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Instituto Médico Legal – IML de Irecê – Foto: Central Notícia

Um rapaz identificado por Weslei das Virgens Araújo, de 31 anos, foi assassinado na cidade de Irecê na noite dessa quarta-feira (10), por volta das 18h30.  As informações foram passadas ao CN pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (11).

De acordo com a polícia, Weslei era evangélico e trabalhava na cidade vendendo bilhetes de loterias. O crime ocorreu no bairro Ginásio de Esportes. Pelo menos um tiro atingiu a vítima, que ainda foi socorrida pelo SAMU para o Hospital Regional, mas não resistiu e faleceu por volta das 23h18.

O corpo do rapaz foi removido para o Departamento de Polícia Técnica de Irecê.

Ainda não há informações sobre a identidade dos suspeitos e nem sobre a motivação do crime. O caso está sob investigação da Polícia Civil.

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O governador da Bahia, Rui Costa (PT), voltou a falar na noite da última terça-feira (9) sobre o descuido dos baianos em relação ao novo coronavírus. Ele disse que tem visto não só jovens, mas também pessoas com mais de 50 e 60 anos andando pelas ruas sem máscara.

“Vínhamos num platô [estabilidade] baixo em outubro e depois subimos em dezembro. Estabilizamos dezembro, janeiro, num platô muito alto, ou seja, de quase 40 mortes por dia registradas”, explica o governador.

De acordo com ele, a ocupação nos leitos covid do estado subiu para a faixa dos 70%, com regiões chegando a 100%. “Isso nos preocupa e nós precisamos do apoio da população para voltar a cair [os índices de coronavírus] e com isso a gente ter mais segurança em relação às vidas humanas”.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, a Bahia voltou a apresentar alta no número de mortes por coronavírus nos últimos dias.

No estado, hospitais de tratamento para a Covid-19 em Salvador, Ilhéus, Vitória da Conquista e outras três cidades chegaram a registrar 100% de ocupação dos leitos de UTI para adultos, conforme dados da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) atualizados na noite da terça (9).

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A AstraZeneca espera produzir mais de 100 milhões de doses de sua vacina contra a covid-19 – desenvolvida em conjunto com a Universidade de Oxford –  neste mês e elevar a capacidade para mais de 200 milhões de doses por mês até abril, disse o presidente executivo da farmacêutica, Pascal Soriot, nesta quinta-feira (11).

O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento Biofarmacêutico da companhia, Mene Pangalos, afirmou que a empresa espera os dados dos testes em estágio avançado de sua vacina nos Estados Unidos, antes do final de março.

Uma leitura dos dados está somente “semanas distante”, disse ele em teleconferência depois da divulgação dos resultados da companhia em 2020.

OMS

A vacina da AstraZeneca é segura e eficaz e deve ser amplamente implantada, inclusive em países onde a variante sul-africana do coronavírus talvez reduza sua eficácia, recomendou um painel da Organização Mundial da Saúde (OMS) nessa quarta-feira.

Em recomendações provisórias sobre a vacina, o painel do Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização disse que a vacina deve ser administrada em duas doses, com um intervalo de cerca de 8 a 12 semanas entre a primeira e a segunda, e também deve ser utilizada em pessoas com 65 anos ou mais.

Mesmo em países como a África do Sul, onde foram levantadas questões sobre a eficácia da vacina da AstraZeneca contra uma variante do coronavírus SARS-CoV-2, “não há razão para não recomendar seu uso”, afirmou o presidente do grupo da OMS, Alejandro Cravioto, em entrevista.

“Fizemos uma recomendação de que mesmo que haja uma redução na possibilidade de essa vacina ter um impacto total em sua capacidade de proteção, principalmente contra doenças graves, não há razão para não recomendar seu uso mesmo em países que têm circulação da variante”, disse ele.

A África do Sul interrompeu esta semana a vacinação com o imunizante da AstraZeneca, depois que dados de um pequeno ensaio mostraram que ela não protegia contra doenças leves a moderadas da variante 501Y.V2 do coronavírus, atualmente predominante no país.

A OMS disse que essas conclusões preliminares “destacam a necessidade urgente de uma abordagem coordenada para vigilância e avaliação de variantes” e seu impacto na eficácia da vacina.

“A OMS continuará monitorando a situação e à medida que novos dados forem disponibilizados, as recomendações serão atualizadas de acordo”, acrescentou.

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