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Bento de Jesus, 61 anos e um sonho realizado – Foto: Reprodução

No último dia 29 de agosto, um momento histórico marcou a formatura de Engenharia Civil em Jacobina, na Bahia. Entre os formandos, um nome arrancou aplausos calorosos e lágrimas de emoção: Bento Jesus da Silva, 61 anos, pedreiro de Capim Grosso (BA) que após décadas de trabalho braçal, dificuldades e perdas pessoais, conquistou o tão sonhado diploma de engenheiro civil.

O sonho que venceu o tempo

A trajetória de Bento é a prova viva de que a idade não é barreira para quem carrega determinação no coração. Com o ensino fundamental incompleto, ele voltou aos estudos por meio da EJA, encarando o preconceito, as longas jornadas de trabalho e as limitações financeiras. Cada aula foi mais um passo em direção ao sonho que o acompanhava desde a juventude: deixar de apenas executar obras para também projetá-las.

“Muita gente ria de mim quando dizia que ia ser engenheiro. Mas eu não desisti, porque acreditava que era possível”, relembra Bento.

Força diante da dor

O caminho, porém, não foi fácil. Após perder sua esposa, companheira de toda a vida, Bento quase desistiu. Mas encontrou no filho, na neta e em uma nova família ao lado de Nalva o apoio necessário para seguir. Entre cimento, viagens cansativas e noites mal dormidas, persistiu. De Feira de Santana a Jacobina, carregava nos ombros a dureza da profissão e, na mochila, os livros que alimentavam sua esperança.

“Houve noites em que chorei de cansaço, mas no outro dia levantava e dizia: eu vou conseguir”, contou emocionado.

Tijolo por tijolo, um exemplo para todos

Durante o dia, Bento construía casas e prédios. À noite, construía conhecimento. Professoras e colegas se emocionavam com sua dedicação, sempre presente, sempre sorridente, mesmo depois de longas horas de trabalho pesado. Agora, como engenheiro, ele sonha em abrir sua própria empresa e devolver às comunidades mais simples aquilo que aprendeu, oferecendo projetos acessíveis e de qualidade.

“Sei o que é não ter condições, sei como é levantar uma casa com muito esforço. Quero ajudar outros a realizarem seus sonhos também”, afirma.

A história de Bento Jesus da Silva é um lembrete poderoso: sonhos não têm prazo de validade. Ele ergueu muito mais que paredes — construiu um legado de inspiração, mostrando que, com fé, coragem e persistência, nada é impossível.

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Foto: Reprodução

O Jornal Nacional completa 56 anos nesta segunda-feira (1º.set.2025) e marca a data com uma mudança histórica: William Bonner se despede da bancada após 29 anos como âncora. Ele permanecerá até 3 de novembro, quando César Tralli assume o posto ao lado de Renata Vasconcellos.

A mudança faz parte de um processo de transição planejado pela Globo há cinco anos. Bonner, que também acumula a função de editor-chefe desde 1999, decidiu abrir mão das atividades diárias para ter mais tempo com a família e projetos pessoais. Em 2026, ele assumirá o comando do Globo Repórter, ao lado de Sandra Annenberg, um antigo desejo do jornalista.

A despedida de William Bonner

Em mensagem emocionada, Bonner relembrou sua trajetória:

“São 29 anos e quatro meses de JN. Exatos 26 anos como chefe da equipe de editores, comandando reuniões, avaliando pautas, planejando edições, apresentando as notícias a milhões. Nesse período, tornei-me pai, vi minhas crianças crescerem, mudarem de país. Agora, realizar o sonho de estar no Globo Repórter, ao lado da Sandra, é um presente”, afirmou.

César Tralli no JN

Tralli, que está na Globo há 33 anos, disse receber a missão com “honra e serenidade”:

“Jamais me passou pela cabeça suceder o William. Mas recebo esse convite com absoluta felicidade. Espero honrar a confiança e a responsabilidade de estar à frente do principal telejornal do país.”

Renata Vasconcellos sobre a nova fase

A jornalista ressaltou a importância da transição:

“Depois de mais de uma década de parceria com o William, é com imenso prazer que recebo o Tralli. Que sorte a minha poder trabalhar com profissionais que representam o melhor do telejornalismo brasileiro.”

As mudanças reforçam uma nova fase no jornalismo da Globo, marcada pela renovação em seus principais telejornais, mas preservando nomes que fazem parte da história da emissora.

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Foto: Reprodução

O presidente da UNIPI – Associação dos Municípios da Microrregião de Irecê – e prefeito de América Dourada, Joelson do Rosário, encaminhou um ofício ao governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e ao comandante do Corpo de Bombeiros, coronel BM Aloísio Fernandes, solicitando a designação urgente de um caminhão com tripulação para atendimento a emergências na cidade de Irecê e municípios vizinhos.

A Unipi que representa 20 municípios filiados à associação,  alerta para o aumento do risco de incêndios na região, provocado pelas altas temperaturas e pelas previsões climáticas desfavoráveis devido ao período de estiagem.

O ofício cita dois episódios recentes: um incêndio de grandes proporções em um bairro populoso de Irecê, ocorrido no dia 29 de agosto, e outro registrado já no dia 1º de setembro, em um matagal na zona urbana da cidade.

De acordo com Joelson, a cidade de Irecê enfrenta um cenário crítico, agravado pela ausência de uma base local do Corpo de Bombeiros. Atualmente, a unidade mais próxima está localizada em Lençóis, a mais de 200 km de distância, o que compromete significativamente a capacidade de resposta às emergências.

Como medida provisória, a UNIPI propõe que a viatura de combate a incêndios, caso enviada, fique temporariamente alocada no Comando da Polícia Militar de Irecê, que possui estrutura adequada para recebê-la. O documento destaca ainda a disposição dos prefeitos da região em colaborar e fornecer as informações necessárias para viabilizar a medida.

A solicitação reforça a urgência da criação de uma unidade do Corpo de Bombeiros em Irecê, demanda antiga da população e das lideranças políticas da microrregião.

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Foto: Reprodução

O prédio comercial onde funciona o escritório do União Brasil na Bahia foi atingido por uma bala perdida na tarde de domingo (31), na Avenida Garibaldi, em Salvador. O disparo atravessou uma porta interna e parou no elevador social do edifício. O relato foi contado pelo ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional da legenda, ACM Neto, onde trabalha diariamente.

Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (1º), Neto relatou o ocorrido ao chegar ao local de trabalho. “Aqui funciona a sede do União Brasil em Salvador, além de outros escritórios. Ontem, em pleno domingo, uma bala atravessou a porta interna e veio parar no elevador social. Imagina o risco que muitas pessoas podiam ter ocorrido se isso tivesse acontecido em um dia de semana, com o prédio cheio”, afirmou.

O ex-prefeito destacou ainda que a situação expôs a vulnerabilidade de quem circula na região. “É a bala perdida chegando dentro do elevador aqui da Garibaldi,”, completou.

O prédio abriga escritórios políticos e empresariais e costuma receber grande fluxo de pessoas durante a semana. Até o momento, não há informações sobre a origem do disparo.

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