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O município de Jacobina registrou 16 tremores de terra desde a madrugada desse domingo (08). Somente esse ano já foram registrados mais de 45 tremores de terra. Um estudo está sendo realizado para mapear e investigar as causas desse fenômeno.

De acordo com o jornal Correio da Bahia, nesse domingo o tremor de maior magnitude preliminar calculada em 2.3 mR foi registrado foi às 7h48 UTC (4h48, hora local). Segundo o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN), moradores do povoado de Jabuticaba relataram que sentiram a terra tremer.

Os outros 15 tremores, registrados neste domingo de Dia das Mães pelas estações sismográficas, tiveram magnitude igual ou inferior a 1.0 mR. Eles ocorreram às 2h17 UTC, 7h50 UTC, 7h52 UTC, 8h03 UTC, 8h05 UTC, 8h25 UTC, 9h17 UTC, 9h41 UTC, 9h43 (dois eventos), 9h51 UTC e 9h54 UTC.

Toda a atividade sísmica da Bahia segue monitorada pelo LabSis/UFRN que também instalou uma nova rede sismográfica no município de Jacobina com seis estações. A ação teve o apoio da Defesa Civil municipal, da prefeitura e do Instituto Nacional de Estudos Técnicos (INCT-ET/CNPq) e objetiva estudar e mapear a atividade sísmica com maior precisão.

Neste ano de 2022 os eventos aconteceram nos dias:

  • 25/04 – às 17h12 UTC – um evento sísmicos de magnitude preliminar 2.5 mR
  • 22/04 – às 19h14 UTC – um evento sísmicos de magnitude preliminar 1.2 mR
  • 19/04 – às 15h10 UTC – um evento sísmicos de magnitude preliminar 1.3 mR
  • 05/03 – três eventos sísmicos
  • 04/03 – 17 eventos sísmicos
  • 16/02 –  às 07h15 UTC –  um evento sísmicos de magnitude preliminar  2.3 mR
  • 30/01 – dois eventos sísmicos
  • 16/01 – dois eventos sísmicos
  • 09/01 – dois eventos sísmicos
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Prefeito Ascir Leite, de Ipupiara – Foto: Reprodução

Uma denúncia realizada pelo vereador Maurício dos Santos Machado (PSD), contra a Prefeitura Municipal de Ipupiara, sobre supostas irregularidades em contratações, no exercício financeiro de 2018, culminou em uma representação junto ao Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia (TCM/BA).

Segundo o rito processual, uma vez provocado o TCM/BA tem a responsabilidade de convocar as partes envolvidas para prestar esclarecimentos. Dessa forma, o Presidente TCM/BA, Plínio Carneiro Filho emitiu uma notificação para que o prefeito de Ipupiara, Ascir Leite Santos (PP) se pronuncie por intermédio do seu advogado de defesa e apresente comprovações contra as acusações e/ou irregularidades apontadas no processo 06556e22.

Conforme o parecer do TCM/BA, o prefeito Ascir Leite tem 20 dias corridos, a contar da publicação para encaminhar sua defesa.   

Expirado o prazo concedido pelos conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia, os autos do processo serão apresentados em sessão plenária considerando as partes envolvidas notificadas.

As informações pertinentes ao processo se encontram à disposição na sede do TCM/BA para consulta ou vistas do processo, ressaltando que apenas os representantes credenciados podem ter acesso às informações.

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O deputado federal João Roma (PL), pré-candidato a governador da Bahia, defendeu na sexta-feira (6) o projeto do Canal da Redenção como uma estratégia importante de desenvolvimento para a região de Irecê, no sertão da Bahia. De acordo com ele, a iniciativa seria mais um eixo da transposição do Rio São Francisco, para transformar o Platô de Irecê em uma nova fronteira agrícola do Brasil.

“Nessa região, estão uma das mais férteis terras do país. Tem luminosidade, solo fértil, mas falta a água que vamos levar com o Canal da Redenção para gerar emprego e renda, e promover o desenvolvimento social e econômico do povo baiano”, disse Roma, em entrevista à rádio Cidade FM.

“O eixo do Canal do Sertão Baiano já foi autorizado pelo presidente [Jair] Bolsonaro e brevemente a água do São Francisco vai chegar em regiões da Bahia carentes de recursos hídricos. Agora, estamos empenhados na realização do Canal da Redenção, outra medida necessária à transformação da vida das pessoas que vivem no Semiárido”, continuou.

João Roma foi ministro da Cidadania do governo Bolsonaro, mas deixou a gestão federal em março, para se viabilizar como o candidato bolsonarista ao governo da Bahia.

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