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Corpo de advogado desaparecido há uma semana é encontrado em Xique-Xique
O desaparecimento do advogado Gabriel da Silva Alves, de 31 anos, teve um desfecho trágico…
há 1 dia
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Agro

O Ministério da Saúde divulgou nessa terça-feira (17) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem no acumulado 30,7 milhões de casos confirmados da doença e 665,2 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 29,7 milhões (96,9% dos casos).

Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 26,3 mil novos casos e 229 mortes.
O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 5,4 milhões de casos e 168,7 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (3,3 milhões de casos e 61,4 mil óbitos); Paraná (2,4 milhões de casos e 43,2 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,3 milhões de casos e 39,4 mil óbitos).
Vacinação
Conforme o vacinômetro do Ministério da Saúde, 428,9 milhões de doses de vacinas contra contra a covid-19 já foram aplicadas, sendo 176,5 milhões (primeira dose); 157,9 milhões (segunda dose), além de 82,9 milhões (dose de reforço) e 3 milhões (segunda dose de reforço).
O presidente Jair Bolsonaro (PL) moveu uma ação contra o ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a colunista Bela Megale, do Jornal O GLOBO, o chefe do Executivo acusa Moraes de abuso de autoridade.
O presidente afirma ainda que o ministro teria realizado “sucessivos ataques à democracia, desrespeito à Constituição e desprezo aos direitos e garantias fundamentais”.
Na notícia-crime encaminhada ao presidente da corte, Luiz Fux, nesta segunda-feira (16), Bolsonaro cita cinco justificativas que, em sua avaliação, fundamentam a ação contra o Alexandre de Moraes.
Ainda segundo a colunista, a primeira razão, segundo o presidente, seria a “injustificada investigação no inquérito das Fake News, quer pelo seu exagerado prazo, quer pela ausência de fato ilícito”. O segundo motivo seria “não permitir que a defesa tenha acesso aos autos”. A terceira alegação de Bolsonaro é que “o inquérito das Fake News não respeita o contraditório”.
O quarto motivo apontado por ele é que Moraes teria decretado, contra investigados, medidas não previstas no Código de Processo Penal, contrariando o Marco Civil da Internet. O quinto e último ponto afirma que, mesmo após a PF ter concluído que o presidente da República não teria cometido crime em sua live, sobre as urnas eletrônicas, Moraes “insiste em mantê-lo como investigado”.