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Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 70% dos brasileiros classificam a situação econômica do Brasil, em tempo de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, como ruim ou péssima. O levantamento foi realizado pelo Instituto FSB.

Do total de entrevistados, 47% entendem que o cenário econômico do país é péssimo, 23% acham que está ruim, 21% dizem que está regular, 7% afirmam estar bom e somente 1% vê como ótimo.

O resultado é reflexo do panorama de inflação, desemprego, volta da fome, baixo crescimento previsto para 2022, entre outros fatores.

Em relação à inflação, 73% dos consultados avaliam que os preços subiram, 15% acreditam que estão iguais, 8% afirmam que diminuíram e 3% não souberam dizer. Para 54%, a inflação deve aumentar ainda mais e 74% afirmam que tiveram de reduzir gastos.

Além disso, 61% dos entrevistados apontaram que sentem medo de perder o emprego. Para 16%, o receio é muito grande, para 24%, é grande e para 21%, médio. O índice dos que não têm medo atinge 21%.

Maioria entende que a economia piorou nos últimos seis meses

No que se refere aos últimos seis meses, 56% acreditam que a economia piorou e 22% acham que melhorou. A perspectiva para os próximos seis meses está dividida: 34% acreditam que a situação irá melhorar e 32% entendem que vai piorar ainda mais.

A pesquisa ouviu, presencialmente, 2.016 pessoas, com idade a partir de 16 anos, em todos os estados, entre os dias 18 e 23 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Em novembro, os preços da batata lavada tipo ágata fecharam em R$ 63,17 (ponderados pela classificação), na média das lavadoras do País, valor 31,9% abaixo do de outubro/21, que ficou em R$ 92,85 (também ponderado pela classificação). O motivo da desvalorização é a concentração de colheita justamente na reta final da safra de inverno, em regiões como Cerrado de MG, Sudoeste Paulista, Sul de MG e Chapada Diamantina.

Esta concentração, por sua vez, se deu pelo atraso na retirada de talhões que já estavam com o ciclo avançado – já que alguns deles se desenvolveram lentamente, em função das geadas, e tiveram o ciclo alongado – e, também, pelo próprio planejamento de plantio.

Além disso, no final do mês passado, praças do Paraná deram início à safra das águas, fator que também contribuiu para o aumento da oferta dos tubérculos. E, juntamente ao maior volume, alguns talhões apresentaram problemas de qualidade, o que pressionou ainda mais as cotações do produto.

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A produção baiana de cereais, oleaginosas e leguminosas chega ao 11º mês do ano com estimativa positiva de 10,45 milhões de toneladas (t) em 2021, o que representa crescimento de 3,9% na comparação com a safra 2020. A safra recorde de soja e alta na produção de cacau e de uva são os destaques da lavoura baiana este ano. Os números da produção industrial no Estado também se mantiveram positivos, sobretudo em um momento em que a média da produção nacional apresentou recuo. Em outubro, o crescimento baiano foi de 2,7% frente ao mês de setembro. No mesmo período a média da produção nacional registrou recuo de 0,6%.

O vice-governador João Leão, secretário do Planejamento, comemorou o crescimento da safra. “Muito em breve, o Médio São Francisco, que desponta como uma nova fronteira agrícola na Bahia, vai contribuir ainda mais nestes resultados de safras. Temos investido em tecnologia, infraestrutura, educação e atração de novos investidores. O Polo Agroindustrial é uma realidade, além de lavouras de cana-de-açúcar, teremos toda parte da industrialização com a produção de etanol e açúcar. Já o cacau tem ganhado espaço no Oeste baiano, estive esta semana na região com técnicos da Ceplac que atestaram potencial da região”, afirma.

A produção de soja deverá alcançar a máxima histórica. Foram colhidos 6,8 milhões de toneladas este ano, o que corresponde a uma alta de 12,6% em relação a 2020. A área plantada com a oleaginosa somou 1,7 milhão de hectares, que superou em 4,9% a de 2020, e o rendimento médio esperado da lavoura ficou em 4,0 t/ha.

“A análise cuidadosa dos números do IBGE apresenta um crescimento consistente da agricultura baiana. Tivemos ótimas performances com soja, cacau, uva, banana, laranja, dentre outros produtos. Embora tendo havido decréscimo em algumas cadeias produtivas, que atuaremos de maneira forte para identificar entraves e sana-los, é importante se frisar que, no cômputo geral, os números demonstram a força de uma agricultura que, mesmo diante do cenário desfavorável da pandemia, continua a crescer, gerando riquezas para o Estado, criando postos de trabalho e aumentando a renda das famílias”, avaliou o secretário da agricultura da Bahia, João Carlos Oliveira.

