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Uma equipe da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE-Semiárido) apreendeu uma arma de fogo e droga no município de Mulungu do Morro, na terça-feira (08). As informações são da CIPE-Semiárido.

Por volta das 15h, ao realizar rondas na zona rural da cidade de Mulungu do Morro, uma Guarnição da CIPE-SEMIÁRIDO visualizou um homem em atitude suspeita carregado uma sacola, que ao perceber a aproximação da viatura, correu em direção à uma propriedade rural, sendo contido e abordado”, diz a corporação em nota.

 “Como ele estava agressivo e visivelmente alterado foi feito o uso da força para contê-lo. Ao ser realizada a busca pessoal foi encontrada certa quantidade de uma erva verde aparentando ser maconha e uma arma de fogo dentro da sacola, continua.

“Ao realizar a busca no perímetro foi encontrado um “pé” de uma planta que aparentava ser da Cannabis sativa, outra arma de fogo, mais uma quantidade da mesma erva e acessórios utilizados para o cultivo”, finaliza o comunicado.

O suspeito foi apresentado na Delegacia Territorial de Morro do Chapéu, juntamente com o material apreendido.

Material apreendido:

  • 2 armas de fogo de fabricação artesanal;
  • 2 sacos de uma erva aparentando ser maconha.
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O governo do Estado da Bahia, por intermédio da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento – SIHS, autorizou o início das obras de implantação de 60 novos Sistemas de Abastecimento de Água, distribuídos nos municípios de Boninal, Boquira, Bonito, Brotas de Macaúbas, Ibicoara, Ibipitanga, Ibitiara, Ibotirama, Ipupiara, Iraquara, Lençóis, Morpará, Mucugê, Novo Horizonte, Oliveira dos Brejinhos, Palmeiras, Piatã, Rio de Contas e Seabra, na Região da Chapada Diamantina.

Com investimento superior a R$25 milhões em recursos do FUNCEP, os trabalhos serão conduzidos pela Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento (CERB), vinculada à SIHS, e vão beneficiar mais de 7 mil famílias.

“Alavancar os investimentos para a ampliação dos índices de saneamento no meio rural constitui-se como um importante compromisso do Governo da Bahia para o aumento da cobertura dos serviços de abastecimento de água, visando a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável na zona rural do Estado”, destacou o titular da SIHS, Leonardo Góes.

O projeto total prevê que os sistemas terão captação de água a partir de poços e barragens de nível, 84 mil metros de adutoras, 335 mil metros de rede de distribuição, tratamento de água através de sistemas de cloração, casa de química e filtro redutor de ferro.

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O Ministério Público estadual pediu hoje, dia 9, que a Justiça determine a estruturação de três unidades de conservação estaduais localizadas em Morro do Chapéu. Na ação civil pública, o promotor de Justiça Pablo Almeida pediu que o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e o Governo do Estado realizem intervenções no Parque Estadual de Morro do Chapéu, no Monumento Natural Cachoeira do Fero Doido e da Área de Proteção Ambiental (APA) Gruta Romão Gramacho. A ação pede que, num prazo de 90 dias, a Justiça determine a instituição dos conselhos de gestão das unidades de conservação e a designação de um servidor para gerir cada unidade de conservação. Este servidor seria exclusivo, não podendo gerir mais de uma unidade ou exercer qualquer outra função. Nos mesmos 90 dias, pede que a Justiça determine a criação de conselhos consultivos para cada unidade.

Pablo Almeida pede ainda que, dentro de um ano, seja determinada a elaboração do plano de regularização fundiária das áreas onde ficam as unidades. Requer ainda que o Inema seja proibido de licenciar, autorizar ou conceder alvará de funcionamento ou declaração de conformidade a qualquer atividade impactante ao meio ambiente num raio de dois a três quilômetros do Parque Estadual de Morro do Chapéu e do Monumento Natural Cachoeira do Ferro Doido, a depender das exigências legais, que levam em conta a dimensão dos potenciais impactos ambientais.

O MP pede também que a justiça determine a contratação, mediante processo licitatório, de empresa, universidade, ou entidade não governamental para elaborar os estudos necessários e elaborar o Plano de Manejo e o Plano de Uso Público das três unidades de conservação. Nas áreas onde existam comunidades tradicionais, Pablo Almeida pediu que o Estado regule a posse e o uso das áreas ocupadas. Em eventuais processos de concessão de autorização a eventos, como de motocross, o promotor de Justiça pede que se determine a intervenção dos acionados no sentido de garantir a preservação das unidades de conservação, nos termos das leis ambientais.

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