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Foto: Divulgação/PM

Uma colisão lateral sem vítimas foi registrada na tarde de segunda-feira (15), por volta das 15h50, na rodovia BA-052, no km 307, entre os municípios de América Dourada e João Dourado, na região de Irecê.

A ocorrência foi atendida por uma guarnição da Polícia Militar da Bahia, por meio do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), 2ª Companhia.

O acidente envolveu um Fiat Punto e uma VW Amarok. Segundo a PM, o condutor do Fiat deixou o local antes da chegada da equipe, enquanto o motorista da Amarok permaneceu na rodovia e colaborou com os procedimentos.

Para a retirada dos veículos, a via precisou ser parcialmente interditada. Os policiais realizaram a sinalização e o controle do tráfego, garantindo a segurança dos demais condutores que transitavam pelo trecho.

Conforme apurado no local, a causa presumida do acidente foi a falta de atenção associada à imprudência no trânsito.

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Foto: Ascom CNMP e MPDFT

Nesta terça-feira, 16 de dezembro, o Conselho Nacional do Ministério Público realizou cerimônia de posse do procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), Pedro Maia, no cargo de presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG). O evento ocorreu na sede do CNMP, em Brasília.

A solenidade foi conduzida pelo presidente do CNMP, Paulo Gonet, e contou com a presença de conselheiros, procuradores-gerais de Justiça, membros do Ministério Público, integrantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, presidentes e representantes de associações, além de advogados e servidores.

Em seu primeiro discurso como presidente do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), o procurador-geral de Justiça da Bahia Pedro Maia propôs uma atuação nacional pautada em três grandes eixos: segurança pública, desenvolvimento humano e sustentabilidade.

“O Ministério Público está unido, atento, presente e vigilante na proteção dos direitos fundamentais. Minha primeira palavra como presidente é um chamado: que este ano seja um marco de unidade, coordenação e afirmação institucional”.

Pedro Maia foi nomeado procurador-geral de Justiça da Bahia em 2024. No último dia 10, foi reconduzido para o biênio 2026-2028. Ele tem 21 anos de carreira no MP baiano, durante os quais ocupou cargos estratégicos. Foi secretário-executivo do CNPG e, atualmente, preside o Grupo Nacional de Comunicação (GNCOM).

Natural de Salvador, Maia tem 45 anos de idade. Ingressou no MP em 2004 e integrou a lista tríplice para procurador-geral de Justiça como o mais votado nas últimas cinco eleições. Atuou como chefe de Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça por quatro anos. Como promotor de Justiça, passou pelas comarcas de Canarana, Santa Maria da Vitória, Barreiras, Gandu, Feira de Santana e Vitória da Conquista, sendo promovido para Salvador em 2013.

Na capital, Pedro Maia coordenou o Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e Crimes Contra a Ordem Tributária (Gaesf) e o Centro de Apoio Operacional Criminal (Caocrim). Também atuou no Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), no Núcleo de Prisão em Flagrante e foi secretário-executivo do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira).

Conselho Nacional de Procuradores-Gerais 

Criado em 9 de outubro de 1981, o CNPG é uma associação nacional, sem fins lucrativos, da qual fazem parte o procurador-geral da República e os procuradores-gerais do Ministério Público dos Estados, Militar, do Trabalho e do Distrito Federal e Territórios.

Funcionando na forma de um colegiado, o Conselho foi criado com o objetivo de defender os princípios, prerrogativas e funções institucionais do Ministério Público. É sua função integrar os Ministérios Públicos de todos os estados brasileiros; promover intercâmbio de experiências funcionais e administrativas; e trabalhar pelo aperfeiçoamento da instituição, traçando políticas e planos de atuação uniformes ou integrados que respeitem as peculiaridades regionais.  O CNPG tem domicílio especial e foro em Brasília. A sede administrativa fica localizada no estado do procurador-geral de Justiça eleito presidente.

