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Na última sexta-feira (12), o ‘Projeto Um Olhar Para a Comunidade’ aconteceu no povoado de Alto Bonito, interior do município de Presidente Dutra

Foram realizados atendimentos do Cadastro Único, emissão do RG, Conselho Tutelar, entrega de mudas, orientações sobre o CEFIR e Seguro Safra, entre outras atividades. 

‘Agradecemos ao povoado de Alto Bonito pela receptividade, foi muito proveitoso,  diz a Administração Municipal por meio do Facebook.

A realização foi da Prefeitura Municipal de Presidente Dutra, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social em parceria com as demais pastas.

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O próximo eclipse lunar, que acontecerá no dia 19 de novembro, próxima sexta-feira, e terá mais de três horas de duração, será o mais longo do século e o último de 2021. O fenômeno esconderá 97% do satélite natural.

No Brasil, o fenômeno poderá ser visto por cerca de 2h, mas fatores como as condições climáticas das regiões podem influenciar na observação. Em Salvador, a previsão é que ele aconteça entre 3h02 e 4h51, atingindo o seu ápice às 4h47.

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O Ministério da Saúde anunciou nessa terça-feira  (16), a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 dos atuais seis meses para cinco meses. A decisão, que será implementada pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios, contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente do grupo etário ou profissão. Inclusive aquelas que receberam a Janssen, que passa a contar com uma segunda dose – aplicada dois meses após a primeira – e a dose de reforço.

“Já tínhamos autorizado a aplicação desta dose de reforço, ou adicional, para todos aqueles que tinham tomado a segunda dose há mais de seis meses e que tivessem [mais de] 60 anos. Agora, graças às informações advindas dos estudos científicos realizados para avaliar a aplicação da terceira dose – e dos quais já temos dados preliminares -, decidimos ampliar esta dose de reforço para todos aqueles acima de 18 anos de idade que tenham tomado a segunda dose há mais de cinco meses”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Ele garantiu que o estoque de imunizantes será suficiente para atender à demanda. Atualmente, há 12,47 milhões de pessoas aptas a receber a dose adicional.

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 350 milhões de doses das vacinas contra a covid-19 já foram distribuídas para todo o país, e mais de 297 milhões já foram aplicadas ao longo de onze meses. Mais de 157 milhões de pessoas tomaram ao menos uma dose do imunizante – número que, segundo a pasta, representa 88% do público-alvo previsto no plano nacional de vacinação contra a doença. No entanto, cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista.

Segundo a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo, pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria dos que ainda não compareceram para tomar a segunda dose. Analisando qual vacina as pessoas que não completaram o ciclo vacinal receberam, a secretária aventa a hipótese de que, além de outros fatores (como a dificuldade de encontrarem tempo para retornar ao posto de vacinação), as reações características de cada imunizante podem estar desestimulando algumas pessoas.

“Algumas [vacinas], de fato, trazem [causam] alguns efeitos adversos que passam em um ou dois dias. A população tem que estar consciente disso. Tem que estar alerta e saber que estes efeitos são esperados e acontecem”, comentou Rosana, destacando que, junto com as recomendações de uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos frequente e adequada, a vacinação vem proporcionando a redução do número de casos graves da doença e, consequentemente, das internações e mortes.

“Hoje, nós temos, no Brasil, 21,11 milhões de pessoas que estão aptas a tomar a segunda dose da vacina e, assim, completarem seu esquema vacinal”, informou a secretária ao reforçar que, para aumentar suas proteções contra a doença, a pessoa tem que tomar todas as doses recomendadas pelos laboratórios fabricantes e autorizadas pelas autoridades sanitárias.

“Além disso, os estudos têm mostrado que, a partir do quinto ou sexto mês, independentemente do imunizante utilizado, há sim uma necessidade de reforçarmos nosso sistema imunológico tomando uma dose de reforço”, acrescentou a secretária, alertando para a importância de os estados seguirem as novas recomendações do ministério. “Se algum estado fizer separado, diferente, prejudicará muito o nosso planejamento.”

