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O governador Rui Costa usou as redes sociais, na manhã desta quarta-feira (10), para anunciar o lançamento do edital Governo Inteligente, voltado aos micro e pequenos empresários. Serão investidos R$ 10 milhões em projetos inovadores que possam solucionar problemas reais da gestão pública. A iniciativa é da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e faz parte do Programa de Apoio à Pesquisa na Micro e Pequena Empresa (PAPPE).

Pensando na potencialização da economia do estado, o edital também é inovador, pois as propostas devem ser apresentadas a partir de desafios do dia a dia dos brasileiros. Para chegar a cada desafio apresentado no edital, a Fapesb indagou diversas secretarias do governo e outras instâncias da esfera pública quais eram as suas maiores dificuldades perante o momento atual. Com base nessas demandas, os micro e pequenos empreendedores poderão criar soluções inovadoras, gerando projetos com tecnologias específicas.

Para o diretor de inovação da Fapesb, Handerson Leite, o edital lançado, além de outros benefícios, injeta dinheiro na economia do estado. “Com esses projetos apresentados pelos empresários, faremos com que todos saiam ganhando: o governo, os empresários e principalmente a população. É uma maneira de ajudar a impulsionar a economia do Estado nesse momento de crise. Além disso, as propostas apresentadas poderão gerar emprego e renda para os baianos, pois os projetos admitem a possibilidade de contratação de profissionais com os recursos. E o melhor, os valores investidos não serão reembolsáveis”, contou.

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Adélia Pinheiro, também vê essa oportunidade como um grande investimento econômico e tecnológico para o estado. “As propostas que serão aceitas pelo edital não só contribuirão com o desenvolvimento de produtos para o uso na governança pública, mas também impulsionarão a economia do estado após a pandemia”, afirmou.

Para se inscrever, é preciso ser micro ou pequena empresa residente no estado da Bahia e estar em situação regular junto ao governo e ter um projeto de desenvolvimento de um processo, produto ou serviço, propondo a solução do desafio escolhido no edital. Os interessados já podem acessar os detalhes do edital Governo Inteligente no site da Fapesb (www.fapesb.ba.gov.br).

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Na tarde dessa segunda-feira (09), policiais civis da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), o Serviço de Investigação da Coordenadoria e Territorial de Irecê, com apoio da Polícia Civil de João Dourado, realizou diligências no povoado de Gameleira, logrando êxito em localizar uma residência onde havia um plantio de maconha, bem como uma estrutura montada para o cultivo da planta.

 Feita a busca no local foram encontrados 19 pés de maconha, aproximadamente 670 gramas da erva já colhida, lâmpadas, ventiladores e estufa, utilizados no cultivo da droga.

O morador do local foi autuado em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas.

Material apreendido:

  • 19 pés de maconha em tamanhos variados;
  • Aproximadamente 670 gramas de maconha;
  • 02 balanças de precisão.
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Foram selecionadas 55 obras entre performances, shows musicais, curtas, fotografias e artesanatos de artistas dos 6 macroterritórios do estado

Artistas de toda Bahia que se inscreveram para participar do Festival Balaiano  já podem conferir o resultado da seleção no site do projeto. Foram mais de 250 inscrições entre performances, apresentações musicais, curtas-metragens, exposições fotográficas e obras de artesanato, vindas de 65 municípios baianos. Dessas, foram selecionadas 55 artistas de 37 municípios para compor a programação do Festival. O processo de seleção contou com o apoio de mobilizadores culturais e foi realizado por uma equipe de curadoria composta por agentes de diversos segmentos artísticos e representantes de cada um dos seis macroterritórios do estado.

Macroterritório 1: compreende as regiões Litoral Sul, Baixo Sul, Extremo Sul e Costa do Descobrimento. A curadora responsável foi Tacila Mendes, que atua há 11 anos na assessoria de comunicação de projetos culturais e sociais. É uma das cantoras-fundadoras da banda Mulheres em Domínio Público e atua no mapeamento cultural realizado pelo Programa de Valorização da Cultura. A mobilizadora foi a ativista  Miriam Silva, que esteve à frente da gestão do Centro de Cultura de Porto Seguro, democratizando a cultura na região.

Macroterritório 2: região Metropolitana de Salvador, Litoral Norte – Agreste Baiano  e Recôncavo. Curadoria de Ziati Franco, homem trans, produtor, Coach Artístico e contrabaixista, atua com gestão de pessoas e tem mais de 10 anos de experiência no campo artístico musical. A mobilizadora foi a professora de educação artística, atriz, sambadeira e coordenadora da companhia Teatro de Esquina, Cláudia Nascimento.

Macroterritório 3: Semiárido Nordeste, Itaparica (Ba/Pe), Portal do Sertão, Sisal, Piemonte Norte do Itapicuru. Curadoria de Igor Gnomo, instrumentista, compositor, empreendedor e produtor musical / cultural. O mobilizador foi Rubinho Lima, escritor, editor e produtor cultural, coordenador da Editora Oxente.

Macroterritório 4: Irecê, Piemonte da Diamantina, Chapada Diamantina, Piemonte do Paraguaçu e Bacia do Jacuípe. Curadoria de Maryanne Dultra Bastos, produtora cultural, arte-educadora, griô aprendiz, coordenadora do Ponto de Cultura Circo do Capão. A mobilizadora foi Vone Ferreira, artista têxtil, atriz e  compositora de coco.

Macroterritório 5: Oeste Baiano / Bacia do Rio Grande, Bacia do Rio Corrente, Velho Chico e Bacia do Paramirim. Curadoria de Chris Ramos, ativista e agente cultural, web designer, idealizadora de Projeto “Eu Crio” – um suporte a artistas e produtores culturais através da internet.  A mobilizadora foi Marina Ferreira, pedagoga, comunicadora na Casulo Criativo, produtora cultural e vice-coordenadora da Cia de Teatro Retórica Desnuda.

Macroterritório 6: Médio Sudoeste, Vale do Jiquiriçá, Sertão Produtivo, Vitória da Conquista e Médio Rio de Contas. Curadoria de Patrícia Chaves, que atua no audiovisual e teatro como produtora, diretora, roteirista e montadora, além de ministrar cursos, oficinas e workshop de roteiro, teatro e interpretação. O mobilizador é o cantor e compositor Guigga, com mais de 20 anos de trajetória na música e criador do Sarau Casa da Borracha.

O Festival Balaiano tem como objetivo contemplar a diversidade cultural do estado da Bahia através de seus seis macroterritórios e propor uma rede colaborativa entre esses artistas.De acordo com os coordenadores do projeto, André Oliveira, Edmilia Barros e Angela Marques, a proposta é evidenciar grupos criativos pouco conhecidos e engaja-los a interagir com artistas semelhantes, como forma de fortalecer e disseminar as produções por todas as regiões do estado.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

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