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A pavimentação asfáltica da sede do município de Xique-Xique ao distrito de Nova Iguira, de aproximadamente 7 Km, causará forte influência na vida dos cidadãos da região. A certeza é do deputado Pedro Tavares (DEM), autor de indicação ao governador Rui Costa para que tome as providências necessárias neste sentido. O distrito possui, em média, 3,6 mil habitantes que utilizam diariamente o trecho para suas atividades diárias.

“Trata-se de uma justa reivindicação da população, visto que a precariedade do trecho mencionado vem causando sérios transtornos aos indivíduos que utilizam esse percurso para seus deslocamentos”, considera o parlamentar. Para ele, é necessário uma atenção especial aos moradores dessa região, que estão sofrendo com as péssimas condições de tráfego.

Na justificativa, Tavares lembra que a obra é essencial para o fortalecimento do comércio local, para o escoamento agrícola e principalmente para garantir a segurança dos cidadãos que por lá trafegam. “A pavimentação do trecho se mostra altamente relevante para garantir o progresso econômico e viabilizar a geração de riqueza e renda para os moradores destas localidades”, finaliza.

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O Ministério Público estadual, por meio da promotora de Justiça de Rocío García, recomendou à Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) que adote canais remotos de comunicação eficientes para atender as demandas dos consumidores e que disponibilize profissionais para atendimento presencial ao público no horário de expediente regular no município de Jacobina. 

É recomendado, também, nos casos em que não for possível a disponibilização de profissional para atendimento presencial aos consumidores, que seja afixada em local visível uma placa informando aos consumidores contato dos canais remotos e explicando o motivo da ausência de funcionamento presencial no serviço de atendimento.

A recomendação deverá ser cumprida e afixada em local visível para a ciência da população. Uma vez notificada, a empresa terá o prazo de 30 dias úteis para apresentar resposta, por escrito e de modo fundamentado, sobre o atendimento ou não dos pontos recomendados.

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Às vésperas do natal, a cidade de Central vai receber o Projeto Rede do Bem Maior, que tem como objetivo ajudar, por meio de doações de roupas, calçados e alimentos, às famílias carentes e vulneráveis do município.

A sociedade centralense poderá ajudar o projeto doando o que puder, enquanto às pessoas e famílias em situações de extrema necessidade, terão um ponto de apoio para receber às doações. A casinha será implantada no calçadão, centro da cidade. Para o criador do Projeto, Paulo Martins, conscientizar às pessoas da importância de mudar de comportamento depois da pandemia, ajudando quem mais precisa, é um ato de amor ao próximo.

Antes da inauguração da Rede do Bem Maior, será proferida a palestra motivacional, intitulada: Prepare-se para o “novo normal”, competências, habilidades e atitudes para enfrentar o pós- pandemia, com o jornalista palestrante Paulo Martins.

A palestra será na Escola Professor Rosalvo Ferreira dos Santos, dia 23 de dezembro, às 16 horas.

A realização é da MM2 Consultoria em Gestão Governamental e do Instituto de Pesquisas na Mira do Voto, com apoio da Prefeitura Municipal de Central e comércio local.

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Ao longo de 2020, voos regulares transportaram 44,14 milhões de passageiros no Brasil e pouco mais de 282 mil toneladas de carga foram movimentadas entre aeroportos. Entretanto, o transporte de passageiros foi o mais afetado pela pandemia de covid-19 no ano passado, com redução de 53%, enquanto a queda na movimentação aérea de cargas foi de 29,6%. Em 2019, antes da pandemia, 93,87 milhões de passageiros e mais de 400 mil toneladas de carga foram transportados.

Medidas de distanciamento social foram adotadas por todo país para combater a transmissão do novo coronavírus, o que impactou a circulação de pessoas e produtos.

As informações constam do estudo Redes e Fluxos Territoriais: Ligações Aéreas 2019-2020, divulgado hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, apenas 46 cidades brasileiras tiveram pelo menos um voo regular de passageiros por mês em 2020 ante 96 municípios no ano anterior. O principal fluxo aéreo do país – São Paulo-Rio de Janeiro – teve queda de 55,6% no total de passagens comercializadas no ano passado.

Os maiores recuos registrados de passagens comercializadas em 2020 foram no trajeto Uberlândia (MG)-São Paulo, com -69,6%, e São Paulo-Curitiba, com -60,9%. Já as menores quedas na comercialização de passagens ao público em geral foram São Paulo-Natal (-19%) e Fortaleza-Brasília (-24,1%).

São Paulo é o grande hub (entroncamento) aéreo nacional, seja como destino, origem ou ponto intermediário de conexão para passageiros e cargas. No ano passado, movimentou mais de 22 milhões de passageiros e mais de 147 mil toneladas de carga.

Brasília e o Nordeste

“Por sua vez, Brasília é outra cidade que aumenta sua posição na malha ao intensificar seus fluxos de passageiros com as capitais da Região Nordeste, especialmente Natal, João Pessoa e Maceió. Isso reflete o aumento de relações que, por um lado, reforçam a posição das cidades litorâneas enquanto destino turístico, como também refletem a função intermediadora da capital nacional como hub complementar a São Paulo, aumentando o rol de possibilidades de origens e destinos destas cidades com o resto do país” enfatiza a pesquisa.

As cidades de São Paulo, Manaus, Brasília e Campinas concentraram mais de 85% de toda carga aérea movimentada em 2019.

Segundo o IBGE, outro efeito da pandemia foi a queda das tarifas aéreas e, consequentemente, melhoria das medidas de acessibilidade econômica das principais cidades que ainda permaneceram com o atendimento regular do serviço aéreo de passageiros.

Os destinos do Sul e Sudeste, como São José dos Campos (SP), Joinville (SC) e Vitória (ES), apresentam as tarifas médias ponderadas mais baratas e, portanto, maior acessibilidade econômica.

Três cidades de Rondônia têm as tarifas médias ponderadas mais caras do Brasil: Vilhena, Cacoal e Ji-Paraná.

As quatro cidades com menor acessibilidade geográfica do país são amazonenses: Lábrea, São Gabriel da Cachoeira, Carauari e Parintins.

De acordo com a pesquisa, o transporte aéreo de passageiros e cargas no Brasil é um serviço concentrado, tanto em quantidade movimentada quanto na opção de destinos, no estrato superior da hierarquia urbana brasileira, ou seja, as metrópoles e as capitais regionais. O levantamento aponta “uma notória concentração dos principais fluxos e interações na porção Centro-Sul do país”.

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