Para a lavoura da cana-de-açúcar, o IBGE estimou produção de 5,5 milhões de toneladas, alta de 7,3% em relação à safra anterior. A estimativa da produção do cacau foi acrescida, projetada em 132,1 mil toneladas, o que representa aumento de 11,9% na comparação com 2020.

As estimativas para as lavouras de banana (878,5 mil toneladas), laranja (634,3 mil toneladas) e uva (61,3 mil toneladas) registraram, respectivamente, variações positivas de 3,4%, 0,2% e 35,1%, em relação à safra anterior.

Produção industrial

A principal contribuição positiva da indústria baiana foi em Derivados de petróleo (8,8%), influenciada, principalmente, pela maior fabricação de óleo diesel, óleo combustível e parafinas. Outros setores que apresentaram resultados positivos foram: Extrativa mineral (14,9%), Celulose, papel e produtos de papel (5,7%), Couro, artigos para viagem e calçados (9,6%), e Produtos alimentícios (3,1%).

“A indústria baiana segue crescente na recuperação das suas atividades e temos a indústria mineral, por exemplo; com 14% de crescimento em comparação ao mesmo período do ano passado. É importante reforçar que graças ao processo de vacinação contra a covid-19 estamos retomando toda força da nossa indústria. A SDE continua assinando novos protocolos de intenções para ampliar atividades já existentes em nosso estado, mas também para implantação de novas indústrias na Bahia. Estamos recuperando cada vez mais empregos para gerar rendas para o nosso povo e novas receitas ao estado e municípios”, disse Nelson Leal, secretário de Desenvolvimento Econômico.

As informações, divulgadas nesta quinta-feira (9), fazem parte do décimo primeiro Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) e da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sistematizadas e analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

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Últimas oportunidades do ano para adquirir veículos conservados e sucatas aproveitáveis

Quatro novos leilões executados pelo Detran-BA (Departamento Estadual de Trânsito) movimentam interessados em nove municípios baianos, até o final deste ano. São 1.320 lotes de veículos conservados e sucatas aproveitáveis e os editais contendo todas as informações já estão disponíveis para consulta no site do órgão www.detran.ba.gov.br, na aba “Leilões”.

Os eventos acontecem através da modalidade online e os lotes poderão ser visitados previamente em Salvador, Simões Filho, Camaçari, Feira de Santana, Irecê, Alagoinhas, Barreiras, Jequié e Vitoria da Conquista.

Entre as vantagens, preços em conta, variedade de modelos e oferta de muitos lotes para o comércio de peças (destinados às credenciadas para venda), conforme explica Júlia Sanches, presidente da Comissão de Leilão. “O objetivo é atrair um bom público, pois os eventos organizados pelos leiloeiros oficiais acontecem em datas próximas”.

Alguns dos destaques são o Hyundai/HB20 1.0, ano 2015, lote 078, custodiado em Simões Filho, com lance inicial de R$ 800 e o Gol 1.0, no pátio de Irecê, identificado no lote 075, com lance mínimo de R$ 400.

Simões Filho (Edital de Leilão no. 14.2021)

Até o dia 20/12, para registros de lances na modalidade eletrônica, através do site da empresa leiloeira oficial www.kcleiloes.com.br e a visitação acontece no endereço: Av. Elmo Serejo de Farias, 3516, CIA1, Simões Filho, de 13 a 17 de dezembro.

Camaçari e Feira de Santana (Edital 15.2021)

Os lances estão abertos até o dia 21/12 através do site www.patiorochaleiloes.com.br . As visitações acontecem em Feira de Santana na Av. Eduardo Fróes de Mota, 2221, Caseb. Em Camaçari: Av. Jorge Amado, Quadra H, Lote 1, Poloplast, de 14 a 20 de dezembro.

Alagoinhas, Irecê e Salvador (Edital 16.2021)

Até o dia 22/12 para registros de lances através do site www.nordesteleiloes.com.br.  Entre 15 e 21 de dezembro, os lotes estarão abertos à visitação nos pátios da Rua Padre Godinho s/n, Santa Teresinha, em Alagoinhas. Em Irecê: Av. Primeiro de Janeiro, 2805, Alto do Moura e Salvador: Rua Martiniano Bomfim, 9, Retiro.

Barreiras, Jequié e Vitória da Conquista (Leilão 17.2021 )

Até o dia 27/12 os lances estão abertos no site oficial www.rjleiloes.com.br. Os lotes podem ser examinados entre 17 e 23 de dezembro, nos pátios da Rodovia BR 242/020, 6448, Chácara Candeias, em Barreiras. Já em Jequié, a consulta acontece no endereço: Rua Jean Tores de Oliveira, 215, Lote Cidade Nova, Quadra 38, Kennedy. E em Vitória da Conquista: Av. Lara Nunes, 330, Boa Vista.

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