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Foto: Reprodução

O SBT voltou a alterar a programação desta quarta-feira (17), após o pedido público de desculpas feito por Zezé Di Camargo. Ainda assim, o especial de #Natal gravado pelo cantor seguirá engavetado e não será exibido pela emissora.

Inicialmente, o canal havia decidido preencher o espaço deixado pelo cancelamento do especial Natal É Amor com a ampliação de atrações como A.Mar, Programa do Ratinho, Arena SBT e The Noite. Poucas horas depois, a direção optou por uma nova mudança e escalou um episódio #inédito de #Chaves para ocupar o horário.

A decisão atende a pedidos antigos de fãs do seriado mexicano, que desde o início da polêmica pediam que o clássico fosse exibido no lugar do especial cancelado. Em chamada veiculada pelo SBT, a emissora anunciou a exibição como um #presente de Natal ao público, destacando que se trata de um episódio nunca mostrado na TV aberta. Segundo informações divulgadas por especialistas no universo da série, o capítulo escolhido foi exibido originalmente no México em 1976 e já passou por canais pagos, mas nunca havia sido exibido pelo SBT.

O novo movimento acontece horas após Zezé Di Camargo publicar um pedido oficial de desculpas nas redes sociais. No texto, o cantor afirmou que sua fala foi interpretada de forma equivocada e negou qualquer intenção ofensiva ao usar a expressão que gerou repercussão negativa.

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Foto: Reprodução

Com medo de perder o apoio do senador Angelo Coronel (PSD) à reeleição de Jerônimo Rodrigues (PT) por causa da exclusão de seu nome da chapa governista, a articulação política do governador tenta reacomodá-lo por meio de um pacote de compensações que inclui da oferta da vaga de vice a seu filho Diego Coronel (PSD), hoje deputado federal, a outros cargos eletivos no grupo.

Retomando uma ideia que havia sido lançada ainda no ano passado, quando a discussão sobre a montagem da chapa do governo se iniciou pela primeira vez, o plano seria substituir Diego pelo senador na corrida à Câmara dos Deputados e assegurar a reeleição de Angelo Coronel Filho (PSD) a deputado estadual, apoiando-o, em seguida, na eleição para a presidência da Casa.

O PT, partido do governador, trata como fato consumado a substituição de Coronel em uma das duas vagas para o Senado na chapa de Jerônimo pelo nome do ministro chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), desde que o senador Otto Alencar, que controla o PSD, resolveu indicar o filho, o deputado federal Otto Filho (PSD), para o cargo de conselheiro Tribunal de Contas do Estado.

Nos meios políticos, a negociação foi vista como uma declaração clara de adesão de Otto ao projeto de reeleição de Jerônimo que desprezou os planos do amigo e correligionário de forçar sua manutenção na chapa como candidato à reeleição ao Senado. “Otto tratou de resolver seu problema deixando Coronel para trás”, disse sob sigilo uma fonte do governo ao comentar a operação.

Por este motivo, Coronel admitiu hoje com exclusividade a este Política Livre que pode, inclusive, concorrer à reeleição de forma avulsa, o que facilitaria uma aliança informal com o candidato a governador das oposições, ACM Neto (União Brasil), num processo que pode acabar atrapalhando os planos de reeleição especialmente de Jaques Wagner (PT), considerado o mais fraco dos candidatos a senador na chapa governista.

“Não posso ficar com quem não me quiser”, resumiu Coronel, ao comentar a possibilidade de concorrer de forma ‘desgarrada’. Segundo aliados do senador, ele também não aceita o “pacotaço” que a articulação política do governo tem ofertado, sob o argumento de que a candidatura à reeleição não lhe pertence, mas aos prefeitos da Bahia, aos quais tem dedicado o mandato de senador.

Por causa da relação com os prefeitos, o senador tem dito que não sai com menos de 25% das eleições do ano que vem, motivo também porque não aceita discutir a proposta de compensação que o governo tem feito a ele. O risco de que atrapalhe a reeleição de Wagner é um dos motivos porque o governo tenta manter o senador na base, apesar de ter tirado o direito à reeleição no grupo.

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