📣
O SEU ANÚNCIOPODERIA ESTAR AQUI!
SAIBA MAIS728 × 90
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Foto: Reprodução

A primeira edição da Barra Agroshow, realizada entre os dias 4 e 6 de setembro, em Barra do Rio Grande, terminou no último sábado (6) com público de aproximadamente 12 mil pessoas. O evento consolidou-se como importante espaço de negócios e fortalecimento da agropecuária regional.

O último dia destacou a agricultura familiar, com painéis sobre fruticultura irrigada e intensa movimentação nos estandes. A produtora de hortaliças Camila do Nascimento destacou a experiência: “Foi muito gratificante perceber o quanto somos valorizados”, disse. No espaço, visitantes puderam conhecer e adquirir produtos como doces, hortaliças, cachaça e artesanato, ampliando a visibilidade de pequenos produtores.

Mais de 80 marcas participaram da feira, incluindo a Agroteca, de Irecê, representante da DJI Agriculture. O empresário Rodolpho França afirmou que o evento proporcionou novas conexões com clientes. Autoridades estaduais também marcaram presença, e o secretário de Infraestrutura da Bahia, Sérgio Brito, anunciou R$ 6 milhões em melhorias para estradas vicinais.

O presidente da feira, Marco Caviola, comemorou: “Superamos as expectativas e mostramos o potencial produtivo da região.”

Leia outras informações da região no Central Notícia.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Reprodução

Para serviço programado de manutenção eletromecânica, o Sistema Adutor do São Francisco terá o seu funcionamento interrompido, na tarde da próxima quinta-feira (11). Os técnicos começarão as intervenções no início da tarde, e concluirão no início da noite do mesmo dia.

Por isto, a Embasa recomenda o armazenamento prévio e seguro da água nos imóveis para o uso econômico durante o período, antecipando ou adiando usos que não sejam prioridade para o consumo humano. A regularização acontecerá aos poucos após a finalização dos serviços.

Municípios afetados: Itaguaçu da Bahia, Central, Presidente Dutra, Uibaí, São Gabriel, Jussara, Irecê, João Dourado, América Dourada, Ibititá, Ibipeba, Barra do Mendes, Barro Alto, Canarana, Cafarnaum, Lapão e todos os povoados pertencentes a esses municípios.

Siga @centralnoticia_ para mais informações da região.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Reprodução

Um acidente trágico marcou o início da tarde desta segunda-feira (8), em Lapão, e deixou a população em luto. O servidor público municipal Pedro Guedes Neto, de 61 anos, perdeu a vida após ser atingido por uma máquina em funcionamento.

Segundo informações, Pedro realizava a entrega de marmitas para trabalhadores que atuavam em uma cascalheira, por volta do meio-dia. Ao passar por trás de uma retroescavadeira, acabou sendo atingido pelo equipamento. O operador, de acordo com relatos, não percebeu a presença da vítima no local.

Uma fonte ouvida pelo Central Notícia explicou que Pedro havia descido do carro para entregar a refeição aos colegas quando aconteceu o acidente. O impacto foi fatal, e ele morreu ainda no local.

A notícia provocou grande comoção entre os moradores de Lapão. Servidor dedicado, Pedro Guedes era bastante conhecido e querido pela comunidade, que agora se despede com dor de um homem lembrado pelo compromisso e pela simplicidade.

A Prefeitura de Lapão também se manifestou: “Lamentamos profundamente o falecimento do Sr. Pedro Guedes e nos solidarizamos com seus familiares e amigos neste momento de dor.”

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Embrapa

O aumento da temperatura provocado pelas mudanças climáticas pode tornar inviável o cultivo de alface em campos abertos no país durante o verão daqui a cerca de 50 anos. O alerta está em um estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da Agricultura e Pecuária.

Segundo pesquisadores, em um cenário otimista de aquecimento global, nos últimos 30 anos deste século, 97% do território brasileiro terá risco climático alto ou muito alto para cultivo de alface em campo aberto durante o verão.

Para chegar à conclusão, técnicos da Embrapa analisaram como diversos cenários de mudanças climáticas podem afetar o cultivo da hortaliça, considerada vulnerável a altas temperaturas.

O engenheiro-agrônomo Fábio Suinaga, pesquisador em Melhoramento Genético da Embrapa Hortaliças, explica que do ponto de vista evolutivo, a alface depende de temperatura amena e boa umidade para se desenvolver plenamente.

“Os números projetados são preocupantes porque a adaptação da espécie às altas temperaturas é mínima, especialmente se considerar que as sementes de alface exigem temperaturas inferiores a 22°C para haver germinação”, avalia.

Cenários otimista e pessimista

Os pesquisadores cruzaram informações de projeções climáticas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, e do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), um órgão da Organização das Nações Unidas.

O levantamento considerou dois cenários, um otimista (RCP 4.5) e um pessimista (RCP 8.5), em relação a quanto a temperatura vai subir na comparação com o clima do período histórico de 1961 a 1990.

Projeção otimista: há um controle das emissões de gases do efeito estufa, causadores do aquecimento global. Isso resultaria em um aumento da temperatura do planeta entre 2° Celsius (C) e 3°C, na janela de 2071 a 2100.

Projeção pessimista: as emissões de gases continuam crescendo até 2100, resultando em aumento de até 4,3°C na temperatura do planeta.

Os técnicos utilizaram modelos que projetam temperaturas mínima, média e máxima para todas as épocas do ano. A estação mais crítica é o verão, quando a temperatura pode ultrapassar os 40°C em boa parte do país, patamar considerado bem acima do ideal para o desenvolvimento da alface, que exige clima ameno e umidade equilibrada.

Cenário otimista: entre 2071 e 2100, faixa de temperatura durante o verão de 23,4°C a 41,2°C. Dessa forma, 79,6% do território nacional apresentará risco climático alto; e 17,4%, muito alto.

Cenário pessimista: temperatura no verão de 25,4°C a 45°C, deixando 11,8% do território com risco alto; e 87,7%, muito alto.

Nos dois casos, praticamente todo o território se aproximará do nível inviável para cultivo de alface em campo aberto no verão, sendo que, no cenário pessimista, a proporção de “muito alto” é muito maior que a de “alto”.

Atualmente, a maior parte do cultivo de alface no Brasil se dá nos campos abertos, e a menor parte é feita nos chamados ambientes protegidos ou controlados, como estufas.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail