deste mês de janeiro, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e as operadoras de telefonia começaram a remoção em massa dos cerca de 38 mil orelhões que ainda restam nas ruas. O processo será gradual e tem como meta a extinção total do serviço até o dia 31 de dezembro de 2028.

A decisão encerra um ciclo de mais de cinco décadas e decorre diretamente do fim das concessões de telefonia fixa, que foram encerradas em dezembro de 2025. Com a migração das operadoras para um regime privado de autorização, a manutenção obrigatória desses aparelhos deixou de existir, abrindo espaço para que os investimentos sejam redirecionados para a expansão da banda larga e da rede móvel 4G e 5G.

A retirada prioriza inicialmente as carcaças e os telefones já desativados. No entanto, o serviço não desaparecerá instantaneamente de todos os lugares. De acordo com o plano de universalização, aproximadamente 9 mil aparelhos devem permanecer ativos em localidades remotas onde ainda não existe cobertura mínima de sinal de celular (4G).

Atualmente, o estado de São Paulo concentra o maior número de unidades ativas, enquanto estados como a Bahia ainda possuem cerca de 1,5 mil aparelhos remanescentes. Para os orelhões que ainda funcionam, as ligações locais e nacionais para telefones fixos continuam gratuitas, servindo como uma rede de segurança comunicacional até que a infraestrutura digital alcance 100% dessas áreas.

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