Janssen

Outra mudança anunciada pela pasta diz respeito à vacina da Janssen que era aplicada em dose única e passará a ter duas doses.

“No início, a recomendação era de que esta vacina fosse de dose única. Hoje, sabemos que é necessária esta proteção adicional. Então, quem já tomou a Janssen, agora vai tomar a segunda dose do mesmo imunizante. E, lá adiante, cinco meses após [a segunda dose], um reforço com imunizante diferente”, disse Queiroga. A segunda dose da Janssen deverá ser ministrada a partir de dois meses da primeira aplicação.

Mega Vacinação

O ministro da Saúde participou esta manhã da cerimônia de lançamento da campanha Mega Vacinação, marcada para o período de 20 e 26 de novembro. Para estimular a população a tomar todas as doses recomendadas da vacina e completar o ciclo de imunização, o ministério conta com a ampliação do horário de funcionamento dos postos de vacinação durante a iniciativa.

“Já temos uma das campanhas de vacinação contra a covid-19 mais importantes do mundo, tendo ultrapassado os Estados Unidos em relação ao [percentual da] população imunizada, mas temos que avançar ainda mais para que não aconteça o que está ocorrendo em alguns países da Europa, onde observamos um aumento do número de casos”, alertou o ministro, referindo-se a países como a Alemanha, que, na semana passada, voltou a anunciar medidas restritivas para conter o recrudescimento da doença.

“Nosso objetivo é, através da campanha Mega Vacinação, ampliar ainda mais o acesso [da população às vacinas] e convencer as pessoas a procurarem as Unidades Básicas de Saúde [UBS] para, a partir daí, adquirirmos ainda mais a confiança do povo brasileiro e um controle sanitário eficiente para evitarmos possíveis novas ondas da covid-19”, disse Queiroga logo após a exibição de um vídeo promocional em que o Ministério da Saúde alerta que “proteção pela metade não é proteção”.

“Temos [no Brasil] um cenário epidemiológico bem mais equilibrado em relação à pandemia. Nosso sistema de saúde está atendendo às necessidades, sobretudo dos pacientes com síndromes respiratórias agudas graves. Isso se deve à eficiência das políticas públicas lideradas pelo Ministério da Saúde e que, na ponta, são implementadas pelos estados e municípios [prefeituras]”, acrescentou o ministro Marcelo Queiroga antes de detalhar a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço.

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Os números de casos de covid-19 estão em queda, assim como as taxas de ocupação dos leitos destinados ao tratamento da doença. Segundo dados divulgados diariamente no boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), as taxas dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs) e dos leitos clínicos dos municípios de Jacobina, Seabra e Itaberaba estão abaixo de 30% e do município de Irecê, na Chapada Velha, está em 40%.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI no município de Jacobina reduziu para 5%, contando com 19 leitos disponíveis na cidade e apenas um ocupado. Já a taxa dos leitos clínicos do Hospital Regional Vicentina Goulart obteve um pequeno aumento para 35%, com 13 leitos desocupados e sete ocupados.

Em Seabra, a taxa de ocupação dos leitos de UTIs no Hospital Regional da Chapada, permanece em 25%, com 15 leitos desocupados. Já a taxa de leitos clínicos permanece zerada, no qual os 20 leitos permanecem disponíveis.

No Hospital da Chapada de Itaberaba, portal de entrada da Chapada Diamantina, a taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva diminuiu para 25% com 15 leitos disponíveis. Já a taxa de leitos clínicos ficou zerada, contando com 20 leitos disponíveis.

Já no município de Irecê,  a ocupação dos leitos de UTI no Hospital Regional Doutor Mario Dourado Sobrinho diminuiu para 40%, com seis leitos desocupados e quatro ocupados. A unidade hospitalar não dispõe de leitos clínicos.

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