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Corpo de advogado desaparecido há uma semana é encontrado em Xique-Xique
O desaparecimento do advogado Gabriel da Silva Alves, de 31 anos, teve um desfecho trágico…
há 10 horas
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Agro

O Brasil registrou, desde o início da pandemia, 667.790 mortes por covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado nessa quinta-feira (9) pelo Ministério da Saúde. Até o momento, o número total de casos confirmados da doença é de 31.360.850.
Em 24 horas, foram registrados 45.073 casos. No mesmo período, foram confirmadas 143 mortes de vítimas do vírus.
Ainda segundo o boletim, 30.158.256 pessoas se recuperaram da doença e 534.804 casos estão em acompanhamento. No levantamento de hoje, não consta atualização dos dados do estado do Tocantins, nem dos óbitos em Mato Grosso do Sul.

Estados
Mesmo sem a atualização, São Paulo permanece com o maior número de casos entre os estados (5,57 milhões) seguido por Minas Gerais (3,47 milhões) e Paraná (2,56 milhões).
O menor número de casos é registrado no Acre (125,1 mil). Em seguida, aparecem Roraima (155,9 mil) e Amapá (160,4 mil).
Quanto às mortes, conforme os dados mais recentes disponíveis, São Paulo apresenta o maior número (169.709), seguido de Rio de Janeiro (73.861) e Minas Gerais (61.699).
O menor número de mortes está no Acre (2.002), Amapá (2.136) e Roraima (2.152).
Vacinação
Até esta quinta-feira, foram aplicadas 439,3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,2 milhões com a primeira dose e 159,6 milhões com a segunda dose.
A dose única foi aplicada em 4,9 milhões de pessoas e a de reforço, em 88,1 milhões.
Após dois anos de suspensão devido à pandemia da Covid-19, o “Arraiá da Capital da Moda”, a festa junina da cidade de Ipupiara, pretende voltar com um forró danado de bom, no dia 18 de junho, porém, os organizadores reclamam da dificuldade que a Prefeitura Municipal vem demonstrando em liberar o alvará para a realização dos festejos tradicionais.
O evento que já tem bandas contratadas como Seu Luiz, Michel Martins, Eline Martins e Ismael Oliveira, teme pelo cancelamento e pelos prejuízos.

Organizado pela Associação dos Trabalhadores do Município de Ipupiara, o evento, primeiramente foi planejado, em comum acordo entre associados e com apoio do comércio local, para acontecer na Praça da Mães com objetivo de valorizar os comerciantes das intermediações e também levar entretenimento aos moradores daquela localidade.
Porém, a Prefeitura indeferiu o pedido, alegando que o local é “predominantemente residencial, sendo incomum a utilização do espaço público para realização de eventos que importe ruído excessivo aos moradores”, além de exigir a comunicação à Polícia Militar e contratação de seguranças particulares para liberação de alvará, ações prontamente cumpridas pela Organização.
Com a negativa, os organizadores então mudaram o evento para a quadra do Colégio Democrático Estadual Castro Alves (CDECA) de responsabilidade do Estado, que prontamente atendeu à solicitação. Entretanto, segundo os organizadores, de novo, a Prefeitura se mostra relutante em autorizar a festa, pois, agora exige que o Presidente da Associação, que é quem assina e faz o pedido da liberação do alvará, apresente documento hábil que comprove sua “titularidade de representação da Associação, na qualidade de Presidente”.

Conforme os organizadores há o temor de que, por questões políticas, a festa seja impedida de ocorrer e traga prejuízos a todos os envolvidos e decepção aos moradores que já anseiam pelos festejos há tanto tempo suspensos. Eles alegam que toda essa “burocracia” e negativa, ocorrem porque “um dos envolvidos no evento é postulante ao cargo de prefeito pela oposição”.
O Hospital Regional da Chapada (HRC), em Seabra, segue batendo recordes quando o assunto é número de cirurgias eletivas realizadas. Somente nos cinco primeiros meses de 2022, a unidade do Governo da Bahia e gerida pela Fundação Fabamed, realizou 1.267 procedimentos, levando atendimento de qualidade, com agilidade e eficiência, para a população que mais precisa.
Entre janeiro e maio, os pacientes que necessitavam de algum procedimento cirúrgico foram atendidos pela equipe multidisciplinar do HRC. Diretor médico da unidade, Everson Matt explica que o hospital realiza procedimentos eletivo e atende pacientes cadastrados no sistema Lista Única do Governo do Estado. “Esse é um trabalho que vem sendo executado há um tempo com a intenção de zerar os procedimentos cirúrgicos eletivos que não foram realizados ao longo da pandemia. Quando a gente mantém essa regularidade de fazer uma média de 250 cirurgias eletivas todo mês, a gente, simultaneamente, soluciona um problema de saúde e melhora a qualidade de vida da população”, ressalta.
De acordo com Matt, o Hospital Regional da Chapada também segue realizando procedimentos de urgência e emergência. “Como nós somos uma unidade conhecida como porta aberta, caso necessário, faremos cirurgias em caráter de urgência e emergência também”, completa.
O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) abordou nessa quarta-feira (8), em evento na cidade de Irecê, a falta de projetos do governo do estado na região voltados para a agricultura. Apesar do passado glorioso com o feijão, os 19 municípios têm acumulado nos últimos anos perdas significativas na produção agrícola, o que contribui para a região ter atualmente o segundo menor PIB da Bahia. Para ele, só há uma solução: “o governo precisa chegar junto dos produtores e dos prefeitos e ajudar a planejar”.
Entre 2002 e 2006, a participação da região no Valor da Produção Agrícola da Bahia era de 2,7%. No governo mais recente, entre 2015 e 2019, a cota caiu para 1,6%, segunda menor do interior do estado. “Em todos os cantos em que a gente chega, entende que as pessoas que vivem no campo, às vezes, só precisam de uma pequena ajuda do poder público. Mas essa ajuda hoje não chega. Em alguns lugares, os agricultores não têm nem equipamentos, como um trator, através de uma associação, para ajudar na produção”, citou Neto.
O pré-candidato citou duas áreas que, se seguido o exemplo dos projetos de irrigação em Juazeiro, poderiam virar novos vetores de expansão agrícola da Bahia e do Brasil: o Baixio e o Platô de Irecê. “Visitei o Baixio e vi que ainda temos poucas pessoas produzindo lá. É preciso acelerar a ocupação e iniciar a produção. Chegar junto aos prefeitos e planejar a área. O estado precisa entregar serviços de saúde, de educação. Dar infraestrutura, porque o que vemos são estradas vicinais e rodovias em estados ruins de conservação”, disse.
Neto citou, sobretudo, a escassez de água e a falta de projetos do governo do estado para a irrigação. No caso do Baixio, a obra demorou 15 anos e deu-se por concluída em abril de 2015, porém irrigando apenas um terço do previsto no projeto inicial. Ainda assim, passados sete anos, os lotes irrigados seguem sem qualquer produção. No caso do Platô, a ausência de projetos de abastecimento de água por parte do governo do estado deixa uma área de 15 mil km², de topografia plana e solo fértil, sem cobertura produtiva.