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O presidente da República Jair Bolsonaro vetou o uso do saldo remanescente do Fundo de Reservas Monetárias (FRM), de cerca de R$ 8,6 bilhões, para o combate ao novo coronavírus. A decisão foi publicada na edição desta quarta-feira (3) do “Diário Oficial da União”. A destinação do dinheiro tinha sido aprovada em maio pelo Congresso Nacional durante a análise de medida provisória editada por Bolsonaro e que extinguiu o fundo.

Bolsonaro também vetou outros trechos do texto aprovado pelos parlamentares, entre eles o que previa a repartição do dinheiro entre estados e municípios para a compra de materiais de prevenção à pandemia. O presidente sancionou apenas a parte da lei que extingue o fundo, que já estava inativo. Criado em 1966, o FRM era abastecido com reservas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), usadas para intervenção nos mercados de câmbio e na assistência a bancos e instituições financeiras.

Agora, cabe ao Congresso analisar o veto presidencial, que poderá ser mantido ou derrubado. Não há ainda previsão de quando a questão será analisada pelos parlamentares. Durante a tramitação na Câmara e no Senado, o projeto havia sido aprovado com grande consenso. Entre os deputados, a votação tinha sido simbólica (sem o registro de votos no painel eletrônico), modalidade usada geralmente quando há acordo sobre o teor da matéria. No Senado, a aprovação havia sido unânime, com 75 votos a favor.

Medida provisória

O conteúdo inicial da medida provisória, que deu origem à lei, previa que o dinheiro fosse utilizado para pagar a Dívida Pública Federal. Diante da pandemia de coronavírus no país, os parlamentares decidiram mudar a sua destinação do recurso para o enfrentamento da doença. Com o veto presidencial, a verba fica, em princípio, sem destinação. Ao vetar o trecho, Bolsonaro alegou que a mudança feita pelo Congresso Nacional criava uma despesa obrigatória ao Poder Público sem indicar o impacto financeiro, violando regras constitucionais.

Fundo

O fundo estava sem receber aportes desde 1988, quando houve uma alteração na legislação, mas continuou a ser usado para socorrer instituições. Em 2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal vedou o uso de dinheiro público para ajudar entidades financeiras. Como o fundo estava parado desde então, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o governo buscasse uma solução para o fundo, que, segundo cálculos da equipe econômica, possui aproximadamente R$ 8,6 bilhões, conforme consta da Exposição de Motivos da MP enviada ao Legislativo na época.

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Foto:Reprodução/Rede Social

Um menino de 1 ano e 2 meses morreu após cair dentro de um balde com água e se afogar. O acidente aconteceu na casa onde morava com os pais na localidade de Lagoa Funda, zona rural do município de Barro Alto, na região de Irecê. A polícia está investigando o caso.

Miguel Gomes Moreira tinha um irmão gêmeo que não estava com ele no momento do acidente.

A criança foi levada para uma unidade hospitalar do município. Os médicos tentaram reanimar a menino, mas não conseguiram.

Moradores da comunidade estão transtornados com o fato.

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João Dourado registrou na noite desta terça-feira (02) mais 11 casos do novo coronavírus, o que fez o total de infectados chegar a 36. A cidade não registra nenhuma morte provocada pela doença.

De acordo com relatório da Secretaria de Saúde do Município, dos onze pacientes testados positivos, ontem, um reside na sede e dez na comunidade de Gameleira.

Ainda segundo a pasta, seis pacientes são do sexo masculino (com 40, 09, 03, 19, 52 e 24 anos ) e cinco do sexo feminino (com 35, 15, 47, 19 e 20 anos).

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