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Uma ambulância foi entregue ao município de Presidente Dutra, na Região de Irecê, na última terça-feira (15), durante evento no Parque de Exposições, na capital baiana.

Através da sua página, no Facebook, o prefeito Robertão fez agradecimentos pela parceria e apoio ao governador Rui Costa, ao senador Otto Alencar e ao pré-candidato a deputado estadual Ricardo Rodrigues. “Entendo que política se faz com diálogo e parcerias. É dessa forma que estamos trazendo benefícios e mais benefícios para o nosso município”, disse.

O intuito é de ampliar os serviços de saúde para a população, demanda solicitada pelo  chefe do executivo presidutrense. “Essa ambulância servirá para toda a população em geral, principalmente para o nosso povo mais humilde que depende do Sistema Único de Saúde”, destacou Robertão.

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Pelo terceiro ano seguido a Bahia se consagra como primeiro lugar do ranking dos estados que mais geraram energia solar fechando 2021 com 27,62% da produção nacional. Com 1,4% de diferença, o Estado ficou em segundo lugar na geração acumulada de energia eólica do Brasil o que corresponde a 28,8% da geração nacional.  Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e constam no Informe Executivo de Energia Solar e Eólica da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) que foi divulgado nessa quarta-feira (16).

Em dezembro de 2021, a energia solar teve 267 Megawatt hora (MWh) na geração mensal, 1.963 Gigawatt-hora (GWh) na geração acumulada anual e 19,02% no fator de capacidade. Já a eólica teve 1,57 (GWm) na geração mensal, 19,508 (GWh) na geração acumulada anual e com 26,76% no fator de capacidade.

“A Bahia tem muito potencial na produção da energia através de fontes renováveis, nos dá muito orgulho continuar noticiando dados e números positivos. É muito satisfatório saber que o nosso Estado segue líder nacionalmente na geração de energia limpas”, diz Nelson Leal, titular da SDE.

Energia Solar

São 44 usinas em operação, produzindo 1.354,74 MW de potência, gerando cerca de 40.642 empregos com investimentos de R$ 6,3 bilhões.  Em fase de construção, são 22 usinas com capacidade de produção de 687,50 MW de potência e que pode resultar na geração de 20.625 empregos com R$ 2,20 bilhões em investimento previstos. Já com a construção não iniciadas somam 108 usinas com 4.384,04 MW de potência que prevê gerar 131.521 novos postos de trabalho e um investimento de R$ 20,87 bilhões.

Entre os municípios beneficiados com parques fotovoltaicos estão: Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Casa Nova, Guanambi, Itaguaçu da Bahia, Juazeiro, Oliveira dos Brejinhos, Salvador e Tabocas do Brejo Velho.

Energia Eólica

A Bahia é líder na comercialização dos leilões de energias eólica com 32,4%, de todos os empreendimentos comercializados. São 221 parques eólicos em operação com potência de 5,859,75 MW gerando cerca de 87.896 empregos e R$ 22,87 bilhões em investimentos, mais 74 parques estão na fase de construção com a potência de 2.274,76 MW e R$ 9,86 bilhões em investimentos resultando na geração de 34.121 novos postos de trabalho e mais 106 parques em construção não iniciadas com potência de 3.629,90 MW que prevê gerar 54.449 empregos e um investimentos de R$ 14,18 bilhões.

Os municípios beneficiados com parques eólicos são Bonito, Brotas de Macaúbas, Brumado, Caetité, Cafarnaum, Campo Formoso, Casa Nova, Gentio do Ouro, Guanambi, Igaporã, Iraquara, Morro do Chapéu, Mulungu do Morro, Ourolândia, Pindaí, Sento Sé, Sobradinho, Umburanas, Várzea Nova e Xique-Xique.

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O temporal que caiu em Petrópolis, na região serrana fluminense, na última terça-feira (15), deixou pelo menos 104 mortos, segundo informações divulgadas hoje (17) pela Defesa Civil estadual. A Polícia Civil está trabalhando para agilizar o reconhecimento e a liberação de corpos.

Os bombeiros entraram no terceiro dia de buscas, já que ainda há desaparecidos. Os trabalhos de resgate resultaram no salvamento de 24 pessoas até a noite de ontem. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) preparou uma lista com os nomes de mais de 30 desaparecidos.

Mais de 20 pontos de deslizamento foram registrados em toda a cidade. Apenas no morro da Oficina, no Alto da Serra, um dos locais mais atingidos, dezenas de casas foram soterradas. Há ainda casos de pessoas que foram levadas pelas cheias nas ruas.

Segundo as últimas informações, 372 pessoas tiveram que deixar suas casas e estão acolhidas em abrigos ou casas de parentes e amigos.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou que essa foi a pior chuva da região desde 1932. Outros desastres já ocorreram na serra fluminense. Em 1988, foram 134 mortos em Petrópolis. Em 2011, 918 pessoas morreram e outras dezenas desapareceram na região serrana, principalmente em Nova Friburgo e Teresópolis.

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