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Com a vacinação de pessoas contra a covid-19 avançando, é importante ficar atento ao intervalo entre essa aplicação e a de outros imunizantes. Médicos recomendam um prazo entre essas duas vacinas para não prejudicar os efeitos delas.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, o intervalo sugerido pelos profissionais é de 14 dias. A orientação médica vale para qualquer vacina do calendário ou para influenza no caso dos grupos que serão imunizados contra a covid-19.

Essa preocupação não inclui, por exemplo, crianças que ainda não tiveram testes comprovando a eficácia das atuais vacinas contra a covid-19.

Hemerson Luz explica que o intervalo de duas semanas é recomendado para que a vacina consiga gerar resultados, com a produção de anticorpos correspondentes aos efeitos de cada imunizante.

O período de 14 dias deve ser observado independentemente de qual vacina foi tomada primeiro. Então, se alguém receber imunizante contra a covid-19, deve aguardar pelo menos duas semanas antes de tomar qualquer outra vacina e vice-versa.

O infectologista comenta que os calendários foram pensados para evitar que uma pessoa tenha tomado a vacina contra a Iifluenza e, logo depois, chegue a sua vez na lista de grupos prioritários da campanha contra a covid-19.

“O planejamento vai ser feito da seguinte forma: a vacinação contra a influenza vai começar por crianças e gestantes, que não estão incluídas na vacina da covid-19. Isso vai dar tempo de resposta para começar a campanha, enquanto os mais idosos estão sendo vacinados contra a covid-19”, afirma Hemerson Luz.

Se houver, no entanto coincidência dos períodos de vacinação fica mantida a orientação de esperar os 14 dias para não prejudicar nenhuma das duas. 

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Cachoeira do Ferro Doido  em Morro do Chapéu – Foto: Divulgação/ Internet

Durante essa semana, a gestão do município de Morro do Chapéu, na região da chapada Diamantina se reuniu com o Secretário de Turismo da Bahia, Fausto Franco, onde foi discutido o possível retorno do município ao Mapa do Turismo Brasileiro

O encontro foi realizado na sede da Setur, na capital baiana. De acordo com informações fornecidas pelo Ministério do Turismo (Mtur) à Setur-BA, o processo de revisão do mapeamento, realizado a cada dois anos, deve ser realizado no segundo semestre. Atualmente o estado conta com 133 municípios no mapa. A informação é da Secretaria de Turismo do Estado (Setur).

“A informação apurada junto ao Ministério é de que o novo mapeamento será feito no segundo semestre, então já estamos conversando com municípios que têm potencial reconhecido, mas que não entraram no mapa de 2019, para que se organizem a fim atender aos critérios exigidos para voltar ao mapa. O intuito é mostrar a força do turismo da Bahia”, explica Fausto Franco.

Conforma divulgou a Setur, o secretário de turismo de Morro do Chapéu, Maurício Aguiar, enumerou uma série de ações em curso e planejadas para o desenvolvimento do setor e disse que o município já está articulado para atender às exigências do Ministério do Turismo. “Temos o plano municipal de turismo e estimulamos a adesão das empresas do setor turístico no Cadastur. O conselho foi aprovado na Câmara de Vereadores e já realizará reunião dentro de 15 dias”, citou Maurício. Também participaram da reunião a secretária de Meio Ambiente Ana Raquel Cedraz e o empresário português Ricardo Duarte.

O interesse de receber do Governo do Estado a área do Balneário do Tareco para concessão pela iniciativa privada, parcerias com o Senac e Sebrae para formação empresarial e da mão de obra, a catalogação de atrativos para formatação de roteiros e os preparativos para reconhecimento do geoparque pela Unesco estão entre os esforços empreendidos pelo município.

Morro do Chapéu está localizado na Chapada Diamantina, a quase 1,3 mil metros de altitude. Seu clima ameno proporcionou a produção de uvas, vinhos e queijos em empresas que preparam receptivos para visitantes.

Mapa turístico – Além de reconhecer o potencial turístico de destinos brasileiros, o Mapa do Turismo Brasileiro auxilia no desenvolvimento de políticas públicas para o setor, como promoção e novos investimentos. Uma vez inserido no mapa, o município também se habilita a captar investimentos públicos com recursos federais.

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Foto: Divulgação/Saeb

A estudante Taís Maria Martins, 21 anos, não imaginava que sua primeira experiência no mercado de trabalho mudaria o rumo de sua trajetória e indicaria o caminho para seu futuro profissional. Formada como técnica em manutenção e suporte de informática, Taís ganhou a oportunidade de ingressar no universo profissional por intermédio do programa Primeiro Emprego, criado pelo Governo Estadual. A chance abriu perspectivas e revelou novos horizontes para a estudante, que acabou encontrando sua vocação.

O programa Primeiro Emprego tem como objetivo oferecer a experiência profissional para jovens, funcionando como porta de entrada ao mercado de trabalho para oriundos da Educação Profissional. O contrato de trabalho possui duração de 24 meses no Estado e os jovens têm direito a um salário mínimo, vale transporte, vale alimentação e plano de saúde opcional (Planserv).

Taís soube do Primeiro Emprego quando estava no final do curso profissionalizante, por intermédio de educadores da escola onde estudava, o Centro Estadual de Educação Profissional em Tecnologia Informação e Comunicação (CEEPTIC), em Lauro de Freitas. Com um grupo de colegas, ela foi atrás da oportunidade de uma vaga no mercado de trabalho, com a expectativa de conseguir sua primeira experiência profissional através do programa do Governo.

Após a conclusão da educação profissional, Taís foi contratada via Primeiro Emprego, para atuar na Secretaria da Educação (SEC) e acabou sendo designada para trabalhar como técnica em manutenção e suporte de informática na mesma escola onde estudou. “Foi uma ótima oportunidade: eu consegui sair do curso já empregada e tendo a possibilidade de obter experiência profissional na minha área”, exclamou.

Na escola, Taís atuou nos laboratórios de informática e de manutenção de computadores, prestando serviços de suporte de informática para alunos e professores. Era responsável por resolver problemas em computadores, realizar reparos em máquinas, instalar equipamentos e redes, dentre outras atividades. Ela contou que também pode absorver muito na área das relações interpessoais no ambiente de trabalho e evoluir com a interação com os colegas e o corpo de docente.

A relação com os professores e a convivência de Taís com a pedagogia, no dia a dia na escola, acabaram despertando o interesse dela pela área da educação. O contrato de trabalho da jovem com estado terminou no mês de março deste ano, depois de dois anos de aprendizado e crescimento profissional. Mas a primeira experiência de Taís no mercado de trabalho deixou frutos: a jovem decidiu o caminho que pretende trilhar na sua trajetória profissional. Ingressou no curso superior de pedagogia e escolheu ser professora, decisão muito influenciada pelo Primeiro Emprego.

Antes do término do contrato, Taís apresentou uma proposta de aprimoramento do serviço público, um requisito do Programa Primeiro Emprego denominado Projeto de Melhoria. Vendo as dificuldades impostas pela pandemia no último ano, Taís, e um grupo de colegas da área de Tecnologia de Informação, criaram juntos um portal na internet para os professores utilizarem durante a pandemia para ministrar aulas online.

O portal já tem 100 escolas cadastradas públicas e funciona com uma dessas plataformas de reunião virtual, mas direcionada para área de educação. Além das aulas ao vivo, os alunos podem interagir com professores e têm acesso ao conteúdo pedagógico, tarefas, aulas, dentre outros.

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